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FERTILIDADE DO SOLO E MANEJO DE NUTRIENTES

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Descrição

Ao iniciar, em dezembro de 2007, como Diretor do International Plant Nutrition Institute (IPNI) no Brasil, estabeleci algumas metas gerais de trabalho. Uma delas é a de colaborar para a publicação de materiais diversos que ajudem a cumprir a missão do IPNI, ou seja, desenvolver e promover informações científicas sobre o manejo responsável dos nutrientes de plantas para o benefício da família humana. Lembro-me perfeitamente que convidei, então, o Dr. Bernardo van Raij para atualizar o seu livro Fertilidade do solo e adubação. Fiz isso porque sei perfeitamente que se trata de obra, em língua portuguesa, praticamente sem precedentes quanto à excelência. A experiência do autor, em pesquisa e difusão dos seus resultados, é bastante incomum e a sua obra anterior, há tempo esgotada, trazia isto de maneira simples e objetiva. A ideia prosperou e tornou-se realidade no início de 2011, quando firmamos o convênio para a tarefa de atualização e reformulação da publicação anterior.

Esta nova obra será, sem dúvida, uma contribuição de imensa utilidade para os estudantes e os praticantes do manejo da fertilidade do solo visando a adequada nutrição das culturas comerciais. Em tempos nos quais há, cada vez mais, necessidade de otimizar a utilização dos insumos agrícolas, este livro trará as bases necessárias para que os fertilizantes sejam utilizados em prol de produtividades economicamente viáveis, do ambiente e da sociedade em geral.

Para mim, trata-se de enorme honra apresentar obra de tamanho valor. Sinto-me satisfeito por ver esta nova publicação tornar-se realidade e por verificar que o IPNI Brasil foi decisivo para que isto ocorresse.

Fica aqui o meu mais profundo agradecimento a todos os que enfrentaram a tarefa de transformar a ideia em realidade no prazo de alguns poucos meses. Em especial, agradeço a toda a equipe do IPNI Brasil - Dr. Valter Casarin, Silvia Regina Stipp, Evandro Luis Lavorenti, Mara Gomes e Renata Fiuza, pela superação no cumprimento das etapas planejadas, bem como a Suzana Oellers, pelo imenso profissionalismo e dedicação e, acima de tudo, ao Dr. Bernardo van Raij, por toda a sua contribuição à agricultura do Brasil e do mundo, a qual está muito bem refletida nesta importante publicação.

1. ESCOPO DA FERTILIDADE DO SOLO – 1
1.1. Considerações gerais – 1
1.1.1. Importância da fertilidade do solo – 2
1.1.2. Relação com outras disciplinas – 3
1.1.3. Importância do método científico – 4
1.2. Nutrientes e sustentabilidade – 5
1.2.1. Adubação e economia da produção – 5
1.2.2. Fertilizantes e desenvolvimento – 5
1.2.3. Fertilidade do solo e meio ambiente – 6

2. SOLOS – 9
2.1. Conceito de solo – 9
2.1.1. Definição de solo – 9
2.1.2. Fatores de formação do solo – 10
2.2. Composição química – 12
2.2.1. A fração mineral do solo – 13
2.2.2. Matéria orgânica – 15
2.2.3. Nutrientes e outros elementos químicos – 16
2.3. Constituição física e propriedades coloidais do solo – 17
2.3.1. O solo como sistema trifásico – 17
2.3.2. Granulometria – 18
2.3.3. Propriedades coloidais do solo – 19
2.4. O solo como sistema poroso – 20
2.4.1. Estrutura do solo – 21
2.4.2. Porosidade – 21
2.4.3. Cálculo da densidade – 22
2.5. Organismos – 24
2.5.1. Importância dos organismos – 24
2.5.2. Organismos superiores – 24
2.5.3. Micro-organismos – 25
2.6. Água no solo – 26
2.7. Atmosfera do solo – 28
2.8. Classificação de solos – 29
2.9. Conservação e funções ecológicas do solo – 35
2.10. Constituição do solo e produtividade – 36
2.11. Exercícios – 38

3. INTERAÇÕES ENTRE NUTRIENTES E SOLO – 39
3.1. A solução do solo – 39
3.1.1. Composição – 40
3.1.2. Equilíbrio químico – 43
3.1.3. Relação com a fase sólida – 46
3.2. A reação do solo – 47
3.3. Troca de cátions – 50
3.3.1. A troca de cátions em solos – 50
3.3.2. Origem da troca de cátions em solos – 52
3.3.3. Determinações e definições – 58
3.3.4. Equilíbrio de íons trocáveis e em solução – 59
3.3.5. A dupla camada elétrica difusa – 61
3.4. Solos de cargas variáveis – 63
3.4.1. Cargas elétricas em minerais trocadores de íons – 64
3.4.2. O ponto de carga zero – 65
3.4.3. Propriedades eletroquímicas em solos de cargas variáveis – 66
3.5. Adsorção de fosfato e sulfato – 68
3.5.1. Solubilidade e adsorção de fosfatos – 68
3.5.2. Adsorção de sulfato – 72
3.6. Processos biológicos – 72
3.6.1. Envolvendo nitrogênio – 72
3.6.2. Envolvendo outros elementos – 74
3.7. Reações de oxirredução – 74
3.8. Perdas de nutrientes do solo – 77
3.9. Exercícios – 78

