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BIOLOGIA AMBIENTAL
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  LIVROS TÉCNICOS >>> Fitopatologia
 
MANUAL DE FITOPATOLOGIA Vol. 1: princípios e conceitos
 
MANUAL DE FITOPATOLOGIA Vol. 1: princípios e conceitos     
  
Por: R$ 290,00 
 
 

   
   
   

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Descrição
Esta edição comemora o Jubileu de Ouro do Manual de Fitopatologia. Editado pela primeira vez em 1968, esta obra clássica da Fitopatologia, única na língua portuguesa com mais de 50.000 exemplares comercializados (volumes 1 e 2), é utilizada por estudantes de graduação e pós-graduação e profissionais da área de agronomia em todo o território brasileiro.

Esta 5ª edição conta com 42 capítulos distribuídos em seis partes: Conceitos básicos em fitopatologia; Agentes causais de doenças de plantas; Controle de doenças de plantas; Grupos de doenças de plantas; Fisiopatologia e genômica das interações planta-patógeno; Epidemiologia - análises temporal e espacial. Todos os capítulos foram cuidadosamente revisados e atualizados, com inserção de quatro novos: Controle biológico de doenças de plantas; Alterações fisiológicas em plantas doentes; Biologia de populações de fitopatógenos e Modelos de simulação de epidemias de doenças de plantas.

O livro apresenta layout inteiramente renovado, com texto diagramado em duas colunas, e exibe aproximadamente 280 fotografias coloridas e 90 em preto e branco, além de 85 diagramas coloridos e 250 em preto e branco, todos inseridos próximos às respectivas citações no texto.

PARTE I - CONCEITOS BÁSICOS DE FITOPATOLOGIA

1. A HISTÓRIA DA FITOPATOLOGIA
1.1. Introdução – 3
1.2. Período místico – 4
1.3. Período da predisposição – 5
1.4. Período etiológico – 5
1.5. Período ecológico – 6
1.6. Período atual – 7
1.7. A Fitopatologia no Brasil – 7
1.7.1. Primórdios – 7
1.7.2. A Fitopatologia em São Paulo – 9
1.7.3. A Fitopatologia no Rio de Janeiro – 10
1.7.4. A Fitopatologia na Bahia – 11
1.7.5. A Fitopatologia em Minas Gerais – 11
1.7.6. A Fitopatologia em Pernambuco – 12
1.7.7. A Fitopatologia no Ceará – 12
1.7.8. A Fitopatologia na Amazônia – 12
1.7.9. A Fitopatologia no Paraná – 12
1.7.10. A Fitopatologia no Rio Grande do Sul – 12
1.7.11. A Fitopatologia em Brasília – 12
1.7.12. Conclusão – 12
1.8. Bibliografia consultada – 13

2. IMPORTÂNCIA DAS DOENÇAS DE PLANTAS
2.1. Algumas epidemias famosas – 15
2.1.1. Fome, morte e emigração: Irlanda 1845-1846 – 15
2.1.2. A catástrofe de Bengala – 17
2.1.3. Os ingleses e o chá – 17
2.1.4. O fogo de Santo Antônio – 18
2.1.5. Cochliobolus heterostrophus (Helminthosporium maydis) e os hambúrgueres perdidos – 18
2.2. Epidemias brasileiras famosas – 18
2.2.1. O mosaico da cana-de-açúcar – 18
2.2.2. A tristeza dos citros – 18
2.2.3. O cancro cítrico – 19
2.2.4. O mal do Panamá e a banana Maçã – 20
2.2.5. Carvão da cana-de-açúcar: da década de 1940 à década de 1980 – 20
2.2.6. O mal das folhas da seringueira – 20
2.2.7. A vassoura de bruxa do cacaueiro – 21
2.2.8. A ferrugem da soja – 22
2.2.9. Huanglongbing em citros – 22
2.3. Tipologia dos danos – 23
2.3.1. Dano potencial e dano real – 23
2.3.2. Dano direto e dano indireto – 24
2.3.3. Dano primário e dano secundário – 24
2.4. Bibliografia consultada – 24

