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922 MADEIRAS NATIVAS DO BRASIL
 
922 MADEIRAS NATIVAS DO BRASIL     
  
Por: R$ 70,00 
 
 

   
   
   

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Descrição
A Natureza composta por biodiversidade vegetal e animal funciona como um órgão vital externo (extra físico) comum a todos os seres que habitam o GAIA - Planeta Vivo, e exerce também, ao mesmo tempo, funções vitais para manter a sua própria vida.

A terra e os seres vivos, ou seja, todas as formas de vida vivem simbioticamente, um dependendo do outro. Os animais cuidam do semeio para manutenção e preservação dos ecossistemas; os insetos, da polinização; os microrganismos, da fertilização do solo; o vento, da dispersão dos esporos das Criptógamas e assim por diante. A Natureza nunca se acaba graças a estes trabalhos integrados realizados com fidelidade absoluta no cumprimento de seus deveres.

Os Biomas e respectivos ecossistemas formados por biodiversidade vegetal e animal são elementos da Natureza que compõe a biosfera habitada também por seres humanos e representam peças fundamentais da Natureza, responsáveis por manter o meio ambiente em equilíbrio, com observância da estabilidade ecológica e climática do Planeta Terra. Dessa forma, diante da importância dos Biomas e dos respectivos ecossistemas, a atuação do ser humano na Natureza, não deve ser realizada de forma predatória, mais sim manejada ecologicamente de maneira sustentada.

Nos parágrafos seguintes serão expostos alguns aspectos do mecanismo de funcionamento dos Biomas e seus ecossistemas. A importância dos ecossistemas constituintes dos biomas é enfaticamente propalada pelos ecólogos e especialistas no assunto, e também pelos autores deste livro, que além de desenvolvê-los de forma sistemática, alertam sobre a importância de preservar a Natureza e salvar o GAIA, o Planeta Vivo.

A vegetação é o aparelho biológico equalizador do meio ambiente, possuindo uma multiplicidade de ações. Atua sobre o ar atmosférico como aparelho condicionador, mantendo estáveis a temperatura e a umidade do Planeta. Ademais, a vegetação filtra e oxigena o ar, por meio da fotossíntese. Além disso, controla o regime pluvial e assegura a fonte permanente de água potável e mantém perene o regime fluvial, por meio da atuação na porosidade do solo com a conseqüente percolação da água da chuva.

Uma das funções vitais dos vegetais clorofilados é a fotossíntese, que corresponde a síntese de sua energia. Por meio da fotossíntese o ar é filtrado. As plantas no seu metabolismo absorve o gás carbônico – CO², que é letal aos animais, notadamente o ser humano, e liberam em contrapartida, o oxigênio proveniente da água, que é necessário à respiração do homem e dos demais seres dos reino animal e vegetal. Os humanos e demais animais e plantas ao respirar, atuam de forma contrária a fotossíntese realizada pelas plantas clorofiladas, absorvem o oxigênio do ar atmosférico e liberam CO², gás necessário as plantas clorofiladas. Dessa forma, e por meios dessas ações, nota-se o estabelecimento de um ciclo de equilíbrio entre os dois reinos, animal e vegetal.

Nos dias de hoje, devido ao progresso tecnológico, há emissão extra de CO² resultante da queima de derivados de petróleo, de carvão mineral, dos desmatamentos seguidos de queimadas abusivas de biomassa, etc, que demanda a necessidade de maior quantidade de áreas verdes para neutralizar o excedente de gás nocivo lançado no ar atmosférico.

O mecanismo de transpiração foliar realizada pelos estômatos dispostos na face dorsal (abaxial) das folhas, ao absorver o calor necessário ao processo de evapotranspiração, promove o resfriamento ambiental e agrega, ao mesmo, umidade ao ar, portanto, se houvesse quantidade suficiente de área verde, não haveria o tão temido aquecimento global, que é a principal causa de catástrofes ecológicas tão frequentes nos dias de hoje.

