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  LIVROS TÉCNICOS >>> Engenharia Florestal
 
MENSURAÇÃO FLORESTAL: perguntas e respostas
 
MENSURAÇÃO FLORESTAL: perguntas e respostas     
  
Por: R$ 127,00 
 
 

   
   
   

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Descrição
O conteúdo desta obra é diferente daquele dos livros-texto usuais, pois é composto de exercícios resolvidos passo a passo, em vez do predomínio teórico. Embora a aplicação seja mais enfatizada do que a teoria, mesmo assim o livro permite ao leitor julgamento crítico de cada caso.

Alguns desenvolvimentos apresentados são novos e provaram ser mais vantajosos em comparação com outras opções. Merece destaque, por exemplo, a proposição de um modelo único e consistente para estimar multiprodutos do fuste de árvores individuais, com a inclusão de uma variável binária, ideia que foi estendida na implementação de Modelos de Taper e de Modelos de Crescimento e Produção. Outra ideia foi a proposição de uso do Método de Ingressos Percentuais para melhor definir a época de realização de desbastes. Novos exemplos foram incluídos, destacando-se o emprego de redes neurais para estimação da altura de árvores, do volume do fuste e de taper, além de novos esclarecimentos sobre exatidão de fórmulas aproximativas de volume do fuste. Com base em dados observados das tendências do crescimento após cada corte parcial, foram propostos alguns sistemas de equações, que permitem interpretar o efeito de diferentes intensidades de desbaste, fundamentado tanto no número de árvores quanto em área basal.

Esta quinta edição, motivada pela grande aceitação das versões anteriores, foi mais uma oportunidade para ampliações e atualizações.

Constitui, portanto, este livro instrumento útil em aplicações de mensuração florestal e de princípios de manejo, cujos cálculos e conceitos foram apresentados de modo a trazer fácil compreensão, destinando-se, assim, àqueles que precisam empregar essas técnicas e, eventualmente, deparam com dúvidas sobre determinadas aplicações.

1. Diâmetro – 11
Medição do diâmetro – 12
Diâmetro médio – 15
Outra fórmula para cálculo do diâmetro médio – 18
Diâmetro médio e área basal – 19
Diâmetro médio e árvore-modelo – 20
Diâmetro médio com dados agrupados em classes – 21
Diâmetro médio a partir de dados de inventário florestal – 21
Outro exemplo de cálculo de diâmetro médio com dados agrupados em classes de dap – 24
Estimação do diâmetro médio – 25
Distribuição de diâmetros em povoamentos inequiâneos – 27
Definição de uma nova estrutura de povoamento inequiâneo – 30
Relação entre a razão do número de árvores por classe de diâmetro e a inclinação da curva – 35
Ainda sobre a definição de uma nova estrutura de povoamento inequiâneo – 36

2. Altura – 40
O princípio trigonométrico – 40
Alguns hipsômetros baseados no princípio trigonométrico e suas características – 44
Cálculo da altura – 49
Leitura em percentagem – 50
Altura de árvore inclinada – 51
Altura medida com relascópio – 52
Altura medida com Blume-Leiss ou Haga, em terreno inclinado – 53
Altura medida com outros instrumentos em terreno com declive – 54
Altura medida com o Hipsômetro Blume-Leiss – 55
Pentaprisma de Wheeler – 56
Pentaprisma de Wheeler com Suunto – 58
Altura medida com o Forestor Vertex – 60
Altura total, altura comercial e cálculo do volume – 62
Modelos para estimar a altura – 63
Treinamento e aplicação de uma rede neural – 68
Criterion – 79
TruPulse – 81

3. Forma e Volume da Árvore – 85
Forma da árvore – 85
Função representativa do volume – 87
Função do volume com área a 1,30 m – 89
Cálculo do volume, conhecida a forma – 91
Cálculo do fator de forma – 92
Cálculo do volume, conhecido o fator de forma – 93
Volume em estere – 96
Volume de madeira empilhada – 99

4. Volume Reduzido de Toras – 105
Volume Francon – 105
Fórmula de Hoppus – 106
Volume total versus volume Francon – 107
Volume de uma peça perfeitamente esquadrejada – 108
Uso do teorema de Pitágoras para quantificar madeira serrada – 109

5. Cubagem e Tabelas de Volume – 112
Fórmulas aproximativas de volume – 113
Fórmula de Huber – 114
Fórmula de Newton – 114
Fórmula de Smalian – 115
Cubagem utilizando a fórmula de Smalian – 115
Modelos volumétricos – 116
Construção de tabela de volume de dupla entrada – 118
Tabela de volume para multiprodutos – 122
Estimação do volume utilizando equação de razão – 126
Volume de fuste e volume de galhos – 128
Estimando o volume do fuste de novos clones – 131
Exatidão das fórmulas aproximativas de cubagem – 133
Emprego de redes neurais artificiais na estimação do volume de árvores – 140