3. CONCEITO DE DOENÇA, SINTOMATOLOGIA E DIAGNOSE
3.1. Doenças de plantas – 27
3.1.1. Características básicas das doenças de plantas – 27
3.1.2. Causa da doença – 28
3.2. Sintomatologia – 31
3.3. Diagnose – 38
3.3.1. Diagnose de doenças conhecidas – 38
3.3.2. Diagnose de doenças desconhecidas – 39
3.4. Bibliografia consultada – 43

4. CICLO DE RELAÇÕES PATÓGENO-HOSPEDEIRO
4.1. Sobrevivência do inóculo – 46
4.1.1. Estruturas especializadas de resistência – 46
4.1.2. Atividades saprofíticas – 49
4.1.3. Plantas hospedeiras e não hospedeiras – 50
4.1.4. Vetores – 51
4.2. Disseminação – 52
4.2.1. Liberação – 52
4.2.2. Dispersão – 54
4.2.3. Deposição – 56
4.3. Infecção – 56
4.3.1. Mecanismos de pré-penetração – 57
4.3.2. Penetração – 58
4.3.3. Estabelecimento de relações parasitárias estáveis – 61
4.4. Colonização – 61
4.4.1. Distribuição do patógeno no hospedeiro – 64
4.4.2. Duração da colonização – 65
4.5. Reprodução – 66
4.5.1. Fatores que influenciam a reprodução – 66
4.5.2. O significado epidemiológico da produção de inóculo – 66
4.6. Bibliografia consultada – 68

5. EPIDEMIOLOGIA DE DOENÇAS DE PLANTAS
5.1. Epidemiologia, epidemia e endemia – 71
5.2. Epidemiologia, Fitopatologia e Biologia – 72
5.3. Epidemias: o monociclo – 73
5.4. Epidemias: o policiclo – 76
5.5. Modelando a epidemia – 77
5.5.1. Modelos analógicos – 77
5.5.2. Modelos simbólicos e o computador – 78
5.6. Um terceiro grupo epidemiológico – 79
5.6.1. Conceitos básicos revisitados – 80
5.6.2. Modelando diferentes tipos de epidemia – 82
5.7. Bibliografia consultada – 83

6. GENÉTICA DA INTERAÇÃO PATÓGENO-HOSPEDEIRO
6.1. Introdução – 85
6.2. Resistência de plantas a patógenos – 86
6.2.1. Resistência de não-hospedeiro e de hospedeiro – 86
6.2.2. Resistência de hospedeiro: qualitativa ou quantitativa? – 86
6.3. Patogenicidade de microrganismos a plantas – 87
6.4. Evolução na interação planta-patógeno: o modelo zig-zag – 88
6.5. A teoria gene-a-gene de Flor – 88
6.6. Resistência sistêmica adquirida e resistência sistêmica induzida – 90
6.7. Tolerância e escape – 91
6.8. Bibliografia consultada – 92

7. AMBIENTE E DOENÇA
7.1. Ação de fatores ambientais sobre o hospedeiro – 93
7.1.1. Umidade – 94
7.1.2. Temperatura – 94
7.1.3. Nutrição – 95
7.1.4. pH do solo – 96
7.1.5. Luz – 96
7.1.6. Fatores diversos – 97
7.2. Ação do ambiente sobre o patógeno e sobre o ciclo de relações patógeno-hospedeiro – 97
7.2.1. Umidade – 97
7.2.2. Temperatura – 98
7.2.3. Vento – 99
7.2.4. pH – 99
7.2.5. Outros fatores – 100
7.3. Fatores ambientais e controle de doenças – 100
7.4. Bibliografia consultada – 102

