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  LIVROS TÉCNICOS >>> Agronomia
 
PLANTIO DIRETO NO CERRADO: 25 anos acreditando no sistema
 
PLANTIO DIRETO NO CERRADO: 25 anos acreditando no sistema     
  
Por: R$ 95,00 
 
 

   
   
   

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Descrição
O Cerrado Brasileiro, a exemplo de outras regiões produtoras do Brasil, no final da década 1980 e meados dos anos 90, passou por sérios problemas de compactação do solo, ou pé-de-grade, de erosão e de formação de voçorocas, gerando verdadeiras crateras no solo, assoreando córregos e rios.

A adoção do plantio direto modificou este dramático panorama, tanto nos Campos Gerais do Sul, como no Cerrado.

No Cerrado, sua adoção de maneira geral não obedeceu aos pré-requisitos básicos de sua sustentabilidade, fazendo com que o sistema estagnasse em patamares produtivos. Dentre os principais problemas, a falta de uma correção prévia dos fatores limitantes e a baixa produção anual de palha.

As abordagens traçam paralelo entre o sistema plantio direto na palha desenvolvido em clima temperado na região dos Campos Gerais, na Região Sul, e em clima tropical do Cerrado brasileiro. Ao mesmo tempo, aponta fatores limitantes e soluções para a sustentabilidade do sistema em condições tropicais, passando por temas polêmicos, como a manutenção de terraços e o revolvimento do solo, rotação de culturas, integração lavoura-pecuária e adubação de sistemas de produção, dentre outros.

Os dados apresentados têm consistência em pesquisa própria, de terceiros, e relatos práticos, frutos de 25 anos de experiência no Cerrado, que deram origem ao nome do livro.

A expectativa é de que as experiências vividas possam auxiliar a desvendar os mistérios desse fantástico sistema de manejo do solo e viabilizá-lo em propriedades e culturas que ainda apresentam limitações de sua adoção em longo prazo.

Prefácio – 9
Apresentação – 11
Introdução – 21

Capítulo 1 - Princípios do Sistema Plantio Direto na Palha – 23
1. Não revolvimento do solo – 24
1.1. Situações em que se recomenda o revolvimento do solo – 26
1.2. Situações em que se tolera o revolvimento do solo – 27
1.3. Situações em que o revolvimento do solo é condenado – 29
2. Cobertura permanente do solo – 30
2.1. Decomposição da matéria orgânica – 30
2.2. Temperatura do solo – 32
2.3. Umidade do solo – 33
2.4. Aeração do solo – 34
2.5. Propriedades físicas do solo – 35
2.6. Acidez do solo – 37
2.7. CTC do solo – 40
2.8. Poder tampão – 40
2.9. Solubilidade de nutrientes – 41
2.10. Efeito Quelatizante – 51
2.11. Propriedades biológicas do solo – 51
2.12. Controle da erosão – 52
2.13. Controle de invasoras – 59
2.14. Controle de doenças – 64
3. Rotação de Culturas – 70
3.1. Monocultura, rotação e sucessão de culturas – 70
3.2. Efeitos da rotação de culturas – 71
3.3. Desempenho das culturas em rotação – 71

Capítulo 2 - Evolução do Sistema Plantio Direto na Palha – 73
1. Evolução do Sistema Plantio Direto no Brasil – 73
1.1. Plantio Direto na Palha nos campos da região sul – 74
1.2. Plantio Direto na Palha no Cerrado Brasileiro – 77
2. Pré-requisitos do Sistema Plantio Direto na Palha – 80
2.1. Correção dos limitantes químicos – 80
2.2. Correção dos limitantes físicos – 81
2.3. Correção dos limitantes biológicos – 82
2.4. Correção dos limitantes operacionais – 83
3. Fases do Sistema Plantio Direto na Palha – 84
3.1. Fase inicial – 85
3.2. Fase intermediária ou de transição – 86
3.3. Fase de consolidação – 89
3.4. Fase de manutenção – 91
4. Seqüestro de carbono – 94
4.1. Aquecimento global (Efeito Estufa) – 94
4.2. Efeito dos gases poluentes e das queimadas – 95
4.3. Efeito do revolvimento do solo – 95
4.4. Efeito do sistema plantio direto – 95
4.5. Mercado de créditos de carbono – 97

