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PRÁTICAS DE MORFOLOGIA VEGETAL
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  LIVROS TÉCNICOS >>> Agronomia
 
PRODUÇÃO DE MILHO
 
PRODUÇÃO DE MILHO     
  
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Descrição
1. ECOFISIOLOGIA E FENOLOGIA – 21
1. Introdução – 21
2. Ecofisiologia e elementos do clima – 22
2.1 Temperatura - 23
2.2 Luz – 25
2.3 Vento – 27
2.4 Água – 27
3. Fenologia – 30
3.1 Estádio O (da semeadura à emergência) – 31
3.2 Estádio 1 (planta com quatro folhas totalmente desdobradas) – 33
3.3 Estádio 2 (planta com oito folhas) – 35
3.4 Estádio 3 (plantas com 12 folhas) – 37
3.5 Estádio 4 (emissão do pendão) – 38
3.6 Estádio 5 (florescimento e polinização) – 39
3.7 Estádio 6 (grãos leitosos) – 40
3.8 Estádio 7 (grãos pastosos) – 42
3.9 Estádio 8 (início da formação de "dentes") – 42
3.10 Estádio 9 (grãos "duros") – 43
3.11 Estádio 10 (grãos maturos fisiologicamente) – 44
4. Aspectos básicos de fisiologia – 45
Referências bibliográficas – 52

2. NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO – 55
1. Introdução – 55
2. Aspectos teóricos fundamentais – 56
2.1 Rendimento máximo econômico – 56
2.2 Sistemas de amostragem para análise química – 56
2.2.1 Solo – 57
2.2.2 Planta – 59
2.3 Disponibilidade – 59
2.4 Fertilidade atual e fertilidade almejada – 73
2.5 Mobilidade dos nutrientes na planta – 75
2.6 Sintomas de deficiência e importância nutricional de nutrientes – 76
2.7 Absorção e exportação de nutrientes – 76
3. Aspectos práticos – 76
3.1 Determinação da necessidade de calagem – 76
3.2 Adubação de correção e de manutenção – 80
3.3 Adubação de semeadura – 83
3.4 Adubação de cobertura – 83
3.5 Micronutrientes – 89
3.6 Adubação verde – 90
Referências bibliográficas – 93

3. IMPLANTAÇÃO DA CULTURA – 97
1. Introdução – 97
2. Planejamento – 97
3. Conservação do solo – 98
4. Preparo do solo – 102
4.1 Preparo convencional – 103
4.2 Preparo reduzido – 106
5. Plantio direto – 108
5.1 Benefícios e problemas inerentes ao sistema – 109
5.2 Requisitos básicos – 110
5.3 Importância da rotação de culturas para o sistema de plantio direto – 111
5.4 Aspectos econômicos do sistema – 115
5.5 Recomendações básicas – 116
6. Qualidade da semente – 117
7. Tratamento de semente – 118
8. Escolha do híbrido – 120
9. Época de semeadura – 121
10. Tipos de semeadora – 124
11. Regulagem da semeadora – 126
11.1 Aspectos gerais – 126
11.2 Cálculo da quantidade de adubo a ser distribuído – 127
11.3 Cálculo da quantidade de semente a ser distribuída – 131
11.4 Cálculo para uso de marcadores de linha – 135
12. Semeadura – 137
12.1 Conceituação – 137
12.2 Fatores influentes na operação de semeadura – 137
12.3 Cuidados gerais – 138
13. População de plantas – 139
14. Fatores que interferem na germinação de sementes e emergência de plântulas – 140
15. Conselhos úteis – 140
Referências bibliográficas – 143

4. IRRIGAÇÃO
1. Introdução – 147
2. Agricultura irrigada – 148
2.1 Área irrigada no Brasil e no mundo – 148
2.2 Viabilidade econômica da adoção da técnica de irrigação: algumas considerações – 150
2.3 Métodos de irrigação – 155
2,3.1 Irrigação por aspersão – 155
2.3.2 Irrigação por sub-superfície – 155
2.3.3 Irrigação por superfície – 156
2.3.4 Irrigação localizada – 156
2.3.5 Fatores que afetam a seleção de um método de irrigação -156
3. Critérios gerais de projeto – 157
4. Controle de irrigação – 160
4.1 Tensiômetro – 162
4.2 Tanque Classe A – 166
4.3 Posto meteorológico automatizado – 171
5. Operação e manutenção dos componentes de sistemas de irrigação – 175
5.1 Considerações iniciais – 175
5.2 Operação do sistema de irrigação – 175
5.3 Operação e manutenção dos componentes de sistemas de irrigação – 176
5.3.1 Irrigação por superfície – 176
5.3.1.1 Barragem – 176
5.3.1.2 Rede de distribuição e aplicação de água – 177
5.3.1.3 Rede de drenagem – 177
5.3.1.4 Rede de estradas de acesso – 178
5.3.1.5 Preparo do solo – 178
5.3.2 Irrigação por aspersão – 179
5.3.2.1 Sistema de captação e bombeamento de água – 179
5.3.2.2 Sistema de adução, distribuição e aplicação de água – 180
5.3.3 Irrigação localizada – 181
5.4 Considerações finais – 181
Referências bibliográficas – 182

