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  LIVROS TÉCNICOS >>> Entomologia
 
ENTOMOLOGIA FLORESTAL
 
ENTOMOLOGIA FLORESTAL     
  
Por: R$ 43,00 
 
 

   
   
   

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Descrição
O estudo da entomologia florestal ressente-se no Brasil da falta de uma bibliografia acessível, atualizada e abrangente. O presente material, que visa atender a esta necessidade, dá seguimento a um conjunto de artigos científicos, dissertações e teses desenvolvidas no Brasil sobre o tema.

Neste livro, são abordados vários aspectos, desde a importância dos insetos, nomenclatura, morfologia externa, reprodução, desenvolvimento, ecologia, coleta e montagem de insetos até métodos de controle de pragas de interesse florestal.

O setor florestal brasileiro vive em permanente crise, face à crescente devastação das matas nativas e ao risco de extinção de madeiras nobres. Os reflorestamentos com espécies exóticas suprem parte das necessidades do setor madeireiro. Plantios homogêneos que buscam uma maior produtividade, muitas vezes, deixam as plantas vulneráveis ao ataque de pragas, podendo acarretar um desequilíbrio das espécies de ocorrência natural.

A busca por alternativas através de plantios heterogêneos, intercalando espécies exóticas e nativas, com diferentes fins de uso da floresta, aliada ao consórcio com outras atividades rurais, deverá ser priorizada na ciência florestal. Para isso, é abordado, no presente livro, o assunto dos insetos-praga que atacam espécies nativas do Brasil, considerando que o conhecimento sobre o manejo e controle adequados ainda é escasso.

Em razão da importância e da escassez de bibliografias nacionais que contemplem o assunto, este livro vem para preencher esta lacuna, servindo de base para os estudantes dos cursos de Engenharia Florestal, Agronomia e Biologia, podendo ser utilizado como livro-texto e também como suporte para os profissionais que atuam na área de Silvicultura, bem como para todos aqueles que se interessam pelo magnífico mundo dos insetos.

Apresentação – 13
Prefácio – 15
Introdução – 19

I - Entomologia Geral

1. Importância dos Insetos – 23
1.1. Características que influenciam no sucesso biológico dos insetos – 23
1.2. Efeitos dos insetos nas florestas – 24
1.3. Tipos de danos causados pelos insetos – 25
1.4. Consequências do ataque de insetos-praga – 26
1.4.1. Efeitos silviculturais – 26
1.4.2. Efeitos do desfolhamento – 27

2. Nomenclatura Zoológica – 29
2.1. Grupos taxonômicos – 29
2.2. Nome científico – 31
2.3. Identificação – 32

3. Morfologia Externa dos Insetos – 35
3.1. Cabeça – 36
3.1.1. Olhos compostos e ocelos – 36
3.1.2. Antenas – 36
3.1.3. Aparelho bucal – 40
3.2. Tórax – 44
3.2.1. Pernas – 44
3.2.2. Asas – 47
3.3. Abdome – 49
3.3.1. Tipos de abdome – 49
3.3.2. Apêndices abdominais – 50

4. Reprodução dos Insetos – 53
4.1. Aproximação dos sexos – 53
4.2. Corte – 53
4.3. Cópula – 54
4.4. Tipos de reprodução – 55
4.4.1. Reprodução sexuada – 55
4.4.2. Reprodução assexuada – 57
4.4.3. Poliembrionia – 57

5. Desenvolvimento dos Insetos – 59
5.1. Fase embrionária – 59
5.2. Fase pós-embrionária – 59
5.2.1. Fase larval – 60
5.2.2. Fase ninfal – 62
5.2.3. Fase pupal – 62
5.2.4. Fase adulta – 63
5.3. Tipos de metamorfose – 64
5.3.1. Ametabolia – 64
5.3.2. Holometabolia – 64
5.3.3. Hemimetabolia – 65

6. Ecologia de Insetos – 67
6.1. Autoecologia – 67
6.1.1. Fatores ecológicos – 67
6.2. Sinecologia – 72
6.2.1. População – 72
6.2.2. Comunidade – 75

7. Coleta, Montagem e Conservação de Insetos – 79
7.1. Coleta de insetos – 79
7.1.1. Materiais necessários para coletas – 79
7.1.2. Métodos de coleta – 82
7.2. Montagem e preservação de insetos – 87
7.2.1. Tipos de preservação temporária – 87
7.2.2. Montagem de insetos – 87
7.3. Conservação de insetos – 91
7.4. Como enviar insetos para identificação – 92
7.4.1. Material seco e montado – 92
7.4.2. Material seco e não montado – 92
7.4.3. Material em via líquida – 92
7.4.4. Acondicionamento para envio – 93