Cabe ressaltar, que a destruição da Natureza pela interferência antrópica é a principal causa do desequilíbrio climático e das grandes aberrações, tais como ocorrência de vendavais, furacões, tornados, tsunami, mar enfurecido, aquecimento global, degelo nas calotas polares, regime pluvial descontrolado. Esses fenômenos muitas vezes acarretam em catástrofes e calamidades aos seres humanos.

O degelo nas calotas polares, por exemplo, pode gerar destruição de áreas litorâneas com prejuízo às populações das orlas marítimas provocadas pela invasão de águas decorrente da elevação do nível dos mares e oceanos. O regime pluvial descontrolado, com chuvas em excesso, causa dilúvio, enchentes, inundações, avalanches, deslizamento de encostas que podem acarretar o soterramento de casas e pessoas e a falta de chuva em outras áreas, no entanto, pode levar a outros tipos de desconfortos, como ausência de água potável, danos à agricultura, com a inviabilização de plantações e colheitas, prejuízo em criação de animais, com perdas de animais decorrentes da seca das pastagens e insolação, além é claro, de trazer doenças, desidratação e fome as pessoas mais desprovidas, podendo até dizimar um número grande de pessoas. Esses e outros tipos de catástrofes e calamidades resultantes de disfunções ecológicas estão se tornando cada vez mais frequentes em todas as partes do nosso Astro.

Importante enfatizar que a destruição da Natureza pela interferência antrópica na grande maioria das vezes visa fins financeiros. Muitas das atividades do homem são realizadas de forma predatória, sem nenhuma preocupação com a integridade e manutenção do meio ambiente, como: ampliação de fronteiras agrícolas, sem observar os limites impostos de preservação de áreas primitivas; construção de barragens para hidrelétricas que traz no seu bojo a marca da degradação de extensa áreas naturais; extrativismo vegetal desordenado com vistas à obtenção de madeiras, óleos, essências, resinas etc; especulação imobiliária sem estudos de viabilidade ambiental, além de inúmeros outros exemplos.

Deve-se ter em mente que a atuação do homem na Natureza não pode ser feita de forma predatória, e sim de forma equilibrada. A atuação humana no meio natural deve ser realizada juntamente com mecanismos compensatórios, nos quais haja benefício econômico visado com a concomitante preservação da Natureza.

A Terra é a morada da espécie humana, portanto, não há outro lugar de vida humana, nesse sentido, o ser humano deve ser o guardião, o sentinela da Terra, dos ecossistemas, dos quais ela é parte integrante. Todos devem meditar sobre o assunto antes de realizar qualquer atividade que envolva o meio ambiente.

Dentro deste contexto, a presente Obra enfoca e contextualiza a forma de mitigação de causas de desequilíbrios e aponta soluções viáveis e conciliatórias do ponto de vista econômico, social e ambiental.

Neste sentido, é de fundamental importância a divulgação deste trabalho, inclusive a nível mundial para conscientizar as pessoas quanto à importância da cobertura vegetal nativa para o Planeta e para todas as formas de vida que são partes integrantes de GAIA. A preservação da Natureza é necessária e premente para conservação, continuidade e perpetuação da vida na Terra.

Este volume é o lançamento da segunda edição deste importante trabalho com ricas informações técnicas e científicas, que se aplicadas e praticadas, com certeza, poderá solucionar o crucial problema ambiental da Terra, que se encontra em beira de colapso.

Em relação a primeira edição dessa obra, foram acrescentados os resultados de estudos de 25 novas espécies nativas. Agora, no total são 922 espécies estudadas. Foram inseridos novos capítulos que tratam sobre estudos de densidade da madeira, técnica de manejo florestal, Permacultura (Agroflorestal), reflorestamento, métodos agroflorestais e características anatômicas de raiz, caule, folha e madeira, bem atualizadas. Citam-se ainda famílias que apresentam espécies de interesse farmacognósico.

De posse destes dados, os empreendedores que exploram economicamente recursos da Natureza, renováveis e não renováveis, como os madeireiros, agricultores, mineradores, etc. poderão encontrar neste livro importantes subsídios para elaborar projetos de manejo. O objetivo é elaborar projetos de exploração do meio ambiente de maneira ecologicamente correta, ou seja, a atuação do homem para obtenção de bens econômicos deve ser feita de natureza equilibrada, sem que haja prejuízos ambientais.

