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TÉCNICAS CIRÚRGICAS EM GRANDES ANIMAIS
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DA ROCHA AO SOLO: ENFOQUE AMBIENTAL
 
DA ROCHA AO SOLO: ENFOQUE AMBIENTAL     
  
Por: R$95,00 
 
 

   
   
   

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Descrição
Este livro é reflexo de muitas décadas de estudos objetivando fazer a ligação funcional e prática entre rochas, solos e ambientes (principalmente tropicais). Os registros aqui feitos englobam diferentes contextos e têm ampla abrangência territorial no Brasil.

Os critérios petrológicos, por si sós, não servem à Pedologia. Os critérios acessórios à classificação petrológica podem ser essenciais à Pedologia; por exemplo, do calcário interessam mais as impurezas, pois o calcário puro não origina solo, mas dissolve-se; assim, não se sabe se um Latossolo foi originado de ardósia ou de calcário; a impureza do calcário é essencialmente pelítica, como a ardósia; basalto e tufito originam solos praticamente indistinguíveis; da mesma forma que o gnaisse leucocrático e granodiorito ou granito.

Para a Pedologia acessórios petrológicos, como apatita e magnetita, têm muita importância; as impurezas do calcário é que na realidade constituem o material de origem do solo.

Em muitos casos a natureza geral do material de origem tem que ser avaliada a partir do solo: o material de origem pode não estar mais presente; e pode muito bem acontecer de o que está não ser igual ao que originou o solo acima, daí ser praticamente impossível saber-se que rocha deu origem ao solo: pode-se inferir apenas a natureza geral dela, como gnaisse inferido pela estruturas do horizonte Cr, e leucocrático ou mesocrático pela coloração mais ou menos avermelhada do solo ou mesmo de forma generalizada, o grau de mistura, como nos solos influenciados simultaneamente por basalto e arenito.

Mesmo com essa incerteza muitas vezes a respeito do material de origem, é inegável a importância da rocha de origem; ele dá informações sobre o potencial de fornecer alguns nutrientes, por exemplo, teor total de fósforo, de ferro; indicações sobre elementos traços e, em algumas circunstâncias, até sobre alguns minerais na fração argila: é o caso da illita (um mineral detrítico) e da maghemita; e, mais diretamente, sobre os das frações mais grosseiras. Apesar disso não se deve superestimar a contribuição do material de origem: a rocha de origem é apenas um dos fatores de formação do solo. As características do solo não dependem apenas da rocha de origem. Uma rocha rica, como basalto, pode dar origem a solos álicos, independentemente da idade (geomorfologia). Assim, mesmo em território brasileiro, onde não há extremos climáticos, pode-se detectar, por exemplo, casos de franco domínio das condições bioclimáticas sobre as características do solo. No Planalto Meridional, onde as baixas temperaturas acentuam a lixiviação emrelação à intemperização, os solos desenvolvidos de basalto tendem a ser rasos e pobres em nutrientes.

Dependendo da natureza do solo formado, as rochas são aqui grupadas para fins pedológicos e ambientais; nesse agrupamento partiu-se do solo para a rocha. Premiou-se, por esse critério, o produto final (solo). As diferenças entre os atributos das rochas são importantes, mas a convergência nos atributos-chave do solo como teor de ferro, fósforo total, teor de argila etc. têm prioridade.

Mas nesse agrupamento surge um problema: rochas bem distintas quanto a petrologia originam solos semelhantes, como basalto e tufito, gnaisse leucocrático e granito ou granodiorito etc. Assim, para preservar as valiosas informações petrológicas e enfatizar o critério de premiar a natureza dos solos usou-se as expressões pedogranítica, pedomáfica, pedopelítica etc... que talvez possa ser lida como, no caso da pedomáfica, como rocha que origina solos como se máfica fosse e assim por diante.

Dessa forma, acredita-se que este livro venha a preencher uma enorme lacuna integrando rochas, solos e ambientes no Brasil. Destina-se, principalmente, a estudantes de graduação e pós-graduação, seus professores e pesquisadores, como base para a compreensão do comportamento integrado destes sistemas, tanto em seu estado natural como alterado.

Da Rocha ao Solo tem enfoque ambiental por enfatizar os recursos água e nutrientes. É quase sempre difícil saber qual foi o material de origem do solo; à semelhança do grau de contribuição do psamito e do basalto na terra roxa, com diferentes graus de mistura, infere-se o material de origem a partir do solo.

A rocha de origem dá informações sobre o potencial de fornecer alguns nutrientes, por exemplo, teor total de fósforo, de ferro; indicações sobre elementos traços e, em algumas circunstâncias, até sobre alguns minerais na fração argila: é o caso da illita (um mineral detrítico) e, talvez, da maghemita; e, mais diretamente, sobre os das frações mais grosseiras. No entanto, uma rocha rica (basalto) pode originar solos ácidos e pobres em nutrientes disponíveis. No Planalto Meridional, as baixas temperaturas aumentam a relação lixiviação/intemperismo e os solos, mesmo desenvolvidos de basalto, tendem a ser rasos e pobres em nutrientes.

