IMPORTADOS
· Diversos
LIVROS TÉCNICOS
· Administração
· Agronomia
· Biologia - Ecologia
· Direito
· Diversos
· Engenharia Ambiental
· Engenharia Civil
· Engenharia de Alimentos
· Engenharia Florestal
· Entomologia
· Estatística
· Fisiologia Vegetal
· Fitopatologia
· Geologia
· Geoprocessamento
· Irrigação - Hidráulica
· Medicina Veterinária
· Nutrição
· Química
· Técnicas de Pesquisa - Estudos
· Zootecnia
 




PROJECTO DE ESTRUTURAS DE MADEIRA
R$ 196,50


  LIVROS TÉCNICOS >>> Biologia - Ecologia
 
ECOLOGIA DE FLORESTAS TROPICAIS DO BRASIL
 
ECOLOGIA DE FLORESTAS TROPICAIS DO BRASIL     
  
Por: R$ 92,00 
 
 

   
   
   

Clique na imagem para ampliá-la
Descrição
Estudos sobre os processos e interações ecológicas que regem a composição e estrutura das florestas tropicais, bem como a dinâmica de suas populações e grupos funcionais no tempo e no espaço, tornam-se cada vez mais essenciais na definição de ações adequadas à conservação e restauração desses ecossistemas.

Neste livro, especialistas de importantes instituições de ensino e pesquisa escrevem sobre os principais temas relacionados à Ecologia das Florestas Tropicais Brasileiras. Portanto, trata-se de obra multidisciplinar e de grande abrangência, dada a própria natureza do assunto, porém sem fugir do seu objetivo principal, qual seja discorrer sobre o estado da arte dos estudos sobre Ecologia Florestal no Brasil.

Esta obra, além de fornecer referencial teórico abrangente e atualizado para pesquisas e publicações, tem sido adotada como livro-texto em disciplinas de graduação e de pós-graduação em Ecologia na maioria dos cursos de Engenharia Florestal do país e de cursos de áreas correlatas, como Ciências Biológicas, Ecologia, Agronomia, Engenharia Ambiental e outras. Aliado a isso, o grande sucesso da primeira edição, rapidamente esgotada, levou ao lançamento desta segunda edição, revista e acrescida de dois capítulos, um sobre a Ciclagem de Nutrientes em Ecossistemas Florestais e o outro sobre a Biologia da Polinização.

Capítulo 1 - Sucessão Ecológica: Fundamentos e Aplicações na Restauração de Ecossistemas Florestais – 21
Os primeiros estudos e teorias sobre sucessão ecológica – 21
Implicações do paradigma clássico na conservação e restauração de ecossistemas florestais – 23
A evolução das teorias sucessionais e a mudança de paradigmas – 25
O paradigma contemporâneo e sua aplicação na restauração ecológica – 28
O papel das clareiras na sucessão e na restauração florestal – 31
O banco de sementes do solo e seu papel na sucessão e na restauração florestal – 37
A rebrota de espécies arbustivo-arbóreas e suas implicações na regeneração florestal – 40
Considerações finais – 41
Referências – 42

Capítulo 2 - Floração, Polinização e Sistemas Reprodutivos em Florestas Tropicais – 53
Introdução – 53
Fenologia da Floração – 55
Conceituação e importância – 55
Sincronia da floração e estratégias reprodutivas – 56
Padrões de floração – 57
Fatores abióticos e bióticos associados à floração – 59
Síndromes de Polinização – 62
Cantarofilia – 62
Miiofilia e sapromiiofilia – 64
Melitofilia – 64
Psicofilia, falenofilia e esfingofilia – 68
Ornitofilia – 70
Quiropterofilia e polinização por mamíferos não voadores – 70
Sistemas Reprodutivos – 71
Alogamia e autogamia – 71
Apomixia – 73
Autogamia versus apomixia – 74
Considerações finais – 75
Agradecimentos – 76
Referências – 76

Capítulo 3 - Ecologia da Dispersão de Sementes em Florestas Tropicais – 85
Introdução – 85
O conceito biológico de dispersão – 86
Vantagens da dispersão para as plantas – 87
Síndromes de dispersão – 89
Síndromes bióticas e abióticas – 89
Dispersão secundária, diplocoria e eventos pós-dispersão – 93
Barreiras para a dispersão – 94
Banco e chuva de sementes – 95
A fenologia reprodutiva e a dispersão de sementes – 98
A dispersão de sementes e sua importância para a conservação dos ecossistemas – 100
Referências – 101

Capítulo 4 - Formações Florestais Brasileiras – 107
Formações florestais no sistema de classificação da vegetação brasileira – 107
Floresta ombrófila – 111
Floresta ombrófila densa – 113
Floresta ombrófila aberta – 116
Floresta ombrófila mista – 117
Floresta estacional – 120
Floresta estacional decidual – 120
Floresta estacional semidecidual – 123
Floresta estacional perenifólia – 124
Campinarana florestada – 126
Savana florestada (cerradão) – 127
Savana-estépica florestada (caatinga) – 128
Formações pioneiras – 129
Florestas com influência marinha (restinga) – 129
Formações pioneiras com influência fluviomarinha (manguezais) – 131
Formações pioneiras com influência fluvial e, ou, lacustre (comunidades aluviais) – 131
Observações sobre denominações empregadas para as florestas aluviais – 133
Considerações finais – 134
Referências – 135

