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FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS
 
FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS     
  
Por: R$ 45,00 
 
 

   
   
   

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Descrição
Este livro apresenta, ao longo dos seus 11 capítulos, as principais características de um sistema de informações geográficas (SIG), respondendo, dessa forma, a várias questões, como: “o que é um SIG”, como ele surgiu”, “para que serve”, “que recursos (humanos e físicos) são necessários para operá-lo”, “qual é sua estrutura interna”, “como seu dados são armazenados no computador”, “que funções de análise espacial podem ser usadas e para que servem “, entre outras.
Depois de relatar o histórico do sistema, são analisadas várias definições, prosseguindo na caracterização do SIG como uma disciplina, e não apenas como uma ferramenta de software. É avaliado seu potencial de análise espacial e explorados todos os componentes essenciais à funcionalidade do SIG.
Ao longo do livro, são abordados vários temas, como: equipamentos de entrada e saída dos dados espaciais; sistemas de referência mais usados em ambientes de SIG; modelos e estruturas de dados espaçais responsáveis pela definição da arquitetura desses sistemas; as variadas funções de análise de dados espaciais; operações de vizinhança, um dos princípios que mais se aplicam nos casos de estudo do comportamento do fenômeno espacial; método mais usados para interpolações de dados; avanços na análise espacial, como a análise multicritério e sua habilidade de manipular diversas alternativas em meio a uma seleção de critérios, e as teorias de probabilidade Bayesiana, Dempster-Shafer e de conjuntos difusos (fuzzy logic) para tratar com as incertezas, tanto nos dados como nos métodos usados.
Um capítulo foi dedicado a um dos produtos mais importantes de um SIG, o mapa temático, no qual são avaliados a mídia de apresentação, os quesitos básicos para sua apresentação e os procedimentos para comunicar os resultados de pesquisa na forma gráfica. O último capítulo apresenta o SIG no contexto da web. Nele, é analisado o protocolo de comunicação Internet, a forma como abordar a arquitetura de aplicação web, as condições atuais de mapas na web e os servidores de mapas disponíveis no mercado. Discorre ainda sobre sistemas proprietários e livres, e aponta alternativas de servidores de mapas para uso imediato.

CAPÍTULO 1
O QUE É UM SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS
1.1 Definindo um Sistema de Informações Geográficas – 19
1.1.1 Introdução - 19
1.1.2 Um breve histórico da evolução do SIG - 19
1.1.3 Definições e controvérsias - 23
1.1.4 O SIG como disciplina e seu potencial - 28
1.2 Componentes Básicos do Sistema de Informação Geográfica - 30
1.2.1 Componentes de informática - 31
1.2.2 Módulos de programas de aplicação - 32
1.2.3 Recursos humanos - 38

CAPÍTULO 2
EQUIPAMENTOS USADOS PARA ENTRADA E SAÍDA DE DADOS
2.1 Equipamentos de Entrada de Dados - 43
2.1.1 Introdução - 43
2.1.2 A mesa digitalizadora - 44
2.1.3 Rastreadores óticos (scanners) - 52
2.2 Equipamentos de Saída - 61
2.2.1 Introdução - 61
2.2.2 Monitores - 62
2.2.3 Impressoras - 65
2.2.4 Traçadores gráficos (plotters) - 68
2.3 Como Montar um Ambiente SIG - 71
2.3.1 Equipamentos e programas - 71
2.3.2 Como montar a base de dados no ambiente SIG - 73

CAPÍTULO 3
SISTEMAS DE REFERÊNCIA
3.1 Introdução - 77
3.2 Sistema de Coordenadas Planas - 77
3.3 O Sistema de Referência Espacial de Latitude-Longitude – 80
3.4 Sistemas de Projeções de Mapas - 83
3.5 A Projeção Universal Transversa de Mercator (UTM) - 90
3.6 Sistemas de Referência Específicos - 95
3.7 Necessidades do SIG em Relação a um Sistema de Referência - 97
3.8 Sistema de Posicionamento Global – Global Positioning System (GPS) - 99
3.9 Uso de Escalas - 105
3.10 O SIG e o Uso de Mapas - 111
3.11 Um Modelo Conceitual de SIG – 112