Rochas bem distintas como basalto e tufito, gnaisse leucocrático e granito ou granodiorito etc. podem originar solos semelhantes; é impossível, por ora, distinguir um Latossolo originado de calcário ou de ardósia do Grupo Bambuí: o solo de calcário é formado do resíduo pelítico após a remoção do carbonato. Assim, para preservar as valiosas informações petrológicas e enfatizar o critério de premiar a natureza dos solos usaram-se as expressões pedogranítica, pedomáfica, pedopelítica etc... que talvez possa ser lida como, no caso da pedomáfica, rocha que origina solos como se máfica fosse e assim por diante.

Dependendo da natureza do solo formado, as rochas são aqui grupadas para fins pedológicos e ambientais; nesse agrupamento partiu-se do solo para a rocha. Premiou-se, por esse critério, o produto final (solo). As diferenças entre os atributos das rochas são importantes, mas a convergência nos atributos-chave do solo como teor de ferro, fósforo total, teor de argila etc. têm prioridade.

É provável que no futuro se venha a definir melhor essas classes em termos de melhor quantificação dos critérios definidores dessas "pedorrochas"... Assim, esse livro é apenas um esforço inicial onde há muito que melhorar.

Capítulo 1 – Introdução – 13
1.1 Referências – 20

Capítulo 2 - Terra e tempo geológico – 23
2.1 A terra em mudanças – 24
2.2 Camadas da terra – 25
2.3 Origem dos continentes e mares – 27
2.4 Contribuição de novas técnicas – 29
2.5 Tempo geológico – 38
2.6 Referências – 45

Capítulo 3 - América do Sul e Brasil – 51
3.1 História geológica – Paleozoico – 51
3.2 História geológica – Mesozoico – 61
3.3 História geológica – Cenozoico – 66
3.4 Fundamentos geológicos do Brasil – 72
3.4.1 A estrutura geológica – 72
3.4.2 Pré-Cambriano brasileiro – 76
3.4.3 Correlação – 78
3.5 Referências – 79

Capítulo 4 - Mudanças climáticas – 83
4.1 Referências – 94

Capítulo 5 - Minerais, rochas e seu ciclo – 97
5.1 Minerais – 97
5.2 Rochas – 106
5.2.1 Do argilito ao granito – 107
5.2.2 Rochas ígneas – 110
5.2.3 Rochas sedimentares – 114
5.2.4 Rochas metamórficas – 117
5.2.5 Distinção entre rochas ígneas, sedimentares e metamórficas – 117
5.2.6 Ciclo das rochas – 119
5.2.7 Intemperismo – 121
5.2.8 Fácies metamórfico – 122
5.2.9 Composição, textura e estrutura – 123
5.2.10 Relações rocha-solo: algumas generalizações – 127
5.3 Referências – 135

Capítulo 6 - Rochas: Pedologia e ambiente
6.1 Blocos de Whiteside – 139
6.2 Critérios pedológicos – 140
6.2.1 Rochas pedograníticas (Gl) – 145
6.2.2 Rochas pedomáficas (G2) – 147
6.2.3 Rochas pedopelíticas (G3) – 150
6.2.4 Rochas pedopsamíticas (G4) – 153
6.2.5 Rochas pedoferruginosas (G5) – 161
6.2.6 Rochas pedocalcárias (G6) – 164
6.2.7 Depósitos aluviais (G7) – 181
6.2.8 Rochas pedognáissicas (G8) – 184
6.2.9 Rochas pedopsefíticas (G9) – 186
6.2.10 Depósitos orgânicos (G10) – 189
6.3 Referências – 193

Capítulo 7 - Pedogênese e erosão
7.1 Referências – 210

Capítulo 8 - Radiação, água e nutrientes
8.1 Radiação – 214
8.2 Água – 218
8.3 Nutrientes – 239
8.3.1 Um pouco de história – 242
8.3.2 O fator tempo – 245
8.3.3 Minerais e indicadores – 248
8.4 A atuação do bioclima – 265
8.5 estrutura da rocha – 272
8.6 Referências – 274

Capítulo 9 - Paisagens: Cortes e sequências
9.1 O que sobrou após intensa erosão – 277
9.2 Macroformas – 280
9.3 Rocha-Solo: substrato, tempo, nutrientes, vegetação – 283
9.4 Cortes e achegas – 287
9.4 Referências – 314

Capítulo 10 - Questões e cálculos
10.1 Material de origem e qualidade do solo – 317
10.2 Grupo das pedomáficas (G2) – 320
10.3 Grupo das pedopelíticas (G3) – 323
10.4 Rochas pedocalcárias (G6) – 330
10.5 Grupo depósitos aluviais (G7) – 341
10.6 Grupo de rochas pedognáissicas (G8) – 345
10.7 Depósitos orgânicos – 347
10.8 Rochas semelhantes e solos diferentes – 349
10.9 Argila ao granito – 353
10.10 Rocha: uma fase do ciclo dos minerais – 378
10.11 Transformação de rochas pedopelíticas – 383
10.12 Teor de Fe no solo: modelo e conseqüências – 399
10.13 Referências – 404

Capítulo 11 - Perguntas para reflexão – 409


Autores: Mauro Resende, Nilton Curi, Sérvulo Batista Rezende e Sérgio Henrique Godinho Silva
Ano: 2019
Número de Páginas: 512
Tamanho: 17 x 24 cm
Editora: UFLA
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-8127-090-6
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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