PARTE II - AGENTES CAUSAIS

8. FUNGOS FITOPATOGÊNICOS
8.1. Importância dos fungos para a Fitopatologia – 107
8.2. Características gerais e morfologia dos fungos fitopatogênicos – 108
8.2.1. Estruturas assimilativas – 108
8.2.2. Estruturas reprodutivas – 109
8.3. Classificação dos fungos fitopatogênicos – 113
8.4. Principais grupos de fungos fitopatogênicos – 113
8.4.1. Reino Protozoa – 113
8.4.2. Reino Chromista – 115
8.4.3. Reino Fungi – 118
8.5. Bibliografia consultada – 140

9. BACTÉRIAS FITOPATOGÊNICAS
9.1. O início da Fitobacteriologia – 143
9.2. Bactérias como patógenos de plantas – 144
9.3. Morfologia, estruturas e organização celular – 144
9.3.1. Morfologia e dimensões – 144
9.3.2. Estruturas e organização celular – 145
9.4. Reprodução, variabilidade genética e crescimento populacional – 148
9.5. Ciclo de relações patógeno-hospedeiro – 149
9.5.1. Sobrevivência – 149
9.5.2. Disseminação – 150
9.5.3. Infecção – 151
9.5.4. Colonização e reprodução – 152
9.6. Taxonomia – 154
9.7. Principais gêneros de fitobactérias no Brasil – 156
9.8. Bibliografia consultada – 160

10. VÍRUS E VIROIDES
10.1. Introdução – 161
10.2. Origem dos vírus – 162
10.3. Características dos vírus e viroides: composição e morfologia – 163
10.4. Genoma viral – 163
10.5. Infecção e replicação – 165
10.6. Invasão sistêmica – 167
10.7. Sintomas causados por vírus – 167
10.7.1. Efeitos citopatológicos – 173
10.8. Transmissão – 173
10.8.1. Transmissão por material de propagação vegetativa e enxertia – 173
10.8.2. Transmissão mecânica – 173
10.8.3. Transmissão por sementes e pólen – 174
10.8.4. Transmissão por insetos – 175
10.8.5. Transmissão por ácaros – 177
10.8.6. Transmissão por organismos habitantes do solo – 178
10.9. Nomenclatura e classificação – 178
10.10. Viroses de plantas no Brasil – 179
10.11. Bibliografia consultada – 180

11. FITOPLASMAS E ESPIROPLASMAS
11.1. Aspectos históricos – 181
11.2. Taxonomia – 182
11.3. Morfologia e ultraestrutura – 182
11.4. Importância como patógenos – 182
11.5. Interação patógeno-hospedeiro – 184
11.5.1. Transmissão – 184
11.5.2. Sintomatologia – 184
11.6. Diagnose – 185
11.7. Identificação e classificação – 186
11.8. Controle – 186
11.9. Espiroplasmas – 187
11.10. Bibliografia consultada – 190

12. FITOMONAS
12.1. Introdução – 191
12.2. Doenças em plantas associadas a fitomonas – 192
12.2.1. Necrose do floema de cafeeiro – 192
12.2.2. “Hartrot” do coqueiro – 192
12.2.3. “Marchitez” do dendezeiro – 193
12.2.4. Murcha do gengibre-vermelho – 193
12.2.5. Chochamento das raízes da mandioca – 193
12.3. Relações filogenéticas com outros tripanosomatídeos – 193
12.4. Bibliografia consultada – 194

13. NEMATOIDES
13.1. Introdução/posição sistemática – 195
13.2. Hábitats e regimes alimentares – 195
13.3. Forma e tamanho – 196
13.4. Cor – 196
13.5. Regiões do corpo – 197
13.6. Estrutura do corpo – 197
13.7. Parede do corpo – 197
13.8. Sistema digestório – 197
13.9. Sistema respiratório – 199
13.10. Sistema circulatório – 199
13.11. Sistema excretor-secretor – 199
13.12. Sistema nervoso – 199
13.13. Órgãos sensoriais – 199
13.14. Sistema reprodutor – 200
13.15. Reprodução e eventos relacionados – 200
13.16. Dormência – 201
13.17. Principais famílias e gêneros de fitonematoides – 201
13.18. Alguns gêneros de importância para o Brasil – 201
13.19. Métodos de controle – 209
13.20. Bibliografia consultada – 211

