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NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO DE EQÜINOS
R$ 323,00


  LIVROS TÉCNICOS >>> Engenharia de Alimentos
 
PÓS-COLHEITA DE FRUTAS E HORTALIÇAS: fisiologia e manuseio
 
PÓS-COLHEITA DE FRUTAS E HORTALIÇAS: fisiologia e manuseio     
  
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Descrição
Visando suprir a demanda crescente por literatura em língua portuguesa e especializada na área de Pós-Colheita, na atualidade um dos setores de destaque na horticultura brasileira, foi produzida esta 2ª edição, atualizada, ampliada e ilustrada com numerosas tabelas, figuras e fotos coloridas. A linguagem utilizada no texto é clara e a abordagem técnico-científica é bastante objetiva. Organizado em oito capítulos, enfoca as principais transformações fisiológicas e bioquímicas dos produtos hortícolas em seu ciclo vital, atividade respiratória e ação de fitorreguladores. Fatores do campo que influenciam a qualidade dos produtos na pós-colheita, higiene e aspectos fitossanitários. Principais tipos, materiais, usos, funções e características básicas das embalagens, aplicação de atmosfera modificada, meios de transporte, fatores de influência na qualidade do produto em trânsito, sistemas e condições ideais de transporte. Abordagem sobre os tipos, objetivos e sistemas de armazenamento. São descritos os principais sintomas de desordens fisiológicas, bem como os fatores causais e os meios de redução da incidência de sintomas. São relacionados os atributos e os índices de qualidade, suas transformações com o amadurecimento e o armazenamento, e as tecnologias disponíveis para a análise e a manutenção das características dos produtos ao longo da cadeia de comercialização, com aumento da vida útil.

É uma obra direcionada para estudantes de graduação, de pós-graduação, profissionais ligados à pesquisa, ensino e extensão na área de Ciências Agrárias, produtores de frutas e hortaliças e outros profissionais ligados ao agronegócio.

