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METODOLOGIAS DE PESQUISA EM CIÊNCIAS
R$ 124,00


  LIVROS TÉCNICOS >>> Agronomia
 
FISIOLOGIA E NUTRIÇÃO DO TOMATEIRO
 
FISIOLOGIA E NUTRIÇÃO DO TOMATEIRO     
  
Por: R$ 200,00 
 
 

   
   
   

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Descrição
O tomate é uma importante hortaliça para o Brasil. Em 1989, época da transição da horticultura brasileira, Keigo Minami e Henrique Paulo Haag publicaram, pela Fundação Cargill, o livro “O Tomateiro”. Hoje, após o sistema de produção de mudas e de produção de tomates ter passado por mudanças, o mesmo Keigo, agora em parceria com Simone da Costa Mello, reescreveram o livro para dar um direcionamento mais profundo em assuntos voltados à fisiologia e nutrição do tomate. Ambos os docentes pertencem ao Departamento de Produção Vegetal da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (USP/Esalq).

“Fisiologia e nutrição do tomateiro”, obra recém publicada com 1185 páginas, apresenta como um dos propósitos reescrever o livro somente voltado à fisiologia e nutrição para aprofundar um pouco mais os assuntos relacionados a elas e saber como eles estão sendo abordados nos principais centros de pesquisas, para que se possa entender mais sobre as práticas e tecnologias de cultivo do tomate.

De acordo com os autores, os 37 capítulos do livro procuram dar uma orientação aos produtores de tomates, técnicos e estudantes de Agronomia interessados em tomaticultura. “A obra não tem a pretensão de explicar ou saber de tudo e sim mostrar o que os principais pesquisadores estão fazendo ou fizeram para o conhecimento do tomateiro e algumas teorias mais recentes sobre determinados assuntos”, adiantou Keigo. “Também não aspira dar receitas disso ou daquilo, mas mostrar como algumas práticas, conceitos e métodos de pesquisa evoluíram através do tempo, deixando para o leitor meditar qual será o futuro da tomaticultura, mais especificamente da brasileira”, concluiu Simone.

INTRODUÇÃO – 19

1. TAXONOMIA E RELAÇÕES FILOGENÉTICAS – 23
1. NOMENCLATURA BOTÂNICA DO TOMATEIRO – 25
2. MORFOLOGIA DO TOMATEIRO – 29

2. ORIGEM, DOMESTICAÇÃO E EXPANSÃO – 37
1. ORIGEM DO TOMATE – 39
2. EXPANSÃO MUNDIAL – 41
3. O TOMATE NO BRASIL – 43

3. CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO DO TOMATEIRO – 51
1. ESTÁDIOS DE DESENVOLVIMENTO DO TOMATEIRO – 53
2. GERMINAÇÃO E EMERGÊNCIA – 55
2.1. EXTRAÇÃO DE SEMENTES DE TOMATE – 55
2.2. CONDIÇÕES DE GERMINAÇÃO DAS SEMENTES – 56
2.3. GERMINAÇÃO – 65
3. MUDAS OU TRANSPLANTAS DE TOMATE – 71
4. CRESCIMENTO – 77
4.1. CARACTERÍSTICAS E TIPOS DE CRESCIMENTO DO TOMATEIRO – 78
4.2. TOMATEIRO DE CRESCIMENTO INDETERMINADO – 83
5. TOMATEIRO DE CRESCIMENTO DETERMINADO – 87

4. FLORESCIMENTO DO TOMATEIRO – 89
1. FATORES QUE AFETAM O FLORESCIMENTO INICIAL – 91
2. PROCESSO DE FLORESCIMENTO – 93
3. FORMAÇÃO DAS FLORES DO TOMATEIRO – 97
4. ABORTAMENTO FLORAL – 101
5. EFEITO DA ALTA TEMPERATURA SOBRE O FLORESCIMENTO – 103
6. EFEITO NUTRICIONAL SOBRE O FLORESCIMENTO – 105
7. EFEITO DO NÚMERO DE FOLHAS SOBRE O FLORESCIMENTO – 107