Capítulo 3 - Calagem no Sistema Plantio Direto na Palha – 99
1. Análise do solo – 99
1.1. Periodicidade da amostragem – 100
1.2. Caminhamento de amostragem do solo – 100
1.3. Profundidade de amostragem do solo – 101
1.4. Amostragem do solo com trados – 101
1.5. Amostragem do solo com pá-de-corte – 102
1.6. Amostragem em solo com adubação em linha – 102
1.7. Amostragem em solo com adubação a lanço – 103
2. Acidez do solo – 103
2.1. Acidez ativa ou atual – 103
2.2. Acidez trocável – 103
2.3. Acidez potencial – 103
2.4. Acidez não trocável – 104
3. Classificação dos calcários – 104
3.1. Calcário Calcítico – 104
3.2. Calcário Magnesiano – 105
3.3. Calcário Dolomítico – 105
4. Qualidade dos calcários – 105
4.1. Legislação Brasileira sobre corretivos de acidez – 105
4.2. Poder de Neutralização (PN) – 106
4.3. Reatividade (RE) – 106
4.4. Poder Relativo de Neutralização Total (PRNT) – 106
4.5. Efeito Residual (ER) – 106
4.6. Preço efetivo do calcário – 107
5. Época da calagem – 107
6. Correção da acidez superficial – 107
6.1. Neutralização do Al+++ e suprimento de Ca++ e Mg++ – 108
6.2. Método da saturação por bases – 109
6.3. Calagem para solos arenosos – 109
6.4. Eficiência do método da saturação por bases – 109
7. Respostas à saturação por bases – 110
8. Distribuição do calcário – 112

Capítulo 4 - Correção do perfil do solo – 113
1. Preparo profundo do solo – 113
2. Condicionamento subsuperficial do solo – 114
3. Procedimentos para correção do perfil – 115
4. Resposta das culturas à correção do perfil – 115

Capítulo 5 - Gessagem no Plantio Direto na Palha – 117
1. Movimento do gesso agrícola no solo – 118
2. Perfil do solo para resposta a gesso – 121
3. Doses de gesso agrícola – 121
4. Aplicação do gesso agrícola – 123
5. Respostas de culturas anuais – 124

Capítulo 6 - Terraceamento em Sistema Plantio Direto na Palha – 127
1. Funções dos terraços no plantio direto – 128
2. Tipos de terraços – 129
2.1. Tipos de terraço quanto à sua função – 130
2.2. Tipos de terraços quanto à sua dimensão – 131
3. Espaçamento entre terraços – 131
4. Dimensionamento do canal dos terraços – 135
5. Locação e construção dos terraços – 137
6. Manutenção dos terraços – 138
7. Plantio em linha reta – 139
7.1. Manejo e Cobertura do solo – 139
7.2. Declividade do terreno – 139
7.3. Seção mínima do terraço – 139
7.4. Manutenção preventiva – 139
7.5. Resistência estrutural dos equipamentos – 140

Capítulo 7 - Máquinas e equipamentos para o Sistema Plantio Direto na Palha – 141
1. Tratores – 142
2. Plantadeiras – 143
2.1. Efeito do peso da plantadeira – 143
2.2. Discos de corte – 143
2.3. Sulcadores – 145
2.4. Rodas de controle de profundidade – 146
2.5. Rodas cobridoras – 147
2.6. Riscadores – 147
2.7. Disposição dos componentes no chassi – 147
3. Pulverizadores – 148
3.1. Condições de aplicação – 148
3.2. Tecnologia de aplicação terrestre – 151
3.3. Tecnologia BVO – 154
3.4. Aplicações aéreas de líquidos – 161
3.5. Aplicações aéreas de sólidos – 170
3.6. Aplicações em jato dirigido – 173
3.7. Estratégias para aumentar a eficiência das aplicações – 174
3.8. Estratégias para redução da deriva – 175
4. Trituradores de palha – 176
5. Colheitadeiras – 179
6. Dimensionamento operacional – 199

Capítulo 8 - Manejo das culturas de cobertura do solo – 203
1. Fixação de carbono pelas plantas – 204
1.1. Plantas C3 – 204
1.2. Plantas C4 – 204
1.3. Plantas CAM – 205
2. Culturas de cobertura – 205
2.1. Gramíneas – 205
2.2. Leguminosas – 231
2.3. Crucíferas – 243
2.4. Outras espécies cultivadas – 245
2.5. Uso das invasoras como cobertura do solo – 250
2.6. Consórcio de culturas – 251
3. Implantação das culturas de cobertura – 252
3.1. Valor cultural e consumo de sementes – 252
3.2. Sistema Santa Fé (Embrapa) – 253
3.3. Semeadura em pós-emergência da cultura – 255
3.4. Sobressemeadura em soja – 256
3.5. Sobressemeadura em milho – 259
3.6. Sobressemeadura em milhos irrigados – 261
3.7. Ressemeadura natural – 263
4. Manejo das culturas de cobertura – 263
4.1. Manejo de invasoras nas culturas de cobertura – 264
4.2. Manejo de pragas nas culturas de cobertura – 267
4.3. Dessecação pós-colheita – 268
4.4. Dessecação em pré-plantio – 269

