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SEMENTES ciência tecnologia e produção

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Descrição

Em virtude de recentes mudanças na legislação brasileira relativas à produção de sementes, os autores deste livro decidiram-se por atualizá-lo, adaptando o capítulo sobre Certificação, de maneira que contivesse os aspectos mais relevantes dessa nova legislação e fosse, assim, mais útil para a formação do estudante.

Queremos, na oportunidade em que estamos dando a público a 5ª edição deste livro, reiterar a nossa profunda admiração pelo trabalho realizado pela extinta Fundação Cargill, responsável pela impressão e distribuição gratuita de mais de 3.000 exemplares em que se constituíram a 1ª, a 2ª e a 3ª edições do livro. Continuamos com a convicção de que a história do livro universitário sobre Ciências Agrárias no Brasil deverá ser dividida em antes e depois da Fundação Cargill.

As mudanças na legislação sobre Certificação tiveram por principal objetivo aumentar as garantias de preservação da qualidade genética das sementes e essas mudanças foram consequentes do imenso trabalho desenvolvido por pessoas e instituições no sentido de enfatizar a importância do fator genético na produção agrícola. Dentre essas instituições, queremos destacar o papel desempenhado pela Universidade do Estado de Mississippi, dos EUA, a qual, por meio do convênio Mississippi/USAID - Ministério da Agricultura, foi responsável, durante as décadas de I960 e 1970, por um programa de trabalho verdadeiramente seminal na implantação de um sistema controlado de produção de sementes no Brasil. Na contrapartida brasileira desse programa, destaca-se o papel desempenhado pelo Prof. Francisco Ferraz de Toledo que, na Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, de Piracicaba, em 1963, pela primeira vez no Brasil, oferecia a disciplina de Produção de Sementes Selecionadas, contribuindo, assim, poderosamente, para moldar uma nova mentalidade do Engenheiro Agrônomo brasileiro.

I. INTRODUÇÃO – 1
1. HISTÓRICO – 1
LITERATURA – 4

II. IMPORTÂNCIA DA SEMENTE – 6
1. COMO MECANISMO DE PERPETUAÇÃO DA ESPÉCIE – 6
2. COMO ELEMENTO MODIFICADOR DA HISTÓRIA DO HOMEM – 7
3. COMO ALIMENTO – 8
4. COMO MATERIAL DE PESQUISA – 10
5. COMO INIMIGO DO HOMEM – 11
LITERATURA – 11

III. A FORMAÇÃO DAS SEMENTES – 12
1. INTRODUÇÃO – 12
2. ÓVULO – 13
3. MACROESPOROGÊNESE E GAMETÓFITO FEMININO – 18
4. MICROSPORÂNGIO, MICROESPOROGÊNESE E GAMETÓFITO MASCULINO – 21
5. POLINIZAÇÃO E FERTILIZAÇÃO – 24
6. EMBRIÃO – 28
7. ENDOSPERMA – 35
8. TEGUMENTO – 38
9. APOMIXIA E POLIEMBRIONIA – 39
10. MUDANÇAS BIOQUÍMICAS DURANTE O DESENVOLVIMENTO DA SEMENTE – 42
LITERATURA – 49

IV. A SEMENTE MADURA: ESTRUTURAS E RESPECTIVAS FUNÇÕES – 54
1. CASCA – 55
2. TECIDO DE RESERVA – 59
3. EIXO EMBRIONÁRIO – 63
LITERATURA – 65

V. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DE SEMENTES – 66
1. INTRODUÇÃO – 66
2. CARBOIDRATOS – 74
3. LIPÍDIOS – 77
4. PROTEÍNAS – 83
5. OUTROS COMPONENTES – 88
LITERATURA – 93

VI. MATURAÇÃO DE SEMENTES – 98
1. INTRODUÇÃO – 98
2. TAMANHO DA SEMENTE – 99
3. TEOR DE ÁGUA DAS SEMENTES – 101
4. CONTEÚDO DE MATÉRIA SECA DAS SEMENTES – 102
5. GERMINAÇÃO DAS SEMENTES – 104
6. VIGOR DAS SEMENTES – 106
7. ANÁLISE DAS MODIFICAÇÕES – 107
8. MATURIDADE E COLHEITA – 112
LITERATURA – 118

VII. GERMINAÇÃO DE SEMENTES – 128
1. INTRODUÇÃO – 128
2. DEFINIÇÃO – 128
3. FASES DA GERMINAÇÃO – 129
4. TIPOS DE GERMINAÇÃO – 134
5. FATORES QUE AFETAM A GERMINAÇÃO – 138
5.1. Fatores internos – 138
5.1.1. Longevidade – 139
5.1.2. Viabilidade – 140
5.2. Fatores externos – 144
5.2.1. Água – 144
5.2.2. Temperatura – 151
5.2.3. Oxigênio – 157
6. METABOLISMO DA GERMINAÇÃO – 159
LITERATURA – 163