5. FRUTIFICAÇÃO – 109
1. FASES DA FRUTIFICAÇÃO – 111
2. POLINIZAÇÃO E FECUNDAÇÃO – 113
3. FRUTOS PARTENOCÁRPICOS – 117
4. FIXAÇÃO DO FRUTO – 121
5. DESENVOLVIMENTO DA SEMENTE – 125
6. O CRESCIMENTO DO TOMATE – 127
7. ENDOPOLIPLOIDIA E ENDORREDUPLICAÇÃO – 133
8. FASE DA EXPANSÃO CELULAR – 135
9. EFEITO DA POSIÇÃO E NÚMERO DE FRUTOS – 141
10. EFEITOS DOS FATORES ABIÓTICOS SOBRE A FRUTIFICAÇÃO – 143
11. EFEITO DO NÚMERO DE SEMENTES – 147
12. EFEITO DO CULTIVAR – 149
13. EFEITO DA PODA – 151

6. AMADURECIMENTO – 153
1. ESTÁDIOS DA MATURAÇÃO – 155
2. CAROTENOIDES – 159
3. AMOLECIMENTO OU AMACIAMENTO DO TOMATE – 161
4. QUALIDADE DO TOMATE – 163
5. ATIVIDADE ENZIMÁTICA – 169
6. HORMÔNIOS – 173
7. FATORES QUE AFETAM A MATURAÇÃO – 177
8. PÓS-COLHEITA – 179
9. pH – 183
10. SENESCÊNCIA – 185
11. COMPOSIÇÃO DO TOMATE – 189

7. TEMPERATURA – 193
1. FRUTIFICAÇÃO E TEMPERATURA – 195
2. TEMPERATURA DIURNA (TD) E NOTURNA (TN) – 199
3. TEMPERATURA X LUZ – 203
4. TEMPERATURA BAIXA – 205
5. TEMPERATURA ALTA – 209
6. TEMPERATURA ÓTIMA – 219
7. COMO MINIMIZAR OS EFEITOS DAS TEMPERATURAS EXTREMAS – 227

8. LUZ – 231
1. EFICIÊNCIA DA DENSIDADE DE FLUXO DE FÓTON FOTOSSINTÉTICO (DFFF) – 233
2. EFEITOS DA LUZ SOBRE AS MUDAS – 237
3. LUMINOSIDADE BAIXA – 239
4. SUPLEMENTAÇÃO LUMINOSA – 243
5. MANEJO DA CULTURA – 249
6. SOMBREAMENTO – 251
7. FILMES FOTOSSELETIVOS – 255

9. FOTOPERÍODO – 257
1. FOTOPERÍODO PROLONGADO – 259
2. OUTROS EFEITOS DO FOTOPERÍODO – 263

10. ÁGUA – 265
1. ABSORÇÃO DIÁRIA DE ÁGUA PELO TOMATEIRO – 267
2. EXCESSO DE ÁGUA – 269
3. EFEITO DO ESTRESSE HÍDRICO, DÉFICIT HÍDRICO E SECA – 271
4. EFEITOS POSITIVOS DA FALTA DE ÁGUA – 281
5. REAÇÃO DO TOMATEIRO AO ESTRESSE HÍDRICO – 283
6. EFICIÊNCIA DE USO DA ÁGUA (EUA) – 287
7. NUTRIÇÃO MINERAL E O ESTRESSE HÍDRICO – 291
8. TRANSPIRAÇÃO – 297

11. IRRIGAÇÃO – 303
1. IRRIGAÇÃO DO TOMATAL – 305
2. PROGRAMAÇÃO DE IRRIGAÇÃO – 307
3. DETERMINAÇÃO DO CONSUMO DE ÁGUA – 313
4. IRRIGAÇÃO POR SULCO – 315
5. IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO – 317
6. IRRIGAÇÃO SUBSUPERFICIAL – 319
7. IRRIGAÇÃO LOCALIZADA OU GOTEJAMENTO – 321
8. EFEITOS DA IRRIGAÇÃO – 323
9. QUALIDADE DA ÁGUA E ÁGUA SALINA – 325
10. IRRIGAÇÃO DEFICITÁRIA – 329
11. INTERRUPÇÃO DA IRRIGAÇÃO – 335
12. TRANSPORTE SETORIAL – 337
13. INDUTORES DE RESISTÊNCIA OU TOLERÂNCIA AO ESTRESSE HÍDRICO – 341

