...

R$ 84,90

GESTÃO AMBIENTAL DE ÁREAS DEGRADADAS

Comprar

Descrição

Gestão Ambiental de Áreas Degradadas vem preencher uma lacuna na literatura brasileira neste campo, uma vez que procura de uma forma técnica e científica, ao mesmo tempo, abordar uma temática de tamanha importância para um país que possui tantas áreas degradadas.

Nesse sentido, o livro procura destacar uma gama bem variada de assuntos, que vão desde o papel da Geomorfologia no diagnóstico das áreas degradadas, passando pelo papel da Bioengenharia na recuperação dessas áreas atingidas, princípios da estabilização biotécnica, até os novos desenvolvimentos e futuras orientações na estabilização das encostas.

O livro Gestão Ambiental de Áreas Degradadas destina-se a estudantes, pesquisadores, professores, consultores, técnicos de secretarias estaduais e municipais, membros de ONGs, enfim, a todos aqueles interessados nesta temática. Ele pode, ao mesmo tempo, ser um manual de atuação profissional, bem como um livro que venha a tirar uma série de dúvidas relacionadas ao campo técnico e científico de profissionais e estudantes.

Apresentação – 15

1. Degradação Ambiental – 17
1.1. Conceitos – 17
1.1.1. Terra – 17
1.1.2. Áreas áridas, semi-áridas e subúmidas – 17
1.1.3. Desertificação – 19
1.1.4. Degradação ambiental – 19
1.2. Visão geral – 19
1.3. Tipologia – 23
1.3.1. Erosão – 24
1.3.2. Deterioração química – 25
1.3.3. Deterioração física – 26
1.3.4. Desertificação – 26
1.4. Extensão e impacto da degradação – 27
1.4.1. Incidência por tipo de degradação – 27
1.4.2. Impacto da degradação – 29
1.5. Causas da degradação do solo – 32
1.5.1. Os fatores causadores – 32
1.5.2. A população e os processos de degradação da terra – 34
1.5.2.1. Desmatamento e superexploração da vegetação – 35
1.5.2.2. Superpastoreio – 36
1.5.2.3. Manejo agrícola inadequado – 38
1.5.3. A população e os fatores tecnológicos – 42
1.5.4. Fatores sociais e institucionais – 45
1.5.4.1. As estruturas agrárias e a pobreza – 45
1.5.4.2. Posse da terra – 49
1.5.4.3. Mercados e políticas públicas – 50
1.6. Conclusões – 52

2. O Papel da Geomorfologia no Diagnóstico de Áreas Degradadas – 53
2.1. A ciência geomorfológica – 53
2.2. O estudo das formas de relevo e dos processos associados – 54
2.3. Contribuição da geomorfologia no diagnóstico de áreas degradadas – 56
2.4. A importância do estudo das encostas – 57
2.5. A importância do estudo das bacias hidrográficas – 59
2.6. Conclusões – 60

3. Ambiente Urbano e Industrial – 63
3.1. A urbanização e seus impactos – 63
3.1.1. Alterações na hidrologia – 64
3.1.2. Alterações na qualidade da água – 68
3.2. Fontes não pontuais de poluentes e seus impactos – 69
3.2.1. Sedimentos – 70
3.2.2. Nutrientes – 70
3.2.3. Substâncias consumidoras de oxigênio – 71
3.2.4. Patógenos – 71
3.2.5. Hidrocarbonetos – 72
3.2.6. Metais pesados – 72
3.3. Outros impactos – 73

4. Erosão Superficial e Movimentos de Massa – 75
4.1. Definições – 77
4.1.1. Erosão superficial – 77
4.1.2. Movimento de massa – 78
4.1.3. Características e diferenças importantes – 79
4.2. Natureza da erosão superficial – 80
4.2.1. Agentes e tipos de erosão – 80
4.2.2. Mecânica da erosão – 81
4.3. Principais determinantes da erosão – 83
4.3.1. Erosão pluvial – 83
4.3.2. Erosão eólica – 86
4.4. Tipos de erosão hídrica – 88
4.5. Prognósticos da perda de solo – 92
4.5.1. Desenvolvimento histórico – 92
4.5.2. Aplicações da USLE – 93
4.5.3. Limitações da USLE – 98
4.6. Princípios do controle da erosão – 99
4.7. Natureza dos movimentos de massa – 101
4.7.1. Tipos de movimentos nas encostas – 101
4.7.2. Causas das rupturas nas encostas – 103
4.7.3. Indicadores da instabilidade de encostas – 105
4.8. Prognósticos da estabilidade de encostas – 107
4.8.1. Abordagens de análise – 107
4.8.2. Análise do equilíbrio-limite – 107
4.8.3. Parâmetros de resistência ao cisalhamento – 110

5. Função da Vegetação na Estabilidade de Encostas – 111
5.1. Influência sobre a erosão superficial – 112
5.1.1. Funções estabilizadoras – 112
5.1.2. Fator de cobertura vegetal – 113
5.1.3. Vegetação recomendada – 114
5.2. Influência na erosão em margens de rios – 114
5.3. Influência na estabilidade de massas de solo – 117
5.3.1. Efeitos hidromecânicos – 117
5.4. Conseqüências da remoção da vegetação – 119
5.5. Morfologia e resistência das raízes – 122
5.5.1. Introdução – 122
5.5.2. Arquitetura das raízes – 122
5.5.3. Resistência radicular – 132
5.6. Fortalecimento do solo pelas raízes e fibras – 138
5.6.1. Modelos de equilíbrio de forças – 138
5.6.2. Testes de campo e de laboratório – 145
5.6.3. Análise da estabilidade – 154
5.7. Guia para maximização dos benefícios da vegetação – 159
5.7.1. Observações gerais – 159
5.7.2. Seleção das espécies – 160
5.7.3. Estratégias de posicionamento – 160
5.7.4. Poda – 163
5.7.5. Estratégias de plantio e/ou manejo – 163
5.8. Conclusões – 164