6. Massa de Madeira e de Carvão – 143
Biomassa florestal – 144
Medição da biomassa – 144
Fator densidade – 145
Peso do fuste via regressão – 147
Estimação do peso do fuste – 149
Relação entre a massa da madeira e o peso do carvão – 152
Relação entre o volume de madeira e o volume de carvão – 153
Expressão da qualidade do carvão vegetal – 154
Quantidade de carvão na siderurgia – 156
Peso de madeira para celulose – 156
Peso de estéreo de madeira – 157
Área reflorestada para celulose – 157
Inventário de massa por unidade de área – 157
Área reflorestada para geração de energia elétrica – 160
Quantificação de estoques de carbono – 161

7. Taper – 163
Taper: definição e emprego – 164
Modelos, eficiência e dados necessários para estudo de taper – 164
Modelo de taper mais difundido – 173
Estimação da altura comercial a partir do modelo de Kozak – 175
Estimação do volume a partir do modelo de Kozak – 177
Modelo de Kozak modificado – 181
Altura comercial a partir do modelo de Kozak modificado – 183
Volume a partir do modelo de Kozak modificado – 185
Modelo de Demaerschalk modificado – 187
Altura comercial a partir do modelo de Demaerschalk modificado – 188
Volume de um fuste a partir do modelo de Demaerschalk modificado – 190
Modelo de Ormerod modificado – 194
Altura comercial de um fuste a partir do modelo de Ormerod modificado – 196
Volume a partir do modelo de Ormerod modificado – 198
Modelo de Garcia modificado – 200
Volume a partir do modelo de Garcia modificado – 201
Número e volume de toras para multiprodutos – 204
Volume para multiprodutos – 206
Aplicando o modelo de Garay – 213
Efeito do espaçamento inicial na forma do fuste – 218
Inventário florestal de postes para transmissão de eletricidade aplicando o Taper – 220

8. Método de Bitterlich – 226
Método de Bitterlich – 226
Área basal obtida pelo método de Bitterlich – 228
Relação entre o fator instrumental e o ângulo de abertura – 230
Distância crítica e ângulo de abertura – 233
Fator instrumental de uma barra de Bitterlich – 234
Escolha do fator instrumental – 235
Determinação do número de árvores por hectare – 236
Área basal e leitura em terreno com inclinação – 239
Graduação de um prisma e correção do efeito do declive – 240
Distância mínima entre estações de leitura – 242
Relação entre os fatores instrumentais nos sistemas de medida inglês e métrico – 243
Aplicação do método de Bitterlich – 244
Volume obtido com o relascópio – 246
Medição do diâmetro com relascópio – 253
Relascópio de faixa larga – 256
Área basal obtida com o relascópio de faixa larga – 258
Diâmetro medido em uma determinada altura – 258
Aplicação do método de Bitterlich em inventário florestal contínuo – 259

9. Análise de Tronco – 262
Análise de tronco e sua utilização – 262
Análise completa do tronco – 263
Volume obtido pela análise completa do tronco (ACT) – 267
Dados de análise completa do tronco para obtenção de curvas de índice de local – 269
Amostragem para análise parcial do tronco (APT) – 271
Análise parcial do tronco (APT) em povoamentos florestais – 273

10. Classificação da Capacidade Produtiva – 289
Curvas de índices de local – 291
Fonte de dados para construção de curvas de índices de local – 293
Tipos de curvas de índices de local – 295
Alternativas para construção de curvas de índices de local – 296
Método da curva-guia – 297
Tabelas de limites de alturas dominantes – 301
Classificação utilizando índices de local definidos preliminarmente – 303
Método da equação das diferenças – 306
Construção de curvas de índices de local pelo método de Hammer – 311
Método da predição de parâmetros – 313
Comparação de índices de local com diferentes idades-índice – 320
Estratificação de reflorestamentos para definição de unidades de manejo – 323
Uso da produtividade média para classificação da capacidade produtiva – 327
Classificação da capacidade produtiva empregando o diâmetro das árvores dominantes – 328

11. Crescimento, Produção e Mortalidade – 331
Componentes do crescimento – 332
Tipos de crescimento – 333
Incrementos em povoamentos não desbastados – 334
Crescimento e produção em povoamentos desbastados – 335
Relações matemáticas entre crescimento e produção – 338
Relações entre crescimento, produção e idade – 342
Crescimento de povoamentos inequiâneos – 345
Modelos e simuladores de crescimento e produção – 347
Importância, causas e tipos de mortalidade de árvores – 348
Modelos e dados para estimar a mortalidade regular – 350

