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TRATAMENTO DE ÁGUA E EFLUENTES
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  LIVROS TÉCNICOS >>> Irrigação - Hidráulica
 
ARROZ IRRIGADO NO SUL DO BRASIL
 
ARROZ IRRIGADO NO SUL DO BRASIL     
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Descrição
O arroz é uma das mais importantes culturas produzidas no Brasil. Sua contribuição na produção nacional de grãos varia de 15% a 20%. Cultivado praticamente em todo o País e tendo seu consumo difundido em todas as classes sociais, ocupa posição de destaque do ponto de vista econômico e social, sendo responsável por suprir a dieta básica da população com um considerável aporte de calorias, proteínas e sais minerais.

O sistema de cultivo de arroz em várzea (irrigado), tradicionalmente praticado na Região Sul do Brasil, contribui com mais de 50% da produção nacional de arroz. O Rio Grande do Sul - onde o cultivo representa 79% do arroz irrigado colhido no País - é responsável por 48% do total da safra nacional de arroz, participando com 3,6% do total do PIB agrícola brasileiro e com 1,1% do total do agronegócio nacional. A produtividade média do estado próxima à obtida em países tradicionais no cultivo, como os Estados Unidos, a Austrália e o Japão.

Assim como as demais espécies cultivadas, o arroz irrigado necessita - para melhorar e expressar seu potencial produtivo -, de um contínuo e eficaz apoio da pesquisa e de um constante aprimoramento de técnicos, extensionistas e produtores envolvidos com essa cultura. Cientes dessa realidade, os pesquisadores da Embrapa Clima Temperado, ao longo dos anos, vêm viabilizando soluções tecnológicas que possibilitem o aumento da rentabilidade e promovam a competitividade sustentável da cadeia produtiva do arroz irrigado.

Este livro traduz o esforço da equipe de arroz irrigado desta Unidade, bem como de professores e pesquisadores vinculados a outras instituições da região, como a Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel, a Universidade Federal de Pelotas - UFPel -, a Universidade Federal de Santa Maria - UFSM -, a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Difusão de Tecnologia de Santa Catarina - Epagri -, o Instituto Rio-Grandense do Arroz - Irga -, e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS -, para levar aos atores envolvidos com a cadeia produtiva da cultura do arroz irrigado na Região Sul do Brasil, resultados de pesquisa capazes de contribuir para a obtenção de ganhos de produtividade, e minimizar os impactos ambientais desse sistema de produção.

Arroz Irrigado no Sul do Brasil aborda diferentes aspectos da cultura do arroz irrigado, como fatores socioeconômicos; clima; caracterização química e física de solos; morfologia e melhoramento; estrutura e sistematização da lavoura; calagem e adubação; toxidez por ferro; sistemas de cultivo; uso e manejo da água; plantas daninhas; arroz-vermelho; doenças; pragas; colheita e pós-colheita; rotação de culturas; integração arroz/pastagem e meio ambiente. A abrangência e a qualidade das informações - aqui contidas - qualificam esta obra como uma das melhores já publicadas sobre o assunto.

Capítulo 1 - Aspectos socioeconômicos da produção do arroz
Introdução – 23
O arroz no mundo: produção, consumo e mercado – 24
O arroz no Mercosul: produção, consumo e mercado – 29
O setor orizícola no Uruguai e Argentina – 29
Produção e consumo – 30
O arroz no Brasil – 33
Evolução da produção e produtividade média – 33
Consumo per capita e tipos de grãos – 34
Sistemas de cultivo x regiões produtoras – 35
O arroz irrigado no Rio Grande do Sul – 37
Evolução da produção, área e produtividade média – 37
Regiões produtoras – 38
Caracterização do setor produtivo – 39
Rentabilidade da lavoura orizícola: preços x custos de produção – 41
Referências bibliográficas – 44