1. INTRODUÇÃO – 25

2. ASPECTOS FISIOLÓGICOS DO DESENVOLVIMENTO DE FRUTAS E DE HORTALIÇAS – 27
2.1. INTRODUÇÃO – 27
2.2. DEFINIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS FRUTOS – 28
2.2.1. Consistência do Pericarpo – 28
2.2.1.1. Frutos secos – 29
2.2.1.2. Frutos carnosos (frutas) – 30
2.2.2. Abertura para Liberação das Sementes – 31
2.2.3. Número de Ovários de Origem – 31
2.2.3.1. Frutos simples ou verdadeiros – 31
2.2.3.2. Frutos compostos – 32
2.2.4. Falsos Frutos ou Pseudofrutos – 32
2.2.5. Número de Sementes – 32
2.2.5.1. Partenocárpicos – 32
2.2.5.2. Mono, di e trispérmicos – 32
2.2.5.3. Polispérmicos – 32
2.2.6. Número de Carpelos do Ovário do Qual se Originaram – 32
2.2.6.1. Monocárpicos – 32
2.2.6.2. Apocárpicos – 32
2.2.6.3. Sincárpicos – 33
2.2.7. Produção de Etileno – 33
2.2.7.1. Frutos climatéricos – 33
2.2.7.2. Frutos não-climatéricos – 33
2.3. DEFINIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DAS HORTALIÇAS – 33
2.3.1. Partes Aéreas – 34
2.3.2. Partes Subterrâneas – 34
2.3.3. Frutos – 35
2.3.4. Outras Classificações – 35
2.4. CICLO VITAL DOS FRUTOS – 35
2.4.1. Fertilização e Formação dos Tecidos – 38
2.4.2. Crescimento – 42
2.4.2.1. Estrutura básica dos tecidos – 43
2.4.2.2. Disponibilidade de energia – 46
2.4.2.3. Padrões de crescimento – 47
2.4.3. Maturação e Amadurecimento – 48
2.4.3.1. Mecanismos reguladores – 51
2.4.3.2. Principais transformações químicas – 54
2.4.4. Senescência e Morte Celular – 66
2.4.4.1. Senescência em folhas e em frutos – 67
2.4.4.2. Mecanismos reguladores – 69
2.4.4.3. Morte celular – 71
2.5. ATIVIDADE RESPIRATÓRIA – 73
2.5.1. Respiração Aeróbica – 74
2.5.2. Respiração Anaeróbica – 76
2.5.3. Padrões de Atividade Respiratória em Frutos – 77
2.5.3.1. Frutos climatéricos – 78
2.5.3.2. Frutos não-climatéricos – 78
2.5.4. Respiração em Hortaliças – 82
2.5.5. Climatério Respiratório - Vias Metabólicas – 83
2.5.5.1. Glicólise – 85
2.5.5.2. Via oxidativa das pentoses-fosfato ou hexoses-monofosfato (HMP) – 86
2.5.5.3. Ciclo de Krebs – 87
2.5.5.4. Sistema de transporte de elétrons – 88
2.5.5.5. Mecanismos reguladores e interconversão entre as vias metabólicas – 90
2.5.6. Quociente Respiratório (Q.R.) – 92
2.5.7. Fatores de Influência na Respiração – 93
2.5.7.1. Tipo e parte do vegetal – 94
2.5.7.2. Superfície do produto – 94
2.5.7.3. Relação área superficial/volume – 95
2.5.7.4. Estádio de desenvolvimento à colheita e composição química – 96
2.5.7.5. Produção de etileno – 97
2.5.7.6. Temperatura – 98
2.5.7.7. Concentração de gases (O2 e CO2) – 101
2.5.7.8. Umidade Relativa – 105
2.5.7.9. Danos mecânicos – 106
2.5.8. Efeitos da Respiração – 107
2.6. FITORMÔNIOS – 107
2.6.1. Etileno – 108
2.6.1.1. Biossíntese – 110
2.6.1.2. Inibidores/antagonistas – 113
2.6.1.3. Fatores de influência na biossíntese – 116
2.6.1.4. Modo de ação e papel no amadurecimento de frutos – 117
2.6.1.5. Etileno e abscisão – 122
2.6.1.6. Interação com outros fitormônios – 124
2.6.2. Auxinas – 126
2.6.3. Citocininas – 130
2.6.3.1. Modo de ação – 131
2.6.3.2. Regulação da concentração – 132
2.6.4. Ácido Abscíssico – 133
2.6.5. Giberelinas – 135
2.6.6. Outros Mecanismos Reguladores – 137
2.6.6.1. Aminas bioativas – 137
2.6.6.2. Cálcio – 142
2.7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E LITERATURA CONSULTADA – 144

3. PERDAS PÓS-COLHEITA – 151
3.1. INTRODUÇÃO – 151
3.2. MAGNITUDE DAS PERDAS DE ALIMENTOS – 152
3.3. AVALIAÇÃO DAS PERDAS – 158
3.3.1. Avaliação – 158
3.3.2. Medição – 158
3.3.3. Estimativa – 158
3.3.4. Conceituações e Terminologias – 160
3.4. Tipos de Perdas e Fatores Causais – 164
3.4.1. Perda Quantitativa – 164
3.4.2. Perda Qualitativa – 164
3.4.3. Perda Nutricional – 164
3.4.4. Causas Primárias – 166
3.4.4.1. Perdas fisiológicas – 169
3.4.4.2. Perdas fitopatológicas – 174
3.4.4.3. Perdas por danos mecânicos – 177
3.4.4.4. Fatores biológicos – 181
3.4.5. Causas Secundárias das Perdas Pós-Colheita – 181
3.4.6. Interação entre Causas Primárias e Secundárias de Perdas – 182
3.4.7. Fatores Não-Técnicos de Perdas – 183
3.5. LOCAIS DE PERDAS – 187
3.5.1. Colheita e Central de Embalagem – 188
3.5.2. Transporte – 189
3.5.3. Armazenamento – 190
3.5.4. Comercialização – 190
3.6. MEIOS PARA REDUÇÃO E CONTROLE DAS PERDAS – 191
3.6.1. Programas Educacionais – 192
3.6.2. Meios Físicos e Químicos de Controle das Perdas – 194
3.6.2.1. Pré-colheita e colheita – 195
3.6.2.2. Embalagem e transporte – 196
3.6.2.3. Armazenamento – 197
3.6.2.4. Comercialização – 197
3.7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E LITERATURA CONSULTADA – 198