PARTE III - CONTROLE DE DOENÇAS

14. PRINCÍPIOS GERAIS DE CONTROLE
14.1. Conceitos de controle – 215
14.2. Os princípios de Whetzel – 216
14.3. Os princípios gerais de controle e o triângulo da doença – 216
14.4. Os princípios de controle e a abordagem epidemiológica quantitativa – 217
14.5. Medidas de controle baseadas na evasão – 217
14.6. Medidas de controle baseadas na exclusão – 219
14.7. Medidas de controle baseadas na erradicação – 220
14.8. Medidas de controle baseadas na regulação – 222
14.9. Medidas de controle baseadas na proteção – 223
14.10. Medidas de controle baseadas na imunização – 225
14.11. Medidas de controle baseadas na terapia – 226
14.12. Bibliografia consultada – 227

15. CONTROLE GENÉTICO
15.1. Introdução – 229
15.2. Características genéticas e agronômicas da resistência qualitativa e quantitativa – 230
15.2.1. Número de genes – 230
15.2.2. Durabilidade – 230
15.2.3. Especificidade – 230
15.2.4. Resistência vertical e horizontal – 231
15.2.5. Efeitos da resistência na epidemia – 231
15.3. Melhoramento para resistência – 233
15.4. Estratégias de utilização de genes de resistência – 233
15.4.1. Como explicar este ciclo vicioso? – 233
15.4.2. Como quebrar este ciclo vicioso? – 234
15.4.3. Erosão da resistência quantitativa: o efeito Vertifolia – 236
15.5. Abordagens transgênicas para o controle genético de doenças – 236
15.6. Bibliografia consultada – 238

16. CONTROLE QUÍMICO
16.1. Histórico de uso de agrotóxicos no controle de doenças de plantas – 239
16.2. Desenvolvimento de agrotóxicos – 242
16.3. Conceito de agrotóxico – 242
16.4. Classificação dos agrotóxicos – 243
16.4.1. Quanto à finalidade – 243
16.4.2. Quanto ao princípio geral de controle – 249
16.4.3. Quanto à mobilidade na planta – 250
16.4.4. Quanto ao modo de ação – 251
16.4.5. Quanto à classe toxicológica – 251
16.5. Formulações de agrotóxicos – 252
16.6. Resistência dos patógenos aos agrotóxicos – 254
16.6.1. Resistência de fungos a fungicidas – 254
16.6.2. Resistência de bactérias a bactericidas – 256
16.6.3. Estratégias antirresistência – 257
16.7. Tecnologia de aplicação – 257
16.8. Bibliografia consultada – 260

17. CONTROLE BIOLÓGICO DE DOENÇAS DE PLANTAS
17.1. Introdução – 261
17.2. Conceitos e recomendações do controle biológico – 261
17.3. Microrganismos envolvidos no controle biológico – 263
17.3.1. Principais agentes fúngicos envolvidos no controle biológico – 263
17.3.2. Principais agentes bacterianos envolvidos no controle biológico – 265
17.3.3. Outros microrganismos envolvidos no controle biológico – 265
17.4. Mecanismos das interações antagônicas – 265
17.5. Formulações e formas de aplicação do antagonista – 267
17.6. Controle biológico de patógenos habitantes do solo e da espermosfera – 268
17.7. Controle biológico de patógenos da parte aérea – 270
17.8. Controle biológico de doenças em pós-colheita – 271
17.9. Controle biológico de doenças em cultivo protegido – 271
17.10. Bibliografia consultada – 272

