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CONJUNTO PROMOCIONAL - MISTURAS DE TANQUE DE PRODUTOS FITOSSANITÁRIOS + FUNGICIDAS PROTETORES + ADJUVANTES AGRÍCOLAS
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CONJUNTO PROMOCIONAL - MISTURAS DE TANQUE DE PRODUTOS FITOSSANITÁRIOS + FUNGICIDAS PROTETORES + ADJUVANTES AGRÍCOLAS
 
CONJUNTO PROMOCIONAL - MISTURAS DE TANQUE DE PRODUTOS FITOSSANITÁRIOS + FUNGICIDAS PROTETORES + ADJUVANTES AGRÍCOLAS     
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Descrição
MISTURAS DE TANQUE DE PRODUTOS FITOSSANITÁRIOS: teoria e prática

A mistura de tanque ocorre, muito frequentemente, naquelas culturas que demandam uma grande quantidade de fungicidas e inseticidas para a proteção da folhagem. Junto com as vantagens indiscutíveis que apresentam em termos de economia e praticidade no campo, as misturas também apresentam uma série de incovenientes.

Com frequência, os produtos fitossanitários, ao serem misturados, reagem entre si e neutralizam-se, resultando em compostos de menor eficácia e persistência. Em outras situações, essas reações podem originar produtos fitotóxicos, que causam injúrias às plantas. Por isso, as misturas devem ser realizadas com muita precaução e cuidado. Há necessidade de se seguir exatamente as recomendações do fabricante para o uso dos produtos, expressas no rótulo e nos folhetos técnicos.

Existem também, atualmente, procedimentos rotineiros para diminuir os problemas que poderão surgir nas misturas de tanque. Os mais importantes são: o teste prévio de compatibilidade física dos produtos, a ordem de colocação das formulações dos produtos no pulverizador e a medição do pH da água e da calda.

É um assunto que vai demandar ainda muita pesquisa e a busca permanente de informação para o usuário final ou para quem recomenda a mistura de tanque. Como um País essencialmente agrícola, já era tempo de termos as misturas de tanque regulamentadas pelos órgãos oficiais do Governo Federal. Até que isso aconteça, a informação necessita chegar ao campo, sem qualquer isenção política ou filosófica, apenas fundamentada em argumentos técnicos.

Esse é o objetivo maior deste livro, cujo título é Mistura de Tanque de Produtos Fitossanitários: Teoria e Prática. São dez capítulos inéditos sobre este assunto complexo, distribuídos em uma sequência estratégica das misturas de tanque.

Dessa forma, temos: a proteção de plantas; a mistura de tanque e a sustentabilidade agrícola; a importância da água nas misturas de produtos fitossanitários; as interações físico-químicas e biológicas das misturas de tanque; as formulações de produtos fitossanitários para a mistura de tanque; adjuvantes agrícolas para mistura de tanque; mistura de tanque de herbicidas; mistura de tanque de fungicidas, mistura de adubos foliares e produtos fitossanitários, legislação regulatória brasileira e tecnologia de aplicação para as misturas de tanque.

Capítulo 1 - A Proteção de plantas, a mistura de tanque e a sustentabilidade agrícola – 1
1. Introdução – 1
2. Crescimento populacional, produção agrícola e suprimento de alimentos – 2
2.1. Tendências e cenários da agricultura mundial – 2
2.2. O impacto destrutivo das pragas, plantas invasoras e doenças de plantas nos sistemas agrícolas – 5
3. Proteção de plantas, agricultura moderna e sustentabilidade – 6
4. A proteção de plantas e as misturas de tanque – 8
5. Análise econômica das misturas de tanque – 8
5.1. Análise de custo da mistura em tanque na cultura de tomate – 9
6. Conclusões – 10
Referências Bibliográficas – 13