5. MANEJO DE PLANTAS DANINHAS
1. Introdução – 183
2. Matocompetição e interferência – 183
3. Métodos de manejo de plantas daninhas – 185
3.1 Método cultural – 186
3.2 Método mecânico – 187
3.3 Método físico – 188
3.4 Método biológico – 188
3.5 Método químico – 189
3.5.1 Fatores influentes na eficiência de herbicidas – 191
3.5.1.1 Qualidade da água – 192
3.5.1.2 Temperatura – 192
3.5.1.3 Umidade relativa do ar – 193
3.5.1.4 Umidade do solo – 193
3.5.1.5 Tipo de solo - 194
3.5.1.6 Vento 194
3.5.1.7 Qualidade de aplicação – 195
3.5.1.8 Mistura de produtos químicos – 195
3.5.2 Regulagem ou calibração do pulverizador – 198
3.5.3 Precauções para o manuseio de herbicida – 200
4. Estádios fenológicos do milho e produtividade – 201
4.1 Fenologia – 201
4.2 Presença de plantas daninhas e rendimento do milho – 203
5. Principais herbicidas registrados para a cultura de milho – 206
6. Considerações finais – 213
Referências bibliográficas – 214

6. MANEJO DE PRAGAS
1. Introdução – 217
2. Principais pragas – 218
2.1 Coró ou bicho bolo – 219
2.2 Broca da cana-de-açúcar – 220
2.3 Cigarrinha das pastagens – 221
2.4 Cigarrinhas do milho – 222
2.5 Cupim – 222
2.6 Curuquerê dos capinzais – 223
2.7 Lagarta da espiga – 224
2.8 Lagarta do cartucho – 225
2.9 Lagarta elasmo – 228
2.10 Lagarta rosca – 229
2.11 Larva alfinete – 229
2.12 Larva angorá – 230
2.13 Larva arame – 230
2.14 Percevejo do milho – 231
2.15 Pulgão do milho – 231
3. Manejo de pragas – 232
3.1 Época e sistema de semeadura – 232
3.2 Controle químico – 233
4. Manejo integrado de pragas agrícolas – 238
4.1 Biodiversidade – 238
4.2 Pragas e práticas agrícolas – 239
4.3 A concepção filosófica de manejo integrado de pragas – 240
4.4 Definição de manejo integrado de pragas – 240
4.5 Classificação das pragas agrícolas – 241
4.5.1 Classificação quanto à importância – 241
4.5.2 Classificação quanto ao tipo de dano – 243
4.6 Níveis de infestação – 243
4.7 Inimigos naturais – 244
4.7.1 Classificação dos inimigos naturais – 244
4.7.2 Os artrópodes predadores – 246
4.7.3 Insetos parasitóides e sua ação – 246
4.7.4 Agentes entomopatogênicos – 246
4.8 Controle de pragas – 247
4.8.1 Controle biológico versus controle natural – 247
4.8.2 Prática do manejo integrado de pragas – 250
4.8.3 Monitoramento dos inimigos naturais – 250
4.8.4 Manejo ambiental – 251
Referências bibliográficas – 252

7. PRINCIPAIS DOENÇAS E SEU CONTROLE – 253
1. Introdução – 253
2. Endemia, epidemia e epidemiologia – 254
3. Doenças: aspectos ecológicos – 256
4. Métodos gerais de controle – 257
4.1 Resistência genética – 257
4.2 Sistema de produção e práticas culturais – 258
4.3 Definição da época de semeadura em função da região e do genótipo – 259
4.4 Rotação de culturas – 259
4.5 Rouguing ou eliminação de plantas infectadas – 260
4.6 Uso de sementes sadias – 260
4.7 Tratamento de sementes – 261
4.8 Controle químico – 261
5. Quantificação de doenças – 264
6. Principais doenças do milho – 265
6.1 Mancha foliar de Phaeosphaeria ou esferulina – 265
6.2 Corn stunt ou enfezamento pálido – 266
6.3 Corn stunt ou enfezamento vermelho – 267
6.4 Helmintosporiose – 268
6.5 Mancha de Helmínthosporium maydís – 270
6.6 Ferrugem polysora – 271
6.7 Ferrugem comum – 272
6.8 Ferrugem branca ou tropical – 273
6.9 Antracnose – 274
6.10 Podridão bacteriana do colo – 275
6.11 Podridão branca da espiga – 276
6.12 Podridão da espiga – 277
Referências bibliográficas – 282