Para os profissionais da área de Ciências Agrárias, o livro é uma ferramenta de multiusos, de consultas obrigatórias, uma vez que muitos dos dados nele contido são inéditos, não encontrados em outros livros do gênero.

Podem se valer desta obra, os professores universitários, alunos, pesquisadores, cientistas, empresas, profissionais liberais que lindam com consultoria, assistência técnica e projetos ambientais e também qualquer pessoa guardiã da Natureza. O desiderato principal deste livro é conscientizar as pessoas quanto ao valor da Natureza, sua importância como fator indispensável para a manutenção da vida na Terra. Sem a Natureza equilibrada não há possibilidade de vida.

1. INTRODUÇÃO – 15
2. GENERALIDADES – 17
3. MAPA DAS ÁREAS DE COLETAS – 33
4. HISTÓRICO – 37
5. CRESCIMENTO PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO DE PLANTA – 39
6. IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO ANATÔMICO – 43
7. ALGUMAS PARTES DOS VEGETAIS VASCULARES – 45
8. MERISTEMA E TIPOS DE CÉLULAS DA MADEIRA – 49
9. CARACTERES GERAIS – 63
10. MACROSCOPIA – 67
11. COLETA DE MADEIRA E PREPARAÇÃO DE LÂMINAS HISTOLÓGICAS – 71
12. PARÂMETROS ANATÔMICOS – 75
13. DESCRIÇÃO ANATÔMICA – 79
14. CARACTERIZAÇÃO ANATÔMICA DE FAMÍLIAS E GÊNEROS – 91
15. REFERÊNCIAS ESTRUTURAIS – 169
16. CASCA – 171
17. DENDROMETRIA – 175
18. MADEIRAS PNEUMATOPHORAS – 191
19. DENDROLOGIA – 193
20. ESPÉCIES ARBÓREAS INTRODUZIDAS – 311
21. ESPÉCIES ARBÓREAS BICONTINENTAIS – 315
22. EXTRATIVISMO, DESMATAMENTO E PLANTIO – 317
23. MADEIRAS PARA GERAÇÃO DE ENERGIA – 321
24. MADEIRAS PARA PRODUÇÃO DE PAPEL – 329
25. MADEIRAS PARA A INDÚSTRIA FUNERÁRIA – 333
26. MADEIRAS PARA INSTRUMENTOS MUSICAIS – 335
27. MADEIRAS PARA DORMENTES – 337
28. ESPÉCIES, FAMÍLIAS, NOME VULGAR, DENSIDADE – 339
29. BIOENERGIA – 349
30. MADEIRAS PARA LAMINADOS, LAMBRIS, TACOS E MÓVEIS – 355
31. ENERGIA RENOVÁVEL, ENERGIA FÓSSIL E BIODIVERSIDADE – 359
32. MANEJO EM CERRADO – 373
33. BIOMASSA DE PLANTAS HERBÁCEAS – 377
34. PRODUÇÃO DE BIOMASSA PELOS MÉTODOS NATURAIS – 379
35. OLEAGINOSAS INDÍGENAS E INTRODUZIDAS – 385
36. ECO-92 - E BIODIVERSIDADE – 387
37. DESENVOLVIMENTO SUSTENTADO – 391
38. AGENDA DA PRODUÇÃO PRIMÁRIA – 393
39. SUBSÍDIOS À LEGISLAÇÃO FLORESTAL – 395
40. TERRAS SEM COBERTURA VEGETAL – 401
41. REFLORESTAMENTO – 409
42. ESPÉCIES AMILÍFERAS ESTUDADAS – 411
43. LIMPEZA DO PLANETA – 413
44. ESPÉCIES CITADAS NO TEXTO – 417
45. NOMES VERNÁCULOS – 437

BIBLIOGRAFIA – 447
GLOSSÁRIO – 457
ANEXO A - Caderno de Fotos – 461

Autores: José Elias de Paula e José Luiz de Hamburgo Alves
Ano: 2010
Número de Páginas: 470
Tamanho: 16 x 23 cm
Editora: Cinco Continentes
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-86466-45-8
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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