Capítulo 2 - A importância da água nas misturas de tanque – 15
1. Introdução – 15
2. Características desejáveis da água para a aplicação de produtos fitossanitário – 15
2.1. Pureza – 15
2.2. Temperatura – 16
2.3. O pH da água (concentração de íons de hidrogênio) – 16
2.4. A água e as soluções – 17
2.5. A água e as suspensões – 18
2.6. Dureza da água – 18
3. Influência da água dura na qualidade da calda da mistura de tanque – 19
3.1. Influência nas formulações – 20
3.2. Influência nos ingredientes ativos – 20
3.3. Volume de água – 20
3.4. Padrões de formulações para dureza da água – 20
4. Correção da dureza da água – 21
4.1. Quelatizantes – 21
5. A importância do pH da água e das caldas de pulverização na eficácia da mistura de tanque – 22
5.1. Influência na estabilidade do ingrediente ativo – 23
5.2. Influência no nível de dissociação do ingrediente ativo – 24
5.3. Influência na estabilidade das caldas – 24
5.4. Correção do pH da calda das misturas de tanque – 24
6. Conclusões – 25
Referências Bibliográficas – 27

Capítulo 3 - Formulações de produtos fitossanitários para mistura de tanque – 29
1. Introdução – 29
2. Formulações: conceitos e aplicações – 29
2.1. Principais componentes de uma formulação – 30
3. Principais tipos de formulação – 31
3.1. Classificação das formulações quanto à forma de uso – 31
3.1.1. Formulações para aplicar sem diluição ou de pronto uso – 32
3.1.1.1. Granulados (G, GB ou GR) – 32
3.1.1.2. Pó seco (DP) – 32
3.2. Formulações para pré-mistura ou para diluição em água – 33
3.2.1. Pó molhável (WP) – 33
3.2.2. Pó solúvel (PS) – 34
3.2.3. Concentrado para emulsão (EC) – 34
3.2.4. Emulsão (óleo em água) (EW) – 35
3.2.5. Emulsão de água em óleo (EO) – 35
3.2.6. Suspensão concentrada (SC) – 35
3.2.7. Suspensão/emulsão (SE) – 36
3.2.8. Suspensão de encapasulado (CS) – 36
3.2.9. Granulado solúvel em água (SG) – 36
3.3. Qualidades de uma formulação para a mistura de tanque – 36
4. Desenvolvimento de formulações de produtos fitossanitários para mistura de tanque – 37
4.1. Viabilidade comercial de formulações para mistura de tanque – 39
5. Desenvolvimento de novas tecnologias de formulações – 39
6. Conclusões – 42
Referências Bibliográficas – 43

Capítulo 4 - Interações físico-químicas e biológicas de misturas de produtos fitossanitários – 45
1. Introdução – 45
2. Universo químico dos produtos fitossanitários – 45
2.1. Universo químico dos adjuvantes e adubos foliares – 46
3. Aspectos gerais das interações físico-químicas e biológicas de produtos fitossanitários – 47
3.1. Estabilidade química das misturas de tanque – 48
3.1.1. Influência da alcalinidade – 48
3.1.2. Influência da acidez – 48
3.1.3. Reações com a água ou hidrólise (qualidade da água) – 49
3.1.4. Importância do pH no preparo da mistura de tanque – 50
3.2. Estabilidade física das misturas de tanque – 52
3.2.1. Compatibilidade de produtos fitossanitários – 52
3.2.2. Como diminuir os problemas de compatibilidade física na mistura de tanque? – 57
3.2.3. Teste prático de compatibilidade – 57
4. A prática da mistura de tanque: utilização racional de produtos fitossanitários – 58
5. Efeito das misturas de tanque de produtos fitossanitários – 59
5.1. Efeito aditivo – 60
5.2. Efeito sinérgico – 61
5.3. Efeito antagônico – 61
6. Estabilidade biológica dos produtos fitossanitários – 63
6.1. Seletividade e fitotoxidade de produtos fitossanitários – 63
7. Conclusões – 65
Referências Bibliográficas – 67