12. UMIDADE DO AR – 343

13. SOLO – 349
1. ALAGAMENTO, INUNDAÇÃO OU ENCHARCAMENTO DO SOLO – 351
2. AERAÇÃO DO SOLO E ANOXIA – 353
3. COMPACTAÇÃO DO SOLO – 359
4. CARACTERÍSTICAS DO SOLO – 361
4.1. pH – 362
4.2. TEMPERATURA DO SOLO – 365
4.3. MATÉRIA ORGÂNICA – 365

14. CLIMA E ÉPOCA DE PLANTIO – 369
1. REGIÕES PRODUTORAS – 371
2. SISTEMA LINEAR DE UNIDADE TÉRMICA – 375
3. ÉPOCA DE PLANTIO – 377

15. COMPETIÇÃO – 379
1. O QUE É COMPETIÇÃO – 381
2. CULTURA DO TOMATE X PLANTAS DANINHAS – 383
3. DENSIDADE DE POPULAÇÃO – 385
4. ALTAS E ALTÍSSIMAS DENSIDADES DE POPULAÇÃO – 393

16. VENTO – 399

17. PODA – 403
1. PODA DO TOMATEIRO – 405
2. PODA APICAL, DESPONTE OU CAPAÇÃO – 407
3. DESBROTA OU PODA DOS BROTOS LATERAIS – 409
4. DESFOLHA OU PODA DAS FOLHAS – 411
5. DESFRUTE, DESBASTE OU PODA DE FRUTOS – 415
6. PODA DAS FLORES – 419
7. PODA QUÍMICA – 421

18. FASE VEGETATIVA - REPRODUTIVA – 423
1. FASES DO TOMATEIRO – 425
2. RELAÇÃO CARBONO-NITROGÊNIO – 431

19. ROTAÇÃO DE CULTURA – 433

20. CONDUÇÃO DA CULTURA E PRÁTICAS CULTURAIS – 439
1. ORIENTAÇÃO DA CULTURA – 441
2. TRANSPLANTE – 443
3. CONDUÇÃO DA CULTURA DO TOMATE – 445
4. TUTORAMENTO – 447
5. OUTRAS PRÁTICAS CULTURAIS – 451

21. OUTROS FATORES – 453
1. CAMPO MAGNÉTICO – 455
2. ENRIQUECIMENTO COM CO2 – 457
3. POLUIÇÃO – 461
4. MULCHING OU COBERTURA DO SOLO – 463
5. RIZÓBIO – 467
6. ENXERTIA – 469
7. PROFUNDIDADE DE TRANSPLANTE – 471
8. CONSIDERAÇÕES – 473

22. COMPOSIÇÃO MINERAL – 477
1. COMPOSIÇÃO MINERAL DAS SEMENTES E MUDAS DE TOMATE – 479
2. COMPOSIÇÃO MINERAL DO TOMATEIRO ADULTO – 481
3. TOMATEIRO DE CRESCIMENTO INDETERMINADO – 491
3.1. NITROGÊNIO – 494
3.2. FÓSFORO – 495
3.5. MAGNÉSIO – 497
3.6. ENXOFRE – 497
3.7. BORO – 497
3.8. COBRE – 497
3.9. FERRO – 498
3.10. MANGANÊS – 498
3.11. ZINCO – 498
4. TOMATEIRO DE CRESCIMENTO DETERMINADO – 499