6. Introdução À Bioengenharia – 167
6.1. Vantagens dos métodos biotécnicos – 168
6.2. História da Bioengenharia – 170
6.3. Conceitos básicos da Bioengenharia – 175

7. Princípios da Estabilização Biotécnica – 177
7.1. Classificação dos diferentes sistemas – 178
7.2. Abordagens convencionais para a proteção de encostas e controle da erosão – 178
7.2.1. Construções inertes – 178
7.2.2. Construções vivas – 181
7.3. Sistemas de construção mistos – 182
7.3.1. Descrição geral – 182
7.3.2. Características e limitações da Bioengenharia – 186
7.3.3. Compatibilidade entre plantas e estruturas – 190
7.3.4. Aplicações – 194
7.4. Impacto da terraplenagem de encostas – 195
7.4.1. Terraplenagem convencional – 196
7.4.2. Terraplenagem natural (Landform grading) – 198

8. Componentes Vegetativos e Outras Considerações – 199
8.1. Introdução – 199
8.1.1. Necessidades básicas para uma revegetação bem-sucedida – 199
8.1.2. Obstáculos à revegetação – 201
8.2. Análise do local – 203
8.2.1. Clima – 203
8.2.2. Vegetação nativa – 204
8.2.3. Parâmetros do microlocal – 204
8.3. Estoques de sementes e material vegetativo – 207
8.3.1. Sementes – 207
8.3.2. Transplantes – 207
8.3.3. Estacas – 208
8.3.4. Capim-vetiver – 208
8.4. Fonte e seleção do material vegetativo – 209
8.4.1. Variação do material vegetativo – 209
8.4.2. Espécies nativas versus exóticas – 211
8.4.3. Sucessão vegetal – 211
8.4.4. Critérios de seleção – 213
8.4.5. Fontes de materiais vegetativos – 217
8.5. Preparação do local – 217
8.5.1. Mudança da geometria da encosta – 217
8.5.2. Drenagem e controle hídrico – 221
8.6. Aquisição e manipulação das estacas nativas – 228
8.6.1. Coleta – 228
8.6.2. Manipulação – 230
8.6.3. Transporte – 230
8.7. Instalação e estabelecimento das estacas – 230
8.7.1. Instalação das estacas – 230
8.7.2. Inspeção e controle de qualidade – 231
8.7.3. Manutenção e cuidados posteriores – 233

9. Técnicas e Métodos de Bioengenharia – 235
9.1. Introdução – 235
9.1.1. Definição – 235
9.1.2. Características importantes – 235
9.1.3. Usos e aplicações – 236
9.2. Estacas vivas – 236
9.2.1. Descrição – 236
9.2.2. Usos – 237
9.2.3. Vantagens – 239
9.2.4. Desvantagens – 239
9.2.5. Preparação – 239
9.2.6. Instalação – 240
9.3. Caniçadas vivas (Live Fascines) – 241
9.3.1. Descrição – 241
9.3.2. Usos – 243
9.3.3. Vantagens – 244
9.3.4. Desvantagens – 244
9.3.5. Preparação – 244
9.3.6. Estaqueamento – 244
9.3.7. Instalação – 245
9.4. Caniçadas vivas usadas como drenos – 248
9.4.1. Descrição – 248
9.4.2. Usos – 251
9.4.3. Instalação – 251
9.5. Caniçadas com dreno de interceptação subsuperficial – 252
9.5.1. Descrição – 252
9.5.2. Usos – 253
9.5.3. Instalação – 253
9.6. Camadas de ramos ou vassouras (Brushlayering) – 254
9.6.1. Descrição – 254
9.6.2. Usos – 256
9.6.3. Preparação – 258
9.6.4. Instalação – 258
9.7. Geogrelhas vegetadas – 260
9.7.1. Descrição – 260
9.7.2. Usos – 261
9.7.3. Materiais e preparação – 263
9.7.4. Instalação – 263
9.8. Empacotamento de ramos (Branchpacking) – 265
9.8.1. Descrição – 265
9.8.2. Aplicações – 266
9.8.3. Preparação – 266
9.8.4. Instalação – 266
9.9. Aterro vivo para o reparo de voçorocas – 268
9.9.1. Descrição – 268
9.9.2. Aplicações – 269
9.9.3. Preparação – 270
9.9.4. Instalação – 270
9.10. Critérios de seleção – 271
9.10.1. Seleção pelo tipo da encosta e localização geral – 271
9.10.2. Seleção pelas condições do local e do solo – 271

10. Novos Desenvolvimentos e Futuras Orientações na Estabilização Biotécnica – 275
10.1. Introdução – 275
10.2. O estado-da-arte e as áreas de pesquisa necessárias – 276
10.3. Conclusões – 280

Bibliografia – 283
Índice Remissivo – 299

Autores: Gustavo Henrique de Sousa Araujo, Josimar Ribeiro de Almeida e Antonio José Teixeira Guerra
Ano: 2014
Número de Páginas: 322
Tamanho: 16 x 23 cm
Editora: Bertrand Brasil
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-286-1095-6


CNPJ: 96.631.353/0001-69 - Email: pldlivros@uol.com.br - Fone: (19) 3421 7436 - Fone: 3423 3961 - Piracicaba/SP

Política de Privacidade. ©2008, Revendas de Livros Técnicos. Todos os direitos reservados