II - Entomologia Aplicada

1. Ordens de Insetos de Interesse Florestal – 97
1.1. Chave de identificação para as principais ordens de insetos (adultos) – 98
1.2. Chave de identificação para as famílias das ordens de interesse florestal – 99
1.2.1. Ordem Hymenoptera – 99
1.2.2. Ordem Isoptera – 101
1.2.3. Ordem Coleoptera – 102
1.2.4. Ordem Lepidoptera – 105
1.2.5. Ordem Diptera – 106
1.2.6. Ordem Hemiptera – 108
1.2.7. Ordem Orthoptera – 112
1.3. Demais ordens – 113

2. Surtos – 115
2.1. Causas dos surtos – 115
2.2. Classificação dos surtos – 116
2.3. Histórico de um surto – 116

3. Tomada de Decisão – 119
3.1. Detecção – 121
3.2. Identificação do inseto-praga – 121
3.3. Avaliação do risco – 121
3.4. Avaliação do dano – 121
3.5. Análise do surto – 122
3.6. Aplicação de controle – 122

4. Métodos de Prevenção e de Controle de Insetos-Praga – 123
4.1. Controle silvicultural – 123
4.1.1. Rotação de espécies – 123
4.1.2. Aração do solo – 123
4.1.3. Higiene florestal – 124
4.1.4. Manutenção de hospedeiros alternativos – 124
4.1.5. Eliminação de focos alternativos – 124
4.1.6. Plantios heterogêneos – 125
4.1.7. Adubação – 125
4.2. Controle mecânico – 125
4.3. Controle físico – 126
4.3.1. Fogo – 126
4.3.2. Temperatura – 126
4.3.3. Processos de radiação eletromagnética – 127
4.3.4. Luz visível – 128
4.3.5. Som – 128
4.3.6. Manipulação de radioatividade – 129
4.4. Controle legislativo – 129
4.4.1. Serviço quarentenário – 129
4.4.2. Medidas obrigatórias de controle – 131
4.4.3. Fiscalização de produtos químicos – 131
4.4.4. Certificação fitossanitária de origem (CFO) – 132
4.5. Controle biológico – 133
4.5.1. Vantagens e desvantagens do controle biológico – 134
4.5.2. Tipos de controle biológico – 135
4.5.3. Tipos de agentes de controle biológico – 136
4.6. Controle químico – 139
4.6.1. Classificação dos agrotóxicos – 140
4.6.2. Formulações comerciais – 141
4.6.3. Substâncias inertes – 142
4.6.4. Tipos de formulações comerciais – 142
4.6.5. Toxicologia – 144
4.7. Controle de insetos por resistência de plantas – 145
4.7.1. Graus de resistência – 145
4.7.2. Pseudorresistência – 146
4.7.3. Constatação da resistência de uma planta – 146
4.7.4. Tipos de resistência – 146
4.7.5. Fatores que afetam a resistência – 148
4.7.6. Vantagens e limitações do uso da resistência de plantas – 148
4.8. Controle por comportamento – 149
4.8.1. Controle por hormônios – 149
4.8.2. Controle com atraentes e repelentes – 151

5. Manejo Integrado de Pragas – 153
5.1. Elaboração de um programa de MIP – 154

6. Pragas Florestais – 155
6.1. Formigas-cortadeiras (Hymenoptera: Formicidae) – 155
6.1.1. Importância econômica – 159
6.1.2. Descrição – 160
6.1.3. Formação do sauveiro (Atta spp.) – 160
6.1.4. Monitoramento de formigas-cortadeiras – 164
6.1.5. Métodos de controle – 166
6.2. Cupins (Isoptera) – 173
6.2.1. Importância econômica – 173
6.2.2. Ciclo de vida e formação da colônia – 174
6.2.3. Principais famílias de cupins de florestas – 178
6.2.4. Métodos de controle – 180

7. Pragas de Viveiros Florestais – 183
7.1. Grilo (Orthoptera: Gryllidae) – 183
7.2. Paquinhas (Orthoptera: Gryllotalpidae) – 184
7.3. Lagartas-rosca (Lepidoptera: Noctuidae) – 184
7.4. Broca-elasmo - Elasmopalpus lignosellus (Zeller, 1848) (Lepidoptera: Pyralidae) – 186
7.5. Mosca-minadora - Liriomyza spp. (Diptera: Liriomyzidae) – 186
7.6. Mosca-branca - Bemisia sp. (Hemiptera: Aleyrodidae) – 187
7.7. Pulgão - Schizaphis graminum (Rondani, 1852) (Hemiptera: Aphididae) – 187
7.8. Cochonilhas (Hemiptera: Coccidae) – 188
7.9. Manejo integrado de pragas em viveiros florestais – 189