18. CONTROLES CULTURAL E FÍSICO DE DOENÇAS DE PLANTAS
18.1. Controle cultural – 275
18.1.1. Rotação de culturas – 276
18.1.2. Qualidade de sementes, mudas e órgãos de propagação vegetativa sadios – 276
18.1.3. Realização de “roguing” – 277
18.1.4. Eliminação de plantas voluntárias – 278
18.1.5. Eliminação de hospedeiros alternativos – 278
18.1.6. Eliminação de restos de cultura – 278
18.1.7. Preparo do solo – 278
18.1.8. Incorporação de matéria orgânica ao solo – 278
18.1.9. Época de plantio – 279
18.1.10. Densidade de plantio – 279
18.1.11. Irrigação e drenagem – 279
18.1.12. Nutrição mineral – 279
18.1.13. pH do solo – 280
18.1.14. Poda de limpeza – 280
18.1.15. Barreira física – 280
18.1.16. Superfícies repelentes a vetores – 281
18.1.17. Práticas de desinfestação – 281
18.1.18. Semeadura – 282
18.1.19. Plantio na direção contrária ao vento predominante – 282
18.1.20. Cuidados na colheita e na casa de embalagem – 282
18.2. Controle físico – 282
18.2.1. Refrigeração de produtos armazenados – 282
18.2.2. Tratamento térmico de frutas e legumes – 283
18.2.3. Tratamento térmico de órgãos de propagação – 283
18.2.4. Tratamento térmico do solo por vapor – 284
18.2.5. Solarização do solo – 285
18.2.6. Eliminação de determinados comprimentos de onda – 286
18.2.7. Uso de radiação ultravioleta germicida – 286
18.2.8. Uso de radiação ionizante – 286
18.2.9. Armazenamento em atmosfera controlada ou modificada – 286
18.3. Bibliografia consultada – 287

19. SISTEMAS DE PREVISÃO E AVISOS
19.1. Introdução – 289
19.2. Previsão e simulação – 289
19.3. Modelos de previsão: conceito, objetivo e necessidade – 290
19.4. Características de um modelo de previsão ideal – 290
19.5. Classificação de modelos de previsão – 291
19.5.1. Modelos de previsão baseados no inóculo inicial – 291
19.5.2. Modelos de previsão baseados no inóculo secundário – 293
19.5.3. Modelos de previsão baseados no inóculo inicial e no inóculo secundário – 294
19.5.4. Sistemas integrados de previsão de doenças – 295
19.6. Exemplos de sistemas de previsão em uso no Brasil – 298
19.7. Bibliografia consultada – 300

20. MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS
20.1. Introdução – 303
20.2. Conceitos básicos – 304
20.3. Controle ou manejo? – 304
20.4. Liminar de dano econômico – 305
20.5. As duas faces do MIP – 306
20.6. MIP e doenças: problemas conceituais – 307
20.7. MIP e Fitopatologia: o futuro – 308
20.8. Bibliografia consultada – 309

PARTE IV - GRUPOS DE DOENÇAS

21. CLASSIFICAÇÃO DE DOENÇAS
21.1. Critérios de classificação de doenças de plantas – 313
21.2. Classificação de doenças segundo os processos fisiológicos da planta interferidos pelo patógeno – 314
21.3. Bibliografia consultada – 315

22. PODRIDÕES DE ÓRGÃOS DE RESERVA
22.1. Sintomatologia – 317
22.2. Etiologia – 318
22.3. Ciclo da relação patógeno-hospedeiro – 318
22.4. Controle – 320
22.5. Doenças-tipo – 320
22.6. Bibliografia consultada – 321

23. DAMPING-OFF
23.1. Sintomatologia – 323
23.2. Etiologia – 324
23.3. Ciclo da relação patógeno-hospedeiro – 325
23.4. Controle – 326
23.5. Doenças-tipo – 326
23.6. Bibliografia consultada – 327