4. CONCEITOS – 81
4.1. Elementos essenciais e nutrientes minerais – 81
4.2. Absorção e disponibilidade de nutrientes – 83
4.3. Lei do mínimo – 86
4.4. Curvas de resposta – 87
4.5. Lei dos incrementos decrescentes – 88
4.6. Porcentagem de suficiência – 91
4.7. Mobilidade dos nutrientes – 93
4.8. Interação dos fatores de produção – 94
4.9. Dose mais econômica de fertilizantes – 96
4.10. Exercícios – 98

5. AVALIAÇÃO DA FERTILIDADE DO SOLO – 101
5.1. Evolução da análise de solos no Brasil – 102
5.1.1. Laboratórios – 102
5.1.2. Evolução dos métodos de análise – 103
5.2. Amostragem de solos – 106
5.2.1. Variabilidade e amostras compostas – 106
5.2.2. Escolha de glebas ou áreas para amostragem – 109
5.2.3. Retirada de amostras – 111
5.3. Métodos de análise de solo – 115
5.3.1. Métodos usados – 115
5.3.2. Calibração da análise de solo – 116
5.3.3. Classes de teores em solos – 118
5.4. Interpretação da análise de solo – 121
5.4.1. Nitrogênio – 123
5.4.2. Fósforo e potássio – 124
5.4.3. Acidez – 126
5.4.4. Cálcio, magnésio e enxofre – 126
5.4.5. Micronutrientes – 128
5.4.6. Matéria orgânica e argila – 128
5.4.7. Interpretação de resultados de análise de amostras do subsolo – 128
5.5. Representação dos resultados de análises – 130
5.5.1. Unidades de representação dos resultados de análises – 130
5.5.2. Solos – 130
5.5.3. Folhas – 131
5.5.4. Corretivos da acidez – 131
5.5.5. Fertilizantes – 131
5.5.6. Conversão de unidades – 132
5.6. Exercícios – 134

6. EXPERIMENTAÇÃO COM PLANTAS – 135
6.1. Características de experimentos de adubação – 136
6.2. Experimentos em vasos – 138
6.3. Ensaios exploratórios – 139
6.4. Experimentos NPK – 140
6.5. Comparação de fontes de nutrientes – 144
6.6. Experimentos de longa duração – 147
6.7. Ensaios demonstrativos – 149
6.8. Avaliação geral de experimentos – 150
6.9. Informações suplementares sobre experimentos – 151
6.9.1. Experimentos de laboratório – 151
6.9.2. Experimentos em casa de vegetação – 152
6.9.3. Experimentos de campo – 153
6.10. Exercícios – 154

7. AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL DAS PLANTAS – 157
7.1. Fundamentos da diagnose foliar – 157
7.2. Amostragem de material vegetal – 160
7.3. Análise química de plantas – 163
7.4. Interpretação de resultados de análise foliar – 163
7.5. Comparação da análise foliar com a análise de solo – 166
7.6. Exercício – 170

8. ACIDEZ E CALAGEM – 173
8.1. Origem e neutralização da acidez – 173
8.1.1. Fontes de acidez – 173
8.1.2. Neutralização da acidez do solo – 174
8.2. Os cátions trocáveis e a acidez – 176
8.3. Determinação da acidez do solo – 180
8.4. Relações entre cátions trocáveis e pH – 182
8.4.1. pH versus saturação por bases – 182
8.4.2. pH versus saturação por alumínio – 186
8.5. Necessidade de calagem – 187
8.5.1. Critério baseado em alumínio e teores de cálcio mais magnésio – 187
8.5.2. Método do tampão SMP – 188
8.5.3. Elevação da saturação por bases – 190
8.6. Efeito da acidez em culturas – 191
8.7. Interação da calagem e outros fatores de produção – 195
8.8. Exercícios – 198

9. NITROGÊNIO – 201
9.1. Origem e formas no solo – 201
9.2. Dinâmica do nitrogênio no solo – 204
9.3. Disponibilidade – 208
9.4. Análise de solo – 209
9.5. Nitrogênio na planta – 212
9.6. Respostas das culturas a nitrogênio – 213
9.7. Nitrogênio nas tabelas de adubação – 216
9.8. Exercícios – 216

10. FÓSFORO – 217
10.1. Formas no solo – 218
10.1.1. Fósforo em solução e na fase sólida – 218
10.1.2. Solubilidade e adsorção – 220
10.2. Disponibilidade de fósforo no solo – 224
10.2.1. Fosfato lábil – 225
10.2.2. Avaliação da disponibilidade de fósforo – 225
10.3. Métodos de análise de solo – 229
10.3.1. A longa busca pelo método adequado – 229
10.3.2. Limitações dos extratores químicos – 231
10.3.3. O que medir pela análise de fósforo em solos – 232
10.4. Método da resina trocadora de íons – 233
10.4.1. Detalhes do método – 235
10.4.2. Calibração e outros aspectos agronômicos – 239
10.5. Fósforo na planta – 242
10.6. Respostas das culturas a fósforo – 244
10.7. Fósforo nas tabelas de adubação – 245
10.8. Exercícios – 248