Capítulo 5 - Adjuvantes agrícolas para misturas de tanque – 69
1. Introdução – 69
2. Utilização de adjuvantes na agricultura – 69
2.1. Papel e função dos adjuvantes agrícolas – 70
2.2. Fatores agronômicos e o uso de adjuvantes agrícolas – 71
2.3. Principais vantagens da utilização de adjuvantes – 72
2.4. Principais desvantagens da utilização de adjuvantes – 72
3. Fatores que influenciam na eficácia dos adjuvantes na mistura de tanque – 73
3.1. Formulação universal – 73
3.2. Qualidade da água – 73
3.3. Volumes de pulverização – 74
3.4. Cultura, condições climáticas e tecnologia de aplicação – 74
4. Classificação funcional dos adjuvantes – 75
4.1. Funcionalidade dos adjuvantes e seus efeitos na mistura de tanque – 77
5. Propriedades físico-químicas dos adjuvantes para mistura de tanque – 78
5.1. BHL (Balanço Hidrofílico - Lipofílico) – 79
5.2. Concentração micelar crítica (CMC) – 81
5.3. Estrutura química dos adjuvantes – 82
5.4. Tensão superficial e molhabilidade – 82
5.5. Ângulo de contato – 84
5.6. Forma física do depósito – 84
5.7. Solubilidade – 85
8. Conclusões – 85
Referências Bibliográficas – 87

Capítulo 6 - Mistura de tanque de herbicidas – 89
1. Introdução – 89
2. Classificação geral dos herbicidas – 90
2.1. Quanto ao espectro de ação do produto – 90
2.2. Quanto à seletividade da cultura – 91
2.3. Quanto à época de aplicação – 92
2.4. Quanto à translocação na planta – 93
2.5. Quanto ao caráter iônico – 93
3. Classificação dos herbicidas segundo o mecanismo de ação – 94
4. Propriedades físico-químicas dos herbicidas que influenciam na mistura de tanque – 97
4.1. Pressão de vapor – 97
4.2. Solubilidade em água – 97
4.3. Constante de Henry – 97
4.4. Constante de dissociação eletrolítica – 98
4.5. Coeficiente de partição octanol/água – 98
5. Dinâmica de preparo da calda de mistura de tanque de herbicidas – 98
5.1. Qualidade da água (ver mais detalhes no Capítulo 2 – 98
5.1.1. Compostos em suspensão – 98
5.1.2. Dureza da água – 99
5.1.3. Potencial hidrogeniônico (pH) – 99
5.2. Formulação (Mais detalhes ver no Capítulo 4) – 100
5.3. Adjuvantes agrícolas – 100
5.4. Incompatibilidade física entre herbicidas – 101
6. Principais efeitos da mistura de tanque de herbicidas – 101
6.1. A mistura de tanque de herbicidas no manejo da resistência a plantas daninhas – 103
7. Principais misturas de tanque utilizados no Brasil – 104
7.1. Mistura de tanque de herbicidas na cultura da soja – 104
7.2. Mistura de tanque de herbicidas na cultura do milho – 107
7.3. Mistura de tanque de herbicidas na cultura do algodão – 108
8. Conclusões – 112
Referências Bibliográficas – 113

Capítulo 7 - Mistura de tanque de fungicidas – 119
1. Introdução – 119
2. Classificação moderna dos fungicidas – 120
2.1. Fungicidas protetores de contato – 121
2.2. Fungicidas protetores erradicantes – 122
2.3. Fungicidas sistêmicos – 123
2.4. Fungicidas penetrantes – 123
2.5. Fungicidas mesostêmicos – 124
3. Situação das misturas de produtos fitossanitários no Brasil – 124
3.1. Importância da mistura em tanque de fungicidas – 124
3.1.1. Fungicidas agrícolas registrados em 2012 – 125
3.1.2. Misturas prontas de fungicidas registrados no Brasil – 125
3.1.3. Importância da mistura em tanque no manejo de doenças – 126
4. Seletividade e fitotoxidade de misturas de fungicidas – 128
5. Principais tipos de incompatibilidade de misturas de tanque de fungicidas – 131
6. Conclusões – 133
Referências Bibliográficas – 135