4. FATORES PRÉ-COLHEITA E COLHEITA – 203
4.1. INTRODUÇÃO – 203
4.2. INTERAÇÃO ENTRE OS FATORES PRÉ-COLHEITA E A QUALIDADE DO PRODUTO – 203
4.2.1. Fatores Intrínsecos do Produto – 204
4.2.2. Fatores Extrínsecos ao Produto – 205
4.3. PRÁTICAS CULTURAIS – 210
4.3.1. Época de Plantio e Espaçamento – 210
4.3.2. Seleção de Cultivares – 211
4.3.2.1. Temperatura – 212
4.3.2.2. Atmosfera controlada – 212
4.3.3. Melhoramento Genético – 213
4.3.4. Fertilização – 215
4.3.4.1. Macronutrientes – 218
4.3.4.2. Micronutrientes – 228
4.3.5. Agricultura Orgânica – 233
4.3.6. Irrigação – 234
4.3.7. Poda e Raleio – 235
4.3.8. Aspectos Fitossanitários – 236
4.3.9. Uso Comercial de Reguladores do Crescimento – 238
4.3.9.1. Produtores e retardadores do etileno – 240
4.3.9.2. Ácido abscíssico (ABA) – 241
4.3.9.3. Auxinas – 241
4.3.9.4. Giberelinas – 242
4.3.9.5. Citocininas e poliaminas – 244
4.3.9.6. Retardadores do crescimento – 245
4.4. FATORES AMBIENTAIS – 246
4.4.1. Temperatura e Umidade Relativa – 248
4.4.2. Luminosidade – 250
4.4.3. Vento, Chuva e Geada – 251
4.4.4. Outros Fatores – 252
4.5. FATORES DA COLHEITA E DO MANUSEIO – 253
4.5.1. Tipos de Colheita – 254
4.5.1.1. Colheita manual – 254
4.5.1.2. Colheita mecanizada – 257
4.5.1.3. Sistema semimecanizado – 258
4.5.2. Cuidados no Manuseio – 258
4.5.3. Transformações Fisiológicas e Bioquímicas Resultantes da Colheita – 261
4.5.3.1. Suprimento de água – 261
4.5.3.2. Atmosfera interna do produto e respiração – 262
4.5.4. Maturidade à Colheita – 263
4.5.5. Índices de Maturidade – 266
4.5.5.1. Determinação da maturidade – 267
4.5.5.2. Métodos de observação prática – 270
4.5.5.3. Avaliações físicas – 273
4.5.5.4. Métodos químicos e físico-químicos – 274
4.5.5.5. Ponto ideal de colheita de algumas frutas – 276
4.5.5.6. Ponto ideal de colheita de algumas hortaliças – 280
4.6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E LITERATURA CONSULTADA – 282