24. PODRIDÕES DE RAIZ E COLO
24.1. Sintomatologia – 329
24.2. Etiologia – 330
24.3. Ciclo da relação patógeno-hospedeiro – 331
24.4. Controle – 331
24.5. Doenças-tipo – 332
24.6. Bibliografia consultada – 332

25. MURCHAS VASCULARES
25.1. Sintomatologia – 333
25.2. Etiologia – 334
25.3. Ciclo da relação patógeno-hospedeiro – 335
25.4. Controle – 336
25.5. Doenças-tipo – 337
25.6. Bibliografia consultada – 338

26. MANCHAS FOLIARES
26.1. Sintomatologia – 339
26.2. Etiologia – 341
26.3. Ciclo da relação patógeno-hospedeiro – 341
26.4. Controle – 343
26.5. Doenças-tipo – 343
26.6. Bibliografia consultada – 344

27. MÍLDIOS
27.1. Sintomatologia – 345
27.2. Etiologia – 346
27.3. Ciclo da relação patógeno-hospedeiro – 346
27.4. Controle – 348
27.5. Doença-tipo – 348
27.6. Bibliografia consultada – 350

28. OÍDIOS
28.1. Sintomatologia – 351
28.2. Etiologia – 351
28.3. Ciclo da relação patógeno-hospedeiro – 352
28.4. Controle – 353
28.5. Doença-tipo – 353
28.6. Bibliografia consultada – 354

29. FERRUGENS
29.1. Sintomatologia – 355
29.2. Etiologia – 356
29.3. Ciclo da relação patógeno-hospedeiro – 357
29.4. Controle – 358
29.5. Doenças-tipo – 358
29.6. Bibliografia consultada – 360

30. CARVÕES
30.1. Sintomatologia – 361
30.2. Etiologia – 362
30.3. Ciclo da relação patógeno-hospedeiro – 363
30.4. Controle – 363
30.5. Doença-tipo – 363
30.6. Bibliografia consultada – 364

31. GALHAS
31.1. Sintomatologia – 365
31.2. Etiologia – 366
31.3. Ciclo da relação patógeno-hospedeiro – 366
31.4. Controle – 367
31.5. Doenças-tipo – 367
31.6. Bibliografia consultada – 368

32. VIROSES
32.1. Ciclo da relação patógeno-hospedeiro – 369
32.2. Controle – 370
32.2.1. Medidas para evitar que o vírus chegue e se instale na cultura – 370
32.2.2. Medidas para controlar ou evitar a chegada dos vetores dentro da cultura – 371
32.2.3. Medidas para tornar as plantas resistentes ao vírus e/ou vetor – 372
32.3. Doença-tipo – 374
32.4. Bibliografia consultada – 376

33. DOENÇAS ABIÓTICAS E INJÚRIAS
33.1. Introdução – 377
33.2. Fatores ambientais que causam doenças abióticas – 378
33.2.1. Temperatura – 378
33.2.2. Umidade – 378
33.2.3. Luz – 379
33.2.4. Deficiência nutricional – 379
33.3. Fatores químicos que causam doenças abióticas – 383
33.3.1. Poluição do ar – 383
33.3.2. Defensivos – 384
33.4. Diagnose de doenças abióticas – 385
33.5. Bibliografia consultada – 386