CAPÍTULO 4
MODELOS DE DADOS
4.1 Introdução - 115
4.2 Pontos, Linhas e Áreas - 120
4.3 Modelos de Representação Espacial - 124
4.3.1 Introdução - 124
4.3.2 Modelo de dado matricial - 124
4.3.3 Modelo vetorial - 131
4.3.4 Comparando os modelos matricial e vetorial – 138

CAPÍTULO 5
ESTRUTURAS DE DADOS ESPACIAIS
5.1 Introdução - 143
5.2 Estruturas de Dados para Modelos Matriciais - 144
5.2.1 Introdução - 144
5.2.2 Estruturas matriciais - 145
5.3 Estruturas de Dados para Modelos Vetoriais - 156
5.3.1 Introdução - 156
5.3.2 Estrutura spaghetti - 157
5.3.3 Estrutura topológica - 162
5.4 Conversão entre os Modelos Matricial e Vetorial - 167
5.5 Representação de Superfícies - 169
5.5.1 Estrutura de grade regular - 170
5.5.2 Estrutura vetorial - 171
5.6 Qualidade de Dados e Erros - 176
5.6.1 Erros que são independentes do processamento do SIG (erros extrínsecos) - 180
5.6.2 Erros introduzidos no processamento de dados do SIG (erros intrínsecos) - 181
5.6.3 Erros nos métodos usados para coletar dados (erros extrínsecos) - 182
5.6.4 Exatidão e precisão – 184

CAPÍTULO 6
FUNÇÕES FUNDAMENTAIS DE ANÁLISE
6.1 Introdução - 187
6.2 Reclassificação - 190
6.2.1 Reclassificação no ambiente matricial - 190
6.2.2 Reclassificação no ambiente vetorial - 193
6.3 Operações Pontuais - 199
6.3.1 Introdução - 199
6.3.2 A operação de sobreposição - 200
6.4 Álgebra de Mapas e Modelagem Cartográfica - 213
6.4.1 Tipos de modelos cartográficos - 216
6.4.2 Modelagem indutiva e dedutiva - 218
6.4.3 Fluxograma do modelo - 218
6.4.4 Considerações sobre os modelos – 221

CAPÍTULO 7
OPERAÇÕES DE VIZINHANÇA
7.1 Introdução - 225
7.2 Operações Espaciais - 225
7.3 Funções de Vizinhança - 229
7.3.1 Proximidade - 229
7.3.2 Dilatação - 234
7.3.3 Funções de espalhamento - 240
7.3.4 Funções de visibilidade - 245
7.3.5 Análise de rede - 247
7.4 Filtros - 252
7.4.1 Filtros de passa-baixa ou de suavização - 257
7.4.2 Filtros de passa-alta para detecção de bordas - 260
7.4.3 Filtros direcionais – 263

CAPÍTULO 8
INTERPOLAÇÃO
8.1 Estatística Clássica e Espacial - 265
8.2 O que é Interpolação - 265
8.3 Rede Amostral Densa e Esparsa - 270
8.4 Superfícies Representadas - 270
8.5 Coleta de Dados - 271
8.6 Transformação Ponto-Área - 273
8.7 Estimativa de Ponto - 273
8.7.1 Polígonos - 275
8.7.2 Triangulação - 280
8.7.3 Média da amostra local - 284
8.7.4 O método do inverso da distância - 285
8.8 Método de Krige - 287
8.9 Modelo Numérico de Terreno (MNT) - 296
8.10 A Rede Triangular Irregular — Triangulated Irregular Network (TIN) - 302
8.11 Vizinhança do Ponto Estimado – 304

CAPÍTULO 9
AVANÇOS NA ANÁLISE ESPACIAL
9.1 Introdução - 307
9.2 Combinação Linear Ponderada - 308
9.3 A Lógica Difusa - 310
9.4 Análise Multicritério - 316
9.5 Modelos de Probabilidade Bayesiana - 325
9.5.1 Teoria Bayesiana - 325
9.5.2 Pesos de evidência - 337
9.5.3 Teoria de Dempster-Shafer – 340

CAPÍTULO 10
SAÍDAS
10.1 Introdução - 349
10.2 Mapa Temático - 349
10.3 Visualizando o Mapa Temático - 350
10.4 Desenhando o Mapa Temático - 354
10.5 Papel dos Símbolos no Mapa Temático - 356
10.6 Princípios de Desenho Gráfico – 360