Capítulo 8 - Mistura de tanque de adubos foliares e produtos fitossanitários – 139
1. Introdução – 139
2. A importância da adubação foliar – 140
2.1. Fatores que influenciam na absorção de nutrientes nas plantas – 140
2.1.1. Fatores inerentes às folhas – 141
2.1.2. Fatores inerentes aos nutrientes – 142
2.1.3. Preparo das soluções de nutrientes – 143
2.1.4. Agentes protetores – 145
2.1.5. Agentes umectantes e molhantes – 145
2.1.6. pH da solução – 145
2.1.7. Fatores externos – 146
2.2. Modos e época da aplicação da adubação foliar – 146
3. A utilização de quelatos na fertilização com micronutrientes – 147
3.1. A importância dos quelatos de micronutrientes – 147
3.2. Principais tipos de quelatos – 147
3.3. Principais vantagens da utilização de nutrientes quelatizados – 150
4. Interações físico-químicas entre nutrientes e produtos fitossanitários – 150
5. Principais problemas em misturas de tanque de adubos foliares e produtos fitossanitários – 152
5.1. Preparo de caldas complexas para pulverização – 154
6. Mistura de tanque de adubos foliares com produtos fitossanitários – 156
6.1. Misturas de fungicidas e adubos foliares visando ao controle de doenças – 156
6.2. Misturas de fungicidas e adubos foliares visando ao controle de doenças do cafeeiro – 158
6.3. Misturas de adubos foliares e inseticidas – 159
6.4. Misturas de adubos foliares e herbicidas – 160
7. Conclusões – 160
Referências Bibliográficas – 163

Capítulo 9 - Legislação regulatória brasileira e misturas de tanque – 165
1. Introdução – 165
2. Por que a agricultura precisa da mistura de tanque? – 165
3. Situação das misturas de tanque em outros países agrícolas – 166
3.1. Mistura de tanque na Austrália – 166
3.2. Misturas de tanque no Canadá – 167
3.3. Misturas de tanque na Inglaterra – 167
3.4. Mistura de tanque nos Estados Unidos – 168
3.5. Situação da mistura de tanque no Brasil – 168
4. Legislação brasileira sobre misturas de tanque – 169
4.1. Situação atual da mistura de tanque no Brasil – 169
5. Uso de misturas de tanque de agrotóxicos e avaliação da exposição – 170
6. Análise técnico-funcional da mistura de tanque no Brasil – 171
6.1. Ações da comunidade científica para a regulamentação da mistura de tanque – 171
7. Conclusões – 173
Referências Bibliográficas – 175

Capítulo 10 - Tecnologia de aplicação para misturas de tanque – 177
1. Introdução – 177
2. Importância da tecnologia de aplicação para as misturas de tanque – 177
3. Qualidade de aplicação de produtos fitossanitários para a mistura de tanque – 179
3.1. A pulverização - o fator limitante para a eficácia das misturas de tanque – 179
3.2. O processo de aplicação de uma mistura de tanque – 180
4. Qualidade da tecnologia de aplicação de misturas de inseticidas e fungicidas – 183
4.1. Momento de aplicação (timing) – 184
4.2. Cobertura do alvo biológico – 184
4.2.1. A Importância da densidade e do diâmetro de gotas – 185
4.2.1.1. Diâmetro das gotas (Qualidade da cobertura) – 187
4.2.1.2. Volume de calda, densidade das gotas e cobertura dos alvos – 188
4.2.1.3. Amostragem e observação de gotas – 192
4.3. Uso da dosagem correta – 193
4.4. Segurança das aplicações – 194
5. Influência das condições ambiente no momento das aplicações – 194
5.1. Temperatura e umidade relativa do ar – 194
5.2. Influência do vento – 196
6. Tecnologia de aplicação de misturas de tanque e o uso de adjuvantes – 196
7. Conclusões – 198
Referências Bibliográficas – 201

Palavra Final – 205

Autor: Luís Antônio Siqueira de Azevedo
Ano: 2015
Número de Páginas: 230
Tamanho: 18 x 24 cm
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-9020-868-6


FUNGICIDAS PROTETORES: fundamentos para o uso racional

A proteção de plantas com fungicidas protetores é uma arte que precisa de pesquisa, conhecimento, competência e bom senso. Os fungicidas protetores além de desempenhar o seu papel no manejo de doenças de plantas, contribuem de forma estratégica para minimizar os problemas de resistência de fungos fitopatogênicos em culturas extensivas como é o caso da soja.

A necessidade de se escrever um livro de proteção de plantas com fungicidas protetores está basicamente ligada a algumas razões: utilização inadequada dos produtos na maioria das situações de controle, fornecimento de informações atualizadas sobre o desenvolvimento de novas moléculas, lacuna na fortuna crítica existente em âmbito nacional, explicação da performance e do comportamento desses produtos nas situações locais de controle, enfoque da importância deste método de controle no manejo integrado de doenças e o de contribuir para a criação de uma cultura que assegure o uso racional e seguro de fungicidas na proteção de plantas.