PARTE V - FISIOPATOLOGIA E GENÔMICA DAS INTERAÇÕES PLANTA-PATÓGENO

34. FISIOLOGIA DO PARASITISMO: COMO OS PATÓGENOS ATACAM AS PLANTAS
34.1. Enzimas – 390
34.2. Degradação da cutícula – 391
34.2.1. Papel das cutinases na patogenicidade – 392
34.2.2. Suberização – 393
34.3. Degradação dos componentes da parede celular – 393
34.3.1. Lamela média – 394
34.3.2. Paredes primária e secundária – 395
34.3.3. Papel das enzimas degradadoras da parede na patogenicidade – 397
34.4. Degradação de componentes da membrana plasmática – 399
34.5. Fitotoxinas – 400
34.5.1. Fitotoxinas seletivas ao hospedeiro – 402
34.5.2. Fitotoxinas não-seletivas ao hospedeiro – 405
34.5.3. Fitotoxinas e patogênese – 409
34.6. Hormônios – 411
34.6.1. Hormônios e patogênese – 413
34.7. Polissacarídeos extracelulares – 414
34.8. Outros fatores envolvidos na patogenicidade – 415
34.8.1. Efetores nas interações planta-patógenos – 415
34.9. Considerações finais – 418
34.10. Bibliografia consultada – 419

35. FISIOLOGIA DO PARASITISMO: COMO AS PLANTAS SE DEFENDEM DOS PATÓGENOS
35.1. Fatores de resistência estruturais – 424
35.1.1. Fatores de resistência estruturais pré-formados – 424
35.1.2. Fatores de resistência estruturais pós-formados – 426
35.2. Fatores de resistência bioquímicos – 429
35.2.1. Fatores de resistência bioquímicos pré-formados – 429
35.2.2. Fatores de resistência bioquímicos pós-formados – 435
35.3. Reação de hipersensibilidade – 441
35.4. Fenômeno da resistência induzida – 442
35.5. Especificidade nas interações hospedeiro-patógeno – 447
35.5.1. Reconhecimento, sinalização e ativação dos sistemas de defesa – 447
35.6. Considerações finais – 449
35.7. Bibliografia consultada – 450

36. ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS EM PLANTAS DOENTES
36.1. Introdução – 453
36.2. Alterações na estrutura e na função celular – 454
36.3. Alterações nas relações hídricas – 456
36.4. Alterações nutricionais – 459
36.4.1. Nutrientes inorgânicos – 459
36.4.2. Metabolismo de carboidratos – 459
36.4.3. Metabolismo de nitrogênio – 459
36.5. Alterações na transcrição e tradução de genes – 459
36.6. Alterações na atividade de enzimas – 461
36.7. Alterações na fotossíntese e na respiração – 462
36.7.1. Respiração e patogênese – 462
36.7.2. Fotossíntese e patogênese – 464
36.7.3. Translocação – 466
36.8. Alterações hormonais – 466
36.8.1. Auxinas – 467
36.8.2. Giberelinas – 468
36.8.3. Citocininas – 469
36.8.4. Etileno – 469
36.8.5. Ácido abscísico – 470
36.8.6. Distúrbios hormonais e produção de alimentos – 470
36.9. Bibliografia consultada – 470

37. GENÔMICA APLICADA À FITOPATOLOGIA
37.1. Introdução – 473
37.2. Transcritômica vegetal e a identificação de genes de defesa – 473
37.3. Associação entre genes e resistência a patógenos através do sequenciamento genômico total – 476
37.4. Genômica de fitopatógenos – 477
37.5. Caracterização do microbioma vegetal: a microbiômica e o patobioma – 478
37.6. Bibliografia consultada – 478

38. BIOLOGIA DE POPULAÇÕES DE FITOPATÓGENOS
38.1. Introdução – 481
38.2. Variabilidade genética e resiliência das populações de fitopatógenos – 482
38.3. Mecanismos evolutivos – 482
38.3.1. Mutação – 482
38.3.2. Recombinação – 484
38.3.3. Deriva genética – 485
38.3.4. Migração – 487
38.3.5. Seleção – 488
38.4. Aplicações de estudos de genética de populações para o manejo de doenças de plantas – 489
38.5. Exemplo de estudo da estrutura genética de populações de fitopatógenos – 489
38.6. Considerações finais e perspectivas futuras – 493
38.7. Bibliografia consultada – 495