12. Dados para Modelagem de Crescimento e Produção – 356
Tipos de modelo – 356
Fontes de dados para modelagem de crescimento e produção – 358
Amostragem para estudos de crescimento e produção – 362
Parcelas experimentais ou instalações – 364
Tamanho, forma e demarcação de parcelas – 365
Correção do efeito da inclinação do terreno – 367

13. Modelos de Crescimento e Produção em nível de Povoamento – 370
Relações funcionais utilizadas em modelos em nível de povoamento – 372
Escolha do modelo – 377
Modelo mais difundido no Brasil – 379
Idade técnica de colheita – 382
Outros modelos de produção considerando-se só a idade – 385
Modelos que resultam em inconsistência na idade técnica de colheita – 388
Origem do modelo de Clutter – 390
Como aplicar um modelo – 394
Aplicando o modelo de Clutter – 400
Modelo de Clutter com desbastes – 404
Intensidade ótima de desbaste – 406
Projeção de crescimento em plantação desbastada – 409
Origem do modelo de Buckman – 419
Aplicando o modelo de Buckman – 420
Modificando o modelo original de Buckman – 423
Ajuste de modelos em povoamento – 428
Um novo modelo para estimar a produção sem considerar a variável área basal – 429
Estimação da produção para diferentes usos da madeira – 433
Ainda sobre modelos de densidade variável – 439
Estimação dos diâmetros médio e máximo de árvores remanescentes empregando um modelo de densidade variável – 440
Seleção de parcelas para ajuste de modelos de crescimento e produção aplicando busca heurística – 445
Projeção da produção utilizando redes neurais artificiais (RNA) – 447

14. Modelos de Distribuição de Diâmetros – 454
Funções densidade de probabilidade – 455
Função Weibull – 460
Ajuste da função Weibull – 461
O método da máxima verossimilhança – 462
Utilizando a distribuição normal – 464
Distribuição normal com dados agrupados – 466
Ajuste da fdp Weibull pelo método da máxima verossimilhança – 466
Ajuste da função Weibull por aproximação linear da F(X) – 467
Ajuste de distribuições estatísticas pelo sistema FitFD – 471
Sequência para ajuste de um modelo de distribuição de diâmetros – 476
Aplicando um modelo de distribuição de diâmetros – 479
Outra aplicação de um modelo de distribuição de diâmetros – 482
Aplicações em estudos de desbastes – 484
O uso da função Weibull truncada à direita – 486
Projeções de distribuições diamétricas – 491

15. Modelos de Árvores Individuais – 497
Modelo de árvores individuais e seu emprego – 497
Índices de competição – 499
Construção de modelos de árvores individuais – 500
Aplicando um modelo de árvores individuais – 504

16. Avaliação de Modelos de Crescimento e Produção – 509
Tendência, precisão e exatidão – 509
Relação entre precisão, exatidão e tendenciosidade (bias) – 511
Passos para avaliação de um modelo de crescimento e produção – 511
Realismo biológico do modelo – 513
Estatísticas usadas para avaliar modelos de crescimento e produção – 514
Análise gráfica de resíduos – 517
Outras interpretações gráficas – 519
Outros testes para validação de modelos – 522

17. Desbaste – 527
Justificação do desbaste – 527
Relação entre frequência e volume – 528
Efeito do desbaste na produção – 530
Decisão de desbaste e frequência – 532
Intensidade de desbastes – 533
Tipos de desbaste – 535
Controle via área basal – 536
Época de desbaste pelo método dos ingressos percentuais – 538
Simulação de desbastes utilizando o modelo de Clutter – 543
Simulação de desbastes utilizando modelo de distribuição de diâmetros – 547

18. Princípios de Inventário Florestal – 558
Métodos de amostragem – 559
Limites de confiança e tamanho da amostra – 562
Tamanho da amostra em amostragem casual simples – 565
Cálculo do erro em amostragem sistemática – 569
Erro em inventário com amostragem estratificada – 572
Inventários florestais contínuos ou sucessivos – 580
Sobre a amostragem e locação de parcelas em IFC – 587
Medição de parcelas de inventários contínuos em povoamentos manejados com regime de alto fuste seguido de uma ou mais talhadias – 589
Atualização de equações volumétricas em inventário florestal contínuo – 598
Tamanho e forma de parcela em inventário florestal – 598

19. Princípios de Manejo Florestal – 602
Conceitos em Manejo Florestal – 603
Classificação de terras – 607
Rotação florestal – 608
Avaliação florestal – 613
Regulação da produção – 617

Índice – 630

Autores: João Carlos Chagas Campos e Helio Garcia Leite
Ano: 2017
Número de Páginas: 636
Tamanho: 15 x 22 cm
Editora: UFV
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-7269-579-4
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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