VIII. DORMÊNCIA DE SEMENTES – 167
1. DEFINIÇÃO – 167
2. SIGNIFICADO ECOLÓGICO – 167
3. TIPOS DE DORMÊNCIA – 171
4. MECANISMOS DE DORMÊNCIA – 173
4.1. Controle de entrada de água – 173
4.2. Controle do desenvolvimento do eixo embrionário – 175
4.3. Controle do equilíbrio entre substâncias promotoras e inibidoras do crescimento – 175
4.3.1. Subsistema sensível à luz – 176
4.3.2. Subsistema sensível à temperatura – 197
4.3.3. Subsistema sensível ao oxigênio e/ou ao gás carbônico – 201
4.3.4. Subsistema sensível à umidade – 203
4.3.5. Subsistema sensível ao etileno – 209
4.3.6. Subsistema sensível a substâncias receptoras de hidrogênio ou elétrons – 213
5. CONSIDERAÇÕES FINAIS – 216
LITERATURA – 217

IX. VIGOR DE SEMENTES – 224
1. INTRODUÇÃO – 224
2. CONCEITOS DE VIGOR – 224
3. FATORES QUE AFETAM O VIGOR – 227
4. MÉTODOS PARA TESTAR O VIGOR – 237
LITERATURA – 239

X. PRODUÇÃO DE SEMENTES – 243
A - O PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO – 243
1. INTRODUÇÃO – 243
2. ENTIDADES PARTICIPANTES – 251
3. CATEGORIAS DE SEMENTES – 253
4. FASES DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO – 257
5. ESTABELECIMENTO DE CAMPOS PARA PRODUÇÃO DE SEMENTES CERTIFICADAS – 258
6. VISTORIAS – 275
6.1. Fase de campo – 276
6.2. Fase de beneficiamento e armazenamento – 291
6.3. Fase de laboratório – 292
7. FISCALIZAÇÃO – 297
LITERATURA – 299
B - FATORES QUE AFETAM A PRODUÇÃO E O DESEMPENHO DAS SEMENTES – 305
1. ORIGEM DAS SEMENTES – 305
LITERATURA – 309
2. VIGOR DAS SEMENTES – 311
2.1. Sobre a semente – 312
2.2. Sobre a planta – 314
LITERATURA – 318
3. TAMANHO DAS SEMENTES – 321
3.1. Efeitos sobre a germinação e o vigor das plântulas – 321
3.2. Efeitos sobre a fase de crescimento inicial – 323
3.3. Efeitos sobre a produção – 325
LITERATURA – 327
4. TRATAMENTO QUÍMICO DAS SEMENTES – 331
4.1. A semente necessita realmente ser tratada – 331
4.2. É garantido o mercado de sementes – 337
4.3. Produtos, doses e equipamentos para o tratamento de sementes com fungicidas – 342
LITERATURA – 342
5. ÉPOCA E DENSIDADE DE SEMEADURA – 345
5.1. Época – 345
5.2. Densidade – 347
LITERATURA – 348
6. ADUBAÇÃO – 352
6.1. Efeitos sobre o tamanho ou o peso das sementes – 352
6.2. Efeitos sobre a qualidade fisiológica das sementes – 354
6.3. Efeitos sobre a qualidade sanitária das sementes – 356
LITERATURA – 357
7. INJÚRIA MECÂNICA – 362
7.1. Fontes de injúria mecânica – 362
7.2. Fatores que controlam o grau de injúria mecânica – 364
7.3. Efeitos da injúria mecânica – 373
LITERATURA – 375
8. TÉCNICAS ESPECIAIS – 377
LITERATURA – 380

XI. SECAGEM DE SEMENTES – 382
1. INTRODUÇÃO – 382
2. A ÁGUA NA SEMENTE – 383
2.1. Processos biológicos – 383
2.2. Equilíbrio higroscópico – 384
2.3. Relação com colheita e beneficiamento – 390
3. O PROCESSO DA SECAGEM – 391
4. MÉTODOS DE SECAGEM – 401
4.1. Secagem natural – 401
4.2. Secagem artificial – 403
5. ESFRIAMENTO DA SEMENTE – 414
LITERATURA – 414