Capítulo 2 - Influência do clima na cultura do arroz irrigado no Rio Grande do Sul
Introdução – 45
Temperatura – 46
Exigências nas distintas fases fenológicas da planta – 46
Características do regime térmico durante o ciclo da cultura – 48
Radiação solar – 53
Aspectos físicos – 53
Exigência nas distintas fases fenológicas da planta – 53
Influência do tipo de planta na interceptação da radiação solar – 55
Disponibilidade de radiação solar e produtividade do arroz irrigado – 59
Chuva e necessidade de água – 60
Consumo de água do arroz irrigado – 60
Influência da chuva no suprimento de água para a irrigação – 61
Influencia dos fenômenos El Niño e La Niña – 62
Origem e freqüência de ocorrência – 62
Influência nas variáveis climáticas – 62
Influência na produtividade do arroz irrigado – 66
Medidas para minimizar o impacto dos fenômenos El Niño e La Niña – 67
Zoneamento agroclimático – 69
Referências bibliográficas – 71

Capítulo 3 - Solos de várzea do Sul do Brasil cultivados com arroz irrigado
Introdução – 75
Caracterização dos principais solos de várzea e sua aptidão agrícola – 79
Planossolos – 83
Plintossolos – 85
Gleissolos – 86
Chernossolos – 89
Cambissolos – 91
Vertissolos – 92
Organossolos – 92
Outros solos – 93
Referências bibliográficas – 95

Capítulo 4 - Aspectos físico-químicos de solos alagados
Introdução – 97
Metabolismo anaeróbio no solo – 97
Decomposição anaeróbia da matéria orgânica do solo – 98
Acumulação de CO² – 98
Acumulação de ácidos orgânicos – 99
Redução do solo – 100
Reações redox – 100
Potencial redox – 102
O conceito de pe – 104
Relação entre pe e pH – 105
Tamponamento do potencial redox – 108
O pH de solos alagados – 110
Variabilidade espacial no estado de redução do solo – 110
Camada superficial do solo – 111
Rizosfera do arroz – 111
Redução dos principais compostos no solo – 112
Redução do nitrato – 112
Redução do manganês e do ferro – 113
Redução do sulfato – 117
Referências bibliográficas – 117

Capítulo 5 - Física de solos de várzea cultivados com arroz irrigado
Introdução – 119
Atributos físicos de solos de várzea cultivados com arroz irrigado – 121
Densidade, porosidade e relação micro/macroporosidade – 121
Armazenagem de água e espaço aéreo – 124
Condutividade hidráulica e infiltração – 126
Compactação – 127
Consistência – 132
Agregação e estabilidade de agregados – 133
Atributos físicos x culturas de sequeiro – 137
Estabelecimento de um eficiente sistema de drenagem superficial – 137
Quebra da camada compactada – 138
Rotação e/ou sucessão de culturas – 139
Plantio direto e cultivo mínimo – 140
Irrigação – 140
Referências bibliográficas – 141

Capítulo 6 - Aspectos genéticos, morfológicos e de desenvolvimento de plantas de arroz irrigado
Introdução -143
Genealogia – 143
Origem e distribuição – 144
Arroz asiático (Oryza sativa L.) – 144
Arroz africano (Oryza glaberrima Steud) – 146
Genética de populações, evolução e filogenia – 147
Caracterização morfológica – 147
Órgãos vegetativos – 150
Órgãos reprodutivos – 152
Semente – 156
Fases de crescimento – 158
Referências bibliográficas – 159

Capitulo 7 - Melhoramento genético e cultivares de arroz irrigado
Introdução – 161
O fitomelhoramento e o homem – 163
O avanço dos programas de melhoramento – 164
A importância da biotecnologia nos programas de melhoramento – 166
O melhoramento genético do arroz irrigado – 167
Objetivos do melhoramento genético – 168
Métodos de melhoramento – 171
Símbolos usados em cruzamento – 171
Técnicas auxiliares ao melhoramento – 172
Condução de populações híbridas – 173
Ensaios comparativos de produtividade – 174
Triagem de genótipos quanto à reação aos estresses bióticos e abióticos – 175
Purificação/multiplicação de sementes da classe genética – 176
Alguns resultados da pesquisa no desenvolvimento de novas cultivares de arroz irrigado – 178
Características de cultivares de arroz irrigado – 178
Arquitetura da planta de arroz (Oryza sativa L.) – 180
Arquitetura de planta do tipo tradicional – 180
Arquitetura de planta do tipo intermediário – 184
Arquitetura de planta do tipo moderno-filipino – 191
Características gerais de cultivares do tipo moderno-americano – 213
Perspectivas e cenários do arroz para o Sul do Brasil – 218
Ciclo biológico das cultivares de arroz – 219
Nichos de mercado para o arroz – 221
A pesquisa de arroz no Sul do Brasil perante o contexto geral – 224
Orizicultura no Sul do Brasil – 225
Referências bibliográficas – 226