Levando-se em consideração que o processo de desenvolvimento dos fungicidas é longo, extremamente rigoroso, minucioso e cumpre uma série de ensaios e de requisitos teóricos e práticos, era de se esperar que os problemas no campo ocorressem em menor escala. Tem-se observado que, em inúmeras situações de controle, o comportamento biológico de alguns produtos não confirma as características e os benefícios contidos nas recomendações de uso. No caso dos fungicidas protetores, isso pode ser observado principalmente no período residual, compatibilidade e tenacidade. Na verdade, a explicação mais lógica que encontro para isso, vem de que todo o processo de desenvolvimento de um fungicida nunca termina, porque a multiplicidade e a complexidade de situações de controle, que um composto vai enfrentar ao longo da vida comercial são muito difíceis de serem simuladas pela pesquisa do fabricante.

A segunda edição deste livro foi escrita tendo como cenário agronômico a entrada dos fungicidas protetores no mercado de soja, especificamente dos ditiocarbamatos e cúpricos para minimizar os problemas de resistência de fungos resistentes aos fungicidas sistêmicos utilizados na cultura. A utilização dos fungicidas protetores com estratégia antirresistência é, sem dúvida, a principal forma de enfrentar esse problema, em uma cultura de importância econômica como a soja. Esse é mais um exemplo de tecnologia inovadora brasileira no manejo de doenças destrutivas, como é o caso da ferrugem asiática. São 12 capítulos apresentados em uma seqüência didática com assuntos de interesse teórico e prático dentro do universo de utilização dos fungicidas protetores para o manejo de doenças. Minha intenção não é apresentar mais um livro de fungicidas para a proteção de plantas, mas abordar este assunto num quadro mais empírico, voltado ao manejo desses produtos, especialmente os fungicidas protetores, quando aplicados às plantas, de forma mais abrangente, sempre enfatizando o uso racional desses produtos.

CAPÍTULO 1 - PROTEÇÃO DE PLANTAS COM FUNGICIDAS, O IMPACTO DESTRUTIVO DAS DOENÇAS DE PLANTAS E A SUSTENTABILIDADE AGRÍCOLA
1. Introdução – 1
2. Crescimento populacional, produção agrícola e suprimento de alimentos – 2
2.1. Tendências e cenários da agricultura mundial – 3
3. O impacto destrutivo das doenças de plantas nos sistemas agrícolas – 6
4. Proteção de plantas com fungicidas, agricultura moderna e sustentabilidade – 8
4.1. Por que ainda precisamos de fungicidas na agricultura? – 10
5. Proteção de plantas com fungicidas ou controle químico de doenças? – 12
6. Conclusões – 13
Referências Bibliográficas – 15

CAPÍTULO 2 - FUNDAMENTOS E CONCEITOS GERAIS DOS FUNGICIDAS
1. Conceitos gerais dos fungicidas – 17
1.1. Isomeria química dos fungicidas – 18
1.2. Função de um fungicida – 20
1.3. Fungitoxidade e especificidade de um composto químico – 21
1.4. Formas de ação do fungicida – 23
2. Energia química dos fungicidas – 25
2.1. Introdução – 25
2.2. Hipótese e fundamentação teórica – 25
2.2.1. Fundamentação prática da teoria no campo – 25
2.3. Conceito de energia química de fungicida – 26
2.4. Fatores que influenciam a energia de um fungicida – 26
2.5. Energia química de fungicidas sistêmicos e fungicidas protetores – 27
3. Conclusões – 27
Referências Bibliográficas – 29