23. SINTOMAS DE DEFICIÊNCIA MINERAL – 509
5. CHAVE DE SINTOMAS DE DEFICIÊNCIA MINERAL – 511
6. NITROGÊNIO – 513
7. FÓSFORO – 515
8. POTÁSSIO – 517
9. CÁLCIO – 521
10. MAGNÉSIO – 523
11. ENXOFRE – 525
12. BORO – 527
13. CLORO – 529
14. COBRE – 531
15. FERRO – 533
16. MANGANÊS – 535
17. MOLIBDÊNIO – 537
18. ZINCO – 539

24. MACRONUTRIENTES NO TOMATEIRO – 541
1. NITROGÊNIO – 543
1.1. DETERMINAÇÃO DO TEOR DE NITROGÊNIO NO TOMATEIRO – 544
1.2. ESTRESSE NITROGENADO – 545
1.3. NITRATO E AMÔNIA – 547
1.4. NITROGÊNIO E A LUZ – 554
1.5. NITROGÊNIO E OS OUTROS ELEMENTOS – 554
1.6. ALTOS E BAIXOS NÍVEIS DE NITROGÊNIO NO TOMATEIRO – 556
1.7. QUANDO APLICAR NITROGÊNIO – 560
1.8. FORMA DE APLICAÇÃO DE NITROGÊNIO – 561
1.9. FIXAÇÃO BIOLÓGICA DE NITROGÊNIO – 562
1.10. TOXICIDADE DE NITROGÊNIO – 563
2. FÓSFORO – 565
2.1. BAIXO FÓSFORO – 565
2.2. ALTO FÓSFORO – 566
2.3. TEOR DE FÓSFORO NO TOMATEIRO – 568
2.4. RELAÇÃO FÓSFORO E ZINCO – 569
2.5. APLICAÇÃO DE FÓSFORO – 569
2.6. DIFERENÇAS VARIETAIS – 570
2.7. EFEITO DO FÓSFORO NO TOMATEIRO – 571
3. POTÁSSIO – 573
3.1. NECESSIDADE DE POTÁSSIO PELO TOMATEIRO – 573
3.2. O POTÁSSIO E A MATURAÇÃO DO TOMATE – 574
3.3. O POTÁSSIO NAS RAÍZES DO TOMATEIRO – 576
3.4. BAIXO POTÁSSIO – 577
3.5. POTÁSSIO X OUTROS NUTRIENTES – 578
3.6. APLICAÇÃO DE POTÁSSIO – 581
3.7. ÁGUA E POTÁSSIO – 583
4. CÁLCIO – 585
4.1. O CÁLCIO E OS FATORES AMBIENTAIS – 585
4.2. RELAÇÃO DO CÁLCIO COM OS OUTROS NUTRIENTES – 586
4.3. ABSORÇÃO E TRANSLOCAÇÃO DE CÁLCIO PELO TOMATEIRO – 588
4.4. ÁGUA E O CÁLCIO – 591
4.5. RELAÇÃO CÁLCIO E PATÓGENOS – 592
4.6. O CÁLCIO DURANTE O CRESCIMENTO DO FRUTO – 593
5. MAGNÉSIO – 595
5.1. MAGNÉSIO NO TOMATEIRO – 595
5.2. MAGNÉSIO X POTÁSSIO – 595
5.3. MAGNÉSIO X CÁLCIO – 596
6. ENXOFRE – 599
6.1. ENXOFRE E OS OUTROS NUTRIENTES – 599
6.2. ENXOFRE NO TOMATEIRO – 599
6.3. FORMAS DE ENXOFRE – 601