5. EMBALAGEM E TRANSPORTE – 289
5.1. INTRODUÇÃO – 289
5.2. FUNÇÕES E REQUISITOS DAS EMBALAGENS – 290
5.2.1. Proteção Contra Danos Mecânicos – 292
5.2.1.1. Impacto – 293
5.2.1.2. Compressão – 294
5.2.1.3. Vibrações e abrasões – 294
5.2.2. Proteção Contra Fatores Ambientais – 295
5.3. MATERIAIS DE EMBALAGEM – 296
5.3.1. Madeira – 296
5.3.2. Celulose – 297
5.3.2.1. Papel e cartão – 298
5.3.2.2. Papelão ondulado – 298
5.3.3. Polímeros Sintéticos – 299
5.3.3.1. Polietileno de baixa densidade (PEBD) – 301
5.3.3.2. Polietileno de baixa densidade linear (PEBDL) – 301
5.3.3.3. Polietileno de alta densidade (PEAD) – 301
5.3.3.4. Polipropileno (PP) – 302
5.3.3.5. Polibutileno – 302
5.3.3.6. Policloreto de vinila (PVC) – 302
5.3.3.7. Poliestireno (PS) – 302
5.3.3.8. Copolímeros etileno e acetato de vinila (EVA) – 302
5.3.3.9. Ionômero – 302
5.4. EMBALAGENS CONVENCIONAIS – 304
5.4.1. Caixas – 305
5.4.1.1. Caixas de madeira – 306
5.4.1.2. Caixas de papelão ondulado – 309
5.4.1.3. Caixas plásticas – 313
5.4.2. Embalagens Flexíveis – 315
5.4.2.1. Fibras têxteis – 315
5.4.2.2. Papel – 316
5.5. EMBALAGENS ATIVAS OU INTELIGENTES – 316
5.5.1. Embalagem com Atmosfera Modificada (MAP) – 318
5.5.1.1. Usos – 319
5.5.1.2. Tipos de sistemas – 322
5.5.1.3. Tipos de filmes e seleção da embalagem – 326
5.5.1.4. Fatores de influência – 329
5.5.1.5. Vantagens e desvantagens no uso – 336
5.5.2. Filmes e Revestimentos Comestíveis – 338
5.5.2.1. Finalidade e vantagens do uso – 339
5.5.2.2. Tipos de polímeros – 340
5.5.2.3. Propriedades dos filmes e revestimentos – 350
5.5.2.4. Adição de substâncias químicas – 352
5.6. CENTRAIS DE EMBALAGEM – 354
5.6.1. Principais Operações – 354
5.6.1.1. Recepção, pré-resfriamento e seleção do produto – 355
5.6.1.2. Limpeza, lavagem e sanificação – 357
5.6.1.3. Operações especiais e seleção final – 358
5.6.1.4. Embalagem e rotulagem – 359
5.6.1.5. Empilhamento e paletização – 362
5.6.1.6. Resfriamento das cargas paletizadas – 365
5.7. PADRONIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO SOBRE EMBALAGENS – 365
5.7.1. Padronização de Embalagens – 365
5.7.2. Padronização dos Paletes e das Unidades de Carga – 367
5.7.3. Legislação – 369
5.8. SISTEMAS DE TRANSPORTE – 371
5.8.1. Vias de Transporte – 371
5.8.1.1. Terrestre – 371
5.8.1.2. Marítimo/fluvial – 372
5.8.1.3. Aéreo – 373
5.8.2. Qualidade do Produto em Trânsito – 374
5.8.2.1. Manuseio – 375
5.8.2.2. Compatibilidade da Carga – 376
5.8.3. Condições Ideais para o Transporte – 378
5.8.3.1. Transporte refrigerado – 379
5.8.3.2. Tipos de contêineres – 382
5.8.3.3. Cuidados especiais e monitoramento – 383
5.9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E LITERATURA CONSULTADA – 385

6. ARMAZENAMENTO – 393
6.1. INTRODUÇÃO – 393
6.2. OBJETIVOS E DURAÇÃO DO ARMAZENAMENTO – 393
6.3. ARMAZENAMENTO REFRIGERADO – 395
6.3.1. Princípio de Funcionamento do Sistema – 396
6.3.2. Seleção do Sistema – 397
6.3.3. Manutenção – 398
6.3.4. Controle da Temperatura – 399
6.3.4.1. Pré-resfriamento – 399
6.3.4.2. Câmara de armazenamento – 404
6.3.5. Controle da Umidade Relativa (UR) – 412
6.3.5.1. UR de equilíbrio – 414
6.3.5.2. Condensação – 415
6.3.5.3. Transpiração – 416
6.3.6. Circulação e Renovação de Ar – 417
6.3.7. Aspecto Econômico do Uso da Refrigeração – 417
6.4. CONTROLE E MODIFICAÇÃO DA ATMOSFERA – 418
6.4.1. Composição dos Gases – 420
6.4.2. Vedação da Câmara – 423
6.4.3. Instalação da Atmosfera – 423
6.4.4. Monitoramento e Controle da Concentração de Gases – 424
6.4.4.1. Eliminação do oxigênio – 425
6.4.4.2. Eliminação de gás carbônico – 427
6.4.4.3. Eliminação de etileno – 427
6.4.5. Utilização Comercial da Atmosfera Controlada – 428
6.4.6. Mecanismos de Ação e Efeitos da AC – 430
6.4.7. Metabolismo Respiratório e Etileno – 432
6.4.7.1. Concentração de oxigênio e de gás carbônico – 432
6.4.7.2. Etileno – 433
6.4.8. Fatores de Influência e Aplicações – 434
6.5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E LITERATURA CONSULTADA – 437