CAPÍTULO 3 - CLASSIFICAÇÃO DOS FUNGICIDAS AGRÍCOLAS
1. Introdução – 31
2. Aspectos gerais da classificação de fungicidas – 32
3. Fungicidas protetores de contato – 32
3.1. Fungicidas protetores erradicantes – 34
3.2. Seletividade e fitotoxidade de fungicidas protetores – 35
3.3. Fatores que condicionam a escolha do fungicida protetor para o controle de doenças – 37
4. Fungicidas curativos – 38
5. Nova classificação dos fungicidas – 39
5.1. Fungicidas penetrantes – 40
5.2. Fungicidas mesostêmicos – 41
6. Comparação entre fungicidas protetores e fungicidas sistêmicos – 41
7. Classificação dos fungicidas protetores de acordo com a estrutura química – 42
7.1. Fungicidas protetores inorgânicos (primeira geração de produtos) – 42
7.2. Fungicidas protetores orgânicos (segunda geração de produtos) – 42
7.3. Classificação de fungicidas proposta pelo FRAC (Fungicide Resistance Committee) baseada no modo de ação (MOA) – 43
8. Conclusões – 43
Referências Bibliográficas – 45

CAPÍTULO 4 - PRINCIPAIS TIPOS DE TRATAMENTO COM FUNGICIDAS
1. Introdução – 47
2. Principais tipos de tratamento com fungicidas – 48
2.1. Tratamento de sementes – 48
2.2. Tratamento de frutos pós-colheita – 50
2.2.1. Controle químico de fungos em pós-colheita – 51
2.3. Tratamento do solo com fungicidas – 55
2.4. Tratamento da parte aérea das plantas – 56
2.4.1. Deposição dos fungicidas sobre as folhas – 56
2.4.1.1. Redistribuição dos fungicidas – 60
2.4.2. Cobertura – 63
2.4.3. Tenacidade – 63
2.4.4. Movimentação dos fungicidas – 65
2.4.5. Penetração do fungicida dentro do fungo – 66
3. Mecanismos de ação dos fungicidas – 67
3.1. Alteração do metabolismo – 68
3.2. Desorganização da estrutura celular – 70
4. Conclusões – 71
Referências Bibliográficas – 73

CAPÍTULO 5 - EVOLUÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE FUNGICIDAS AGRÍCOLAS
1. Introdução – 75
2. Análise do processo de pesquisa de compostos químicos – 76
3. Desenvolvimento de novos fungicidas protetores – 76
4. Desenvolvimento da proteção de plantas com fungicidas – 79
4.1. Histórico de surgimento dos fungicidas – 79
4.2. Análise da evolução dos grupos químicos de fungicidas – 86
4.3. Evolução da proteção química de doenças de plantas – 87
4.4. Análise da evolução dos grupos químicos de fungicidas protetores – 89
5. Problemas atuais no uso de fungicidas – 91
6. Conclusões – 92
Referências Bibliográficas – 93

CAPÍTULO 6 - FUNGICIDAS PROTETORES INORGÂNICOS
1. Introdução – 95
2. Fungicidas derivados do enxofre – 95
2.1. Enxofres molháveis – 96
2.1.1. Usos na agricultura – 97
2.1.2. Fitotoxidade – 97
2.1.3. Propriedades químicas e físicas – 97
2.1.4. Formulações de enxofres molháveis – 98
2.2. Calda Sulfocálcica – 100
2.2.1. O conceito fertiprotetor e fitoprotetor da calda sulfocálcica – 100
2.2.2. Química da calda sulfocálcica – 101
2.2.3. Preparo da calda sulfocálcica – 102
2.2.4. Modo de ação da calda sulfocálcica – 103
2.2.5. Fitotoxidade – 104
2.2.6. Usos na agricultura – 105
3. Fungicidas derivados do cobre (Cúpricos) – 105
3.1. Introdução – 105
3.2. A descoberta dos fungicidas cúpricos – 106
3.3. Mecanismo de ação no fungo – 106
3.4. Principais fungicidas cúpricos – 107
3.4.1. Calda Bordalesa – 107
3.4.2. Calda Viçosa – 112
3.4.3. Compostos fixos de cobre – 113
3.4.3.1. Considerações sobre diferentes sais de cobre – 114
3.4.3.2. Principais formulações de compostos fixos de cobre – 117
3.4.3.2.1. Sulfato básico de cobre – 117
3.4.3.2.2. Oxicloreto de cobre – 118
3.4.3.2.3. Óxido cuproso – 119
3.4.3.2.4. Hidróxido de cobre – 120
4. Uso de fungicidas cúpricos na cultura do café – 122
5. Conclusões – 123
Referências Bibliográficas – 125