XII. BENEFICIAMENTO – 418
1. INTRODUÇÃO – 418
2. BASES DE SEPARAÇÃO – 420
2.1. Tamanho – 421
2.1.1. Pela largura e espessura – 422
2.1.2. Pelo comprimento – 426
2.2. Forma – 430
2.3. Peso – 431
2.4. Textura do tegumento – 435
2.5. Afinidade por líquidos – 437
2.6. Cor – 439
2.7. Condutividade elétrica – 439
3. OPERAÇÕES DE BENEFICIAMENTO – 440
3.1. Recepção e armazenamento – 440
3.2. Secagem – 441
3.3. Pré-limpeza e preparo ou condicionamento – 442
3.4. Limpeza – 443
3.5. Separação e classificação – 445
3.6. Tratamento e ensacamento – 446
3.7. Armazenamento – 447
3.8. Extração da semente – 447
4. ESCOLHA E DISPOSIÇÃO DE MÁQUINAS DE BENEFICIAMENTO – 449
LITERATURA – 457

XIII. EXTRAÇÃO DE SEMENTES DE FRUTOS CARNOSOS – 460
1. INTRODUÇÃO – 460
2. COLHEITA DOS FRUTOS – 462
3. EXTRAÇÃO DAS SEMENTES – 468
4. REMOÇÃO DA MUCILAGEM – 471
5. LAVAGEM DAS SEMENTES – 478
6. UNIDADE DE EXTRAÇÃO DE SEMENTES POR VIA ÚMIDA – 481
LITERATURA – 482

XIV. ARMAZENAMENTO – 487
1. INTRODUÇÃO – 487
2. TIPOS DE ARMAZENAMENTO – 487
2.1. Armazenamento de sementes comerciais – 488
2.2. Armazenamento de estoques reguladores – 491
2.3. Armazenamento de sementes básicas – 492
2.4. Armazenamento de sementes em bancos de germoplasma – 493
3. FATORES QUE INFLUEM SOBRE A CONSERVAÇÃO DE SEMENTES – 495
3.1. Qualidade inicial da semente – 495
3.2. Características do ambiente do armazém – 499
LITERATURA – 517

XV. PATOLOGIA DE SEMENTES: SIGNIFICADO E ATRIBUIÇÕES – 524
1. INTRODUÇÃO – 524
2. EVOLUÇÃO HISTÓRICA – 525
3. TERMINOLOGIA E CONCEITOS – 527
4. PATÓGENOS TRANSMITIDOS POR SEMENTES – 529
5. O TRANSPORTE DE PATÓGENOS PELAS SEMENTES – 533
6. SIGNIFICADO DA ASSOCIAÇÃO DE PATÓGENOS COM SEMENTES – 535
6.1. Considerações econômicas – 536
6.2. Tipos de danos causados por patógenos associados a sementes – 537
6.3. Implicações epidemiológicas da associação de patógenos com sementes – 540
6.3.1. A semente como meio de sobrevivência de patógenos – 541
6.3.2. A semente como meio de introdução e acúmulo de inóculo em áreas de cultivo – 543
6.3.3. A semente como meio de disseminação de patógenos a longas distâncias – 544
6.3.4. O papel das sementes na seleção e disseminação de raças patogênicas – 545
6.4. A Patologia de Sementes em programas de certificação – 546
6.5. A Patologia de Sementes e Quarentena – 548
7. MECANISMOS E DINÂMICA DA TRANSMISSÃO DE PATÓGENOS POR SEMENTES – 550
7.1. O processo de contaminação e infecção de sementes (P—>S e S—>S) – 550
7.2. A transmissão de patógenos da semente à planta (S—>P) – 555
7.3. Fatores que afetam a transmissão de patógenos a partir de sementes – 559
8. O CONTROLE DE PATÓGENOS ASSOCIADOS A SEMENTES – 560
8.1. Métodos de controle em campos de sementes – 561
8.1.1. Seleção de cultivares – 561
8.1.2. Seleção de áreas – 562
8.1.3. Práticas culturais – 562
8.1.4. Inspeções de campo – 564
8.2. Métodos de controle em sementes (fase pós-colheita) – 564
8.2.1. Eliminação durante o beneficiamento – 565
8.2.2. Inativação de inóculo durante o armazenamento – 565
8.2.3. Indexação de sementes – 566
8.2.4. Tratamento direto de sementes – 568
8.2.4.1. Métodos biológicos – 569
8.2.4.2. Métodos físicos – 570
8.2.4.3. O tratamento químico de sementes – 572
9. PATOLOGIA EM RELAÇÃO AO VIGOR DE SEMENTES – 581
LITERATURA – 582

Editores: Nelson Moreira de Carvalho e João Nakagawa
Ano: 2012
Número de Páginas: 590
Tamanho: 15 x 21 cm
Editora: Funep
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-7805-090-0


CNPJ: 96.631.353/0001-69 - Email: pldlivros@uol.com.br - Fone: (19) 3421 7436 - Fone: 3423 3961 - Piracicaba/SP

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