Capítulo 8 - Estruturação e sistematização da lavoura de arroz irrigado
Introdução – 237
Estrutura da lavoura – 238
Demarcação de estradas – 238
Locação de canais de irrigação e drenos – 238
Sistematização do terreno – 241
Vantagens e benefícios da sistematização – 242
Critérios técnicos – 244
Procedimentos e cálculos – 245
Levantamento topográfico e mapas – 245
Cálculos – 246
Exemplo – 248
Mapas de cortes e aterros – 251
Métodos de implantação – 251
Método do esquadro – 251
Método do nível topográfico inclinado – 252
Método com a utilização de raios laser – 254
Método de operação na água – 255
Referências bibliográficas – 256

Capítulo 9 - Adubação e calagem para a cultura do arroz irrigado
Introdução – 259
Nitrogênio – 260
Doses de nitrogênio – 261
Épocas, fontes e modos de aplicação de nitrogênio – 269
Fósforo – 275
Doses de fósforo – 275
Épocas, fontes e modos de aplicação de fósforo – 279
Potássio – 281
Doses de potássio – 281
Épocas, fontes e modos de aplicação de potássio – 286
Calagem – 289
Micronutrientes – 294
Referências bibliográficas – 297

Capítulo 10 - Toxidez por ferro em arroz irrigado
Introdução – 305
O ferro no solo – 306
Formas de ferro no solo – 306
O ferro em ambientes alagados – 307
Teores de ferro em solos hidromórficos do Rio Grande do Sul – 309
O ferro na planta – 311
A absorção do ferro pelas plantas – 311
Funções do ferro na planta – 312
Sintomatologia da toxidez por ferro – 313
Mecanismos de ocorrência da toxidez por ferro – 315
Deficiência nutricional causada por altos teores de ferro em solução e pela precipitação do ferro sobre as raízes – 315
Toxidez por ferro causada pela quebra do mecanismo de exclusão do ferro em plantas deficientes em nutrientes – 316
Toxidez por ferro relacionada à oxidação de polifenóis – 317
Toxidez por ferro como efeito da inibição da absorção de cátions pelo ferro – 318
Características do solo associadas à toxidez por ferro – 321
Teor de ferro no solo – 321
Capacidade de troca de cátions dos solos – 323
Posição do solo no relevo e sistematização – 323
O pH do solo – 324
Alternativas de controle – 326
Resistência varietal – 326
Compostos com maior potencial de oxirredução do que o ferro – 328
Calagem e adubação – 329
Manejo de água – 329
Referências bibliográficas – 334

Capítulo 11 - Sistema convencional de arroz irrigado
Introdução – 339
Conceitos e objetivos – 340
Conseqüências do preparo do solo – 341
Sistema convencional de cultivo – 343
Referências bibliográficas – 347