CAPÍTULO 7 - FUNGICIDAS PROTETORES ORGÂNICOS
1. Introdução – 127
2. Fungicidas ditiocarbamatos – 128
2.1. Introdução – 128
2.2. Classificação dos fungicidas ditiocarbamatos – 128
2.2.1. Bissulfitos de tetrametiltiuram – 129
2.2.2. Dimetilditiocarbamatos metálicos – 131
2.2.3. Etilenobisditiocarbamatos metálicos (EDBCS) – 132
2.2.3.1. Histórico – 132
2.2.4. Metilditiocarbamato (MDCS) – 138
2.2.5. Toxicidade dos ditiocarbamatos – 138
2.2.6. Mecanismo de ação dos ditiocarbamatos – 138
2.2.7. Misturas de ditiocarbamatos – 139
3. Fungicidas derivados das ftalimidas (Nitrogenados Heterocíclicos) – 140
3.1. Captana – 141
3.2. Folpet – 142
4. Fungicidas Aromáticos (Dinitrofenóis) – 142
4.1. Dinocap – 143
4.2. Dowcide – 143
4.3. Bifenil (Difenil) – 144
4.4. Pentaclorofenol – 144
4.5. PCNB (Quintozene) – 144
5. Fungicidas derivados das ftalonitrilas – 145
5.1. Clorotalonil – 145
6. Fungicidas derivados da guanidina – 147
6.1. Dodina – 147
6.2. Guazatine – 148
6.3. Iminoctadine – 148
7. Fungicidas derivados do estanho (organoestânicos) – 149
7.1. Trifenil-hidróxido de estanho – 149
7.2. Trifenilacetato de estanho – 149
8. Fungicidas derivados das carboximidas – 150
9. Fungicidas derivados do grupo químico das piridinaminas – 151
9.1. Fluazinam – 151
10. Fungicidas derivados das sulfamidas (anilinas) – 152
10.1. Tolifluanid – 152
11. Fungicidas derivados do grupo químico das fenilureias – 152
11.1. Pencicuron – 152
12. Fungicidas derivados das quinoxalina – 153
12.1. Quinometionato – 153
13. Fungicidas derivados da benzamina – 153
13.1. Zoxamide – 153
14. Fungicidas derivados das anilinopirimidinas – 153
14.1. Características do grupo – 154
14.2. Principais representantes do grupo – 154
15. Fungicidas do grupo fenipirrol – 155
15.1. Características do grupo – 155
15.2. Fungicidas representantes do grupo – 156
16. Fungicidas derivados das triazinas – 157
17. Fungicidas derivados da quinona – 157
17.1. Característica do grupo – 157
17.2. Principais representantes do grupo – 158
18. Conclusões – 158
Referências Bibliográficas – 159

CAPÍTULO 8 - FUNGICIDAS PROTETORES BIOLÓGICOS
1. Introdução – 161
2. Definições e conceitos de produtos biológicos – 162
3. O mercado de produtos biológicos no Brasil – 163
4. A legislação para utilização de produtos biológicos na agricultura – 163
5. Fungicidas derivados de agentes biológicos – 164
5.1. Principais produtos biológicos utilizados na agricultura – 168
6. Conclusões – 172
Referências Bibliográficas – 175

CAPÍTULO 9 - RESISTÊNCIA DE FUNGOS FITOPATOGÊNICOS A FUNGICIDAS
1. Introdução – 177
2. Histórico – 177
3. Conceitos básicos e definições – 178
4. Mecanismos de resistência de fungos a fungicidas – 187
5. Fatores de risco para a redução da sensibilidade – 188
6. Estratégias para atrasar a ocorrência da redução da sensibilidade – 189
Referências Bibliográficas – 191