7. ESTRESSES E DESORDENS FISIOLÓGICAS – 443
7.1. INTRODUÇÃO – 443
7.2. SENSIBILIDADE DOS TECIDOS E FATORES CAUSAIS – 444
7.3. SINTOMAS – 447
7.4. FATORES NUTRICIONAIS E/OU CLIMÁTICOS – 448
7.4.1. Papel do Cálcio – 449
7.4.2. Outros Nutrientes – 449
7.4.3. Algumas Desordens Decorrentes de Fatores Nutricionais e/ou Climáticos – 450
7.4.3.1. Maçãs – 450
7.4.3.2. Frutos cítricos – 453
7.4.3.3. Mangas – 455
7.4.3.4. Abacates – 456
7.4.3.5. Tomates – 457
7.4.3.6. Batatas – 457
7.4.3.7. Produtos diversos – 458
7.5. TEMPERATURA – 459
7.5.1. Elevação da Temperatura – 459
7.5.1.1. Respostas fisiológicas e tipos de desordens – 460
7.5.1.2. Insolação – 461
7.5.1.3. Tratamentos com uso de calor – 463
7.5.2. Abaixamento da Temperatura – 463
7.5.2.1. Congelamento e super-resfriamento – 463
7.5.2.2. Resfriamento – 465
7.5.2.3. Sensibilidade dos tecidos vegetais e sintomas – 466
7.5.2.4. Mecanismos das respostas – 470
7.5.2.5. Meios de controle da desordem pelo frio – 475
7.5.3. Algumas Desordens pela Temperatura – 478
7.5.3.1. Desordens pelo calor – 478
7.5.3.2. Desordens pelo Frio (Chilling) – 479
7.6. UMIDADE – 486
7.6.1. Sintomas de Estresse por Déficit Hídrico – 487
7.6.2. Fatores de Influência na Sensibilidade ao Estresse – 488
7.6.3. Redução da Perda d’Água – 489
7.6.4. Desordens por Estresse Hídrico – 490
7.6.4.1. Frutos cítricos – 490
7.6.4.2. Outros produtos – 492
7.7. COMPOSIÇÃO DE GASES NA ATMOSFERA – 493
7.7.1. Concentração de Oxigênio – 494
7.7.2. Concentração de Dióxido de Carbono – 495
7.7.3. Etileno – 499
7.7.4. Desordens pela Composição da Atmosfera – 501
7.7.4.1. Baixa concentração de oxigênio – 501
7.7.4.2. Elevada concentração de dióxido de carbono – 502
7.7.4.3. Elevada concentração de etileno – 503
7.8. ESTRESSE POR DANOS MECÂNICOS – 504
7.8.1. Causas – 504
7.8.1.1. Fricção – 504
7.8.1.2. Impacto – 505
7.8.1.3. Compressão – 505
7.8.2. Respostas Fisiológicas e Bioquímicas dos Tecidos – 506
7.8.2.1. Respostas compartimentadas – 507
7.8.2.2. Cura do ferimento – 508
7.8.2.3. Desordens por danos mecânicos – 510
7.9. ESTRESSE PELO ATAQUE DE PATÓGENOS – 512
7.9.1. Elicitores das Respostas de Defesa – 513
7.9.2. Tipos de Resposta do Vegetal – 514
7.9.3. Barreiras Estruturais Naturais – 515
7.9.3.1. Cutícula, estômatos e tricomas – 515
7.9.3.2. Parede celular – 515
7.9.4. Barreiras Estruturais e Histológicas de Defesa – 515
7.9.4.1. Agregação citoplasmática, halos e papilas – 516
7.9.4.2. Lignificação – 516
7.9.4.3. Periderme de ferimento (material corticiforme) – 516
7.9.4.4. Camadas de abscisão, tiloses e géis – 517
7.9.5. Fatores Bioquímicos – 517
7.9.5.1. Compostos fenólicos – 518
7.9.5.2. Proteínas – 520
7.9.5.3. Fitoalexinas e fitormônios – 521
7.10. ESTRESSE POR RADIAÇÃO – 524
7.10.1. Radiação Luminosa – 524
7.10.2. Radiações Ultravioleta e Ionizante – 525
7.10.2.1. Formação de radicais livres – 526
7.10.2.2. Modificações estruturais e químicas – 527
7.10.2.3. Desordens fisiológicas – 528
7.11. ESTRESSE POR PRODUTOS QUÍMICOS – 528
7.12. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E LITERATURA CONSULTADA – 530

