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RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA DE ECOSSISTEMAS DEGRADADOS

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Descrição

Os ecossistemas possuem peculiaridades quanto à sua estrutura e funcionamento e são submetidos a uma variada gama de impactos que resultam em níveis específicos de degradação, razão por que não é possível desenvolver uma técnica universal de restauração para ser aplicada a todas as situações. Assim, este livro apresenta os avanços do conhecimento na área de Restauração de Ecossistemas no Brasil, com enfoque nos fundamentos teóricos da Ecologia e nas principais técnicas e modelos utilizados por especialistas de diversas instituições.

Esta segunda edição, revista e atualizada, traz dois novos e importantes capítulos, um sobre o Banco de Sementes do Solo, enfocando seu uso como técnica de nucleação e no monitoramento de áreas em restauração; e o outro sobre os Avanços e Desafios da Semeadura Direta como Técnica de Restauração Ecológica.

Professores e pesquisadores de universidades e institutos de pesquisa, assim como técnicos de empresas dos setores de mineração, de energia e florestal, encontrarão nestas páginas subsídios que os auxiliem nas tomadas de decisões e na aplicação tanto de técnicas já consolidadas quanto na adaptação de novos métodos à realidade da sua região. O amplo e atualizado referencial teórico desta obra contribui para a formação de estudantes de graduação e pós-graduação, estimulando-os a seguir carreira nesta nobre área da Restauração Ecológica.

Capítulo 1 - UMA ABORDAGEM SOBRE DIVERSIDADE E TÉCNICAS DE RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA – 19
A questão da diversidade na restauração ecológica – 19
Diretrizes para a restauração ecológica de ecossistemas – 20
Respeitar a diversidade natural dos ecossistemas – 20
Considerar a matriz em que a área a ser restaurada está inserida – 21
Considerar também outras formas de vida na restauração – 27
Promover a sucessão ecológica por meio de técnicas de nucleação – 31
Considerações finais – 35
Agradecimentos – 36
Referências – 36

Capítulo 2 - RESTAURAÇÃO DE ECOSSISTEMAS NO BRASIL: ONDE ESTAMOS E PARA ONDE PODEMOS IR? – 42
Histórico e estado da arte na ciência e na prática da restauração – 42
Avançamos o bastante? – 47
Desafios para a pesquisa em restauração de ecossistemas no Brasil – 51
A necessidade de integração entre a teoria e a prática – 58
Agradecimentos – 59
Referências – 60

Capítulo 3 - OS PROCESSOS E ESTÁGIOS SUCESSIONAIS DA MATA ATLÂNTICA COMO REFERÊNCIA PARA A RESTAURAÇÃO FLORESTAL – 70
O domínio da Mata Atlântica – 70
A sucessão florestal na Mata Atlântica – 72
Mecanismos de substituição de espécies durante a sucessão – 74
Parâmetros estruturais e florísticos para definição de estágios sucessionais da Mata Atlântica – 80
A importância da sucessão florestal na restauração da paisagem – 87
Fatores que influenciam diretamente os processos sucessionais de uma área de Mata Atlântica – 91
Chuva e banco de sementes – 91
Histórico de uso da área – 91
Paisagem fragmentada – 91
Presença de polinizadores e dispersores – 92
Exposição e relevo – 92
Presença de espécies-problema – 93
Considerações finais – 94
Agradecimentos – 94
Referências – 95

Capítulo 4 - ASPECTOS ECOLÓGICOS NA PRODUÇÃO DE SEMENTES E MUDAS PARA A RESTAURAÇÃO – 102
O papel de sementes e mudas na restauração – 102
Escopo, abrangência e limites da abordagem deste capítulo – 103
A evolução em conceitos e escala nas práticas de produção de sementes e mudas – 105
A visão ecológica e a abordagem ecossistêmica – 109
Produção de sementes florestais – 113
Planejamento da coleta: seleção de áreas, matrizes e espécies arbóreas – 113
Coleta das sementes – 116
Beneficiamento e armazenagem das sementes – 122
Produção de mudas – 129
Planejamento geral da produção de sementes e mudas a partir dos objetivos da restauração – 129
Da semente à muda: ecologia da germinação e do desenvolvimento das plântulas – 131
Definição do meio de produção: seleção do recipiente e substrato para a produção de mudas florestais – 134
Seleção do recipiente – 134
Seleção do substrato – 138
Nutrição das mudas no viveiro e preparação para o plantio (rustificação) – 141
Nutrição das plantas – 141
Rustificação das mudas – 143
Controle de qualidade das mudas – 144
Diversidade genética na produção de propágulos para a restauração – 146
O uso do germoplasma alóctone em projetos de restauração – 151
Considerações finais – 154
Agradecimentos – 156
Referências – 156

Capítulo 5 - O PAPEL DOS MAMÍFEROS SILVESTRES NA SUCESSÃO E NA RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA – 169
Introdução – 169
Sucessão ecológica de grupos de mamíferos – 171
Facilitação e inibição da sucessão e da restauração ecológica pela mastofauna – 177
Dispersão de sementes – 180
Herbivoria, predação de sementes e pisoteio – 183
Revolvimento do solo – 184
Considerações finais – 185
Agradecimentos – 186
Referências – 186

