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OPERAÇÃO DE ARADO REVERSÍVEL DE DISCOS
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  LIVROS TÉCNICOS >>> Agronomia - Agricultura
 
INTERAÇÃO PLANTA-PATÓGENO
 
INTERAÇÃO PLANTA-PATÓGENO     
  
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Descrição
Agradecimentos – 19
Prólogo – 21
Prefácio – 23
I. PATÓGENO
1. Mecanismos de doenças viróticas em vegetais – 25
1.1. Introdução – 25
1.2. Propriedades gerais dos genomas de vírus de plantas – 26
1.3. Movimento de fitovírus – 28
1.3.1. Movimento célula a célula – 29
1.3.2. Movimento a longas distâncias – 32
1.4. A importância de genes virais e seus produtos no estabelecimento de doença – 34
1.4.1. A participação de proteínas de movimento (PM) no desenvolvimento de sintomas e na especificidade da faixa de hospedeiros – 34
1.4.2. A participação da proteína capsidial no estabelecimento de doença – 35
1.4.3. Glicoproteínas do envelope celular – 37
1.4.4. O gene VI do vírus do mosaico da couve-flor (CaMV) – 38
1.4.5. O gene yb do vírus do mosaico em faixa da cevada (BSMV) – 40
1.5. Processos envolvidos no desenvolvimento de sintomas em plantas infectadas com vírus – 41
1.5.1. Modificação nos sintomas virais pelo acúmulo de RNAs defectivos interferentes – 41
1.5.2. Interferência da proteína de movimento viral em sinais endógenos das plantas – 43
1.5.3. Efeito dos vírus em processos fisiológicos – 45
1.5.4. Seqüestro de nutrientes – 47
1.6. Supressão dos mecanismos de defesa vegetal por vírus – 48
2. Bactérias causadoras de doenças em vegetais – 51
2.1. Introdução – 51
2.2. Bactérias fitopatogênicas – 52
2.3. Fatores de virulência em bactérias fitopatogênicas – 53
2.3.1. Enzimas degradadoras da parede celular – 53
2.3.2. Fitotoxinas – 69
2.3.3. Polissacarídeos extracelulares – 83
2.3.4. Sideróforos – 89
2.3.5. Hormônios – 92
2.3.6. Sistema Avr – 94
2.3.7. Sistema Hrp – 96
2.3.8. Plasmídios em bactérias fitopatogênicas – 99
2.3.9. Adesão – 105
2.4. Regulação da expressão gênica – 107
2.4.1. Regulação mediada por homoserina lactona acilada (HLA) – 107
2.4.2. Regulação mediada por sinal difusível (DSF) – 109
2.5. A análise genômica – 110
2.6. Perspectivas para a área de fitobacteriologia – 111
2.7. Referências comentadas – 113
3. Fisiologia e bioquímica de doenças fúngicas – 115
3.1. Introdução – 115
3.2. Fase pré-infecção – 116
3.2.1. A proteção de propágulos e germinação – 116
3.2.2. Germinação de fungos e controle de doenças – 120
3.2.3. Propágulos nas superfícies dos hospedeiros – 121
3.2.4. Primeiros contatos entre fungo fitopatogênico e planta hospedeira – 121
3.3. A dinâmica do ataque e da defesa nas interações – 125
3.3.1. As primeiras linhas de defesa – 125
3.3.2. Barreiras pré-formadas – 126
3.4. Fase de infecção – 133
3.4.1. Penetração de fungos patogênicos – 133
3.4.2. Produção de amônia – 135
3.4.3. Produção de toxinas – 136
3.5. Fase de colonização – 137
3.5.1. Padrões de colonização – 137
3.5.2. Doenças agravadas por reguladores de crescimento – 139
3.5.3. Produção de substâncias reguladoras de crescimento – 142
3.5.4. Produção de gomas – 146
3.5.5. Destruição de paredes celulares com enzimas – 147
3.6. A biotecnologia do futuro, os novos produtos e métodos na defesa contra fungos – 148
3.6.1. A sensibilização – 148
3.6.2. O mensageiro – 148
3.6.3. Benzotiadiazole (BTH) – 149
3.6.4. Rhamnolipídios – 149
3.7. Comentários finais – 149
3.8. Agradecimentos – 150
3.9. Referências recomendadas – 150