8. QUALIDADE PÓS-COLHEITA – 541
8.1. INTRODUÇÃO – 541
8.2. ATRIBUTOS DE QUALIDADE – 542
8.2.1. Aparência – 544
8.2.1.1. Tamanho e forma – 544
8.2.1.2. Peso e gravidade específica – 546
8.2.1.3. Coloração – 546
8.2.1.4. Defeitos – 550
8.2.2. Textura – 552
8.2.3. “Flavor” (Sabor e Aroma) – 556
8.2.3.1. Doçura – 557
8.2.3.2. Acidez – 560
8.2.3.3. Adstringência – 562
8.2.3.4. Aroma – 564
8.2.4. Rendimento da Matéria-Prima – 569
8.2.4.1. Proporção entre as partes componentes – 569
8.2.4.2. Volume do suco e número de sementes – 570
8.2.4.3. Índice tecnológico (IT) – 570
8.3. VALORES NUTRICIONAL E MULTIFUNCIONAL – 571
8.3.1. Valor Nutricional – 571
8.3.1.1. Vitaminas – 572
8.3.1.2. Minerais – 579
8.3.1.3. Carboidratos – 583
8.3.1.4. Outros compostos – 583
8.3.2. Valor Multifuncional – 585
8.3.2.1. Mecanismos oxidativos – 586
8.3.2.2. Espécies de radicais reativos – 586
8.3.2.3. Ação dos antioxidantes – 589
8.3.2.4. Fontes de antioxidantes – 595
8.3.2.5. Fibras – 595
8.3.2.6. Oligoelementos – 596
8.4. SEGURANÇA NO USO DE FRUTAS E HORTALIÇAS – 598
8.4.1. Contaminação Microbiana – 600
8.4.1.1. Fontes de contaminação – 604
8.4.1.2. Toxinas microbianas – 607
8.4.2. Toxinas Vegetais e Outros Compostos – 609
8.4.2.1. Glicosídeos – 610
8.4.2.2. Toxinas de cogumelos – 610
8.4.2.3. Nitratos e nitritos – 610
8.4.2.4. Selênio – 611
8.4.2.5. Alcalóides e fitoalexinas – 612
8.4.2.6. Inibidores de proteases – 612
8.4.3. Resíduos de Defensivos Agrícolas – 612
8.4.3.1. Carência e tolerância – 613
8.4.3.2. Exames toxicológicos – 613
8.4.3.3. Tipos de defensivos – 614
8.4.3.4. Aspectos legais – 615
8.5. FATORES DE INFLUÊNCIA NA QUALIDADE – 618
8.5.1. Fatores da Pré-Colheita e Colheita – 619
8.5.2. Fatores Pós-Colheita – 619
8.5.2.1. Uso comercial do etileno – 622
8.5.2.2. Uso de 1 - MCP como inibidor do etileno – 629
8.5.2.3. Uso de fitorreguladores – 632
8.5.2.4. Temperatura – 637
8.5.2.5. Umidade Relativa (UR) – 643
8.5.2.6. Concentração de gases na atmosfera – 644
8.5.2.7. Irradiação – 652
8.6. AVALIAÇÃO DA QUALIDADE – 655
8.6.1. Métodos Subjetivos – 656
8.6.1.1. Testes orientados ao consumidor – 657
8.6.1.2. Testes orientados ao produto – 658
8.6.2. Métodos Objetivos – 659
8.6.3. Critérios para Seleção das Metodologias Analíticas – 659
8.6.3.1. Métodos físicos – 660
8.6.3.2. Métodos químicos e bioquímicos – 667
8.6.3.3. Métodos microbiológicos – 668
8.6.3.4. Bioensaios – 669
8.6.4. Avaliação das Características Físicas dos Produtos Hortícolas – 671