CAPÍTULO 11
SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS E A WEB
11.1 Introdução - 367
11.2 Breve Histórico da Internet - 369
11.3 Arquitetura da Aplicação - 370
11.3.1 Definir o objetivo da página - 371
11.3.2 Modelo do servidor de mapas - 371
11.3.3 Interação com um banco de dados - 379
11.4 Condições Atuais de Mapas na Web - 381
11.5 Servidores de Mapas Disponíveis na Web - 388
11.5.1 Servidores de mapas proprietários - 388
11.5.2 Thread: comunicação cliente-servidor - 389
11.5.3 Servidores de mapas livres - 391
11.5.4 Visualizadores de mapas - 399
11.5.5 Instalação do servidor de mapas - 400
11.5.6 Mapas na Web: estáticos e dinâmicos - 400
11.5.7 Mapas na Web: em busca de um padrão - 401
11.6 Google Earth - 403
11.6.1 Introdução - 403
11.6.2 Keyhole Markup Language - 403
11.6.3 Google Earth - 405
11.7 Sig de Acesso Livre - 406
11.7.1 Introdução - 406
11.7.2 Software de código aberto - 406
11.7.3 Bibliotecas compartilhadas em C - 407
11.7.4 Aplicações em C - 407
11.7.5 Bibliotecas compartilhadas em Java - 408
11.7.6 Aplicações em Java – 409
REFERÊNCIAS - 411
ÍNDICE - 421

O QUE É UM SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS
CAPÍTULO 1 – O QUE É UM SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS
1.1 Definindo um Sistema de Informações Geográficas
1.1.1 Introdução
O conceito de um sistema de informações geográficas (SIG) evoluiu nos últimos anos. Seu objetivo não mudou, mas, observando as definições a seguir, nota-se que o contexto da definição foi mudado à medida que o uso destes sistemas evoluiu abrangendo diferentes campos de pesquisa. Burrough (1986), como muitos outros naquela década, definia SIG como um sistema (automatizado) de coleta, armazenamento, manipulação e saída de dados cartográficos. Esta definição tem grande influência de uma linguagem comum, quase jargão, da área de computação. Isto pode levar o leitor a pensar que um SIG só passou a existir com o advento do computador.
Tais sistemas já existiam bem antes do aparecimento do computador e do consequente desenvolvimento de sistemas computacionais. Os SIGs evoluíram a partir de séculos de produções de mapas e da compilação de registros geográficos. Os romanos foram os primeiros a empregar o conceito de registro de propriedades, no capitum registra – registro da terra. E em muitos países o termo cadastro designa o registro de mapas e propriedades (BERNHARDSEN, 1999).
A evolução do conceito de SIG se relaciona com as diferentes áreas de pesquisa que contribuíram
para o seu desenvolvimento como informática, que enfatiza a ferramenta banco de dados ou linguagem de programação; geografia, que o relacionam a mapas, e outros que ainda enfatizam aplicações como suporte à decisão. Nos próximos itens um breve histórico da evolução de SIG, suas definições e conseqüentes contradições e, por último, o surgimento do SIG como uma nova disciplina, vista como uma verdadeira ciência da informação, e seu potencial ainda não totalmente exaurido.
1.1.2 Um breve histórico da evolução do SIG
Na década de 80 houve um crescente interesse na manipulação da informação geográfica por computador. A informação geográfica se relaciona a locais específicos, possuindo um sistema de referência ou localização espacial através de um sistema de coordenadas. Este processo resultou no desenvolvimento e evolução de sistemas que ficaram conhecidos como SIG. Enfatiza-se que o uso das informações na forma digital (legível por computador) não representa fato novo, mas o uso do termo no dia-a-dia desenvolveu-se naquela década. O SIG não evoluiu de forma isolada, mas do esforço conjunto de outras tecnologias e áreas de aplicação. A tecnologia de SIG representa uma convergência entre diferentes disciplinas que têm a localização geográfica como seu objeto de estudo (MARTIN, 1996).


Autor: José Iguelmar Miranda
Ano: 2010 - 2ª edição
Número de Páginas: 433
Tamanho: 21 X 27 cm
Editora: Embrapa
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-7383-481-9
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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