Capítulo 5 - Uma Visão Pedogeomorfológica sobre as Formações Florestais da Mata Atlântica – 141
Introdução – 141
A Mata Atlântica – 142
Paisagem da Mata Atlântica – 146
A importância dos solos e da geomorfologia – 147
Comunidades florestais e o gradiente pedológico-geomorfológico: o caso de uma típica floresta estacional semidecidual no domínio da Mata Atlântica em Viçosa, MG – 149
Os diferentes hábitats de solos e a estrutura das comunidades arbóreas – 154
Hábitat de Cambissolo epieutrófico com floresta alta densa – 154
Hábitat de Latossolo câmbico com floresta alta aberta – 158
Hábitat de Latossolo distrófico com floresta baixa aberta – 162
Riqueza, diversidade e biomassa nos hábitats – 165
Considerações finais – 168
Referências – 169

Capítulo 6 - Ciclagem de Nutrientes em Florestas do Brasil – 175
Estoques e transferências de nutrientes nos ecossistemas – 175
Fatores que afetam a ciclagem dos nutrientes em florestas – 183
Caracterização dos ecossistemas – 188
Ciclagem de nutrientes nos ecossistemas amazônicos – 192
Ciclagem de nutrientes em florestas inundadas da Amazônia – 202
Ciclagem de nutrientes nos ecossistemas da Mata Atlântica – 206
Ciclagem de nutrientes nas Florestas Estacionais Semideciduais – 223
Ciclagem de nutrientes em matas ciliares – 233
Considerações finais – 240
Referências – 242

Capítulo 7 - Relações Solo-Vegetação em Alguns Ambientes Brasileiros: Fatores Edáficos e Florística – 252
Introdução – 252
Algumas relações solo-vegetação no território brasileiro – 253
Florestas montanas sobre canga em carajás, sul da Amazônia – 253
Florestas montanas no extremo oeste acriano, sudoeste da Amazônia – 262
Florestas de ipucas e matas secas da planície do Araguaia: ilhas florestais nos cerrados e campos inundáveis – 269
Ilhas de florestas (capões de mata) na Serra do Cipó, Espinhaço Meridional, em Minas Gerais – 278
Mata Atlântica na Serra do Brigadeiro: remanescente florestal montano e altimontano em meio ao mar de morros – 284
Considerações finais – 290
Referências – 291

Capítulo 8 - Estrutura e Diversidade de Comunidades Florestais – 294
Estudos sobre vegetação: importância e abordagens – 294
Em busca das variáveis – 296
Perguntas e hipóteses – 298
O desenho amostral – 299
A análise dos dados – 300
Discussão dos resultados – 301
Sobre os métodos, suas limitações, erros comuns e novas abordagens – 301
Área basal: vantagens, limitações e erros comuns – 303
Densidade: armadilhas do critério de inclusão – 306
Problema das comparações pela média de tamanho dos indivíduos – 307
Distribuição dos indivíduos entre classes de tamanho – 308
Estratificação vertical da comunidade – 308
Cobertura de copas – 309
Índices de agregação – 310
Árvores mortas – 311
Curva de espécies acumuladas – 311
Raridade – 312
Índices e escalas de diversidade – 312
Diversidade funcional – 314
Índices de similaridade – 315
A classificação em grupos ecológicos – 316
Dinâmica de comunidades vegetais – 316
Componentes não arbóreos das comunidades vegetais – 318
Diagnóstico e perspectivas – 318
Agradecimentos – 319
Referências – 319

Capítulo 9 - Padrões Espaciais de Espécies Arbóreas Tropicais – 326
Introdução – 326
Definição e modelos de padrão espacial – 327
Causas do padrão espacial – 329
Padrão espacial em formações florestais – 330
Padrão espacial em plantas jovens – 330
Padrão espacial em plantas adultas – 331
Análise do padrão espacial – 332
Índices de detecção do padrão espacial para amostras em parcelas – 333
Índices baseados na razão entre a variância e a média – 334
Índice de dispersão de morisita – 337
Análise do padrão espacial através de medidas de distâncias – 338
Coeficiente de agregação de Hopkins – 340
Índice de padrão espacial T² – 341
Método do vizinho mais próximo – 342
Função K de Ripley – 343
Função K univariada – 346
Aplicações da Função K de Ripley na ecologia florestal – 348
Considerações finais – 350
Agradecimentos – 351
Referências – 352

Capítulo 10 - Espécies Arbóreas Raras – 355
Introdução – 355
Os conceitos de espécie rara e espécie endêmica – 357
A flora ameaçada de extinção – 359
Lista de espécies ameaçadas de extinção – 360
Análise comparativa – 363
Considerações finais – 367
Agradecimentos – 368
Referências – 368

Editor: Sebastião Venâncio Martins
Ano: 2012
Número de Páginas: 371
Tamanho: 15 x 22 cm
Editora: UFV
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-7269-431-5
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
Indique este produto
 
Seu nome:
Seu e-mail:
Nome (para):
E-mail(para):
Comentários:
 
Voltar
vazio

RECUPERAÇÃO DE ÁREAS MINERADAS
R$ 50,00
UVA: do plantio à colheita
R$ 94,00
MATEMÁTICA FINANCEIRA
R$ 127,80
FUNDAMENTOS DE AGRONEGÓCIOS
R$ 74,90

Ver Todas as Novidades
——————————————————————————————

CNPJ: 96.631.353/0001-69 - Email: pldlivros@uol.com.br - Fone/Fax (19) 3421 7436 - Fone: 3423 3961 - Piracicaba/SP

Formas de Pagamento
—————————————————————————————
Política de Privacidade. ©2008, Revendas de Livros Técnicos. Todos os direitos reservados