8.6.4.1. Tamanho, peso e forma – 671
8.6.4.2. Defeitos – 672
8.6.4.3. Coloração e brilho – 673
8.6.4.4. Textura e perda de massa – 678
8.6.5. Avaliação das Características Físico-Químicas e Químicas – 679
8.6.5.1. pH e acidez – 680
8.6.5.2. Sólidos solúveis (SS) e relação SS/ATT – 681
8.6.5.3. Açúcares e substâncias pécticas – 682
8.6.5.4. Compostos voláteis – 683
8.6.5.5. Vitamina C – 684
8.6.5.6. Pigmentos – 684
8.6.5.7. Compostos fenólicos – 684
8.6.5.8. Respiração e etileno – 685
8.6.6. Características Bioquímicas – 685
8.6.6.1. Enzimas – 686
8.6.6.2. Intermediários metabólicos – 693
8.7. PADRONIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO – 695
8.7.1. Padronização – 697
8.7.1.1. Padrões internacionais – 698
8.7.1.2. Padrões nacionais – 699
8.7.2. Classificação – 699
8.7.3. Vantagens da Padronização e da Classificação – 703
8.7.4. Código de Preços (PLU) – 703
8.8. SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE – 704
8.8.1. Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) – 707
8.8.1.1. Alguns conceitos básicos – 708
8.8.1.2. Elaboração do plano APPCC – 709
8.8.1.3. Princípios básicos – 710
8.8.2. Sistemas de Produção Integrada – 713
8.8.2.1. Desenvolvimento da Produção Integrada (PI) – 714
8.8.2.2. Medidas para implantação – 714
8.8.2.3. Certificação do produto – 716
8.8.2.4. Algumas terminologias especiais utilizadas – 717
8.8.3. Barreiras Sanitárias e Tratamentos Quarentenários – 718
8.8.3.1. Fumigação – 720
8.8.3.2. Tratamentos térmicos – 720
8.8.3.3. Atmosfera controlada – 722
8.8.3.4. Tratamentos combinados – 723
8.8.3.5. Irradiação – 723
8.8.4. Controle de Microrganismos – 724
8.8.4.1. Uso de métodos combinados – 725
8.8.4.2. Uso do frio – 726
8.8.4.3. Uso de calor – 726
8.8.4.4. Modificação da atmosfera (MA) – 728
8.8.4.5. Irradiação – 729
8.8.4.6. Controle biológico em pós-colheita – 732
8.8.4.7. Uso de produtos naturais e outros – 733
8.8.5. Controle de Microrganismos Patogênicos ao Homem – 734
8.9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E LITERATURA CONSULTADA – 734

FOTOS – 735

Autores: Maria Isabel Fernandes Chitarra e Adimilson Bosco Chitarra
Ano: 2005
Número de Páginas: 783
Tamanho: 18 x 26 cm
Editora: Ufla
Acabamento: Brochura
ISBN: 85-87692-27-5
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Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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