25. MICRONUTRIENTES NO TOMATEIRO – 603
1. BORO – 605
1.1. O BORO NO TOMATEIRO – 605
1.2. O BORO E OS OUTROS ELEMENTOS – 607
1.3. FATORES QUE CONTRIBUEM PARA A DEFICIÊNCIA DE BORO NO TOMATEIRO – 609
1.4. TOXICIDADE DE BORO NO TOMATEIRO – 610
2. CLORO – 613
3. COBRE – 615
3.1. O COBRE NO TOMATEIRO – 615
3.2. EXCESSO DE COBRE – 616
3.3. CONCENTRAÇÃO E TRANSLOCAÇÃO DE COBRE NO TOMATEIRO – 617
3.4. APLICAÇÃO DE COBRE NO TOMATEIRO – 619
3.5. TOXIDEZ DE COBRE NO TOMATEIRO – 620
3.6. FATORES QUE CONTRIBUEM PARA A DEFICIÊNCIA DE COBRE NO TOMATEIRO – 621
4. FERRO – 623
4.1. FORMAS E ABSORÇÃO DE FERRO PELO TOMATEIRO – 623
4.2. O FERRO NO TOMATEIRO – 624
4.3. FERRO NAS RAÍZES – 626
4.4. FERRO X OUTROS NUTRIENTES – 627
4.5. TOXIDEZ DE FERRO NO TOMATEIRO – 629
4.6. FATORES QUE CONTRIBUEM PARA A DEFICIÊNCIA DE FERRO NO TOMATEIRO – 629
5. MANGANÊS – 631
5.1. MANGANÊS NO TOMATEIRO – 631
5.2. FATORES QUE CONTRIBUEM PARA A DEFICIÊNCIA DE MANGANÊS NO TOMATEIRO – 634
5.3. TOXIDEZ DE MANGANÊS NO TOMATEIRO – 634
6. MOLIBDÊNIO – 637
6.1. O MOLIBDÊNIO NO TOMATEIRO – 637
6.2. TOXIDEZ DE MOLIBDÊNIO NO TOMATEIRO – 639
6.3. FATORES QUE CONTRIBUEM PARA A DEFICIÊNCIA DE MOLIBDÊNIO NO TOMATEIRO – 639
7. ZINCO – 641
7.1. ZINCO NO TOMATEIRO – 641
7.2. ZINCO E FÓSFORO – 641
7.3. ZINCO E AUXINA – 642
7.4. FONTE E APLICAÇÃO DE ZINCO NO TOMATEIRO – 643
7.5. FATORES QUE CONTRIBUEM PARA A DEFICIÊNCIA DE ZINCO NO TOMATEIRO – 644
7.6. TOXIDEZ DE ZINCO NO TOMATEIRO – 646
8. NÍQUEL – 647

26. ELEMENTOS NÃO ESSENCIAIS – 649
1. SÓDIO – 651
2. GERMÂNIO – 653
3. COBALTO – 655
4. SILÍCIO – 657
5. RUBÍDIO – 659
6. FLÚOR – 661
7. IODO – 663
8. ESTRÔNCIO – 665
9. LÍTIO – 667
10. ARSÊNIO – 669
11. CÁDMIO – 671
12. SELÊNIO – 673
13. CÉSIO – 675
14. PLATINA – 677
15. ALUMÍNIO – 679
16. URÂNIO – 681