PARTE VI - EPIDEMIOLOGIA: ANÁLISES TEMPORAL E ESPACIAL

39. FENOLOGIA, PATOMETRIA E QUANTIFICAÇÃO DE DANOS
39.1. Fenologia – 500
39.1.1. Índice de área foliar (IAF) – 500
39.2. Patometria – 502
39.2.1. Métodos diretos de avaliação de doenças – 503
39.2.2. Métodos indiretos de avaliação de doenças – 510
39.2.3. Metodologia de amostragem para avaliação de doenças – 510
39.3. Quantificação de danos – 511
39.3.1. Métodos para a quantificação de danos – 512
39.3.2. Modelos para estimar danos – 512
39.3.3. Quantificação de danos a partir da área foliar sadia remanescente na cultura – 514
39.3.4. Quantificação de danos “poliéticos” em culturas perenes – 515
34.4. Bibliografia consultada – 516

40. ANÁLISE TEMPORAL DE EPIDEMIAS
40.1. Classificação epidemiológica de doença – 520
40.1.1. Taxas de juros e capital – 520
40.1.2. Taxas de infecção e doença – 520
40.2. Modelos matemáticos e as curvas de progresso da doença – 522
40.2.1. Modelo exponencial – 522
40.2.2. Modelo logístico – 522
40.2.3. Modelo de Gompertz – 523
40.2.4. Modelo monomolecular – 523
40.2.5. Modelo de Richards – 524
40.2.6. Modelo dependente do tempo – 524
40.3. Exemplos e aplicações – 524
40.3.1. Como escolher o melhor modelo? – 524
40.3.2. A importância da escolha do melhor modelo – 527
40.3.3. A importância da redução do inóculo inicial – 528
40.4. Bibliografia consultada – 530

41. ANÁLISE ESPACIAL DE EPIDEMIAS
41.1. Dispersão espacial de epidemias – 531
41.1.1. Mecanismos de dispersão espacial de patógenos – 531
41.1.2. Modelando a dispersão espacial de doenças – 532
41.1.3. Modelando gradientes – 532
41.1.4. Modelando a dinâmica de gradientes – 535
41.2. Padrões espaciais de doenças – 537
41.2.1. Padrões espaciais ao acaso e agregado – 538
41.2.2. Padrões espaciais em linhas de plantio – 538
41.2.3. Padrões espaciais em parcelas ou campos experimentais – 540
41.2.4. Exemplos de análise espacial aplicada a epidemias de doenças de plantas – 542
41.3. Bibliografia consultada – 547

42. MODELOS DE SIMULAÇÃO DE EPIDEMIAS DE DOENÇAS DE PLANTAS
42.1. Introdução – 551
42.2. Análise de sistemas em epidemiologia de doenças de plantas – 552
42.2.1. Análise de sistemas, sistemas e modelos – 552
42.2.2. Integração numérica e analítica – 553
42.2.3. Simbologia de Forrester e terminologia – 553
42.2.4. Dimensões – 553
42.2.5. Constantes de tempo e intervalo de integração – 554
42.3. Um modelo epidemiológico para doenças policíclicas – 554
42.3.1. Revisitando alguns conceitos epidemiológicos sob a perspectiva da análise de sistemas – 554
42.3.2. Componentes de um modelo epidemiológico preliminar – 554
42.3.3. Principais equações do modelo – 555
42.3.4. Inicializando o modelo – 555
42.3.5. Desenho do fluxograma do modelo – 556
42.3.6. Verificação do modelo: a primeira simulação – 556
42.3.7. Explorando o comportamento do modelo – 556
42.3.8. Revisitando hipóteses – 558
42.4. Considerações finais – 559
42.5. Bibliografia consultada – 559

ÍNDICE REMISSIVO – 561

Editores: Lilian Amorim, Jorge Alberto Marques Rezende e Armando Bergamin Filho
Ano: 2018
Número de Páginas: 573
Tamanho: 22,5 x 28,5 cm
Editora: Agronômica Ceres
Acabamento: Capa dura
ISBN: 978-85-318-0056-6
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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