Capítulo 12 - Plantio direto e cultivo mínimo em arroz irrigado
Introdução – 349
Adoção dos sistemas plantio direto (PD) e cultivo mínimo (CM) em arroz irrigado – 351
Os sistemas PD e CM utilizados em solos de regiões altas e em arroz irrigado – 352
Implantação dos sistemas PD e CM em arroz irrigado no Rio Grande do Sul – 355
Preparo do solo – 355
Formação da cobertura vegetal – 357
Manejo de água – 360
Dessecação da cobertura vegetal – 362
Adubação do arroz irrigado nos sistemas PD e CM – 363
Semeadura da cultura do arroz irrigado nos sistemas PD e CM – 366
Controle de plantas daninhas em arroz irrigado nos sistemas PD e CM – 368
Influência dos sistemas PD e CM sobre o rendimento de grãos e nível nutricional de plantas de arroz – 370
Rendimento de grãos – 370
Nível nutricional de plantas de arroz – 371
Influência dos sistemas PD e CM sobre atributos de solos cultivados com arroz irrigado – 373
Influência sobre atributos físicos de solos de várzea – 374
Influência sobre a fertilidade de solos de várzea – 377
Vantagens do PD e CM para o arroz irrigado – 378
A sustentabilidade dos sistemas PD e CM – 379
Limitações à expansão do sistema plantio direto – 381
Limitações principais – 382
Limitações secundárias – 382
Outras limitações – 383
Alternativas à expansão dos sistemas PD e CM – 383
Considerações finais – 383
Referências bibliográficas – 383

Capítulo 13 - Sistemas de cultivo de arroz pré-germinado e transplante de mudas
Introdução – 387
Adoção do sistema de semeadura de arroz pré-germinado – 388
Implantação do sistema de semeadura de arroz pré-germinado – 390
Aspectos gerais da sistematização do solo – 390
Preparo do solo – 396
Aspectos básicos da adubação no sistema pré-germinado – 397
Semeadura do arroz irrigado no sistema pré-germinado – 403
Manejo da água de irrigação – 404
Plantas daninhas – 407
Pragas – 410
Molusco (Pomacea canaliculata) – 410
Bicheira da raiz (Oryzophagus oryzae) – 412
Sistema de transplante de mudas de arroz irrigado – 413
Introdução – 413
Viveiro de mudas – 414
Transplante de mudas – 415
Referências bibliográficas – 416

Capítulo 14 - Uso e manejo da água em arroz irrigado
Introdução – 417
A agricultura irrigada: área de consumo de água – 419
Manejo de água no arroz irrigado – 420
Captação, transporte, distribuição e controle da água em lavouras de arroz irrigado – 421
Bombas – 421
Rede de distribuição da água – 430
Rede de drenagem – 436
Distribuição e controle da água nas lavouras de arroz – 436
Necessidade de água para o arroz irrigado – 437
Uso consuntivo – 438
Perdas de água por percolação e infiltração – 439
Eficiência da irrigação – 441
Qualidade da água de irrigação – 441
Salinidade – 441
Sodicidade – 442
Toxicidade – 442
Manejo de água e fases de desenvolvimento das plantas de arroz – 443
Sistemas de irrigação – 445
Irrigação por submersão contínua – 445
Irrigação intermitente – 451
Irrigação rotacional – 452
Manejo de água em sistemas alternativos de cultivo de arroz irrigado – 452
Sistemas plantio direto e cultivo mínimo – 452
Sistemas pré-germinado, mix e de transplante de mudas – 453
Referências bibliográficas – 453

Capítulo 15 - Plantas daninhas em arroz irrigado
Introdução – 457
Interferência de plantas daninhas – 458
Principais plantas daninhas – 462
Família: Alismataceae – 462
Família: Convolvulaceae – 463
Família: Cyperaceae – 464
Família: Fabaceae – 469
Família: Lythraceae – 471
Família: Maranthaceae – 471
Família: Onagraceae (Oenatheraceae) – 472
Família: Poaceae (Graminea) – 474
Família: Polygonaceae – 483
Família: Pontederiaceae – 483
Manejo de plantas daninhas – 485
Manejo preventivo – 486
Manejo cultural – 487
Manejo biológico – 493
Manejo físico – 494
Controle manual – 494
Controle mecânico – 495
Manejo integrado – 496
Manejo químico – 496
Manejo de plantas daninhas em diferentes sistemas de implantação do arroz irrigado – 522
Resistência de plantas daninhas a herbicidas – 525
Dispersão e persistência dos herbicidas na água de irrigação – 530
Considerações finais – 533
Referências bibliográficas – 534