27. DISTÚRBIOS FISIOLÓGICOS – 683
1. FRUTO OCO – 685
2. FRUTOS BRANCOS OU ESCALDADURAS – 687
3. RACHADURAS DOS FRUTOS OU FRUTOS RACHADOS – 691
3.1. DEFINIÇÃO DE RACHADURA DOS FRUTOS – 691
3.2. CONDIÇÕES PARA O APARECIMENTO DAS RACHADURAS – 693
3.3. UMIDADE E RACHAMENTO DOS FRUTOS – 694
3.4. OUTROS FATORES ABIÓTICOS RESPONSÁVEIS PELAS RACHADURAS DOS FRUTOS – 696
3.5. FATOR GENÉTICO – 697
3.6. CONTROLE DO RACHAMENTO DOS FRUTOS – 697
4. LÓCULO ABERTO E MÁ FORMAÇÃO DE FRUTO – 701
4.1. TIPOS DE MÁ FORMAÇÃO DE FRUTOS – 701
4.2. BORO E FRUTOS MAL FORMADOS – 701
4.3. EFEITOS DOS HORMÔNIOS E REGULADORES DE CRESCIMENTO – 703
4.4. EFEITO DA BAIXA TEMPERATURA – 704
4.5. EFEITO GENÉTICO – 705
5. FRUTOS MANCHADOS – 707
5.1. SINTOMAS – 707
5.2. CAUSAS – 709
6. CRESCIMENTO ALTO – 717
7. FOLHAS TORTAS, DISTORCIDAS, RETORCIDAS E ENROLADAS – 719
8. PODRIDÃO ESTILAR (PE) – 721
8.1. SINTOMAS – 721
8.2. CAUSA – 723
8.3. NÍVEL DE CÁLCIO NA PLANTA COM PODRIDÃO ESTILAR – 725
8.4. RELAÇÃO ENTRE CÁLCIO E OUTROS CÁTIONS – 728
8.5. TRANSLOCAÇÃO DO CÁLCIO PARA O FRUTO – 731
8.6. O CRESCIMENTO DO FRUTO E A PODRIDÃO ESTILAR – 732
8.7. FATORES AMBIENTAIS E A PODRIDÃO ESTILAR – 733
8.8. ANATOMIA DO TOMATE FAVORECE A INCIDÊNCIA DE PODRIDÃO ESTILAR – 739
8.9. REGULADORES DE CRESCIMENTO, HORMÔNIOS E A PODRIDÃO ESTILAR – 741
8.10. VARIEDADES RESISTENTES E SUSCEPTÍVEIS À PODRIDÃO ESTILAR – 742
8.11. EFEITO DO CÁLCIO SOBRE A PAREDE CELULAR – 743
8.12. PODRIDÃO ESTILAR E SALINIDADE OU CONDUTIVIDADE ELÉTRICA (CE) ALTA – 747
8.13. NITRATO, AMÔNIA E A PODRIDÃO ESTILAR – 748
8.14. O CÁLCIO NÃO É A CAUSA PRIMÁRIA DA PODRIDÃO ESTILAR NO TOMATEIRO – 749
8.15. CONTROLE DA PODRIDÃO ESTILAR DO TOMATEIRO – 751
8.16. NOVAS HIPÓTESES DE CONTROLE DE PODRIDÃO ESTILAR NO TOMATEIRO – 756
9. PLANTA CEGA – 761
10. CICATRIZ DA ANTERA OU ZÍPER – 763
11. EDEMA – 765
12. DESENVOLVIMENTO ANORMAL DOS FRUTOS – 767
13. BROTAMENTO DA SEMENTE NO FRUTO – 769
14. MORTE DAS RAÍZES – 771
15. OUTRAS ANOMALIAS FISIOLÓGICAS – 773

28. CALAGEM – 775
1. EFEITO DO pH E DA CALAGEM SOBRE A CULTURA DO TOMATE – 777
2. CÁLCULO DA NECESSIDADE DE CALCÁRIO PELA CULTURA DO TOMATE – 783
3. QUALIDADE DO CALCÁRIO NA CALAGEM – 787
4. RIZOSFERA E O pH DO SOLO – 789
5. O PH DA SOLUÇÃO NUTRITIVA – 791

29. ADUBAÇÃO – 793
1. SUSTENTABILIDADE E MANEJO DA ADUBAÇÃO NA TOMATICULTURA – 795
2. ADUBAÇÃO NITROGENADA NA CULTURA DO TOMATE – 799
3. ADUBAÇÃO POTÁSSICA NA CULTURA DO TOMATE – 805
4. ADUBAÇÃO FOSFÓRICA NA CULTURA DO TOMATE – 809
5. CORREÇÃO DA DEFICIÊNCIA DE CÁLCIO – 813
6. CORREÇÃO DA DEFICIÊNCIA DE MAGNÉSIO – 815
7. ÁGUA E ADUBAÇÃO – 817
8. FERTIRRIGAÇÃO EM TOMATICULTURA – 819
8.1. O QUE É FERTIRRIGAÇÃO – 819
8.2. FERTIRRIGAÇÃO EM SOLO OU SUBSTRATO – 820
8.3. QUANDO FAZER A FERTIRRIGAÇÃO – 820
8.4. EM CONDIÇÕES CONTROLADAS – 822
8.5. FERTIRRIGAÇÃO E CONDUTIVIDADE ELÉTRICA – 823
8.6. FERTIRRIGAÇÃO EM CULTURA RECIPIENTIZADA – 825
8.7. CONCENTRAÇÃO DE ENXOFRE EM SOLUÇÕES PARA CULTIVO RECIPIENTIZADO – 831
9. ADUBAÇÃO DA CULTURA DO TOMATE EM DIVERSOS PAÍSES NO TEMPO – 833
10. ADUBAÇÃO DA CULTURA TUTORADA EM CAMPO ABERTO – 835
11. ADUBAÇÃO NA CULTURA DE TOMATE RASTEIRO OU INDUSTRIAL – 843
12. CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE A ADUBAÇÃO DA CULTURA DO TOMATE – 847