11. POTÁSSIO – 249
11.1. Formas no solo – 249
11.2. Disponibilidade – 250
11.3. Análise de solo para potássio – 251
11.4. Disponibilidade do potássio não trocável – 254
11.5. Fatores que afetam a disponibilidade de potássio em solos – 257
11.6. Potássio na planta – 261
11.7. Respostas das culturas a potássio – 262
11.8. Potássio nas tabelas de adubação – 263
11.9. Exercícios – 264

12. MACRONUTRIENTES SECUNDÁRIOS – 265
12.1. Formas no solo – 265
12.2. Disponibilidade e análise de solo para magnésio e cálcio – 267
12.3. Disponibilidade e análise de solo para enxofre – 269
12.4. Enxofre para as culturas – 270
12.5. Magnésio para as culturas – 272
12.6. Cálcio para as culturas – 272
12.7. Exercícios – 273

13. MICRONUTRIENTES – 275
13.1. Formas no solo – 275
13.1.1. Boro – 276
13.1.2. Molibdênio – 276
13.1.3. Zinco – 276
13.1.4. Cobre – 277
13.1.5. Manganês – 277
13.1.6. Ferro – 278
13.1.7. Cloro – 278
13.2. Análise de solo para micronutrientes – 278
13.3. Fatores que afetam a disponibilidade de micronutrientes – 280
13.4. Interpretação da análise de solo para micronutrientes – 281
13.5. Micronutrientes nas plantas – 282
13.6. Respostas das culturas a micronutrientes – 284
13.7. Exercícios – 285

14. OUTROS ELEMENTOS QUÍMICOS – 287
14.1. Silício – 287
14.2. Sódio – 288
14.3. Cobalto – 289
14.4. Selênio – 289
14.5. Metais pesados tóxicos – 290

15. CORRETIVOS E FERTILIZANTES – 293
15.1. Corretivos – 293
15.1.1. Corretivos de acidez – 294
15.1.2. Corretivos de alcalinidade e sodicidade – 297
15.2. Fertilizantes orgânicos – 300
15.3. Fertilizantes nitrogenados – 303
15.4. Fertilizantes fosfatados – 309
15.5. Fertilizantes contendo potássio, cálcio, magnésio ou enxofre – 317
15.6. Fertilizantes contendo micronutrientes – 319
15.7. Acidez, alcalinidade e índice salino dos fertilizantes – 321
15.8. Fertilizantes mistos e complexos – 323
15.9. Legislação – 324
15.10. Exercícios – 325

16. ECONOMIA DE USO DE FERTILIZANTES E CORRETIVOS – 327
16.1. Relações de troca – 327
16.2. Dose mais econômica – 328
16.3. Retornos e custos de produção – 332
16.4. Princípio da substituição – 335
16.5. Situações de insumos mínimos – 336
16.6. Equilíbrio entre adubação e economia – 337
16.7. Escolha do fertilizante ou corretivo – 341
16.8. Economia da calagem – 342
16.9. Adubação para colheita econômica máxima – 344
16.10. Adubação e desenvolvimento agrícola – 347
16.11. Exercícios – 349

17. CORREÇÃO DO SOLO – 351
17.1. Correção da acidez para culturas diversas – 351
17.2. Época e modo de aplicação de calcário – 353
17.3. Perdas de cálcio e magnésio – 357
17.4. Correção do ambiente radicular do subsolo – 363
17.5. Efeitos depressivos da calagem – 372
17.6. Correção de salinidade e sodicidade – 372
17.7. Exercícios – 375

18. USO EFICIENTE DE FERTILIZANTES – 377
18.1. Dimensionamento das adubações – 377
18.2. Eficiência de aplicação de fósforo – 381
18.3. Uso de fosfatos naturais – 383
18.4. Eficiência de aplicação de adubos nitrogenados – 385
18.5. Uso eficiente de adubos potássicos – 388
18.6. Aplicação de macronutrientes secundários e micronutrientes – 390
18.7. Uso de fertilizantes fluidos – 392
18.8. Adubação e meio ambiente – 394
18.9. Exercícios – 395

RESPOSTAS DOS EXERCÍCIOS – 397
REFERÊNCIAS – 405

Autor: Bernardo van Raij
Ano: 2011
Número de Páginas: 420
Tamanho: 16,5 x 24 cm
Editora: IPNI
Acabamento: Capa dura
ISBN: 978-85-98519-07-4


CNPJ: 96.631.353/0001-69 - Email: pldlivros@uol.com.br - Fone: (19) 3421 7436 - Fone: 3423 3961 - Piracicaba/SP

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