8. QUIMIGAÇÃO
1. Introdução – 283
2. Princípio geral do controle químico – 284
3. Irrigação e quimigação foliar: critérios de projeto – 285
4. Quimigação via pivô central: recomendações de manejo – 287
5. Fertigação ou fertirrigação – 290
6. Procedimento para fertirrigação via pivô central – 291
7. Características dos fertilizantes usados em fertirrigação – 292
8. Insetigação, fungigação e herbigação – 295
9. Sistema notliada – 297
Referências bibliográficas – 297

9. PRODUÇÃO DE MILHO PARA SILAGEM
1. Introdução – 299
2. Características da exploração atual – 301
3. Fatores que afetam a produção e a qualidade da silagem – 302
4. Escolha do híbrido – 304
4.1 Interação genótipo-ambiente – 306
4.2 Disposição das folhas – 306
4.3 Rendimento de grãos – 307
4.4 Resistência às doenças foliares – 307
4.5 Ciclo – 308
5. Qualidade da silagem – 308
6. População de plantas – 309
7. Adubação – 310
8. Ponto de colheita – 311
9. Tipos de silagem – 314
9.1 Silagem de planta inteira – 315
9.2 Silagem da porção superior da planta – 315
9.3 Silagem de espigas – 316
9.4 Silagem de grãos úmidos – 316
10. Tipo e tamanho do silo – 318
11. Cálculo do tamanho do silo – 319
11.1 Cálculo do consumo total de silagem – 319
11.2 Cálculo da silagem total considerando perdas – 319
11.3 Cálculo do volume do silo – 320
11.4 Cálculo do tamanho do silo – 320
11.5 Resumo geral do procedimento de cálculo do silo – 322
12. Tamanho das partículas – 323
13. Enchimento do silo, vedação e compactação – 323
14. Métodos para avaliação da qualidade da silagem – 324
14.1 Massa da matéria seca (MMS) – 326
14.2 Proteína bruta (PB) – 327
14.3 Fibra bruta (FB) – 327
14.4 Fibra em detergente ácido (FDA) – 328
14.5 Fibra em detergente neutro (FDN) – 328
14.6 Valor relativo nutricional – 328
14.7 Resíduo mineral – 329
14.8 Nutrientes digestíveis totais (NTD) – 330
15. Manejo da silagem – 332
16. Flora microbiana - processo de fermentação – 333
16.1 Fermentação lática – 333
16.2 Fermentação acética - 334
16.3 Fermentação butírica – 334
17. Uso de aditivos para silagem – 336
17.1 Substâncias auxiliares de fermentação – 337
17.2 Preservativos – 337
17.3 Substâncias auxiliares de acidificação – 337
Referências bibliográficas – 338

10. COLHEITA
1. Introdução – 339
2. Planejamento da colheita – 340
3. Momento de colheita – 345
4. Colheita mecânica do milho – 348
4.1 Regulagem da colhedora – 348
4.1.1 Recolhimento e alimentação – 349
4.1.2 Debulha – 350
4.1.3 Separação – 350
4.1.4 Limpeza – 351
4.2 Avaliação das perdas no campo – 352
4.2.1 Perdas de grãos na espiga – 352
4.2.1.1 Determinação de perdas totais de espigas – 352
4.2.1.2 Determinação de perdas de espigas em pré-colheita – 353
4.2.1.3 Determinação de perdas de espigas provocadas pela ação das colhedoras (plataforma) – 354
4.2.2. Determinação de perdas de grãos – 354
4.2.2.1 Perdas de grãos provocadas pelo cilindro – 355
4.2.2.2 Perdas de grãos provocadas pelo rolo espigador – 356
4.2.2.3 Perdas de grãos provocadas pelo mecanismo de separação – 356
4.2.5 Perdas totais – 356
4.3 Como localizar e solucionar problemas com acolhedora – 357
Referências bibliográficas - 360

Autores: Antônio Luiz Fancelli e Durval Dourado Neto
Ano: 2004 reimpressão 2008
Número de Páginas: 360
Tamanho: 14 X 21 cm
Acabamento: Brochura
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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