Capítulo 9 - Implantação das culturas comerciais – 277
1. Quebrando Paradigmas – 277
1.1. Plantio de batata e perfil de solo – 278
1.2. Plantio direto de cana-de-açúcar – 280
1.3. Plantio direto de tomate – 280
1.4. Plantio direto em linhas cruzadas na ervilha – 282
2. Implantação das culturas comerciais – 282
2.1. Tratamento e inoculação de sementes – 283
2.2. Regulagem da plantadeira – 310
2.3. Umidade do solo e exigência hídrica – 314
2.4. Profundidade de plantio – 322
2.5. Velocidade de plantio – 327
2.6. Manutenção dos rotores e sulcadores – 327
2.7. Avaliação do estande – 329
2.8. Necessidade de replantio – 330

Capítulo 10 - Manejo das culturas comerciais – 335
1. O papel dos inimigos naturais das pragas – 335
2. Controle biológico de pragas e doenças – 340
3. Manejo integrado de invasoras – 349
4. Manejo integrado de pragas – 370
5. Estratégias de controle de pragas subterrâneas – 384
6. Estratégias de controle de pragas de superfície – 404
7. Estratégias de controle de pragas da parte aérea – 409
8. Estratégias de controle de lesmas – 417
9. Estratégias para controle do Bicudo – 420
10. Estratégias para controle da mosca branca – 426
11. Manejo integrado de doenças – 430
12. Estratégias para controle de fungos de solo – 434
13. Estratégias para controle de doenças da parte aérea – 441
14. Estratégias para controle de nematóides – 449
15. Uso adequado de adjuvantes – 465
16. Manejo de plantas Geneticamente Modificadas – 466
17. Áreas de exclusão – 479
18. Manejo de áreas de refúgio – 481
19. Normas de Coexistência – 484

Capítulo 11 - Manejo da fertilidade do solo – 489
1. Equilíbrio solo-água-planta – 489
1.1. Lei do mínimo (Liebig) – 490
1.2. Lei dos acréscimos não proporcionais (Mitscherlich) – 491
1.3. Lei do máximo (Mello) – 491
1.4. Lei da restituição (Mello) – 491
2. Níveis adequados – 492
2.1. Análise do solo – 492
2.2. Análise foliar – 494
2.3. Análise da fibra – 496
3. Adubação de sistemas de produção – 498
3.1. Bomba biológica – 498
3.2. Exportação de nutrientes – 500
3.3. Culturas responsivas ou de maior valor agregado – 501
3.4. Residual no solo – 504
3.5. Balanço Nutricional – 505
3.6. Análise de custos em sistemas de produção – 507
4. Recalagem – 507
4.1. Calagem superficial – 508
4.2. Doses de calcário em superfície – 510
5. Verticalização do uso de resíduos orgânicos – 511
6. Adubação corretiva – 511
7. Adubação a lanço – 514
8. Adubação foliar – 515

Capítulo 12 - Integração lavoura-pecuária – 519
1. Situação atual – 519
2. Aspectos básicos – 521
2.1. Pisoteio Animal – 521
2.2. Vocação da propriedade – 522
2.3. Integração de sistemas de produção – 522
2.4. Máxima eficiência econômica – 523
3. Sistemas integrados de produção – 523
3.1. Sistema com grãos no verão e pastagem no inverno – 523
3.2. Sistemas com rotações alternadas lavoura-pecuária – 524
3.3. Sistema para suplementação alimentar dos animais – 528
4. Lotação da pastagem – 528
5. Desempenho do rebanho – 530
5.1. Efeito da raça – 530
5.2. Efeito das chuvas – 531
5.3. Ganho de peso do gado – 531
6. Desempenho das culturas – 534
7. Sistemas de pastejo – 535
7.1. Pastejo contínuo – 535
7.2. Pastejo rotacionado – 536

Capítulo 13 - Entraves do Sistema Plantio Direto – 537
1. A cultura do algodão – 537
1.1. Manejo pós-colheita do algodão – 538
1.2. Produção de palha – 538
1.3. Sistema radicular pivotante – 538
1.4. Exigência nutricional – 539
2. Culturas HF – 539
3. Cobertura permanente do solo – 540
4. Compactação mental – 540
5. Os 10 Mandamentos da Sustentabilidade – 540

Considerações Finais – 543
A origem das catástrofes climáticas – 543
Mudanças de atitude: educação ambiental – 545
Educação ambiental nas escolas – 546

Mensagens finais – 547
Bibliografia Citada – 549

Autor: Nilvo Altmann
Ano: 2010
Número de Páginas: 568
Tamanho: 16 x 22,5 cm
Acabamento: Brochura
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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