30. ADUBAÇÃO DO TOMATEIRO EM CULTIVO PROTEGIDO – 855
1. SISTEMA DE CULTIVO PROTEGIDO OU FECHADO – 857
2. SISTEMA DE CULTIVO PROTEGIDO DIRETAMENTE NO SOLO – 861
3. SISTEMA DE CULTIVO RECIPIENTIZADO COM SUBSTRATO – 863
3.1. VANTAGENS DO CULTIVO RECIPIENTIZADO – 863
3.2. A SOLUÇÃO NUTRITIVA DO CULTIVO RECIPIENTIZADO – 865
3.3. CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DA SOLUÇÃO – 866
3.4. PROPORÇÃO CATIÔNICA – 867
3.5. FATORES QUE INFLUEM – 869
4. SUBSTRATO AGRÍCOLA PARA O CULTIVO DE TOMATE – 871
4.1. REÚSO DO SUBSTRATO – 872
4.2. CRESCIMENTO RADICULAR NOS SUBSTRATOS – 872
5. SISTEMA DE CULTIVO SEM SOLO SUBIRRIGADO – 875
6. SISTEMA HIDROPÔNICO PARA O CULTIVO DO TOMATE – 877
6.1. O QUE É – 877
6.2. MANEJO DA HIDROPONIA – 879
6.3. SOLUÇÃO NUTRITIVA DA CULTURA HIDROPÔNICA DE TOMATE – 880
6.4. RECIRCULAÇÃO DA SOLUÇÃO – 884
6.5. MÉTODO PULSE – 886
7. SISTEMA AEROPÔNICO – 889
8. ESTUFA TOTALMENTE FECHADA OU VEDADA E SEMI-FECHADA – 891

31. ADUBAÇÃO ORGÂNICA – 893

32. ADUBAÇÃO FOLIAR – 901

33. SALINIDADE – 905
1. O QUE É SALINIDADE – 907
2. INÍCIO DO ESTRESSE SALINO NO TOMATEIRO – 913
3. EFEITO DA SALINIDADE SOBRE O TOMATEIRO – 915
4. TOLERÂNCIA SALINA DO TOMATEIRO – 921
5. SALINIDADE E QUALIDADE DOS TOMATES – 925
6. SALINIDADE NO AMBIENTE RADICULAR – 929
7. A SALINIDADE NO DESENVOLVIMENTO INICIAL DO TOMATEIRO – 935
8. TOMATEIRO SOB ALTA SALINIDADE – 939
9. NUTRIENTES X SALINIDADE – 949
10. IRRIGAÇÃO X SALINIDADE – 955
11. ALCALINIDADE – 957
12. PRÁTICAS PARA A REDUÇÃO DOS EFEITOS DA SALINIDADE – 959

34. RESPOSTA DO TOMATEIRO AO ESTRESSE – 963
1. FERIMENTO MECÂNICO INDUZIDO – 965
2. POLIAMINAS – 969
3. ESTRESSE OXIDATIVO – 971
4. CULTIVO INTERCALAR – 975

35. REFERÊNCIAS – 977

36. APÊNDICE – 1184

Autores: Keigo Minami e Simone da Costa Mello
Ano: 2017
Número de Páginas: 1188
Tamanho: 22 x 28,5 cm
Acabamento: Capa dura
ISBN: 978-85-7565-158-2
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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