Capítulo 16 - Controle do arroz-vermelho
Introdução – 547
Características – 548
Principais causas da infestação das áreas – 549
Prejuízos causados – 549
Interferência – 549
Depreciação do valor comercial do produto – 551
Infestação das áreas – 551
Hibridações naturais – 552
Alternativas de controle – 553
Sementes – 553
Sistemas de implantação da lavoura – 554
Manejo do solo – 559
Manejo da água de irrigação – 561
Rotação de culturas – 563
"Roguing" – 565
Controle químico – 566
Considerações finais – 571
Referências bibliográficas – 572

Capítulo 17 - Principais doenças em arroz irrigado e seu controle
Introdução – 579
Resistência das plantas – 580
Resistência natural – 581
Indução de resistência a patógenos em plantas – 582
Resistência epidemiológica – 584
Brusone – 586
Sintomas – 586
Patógeno – 589
Variabilidade do fungo – 591
Resistência genética – 593
Efeitos dos fatores abióticos – 594
Mancha Parda – 595
Sintomas – 595
Patógeno – 597
Variabilidade do fungo – 597
Efeitos dos fatores abióticos – 598
Escaldadura – 598
Sintomas – 598
Patógeno – 599
Efeitos dos fatores abióticos – 600
Queima das Bainhas – 600
Sintomas – 601
Patógeno – 602
Efeitos dos fatores abióticos – 602
Manchas das Glumas – 603
Sintomas – 603
Patógeno – 604
Efeitos dos fatores abióticos – 604
Manchas das Bainhas – 604
Sintomas – 605
Patógeno – 605
Efeitos dos fatores abióticos – 606
Mancha Estreita – 606
Sintomas – 606
Patógeno – 607
Efeitos dos fatores abióticos – 608
Podridão do Colmo – 608
Sintomas – 609
Patógeno – 609
Efeitos dos fatores abióticos – 610
Cárie ou Carvão do Grão – 610
Sintomas – 610
Patógeno – 611
Efeitos dos fatores abióticos – 612
Outras doenças secundárias com ocorrências esporádicas no Rio Grande do Sul – 612
Controle das Doenças – 612
Cultivares resistentes – 613
Manejo da cultura – 613
Controle químico – 615
Controle biológico – 616
Referências bibliográficas – 616

Capítulo 18 - Doenças de origem fisiológica
Introdução – 623
Sintomas característicos de desordens nutricionais – 625
Sintomas característicos de danos de fatores climáticos – 627
Danos de temperaturas baixas (frio) – 627
Danos de temperaturas altas (calor) – 628
Estresses hídricos (seca) – 628
Sintomas de injúrias provocadas por gases tóxicos, ácidos orgânicos e agrotóxicos – 628
Toxicidade de ácidos orgânicos – 628
Toxicidade de gás sulfídrico (H²S) – 628
Injúrias de agrotóxicos – 629
Principais doenças de origem fisiológica no Sul do Brasil – 629
Bico-de-papagaio – 629
Declínio de plantas em solos degradados – 632
Deficiência de potássio – 632
Considerações finais – 632
Referências bibliográficas – 633

Capítulo 19 - Descrição e manejo integrado de insetos-praga em arroz irrigado
Introdução – 635
A planta de arroz e o ataque de insetos – 636
Modelo de ocorrência de insetos – 637
Pragas crônicas – 637
Pragas agudas – 638
Mudanças tecnológicas no sistema de produção orizícola e surtos de insetos – 638
Expansão da área plantada – 638
Novos sistemas de manejo da irrigação – 639
Desenvolvimento de novas cultivares – 640
Aumento do uso de fertilizantes – 640
Expansão do uso de inseticidas químicos – 641
Manejo Integrado de Pragas – 641
Definição – 641
Objetivos – 642
Estratégias básicas para implementação – 642
Componentes do MIP – 645
Biologia, descrição, danos, estimativas de perdas de produção e medidas de controle de insetos prejudiciais ao arroz irrigado – 652
Importância primária – 652
Importância secundária – 666
Referências bibliográficas – 672