II. HOSPEDEIRO
4. Aspectos celulares das interações planta-patógeno – 153
4.1. Introdução – 153
4.2. Avanços nas técnicas de microscopia – 154
4.2.1. Microscopia de luz – 154
4.2.2. Microscopia eletrônica – 156
4.2.3. Microscopia de varredura a laser (microscopia confocal) – 158
4.3. Significado dos estudos temporais e análise objetiva das observações citológicas – 160
4.4. Dispositivos citológicos singulares para elucidar a interface entre os propágulos fúngicos e as células vegetais – 163
4.5. Respostas citológicas da célula vegetal ao ataque fúngico – 168
4.6. Envolvimento do citoesqueleto na expressão da resistência não-hospedeira – 171
4.7. Considerações finais – 174
4.8. Agradecimentos – 175
5. Alterações fisiológicas na suscetibilidade – 177
5.1. Introdução – 177
5.2. Alterações na permeabilidade da membrana plasmática – 179
5.2.1. Estrutura e função da membrana plasmática – 179
5.2.2. Alterações na permeabilidade da membrana – 180
5.3. Relações hídricas – 185
5.3.1. Alterações nas relações hídricas – 188
5.4. Transcrição/tradução – 194
5.4.1. Efeitos na transcrição – 195
5.4.2. Efeitos na tradução – 196
5.5. Equilíbrio hormonal – 197
5.5.1. Auxinas – 200
5.5.2. Giberelinas – 201
5.5.3. Citocininas – 201
5.5.4. Etileno – 202
5.5.5. Ácido abscísico – 203
5.6. Metabolismo de carboidratos – 204
5.6.1. Respiração – 204
5.6.2. Fotossíntese – 210
5.6.3. Translocação de carboidratos em folhas infectadas – 222
5.7. Referências comentadas – 225
6. Mecanismos bioquímicos de defesa vegetal – 227
6.1. Introdução – 227
6.2. Mecanismos bioquímicos pré-formados – 229
6.2.1. Compostos fenólicos – 229
6.2.2. Saponinas – 232
6.2.3. Glicosídeos cianogênicos – 234
6.2.4. Ácidos hidroxicarboxílicos – 236
6.2.5. Proteínas relacionadas à patogênese – 236
6.2.6. Inibidores de proteinase – 241
6.2.7. Enzimas associadas aos mecanismos de defesa da planta – 241
6.3. Mecanismos bioquímicos pós-formados – 243
6.3.1. Espécies reativas de oxigênio – 244
6.3.2. Fitoalexinas – 246
6.3.3. Elicitores ou eliciadores – 247
6.3.4. Fototoxinas – 247
7. Formação e função das espécies reativas de oxigênio nas interações planta-patógeno – 249
7.1. Introdução – 249
7.2. Formação de espécies reativas de oxigênio (EROs) – 250
7.2.1. O significado das espécies reativas de oxigênio – 250
7.2.2. Mecanismos gerais de ativação do oxigênio – 250
7.2.3. Processos oxidativos induzidos pelas EROs – 252
7.3. Formação de ERO nos cloroplastos – 252
7.3.1. Mecanismos gerais – 252
7.3.2. Ativação do oxigênio pela ação de herbicidas – 254
7.4. Formação de ERO por fitotoxinas fúngicas e bacterianas – 254
7.4.1. Toxinas fúngicas ativadas pela luz – 255
7.4.2. Ativação redutiva do oxigênio por toxinas fúngicas – 256
7.5. Função das EROs nas interações planta-patógeno – 263
7.5.1. A maquinaria da explosão oxidativa – 263
7.5.2. Função das EROs como antibióticos na resposta de defesa da planta – 275
7.5.3. Função das EROs na modificação da parede celular do hospedeiro – 277
7.5.4 Função das EROs como sinais intermediando as respostas localizadas de defesa – 279
7.5.5. Óxido nítrico (NO) como um sinalizador vegetal – 282
8. Compostos fenólicos e a importância nas doenças em plantas – 285
8.1. Introdução – 285
8.2. Os conceitos de respostas de defesa passiva e ativa em plantas – 289
8.2.1. A resposta de defesa passiva – 289
8.2.2. A resposta de defesa ativa – 290
8.3. Resposta de hipersensibilidade (RH) – 291
8.4. Geração de espécies reativas de oxigênio (ERO) – 292
8.5. Reforço da parede celular – 292
8.6. Resistência sistêmica adquirida (RSA) – 293
8.7. Fitoalexinas: uma visão geral – 294
8.8. Análise comparativa de resistência e fenóis em membros da Poaceae – 296
8.8.1. A resposta de resistência em milho – 296
8.8.2. A resposta de fitoalexina em sorgo – 300
9. Fitoalexinas – 305
9.1. Introdução – 305
9.2. O conceito de fitoalexinas – 306
9.3. Ocorrência, natureza química e biossíntese – 308
9.4. Toxicidade – 315
9.5. Mecanismo de indução de fitoalexinas – 317
9.5.1. Eliciadores (elicitores) – 317
9.5.2. Reconhecimento e transdução de sinais – 327
9.5.3. Fatores que afetam a produção de fitoalexinas – 334
9.6. Supressão e detoxificação de fitoalexinas – 337
9.7. Fitoalexinas e a resistência a patógenos – 342
9.8. Importância e perspectivas do estudo de fitoalexinas – 344
9.9. Agradecimentos – 345
9.10. Referências recomendadas – 345
10. Fitoalexinas e outros mecanismos de defesa: perspectivas para o cacaueiro – 347
10.1. Introdução – 347
10.2. Mecanismos de defesa do cacaueiro contra patógenos – 349
10.2.1. Mecanismos estruturais pré-formados – 350
10.2.2. Mecanismos estruturais pós-formados – 350