8. Insetos-Praga de Espécies Florestais – 191
8.1. Acácia-negra - Acacia mearnsii De Wild (Mimosaceae) – 191
8.1.1. Aneladores-da-acácia-negra (Coleoptera: Cerambycidae) – 191
8.1.2. Lagarta-da-acácia-negra - Adeloneivaia subangulata (Herrich-Schaeffer, 1855) (Lepidoptera: Saturniidae) – 193
8.2. Araucária - Araucaria angustifolia (Araucariaceae) – 194
8.2.1. Lagarta-da-araucária - Dirphia araucariae (Jones, 1908) (Lepidoptera: Saturniidae) – 195
8.2.2. Broca-do-pinhão - Cydia araucariae (Pastrana, 1950) (Lepidoptera: Tortricidae) – 196
8.2.3. Mosca-da-madeira - Rhaphiorhynchus pictus (Wied., 1821) (Diptera: Pantophthalmidae) – 196
8.2.4. Coleobroca - Parandra glabra (De Geer, 1774) (Coleoptera: Cerambycidae) – 197
8.3. Cedro - Cedrela fissilis (Vellozo) (Meliaceae) – 198
8.3.1. Broca-do-cedro - Hypsipyla grandella (Zeller, 1948) (Lepidoptera: Pyralidae) – 198
8.4. Erva-mate - Ilex paraguariensis St. Hil. (Aquifoliaceae) – 200
8.4.1. Broca-da-erva-mate - Hedypathes betulinus (Klug, 1825) (Coleoptera: Cerambycidae) – 200
8.4.2. Ampola-da-erva-mate - Gyropsylla spegazziniana (Lizer, 1917) (Hemiptera: Psyllidae) – 201
8.4.3. Cochonilha-da-erva-mate - Ceroplastes grandis (Klug, 1825) (Hemiptera: Coccidae) – 202
8.5. Eucalyptus spp. (Myrtaceae) – 203
8.5.1. Lagartas-desfolhadoras-do-eucalipto (Lepidoptera) – 203
8.5.2. Gorgulhos-do-eucalipto (Coleoptera: Curculionidae) – 207
8.5.3. Broca-do-eucalipto - Phoracantha semipunctata (Fabricius, 1775) (Coleoptera: Cerambycidae) – 208
8.5.4. Besouro-amarelo-do-eucalipto - Costalimaita ferruginea (Lefévre, 1885) (Coleoptera: Chrysomelidae) – 210
8.5.5. Psilídeo-de-concha - Glycaspis brimblecombei (Moore, 1964) (Hemiptera: Psyllidae) – 210
8.5.6. Psilídeos-dos-ponteiros (Hemiptera: Psyllidae) – 212
8.5.7. Percevejo-bronzeado - Thaumastocoris peregrinus (Carpintero & Della-pé, 2006) (Hemiptera: Thaumastocoridae) – 213
8.5.8. Microvespa-de-galha - Leptocybe invasa (Fisher & LaSalle, 2004) (Hymenoptera: Eulophidae) – 214
8.5.9. Microvespa-do-eucalipto-citriodora - Epichrysocharis burwellii (Schauff, 2000) (Hymenoptera: Eulophidae) – 215
8.6. Palmáceas – 215
8.6.1. Broca-do-olho-do-coqueiro - Rhynchophorus palmarum (Linnaeus, 1758) (Coleoptera: Curculionidae) – 216
8.6.2. Broca-do-estipe - Rhinostomus barbirostris (Fabricius, 1775) (Coleoptera: Curculionidae) – 218
8.6.3. Lagartas-das-palmáceas (Lepidoptera: Brassolidae) – 219
8.7. Pinus spp. (Pinaceae) – 220
8.7.1. Vespa-da-madeira - Sirex noctilio (Fabricius, 1973) (Hymenoptera: Siricidae) – 220
8.7.2. Naupactus spp. (Coleoptera: Curculionidae) – 225
8.7.3. Escolitídeo - Xyleborus spp. (Coleoptera: Scolytidae) – 227
8.7.4. Pulgão-do-pinus (Hemiptera: Aphididae) – 228
8.7.5. Gorgulho-do-pinus - Pissodes castaneus (De Geer) (Coleoptera: Curculionidae) – 230
8.8. Outras espécies de interesse florestal – 231
8.8.1. Álamo - Populus spp. (Salicaceae) – 231
8.8.2. Paricá - Schizolobium amazonicum (Leguminosae) – 232
8.8.3. Seringueira - Hevea brasiliensis (Euphorbiaceae) – 233
8.8.4. Teca - Tectona grandis (Verbenaceae) – 233

Pranchas:
Prancha 1 – 235
Prancha 2 – 236
Prancha 3 – 237
Prancha 4 – 238
Prancha 5 – 239
Prancha 6 – 240
Prancha 7 – 241
Prancha 8 – 242
Prancha 9 – 243
Prancha 10 – 244
Prancha 11 – 245

Bibliografia Consultada – 247

Autores: Ervandil Corrêa Costa, Márcia d’Avila e Edison Bisognin Cantarelli
Ano: 2014
Número de Páginas: 256
Tamanho: 16 x 23 cm
Editora: Ufsm
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-7391-204-3
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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