Capítulo 20 - O pássaro-preto e a cultura do arroz irrigado
Introdução – 677
Identificação do pássaro-preto – 680
Aspectos bioecológicos do pássaro-preto – 682
Identificação do problema – 684
Identificação das causas do problema – 691
Flutuação populacional do pássaro-preto – 691
Identificação do regime alimentar do pássaro-preto – 693
Identificação da oferta de alimento para o pássaro-preto nas estradas utilizadas para o transporte da produção de arroz – 694
Modelagem do problema – 697
Identificação das causas do aumento populacional do pássaro-preto – 700
Identificação e discussão das soluções – 703
Ações para eliminar as causas do aumento populacional dos pássaros-pretos – 704
Ações para reduzir os danos causados pelo pássaro-preto durante o período da semeadura do arroz – 713
Ações para reduzir o dano causado pelo pássaro-preto durante o período de maturação do arroz – 718
Referências bibliográficas – 721

Capítulo 21 - Colheita do arroz irrigado
Introdução – 727
Ponto de colheita – 727
Colheita mecânica de arroz irrigado – 728
Funções de uma colhedora – 729
Componentes básicos de uma colhedora – 729
Funcionamento da colhedora – 730
Perdas na colheita de arroz irrigado – 732
Origem das perdas – 732
Mecanismos internos da colhedora – 738
Avaliação das perdas na colheita – 740
Correção de algumas regulagens das colhedoras – 741
Referências bibliográficas – 743

Capítulo 22 - Pós-colheita e industrialização de arroz
Introdução – 745
Maturação e colheita – 749
Umidade e formas de água nos grãos – 751
Transporte, recepção e pré-limpeza – 754
Secagem – 757
Armazenamento – 768
Pragas e microflora de armazenamento – 773
Parboilização – 789
Referências bibliográficas – 794

Capítulo 23 - Rotação e sucessão de culturas em áreas de várzea
Introdução – 799
Drenagem e irrigação nas culturas de milho, soja e sorgo – 800
A cultura do milho – 804
A cultura da soja – 814
A cultura do sorgo – 821
Referências bibliográficas – 825

Capítulo 24 - Integração do arroz com pastagens cultivadas e pecuária
Introdução – 831
Pecuária - Situação atual – 832
Arroz - Situação atual – 834
A monocultura e a intensificação do ciclo agrícola do arroz – 835
Problemas técnicos – 836
Problemas econômicos – 837
A sustentabilidade da cultura do arroz – 837
Sistemas de produção arroz x pastagens – 840
Benefícios – 841
Produtividade da pastagem e da pecuária – 841
Produtividade do arroz – 845
Fertilidade do solo – 850
O manejo da fertilidade em sistemas arroz x pastagens – 852
Vantagens agronômicas, econômicas e projeções futuras – 854
Referências bibliográficas – 855

Capítulo 25 - A cultura do arroz irrigado e o meio ambiente
Introdução – 861
Comportamento ambiental de pesticidas – 862
Biodegradação de pesticidas – 868
Microrganismos do solo envolvidos em processos de degradação – 870
Impactos ambientais da lavoura de arroz irrigado – 879
Fertilizantes nitrogenados e fosforados – 881
Emissão de gás metano – 884
Monitoramento ambiental no ecossistema de lavoura de arroz irrigado – 886
Medidas ambientais mitigadoras dos impactos decorrentes do sistema de produção de arroz irrigado – 890
Considerações finais – 893
Referências bibliográficas – 894

Editores Técnicos: Algenor da Silva Gomes e Ariano Martins de Magalhães Júnior
Ano: 2004 (reimpressão 2009)
Número de Páginas: 899
Tamanho: 19 x 25,5 cm
Editora: Embrapa
Acabamento: Brochura
ISBN: 85-7383-239-8

Editores Técnicos: Algenor da Silva Gomes e Ariano Martins de Magalhães Júnior
Ano: 2004 (reimpressão 2009)
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