10.2.3. Mecanismos bioquímicos pré-formados – 351
10.2.4. Mecanismos bioquímicos pós-formados – 353
10.2.5. Compostos relacionados às fitoalexinas encontradas no cacaueiro – 354
10.2.6. Toxicidade e acúmulo temporal e espacial de fitoalexinas em cacaueiro – 357
10.3. Biossíntese de fitoalexinas – 360
10.4. Fatores e mecanismos de indução e acúmulo de fitoalexinas – 364
10.5. Indução de resistência – 366
10.5.1. Agentes bióticos – 366
10.5.2. Agentes abióticos – 367
10.6. Possíveis aplicações – 369
10.7. Agradecimentos – 370
10.8. Referências recomendadas – 371
11. Proteases e inibidores de proteases na interação planta-microrganismo – 373
11.1. Introdução – 373
11.2. Proteases – 373
11.3. Fontes de proteases – 376
11.3.1. Vegetais – 376
11.3.2. Animais – 376
11.3.3. Microbianas – 376
11.4. Funções fisiológicas das proteases – 377
11.4.1. Atividade proteolítica em plantas – 378
11.4.2. Atividade proteolítica em insetos – 378
11.5. Inibidores de proteases – 379
11.5.1. Mecanismo de inibição – 380
11.5.2. Classificação – 380
11.5.3. Inibidores de proteases em plantas – 381
11.5.4. Inibidores de proteases como fatores de proteção de plantas – 381
11.5.5. Inibidores protéicos relacionados a outras enzimas – 385
11.6. Considerações finais – 386
11.7. Referências comentadas – 386
12. Proteínas relacionadas à patogênese – 387
12.1. Introdução – 387
12.2. Propriedades gerais e atividade biológica – 388
12.3. Indução – 393
12.4. Ps-RP como marcadores moleculares – 398
12.5. Nomenclatura e classificação – 401
12.5.1. Família PR-1 – 402
12.5.2. Família PR-2 – 403
12.5.3. Famílias PR-3, PR-8 e PR-11 – 403
12.5.4. Função das quitinases e B-1,3-glucanases – 406
12.5.5. Família PR-4 – 406
12.5.6. Família PR-5 – 407
12.5.7. Família PR-6 – 409
12.5.8. Família PR-7 – 409
12.5.9. Família PR-9 – 410
12.5.10. Família PR-10 – 410
13. Indução de resistência em plantas a patógenos – 411
13.1. Introdução – 411
13.2. Convenções e conceitos – 412
13.3. Indução de resistência como fenômeno biológico – 413
13.4. Critérios para confirmação se a resistência exibida pela planta foi induzida – 415
13.4.1. Ausência de efeitos tóxicos do agente indutor sobre o patógeno desafiante – 415
13.4.2. Supressão da resistência induzida pela exposição prévia da planta a substâncias que inibem a expressão de genes do hospedeiro, como a actinomicina D – 416
13.4.3. Necessidade de um intervalo de tempo entre a exposição da planta ao indutor e a expressão da resistência – 416
13.4.4. Não haver uma relação entre magnitude da resistência expressa e quantidades crescentes do indutor aplicado, à semelhança do que se observa em casos típicos de uso de defensivos – 417
13.4.5. Inespecificidade da proteção – 417
13.4.6. A resistência ser local e sistêmica – 417
13.4.7. Ser dependente do genótipo da planta – 418
13.5. Alguns mecanismos de defesa exibidos pela planta após a indução de resistência – 418
13.5.1. Proteínas relacionadas à patogênese (Ps-RP) – 418
13.5.2. Lignificação e barreiras histológicas – 419
13.6. Sinais para indução de resistência sistêmica a patógenos – 422
13.6.1. Etileno – 422
13.6.2. Jasminatos (JA) e seus derivados – 422
13.6.3. Ácido salicílico (SA), salicilatos e seus análogos – 423
13.7. Ativadores químicos de resistência induzida e sua potencialidade como defensivos – 425
13.8. Resistência sistêmica induzida e biocontrole de enfermidades de plantas - Alguns exemplos – 427
13.9. Considerações finais – 429
14. Ultra-estrutura na era do DNA – 433
14.1. Introdução – 433
14.2. A microscopia eletrônica – 435
14.3. Aspectos ultra-estruturais da interação fungos-plantas – 438
14.3.1. A localização e a composição das matrizes celulares de fungos – 443
14.3.2. Alterações na cutícula – 445
14.3.3. Alterações nas células-guarda – 445
14.3.4. Alterações na parede celular – 447
14.3.5. Colonização dos tecidos e alterações na membrana plasmática – 449
14.3.6. Alterações no interior das células – 451
14.3.7. Alterações no xilema – 451
14.4. A microscopia eletrônica no estudo da interação fitobactérias versus planta – 452
14.4.1. Aplicação da microscopia eletrônica no estudo dos eventos da pré-penetração das fitobactérias – 452
14.4.2. Aplicação da microscopia eletrônica no estudo dos eventos da colonização das fitobactérias – 453
14.4.3. Estudo da morfologia e de polissacarídeos extracelulares em bactérias – 456
14.5. A microscopia eletrônica no estudo da interação vírus versus planta – 458
14.5.1. Vírions in situ – 458
14.5.2. Inclusões – 461
14.5.3. Citopatologia e replicação viral/morfogênese – 463
14.6. Comentários finais – 464
14.7. Referências comentadas – 465