Capítulo 6 - O PAPEL ECOLÓGICO DAS AVES DISPERSORAS DE SEMENTES NA RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA – 191
Introdução – 191
Aves consumidoras de frutos e a dispersão de propágulos no processo de sucessão – 193
Poleiros e suas vantagens na restauração ecológica de ecossistemas degradados – 197
Aves dispersoras de sementes como indicadores de avaliação e monitoramento de áreas em processo de restauração – 201
Considerações finais – 203
Agradecimentos – 205
Referências – 205

Capítulo 7 - A SILVICULTURA DE ESPÉCIES NATIVAS PARA VIABILIZAÇÃO ECONÔMICA DA RESTAURAÇÃO FLORESTAL NA MATA ATLÂNTICA – 212
A destruição das florestas e o aumento da demanda por madeira nativa – 212
A produção de madeira nativa sustentada na biodiversidade e nos processos ecológicos – 216
A possibilidade de integração da produção de madeira nativa com a restauração florestal – 220
Restrições legais – 223
A proposição de um modelo de reflorestamento econômico, com espécies nativas regionais e alta diversidade – 227
Considerações finais – 235
Referências – 236

Capítulo 8 - PRÁTICAS E POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA A PARTIR DE REFLORESTAMENTOS COM ALTA DIVERSIDADE DE ESPÉCIES REGIONAIS – 240
Introdução – 240
Restauração ecológica em reflorestamentos mistos com espécies florestais regionais – 243
Instrumentos legais e ferramentas disponibilizadas para a restauração ecológica a partir de reflorestamentos com espécies nativas regionais – 249
Efeitos benéficos das resoluções orientativas na produção de mudas – 250
Ferramentas para viabilizar atendimento às políticas públicas para restauração ecológica a partir de reflorestamentos heterogêneos com espécies nativas – 252
Alguns casos de sucesso quanto à restauração florestal – 253
Ações de restauração florestal em Mogi Guaçu, SP – 253
A importância de se conservar a biodiversidade em obras rodoviárias - o caso do Rodoanel Mário Covas trecho sul, em São Paulo, SP – 256
Considerações finais – 260
Referências – 260

Capítulo 9 - AVALIAÇÃO E MONITORAMENTO DE ÁREAS EM PROCESSO DE RESTAURAÇÃO – 262
Introdução – 262
Conceitos e definições – 264
Atributos de ecossistemas restaurados e ecossistemas de referência – 267
Indicadores para a avaliação e o monitoramento de áreas em processo de restauração – 269
Classificação quanto à forma de medição ou coleta do indicador – 270
Indicadores qualitativos – 271
Indicadores quantitativos – 272
Classificação quanto ao atributo do ecossistema avaliado – 273
Estrutura – 274
Composição – 274
Funcionamento – 275
Serviços ecossistêmicos – 275
Classificação quanto à época em que o indicador é avaliado – 276
Fase de implantação (1-12 meses) – 276
Fase pós-implantação (1-3 anos) – 277
Fase de vegetação formada (4 ou mais anos) – 278
Método de avaliação rápida de áreas restauradas por plantio de mudas em área total – 279
Avaliação prévia pelo método hierárquico – 279
Definição da unidade amostral – 280
Indicadores avaliados – 281
Composição de espécies – 281
Cobertura de copa e altura das espécies plantadas – 282
Cobertura do solo por gramíneas invasoras – 283
Mortalidade – 283
Distribuição ordenada das mudas no campo a partir de grupos de plantio – 283
Avaliação – 284
Desafios para a pesquisa – 288
Considerações finais – 290
Referências – 291

Capítulo 10 - O BANCO DE SEMENTES DO SOLO E SUA UTILIZAÇÃO COMO BIOINDICADOR DE RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA – 293
Introdução – 293
Dinâmica do banco de sementes do solo – 295
Aspectos fisiológicos da dormência e germinação de sementes no solo – 299
Variações espaciais e sazonais no banco de sementes – 305
Densidade e composição do banco de sementes – 309
Caracterização do banco de sementes do solo – 315
Considerações finais – 320
Referências – 321

Capítulo 11 - AVANÇOS E PRÓXIMOS DESAFIOS DA SEMEADURA DIRETA PARA RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA – 331
Introdução – 331
Métodos de plantio, seleção de espécies e manejo na semeadura direta – 337
Métodos de plantio – 337
Seleção das espécies para semeadura direta – 343
Manejo de áreas – 346
Experiências em larga escala de semeadura mecanizada no Brasil – 348
Fazenda São Luiz, São Paulo – 348
Bacia do Xingu, Mato Grosso – 354
Gargalos e perspectivas – 361
Referências – 370

Editor: Sebastião Venâncio Martins
Ano: 2015
Número de Páginas: 376
Tamanho: 15 x 22 cm
Editora: UFV
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-7269-516-9


CNPJ: 96.631.353/0001-69 - Email: pldlivros@uol.com.br - Fone: (19) 3421 7436 - Fone: 3423 3961 - Piracicaba/SP

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