III. ASPECTOS MOLECULARES
15. Estratégias de biologia molecular na fitopatologia – 467
15.1. Introdução – 467
15.2. Genética tradicional X engenharia genética – 469
15.3. Enzimas de restrição ou endonucleases de restrição – 470
15.4. Vetores – 474
15.4.1. Plasmídios – 474
15.4.2. Bacteriófagos – 477
15.4.3. Cosmídios, YACs e BACs – 477
15.5. Sistemas de transferência de genes – 481
15.5.1. Conjugação – 482
15.5.2. Transformação – 482
15.5.3. Transdução – 483
15.5.4. Biobalística – 483
15.6. Mutagênese – 483
15.7. Hibridização – 487
15.8. Seqüenciamento de bases nucleotídicas – 489
15.9. DNA microarray e Real Time-PCR: o genoma em funcionamento – 490
15.10. Considerações finais – 492
15.11. Referências e sites recomendados – 493

IV. NOVAS TÉCNICAS E METODOLOGIAS PARA ESTUDOS SOBRE PATOGENICIDADE E RESISTÊNCIA
16. Novas perspectivas na análise da patogenicidade de fungos – 495
16.1. Introdução – 495
16.2. Estágios da patogênese – 496
16.3. Visualização do processo infeccioso – 497
16.3.1. Análise de mutantes – 500
16.3.2. Transposons – 501
16.3.3. Seleção de mutantes – 501
16.3.4. Disrupção gênica dirigida – 503
16.4. Alguns exemplos de genes estágio-específicos – 506
16.4.1. Seqüências-alvo expressas (ESTs) – 507
16.4.2. Identificação de antígenos estágio-específicos – 508
16.5. Genômica comparativa – 508
16.6. Transcriptômica – 510
16.7. Proteômica – 511
16.8. Metabolômica – 512
16.9. Entendendo o processo da patogênese de forma completa – 512
16.9.1. Vias de sinalização e regulação dos genes de patogenicidade – 512
16.10. O futuro – 514
16.11. Agradecimentos – 515
16.12. Endereços eletrônicos recomendados – 515
Referências – 517
Glossário – 607
Índice remissivo - 615

Editores: Sérgio Florentino Pascholati, Breno Leite, José Renato Stangarlin e Patrícia Cia
Ano: 2008
Número de Páginas: 627
Tamanho:
Editora: Fealq
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-7133-060-3
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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