CAPÍTULO 10 - ADJUVANTES AGRÍCOLAS PARA FUNGICIDAS PROTETORES
1. Introdução – 193
2. Utilização de adjuvantes na agricultura – 194
2.1. Papel e função dos adjuvantes agrícolas – 194
2.2. Fatores agronômicos e o uso de adjuvantes agrícolas – 195
2.3. Principais vantagens da utilização de adjuvantes – 196
2.4. Principais desvantagens da utilização de adjuvantes – 196
3. Fatores que influenciam na eficácia de adjuvantes na mistura de tanque – 197
3.1. Formulação universal – 197
3.2. Qualidade da água – 197
3.3. Volume de pulverização – 197
3.4. Cultura, condições climáticas e tecnologia de aplicação – 198
4. Classificação funcional dos adjuvantes – 198
4.1. Funcionalidade dos adjuvantes e seus efeitos na mistura de tanque de fungicidas – 200
5. Propriedades físico-químicas dos adjuvantes para mistura de tanque com fungicidas – 201
5.1. BHL (Balanço Hidrofílico-lipofílico) – 201
5.2. Concentração micelar iônica (CMC) – 203
5.3. Estrutura química dos adjuvantes – 204
5.4. Tensão superficial e molhabilidade – 204
5.5. Ângulo de contato – 206
5.6. Forma física do depósito – 206
5.7. Solubilidade – 207
6. Conclusões – 207
Referências Bibliográficas – 209

CAPÍTULO 11 - MISTURA DE TANQUE DE FUNGICIDAS PROTETORES
1. Introdução – 211
2. Classificação moderna dos fungicidas – 212
3. Situação das misturas de tanque de produtos fitossanitários no Brasil – 213
3.1. Importância da mistura de tanque de fungicidas – 213
3.1.1. Fungicidas agrícolas registrados em 2016 – 214
3.1.2. Misturas prontas de fungicidas registradas no Brasil – 214
3.1.3. Importância da mistura em tanque no manejo de doenças – 215
4. Seletividade e fitotoxidade de misturas de fungicidas – 217
5. Principais tipos de incompatibilidade de misturas de tanque de fungicidas – 219
6. Conclusões – 221
Referências Bibliográficas – 223

CAPÍTULO 12 - TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO PARA FUNGICIDAS PROTETORES
1. Introdução – 225
2. Importância da tecnologia de aplicação para produtos fitossanitários – 225
3. Qualidade de aplicação de produtos fitossanitários – 227
3.1. A pulverização - o fator limitante para a eficácia dos fungicidas protetores – 227
3.2. O processo de aplicação de um fungicida protetor – 228
4. Qualidade da tecnologia de aplicação de fungicidas – 231
4.1. Momento de aplicação (timing) – 231
4.2. Cobertura do alvo biológico – 231
4.2.1. A Importância da densidade e do diâmetro de gotas – 232
4.2.1.1. Diâmetro das gotas (Qualidade da cobertura) – 234
4.2.1.2. Volume de calda, densidade das gotas e cobertura dos alvos – 234
4.2.1.3. Amostragem e observação de gotas – 238
4.3. Uso da dosagem correta – 239
4.4. Segurança das aplicações – 239
5. Influência das condições ambiente no momento das aplicações – 240
5.1. Temperatura e umidade relativa do ar – 240
5.2. Influência do vento – 241
6. Conclusões – 244
Referências Bibliográficas – 247

APÊNDICE
Glossário – 249

Autor: Luís Antônio Siqueira de Azevedo
Ano: 2017
Número de Páginas: 259
Tamanho: 18 x 24 cm
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-9020-869-3


ADJUVANTES AGRÍCOLAS PARA A PROTEÇÃO DE PLANTAS

Os adjuvantes são utilizados na proteção de plantas para aumentar a eficácia do produto, facilitar a mistura de tanque e minimizar possíveis problemas de aplicação. Trabalhos de campo e de laboratório realizados nos últimos dez anos por pesquisadores, empresas de agroquímicos e de adjuvantes resultaram em uma terminologia comum para as diversas funções desempenhadas por adjuvantes. As principais funções de um adjuvante são o de molhar, espalhar e penetrar mais os ingredientes ativos dos herbicidas, inseticidas e fungicidas. São comentados e analisados, neste livro, os fundamentos teóricos e práticos deste importante grupo de substâncias. Dentro do universo da proteção de plantas, constituem-se em um grupo de produtos cada vez mais estratégicos para diminuir os problemas de aplicação no campo. Diversos assuntos relacionados com este tema são apresentados em dez capítulos, de forma prática, didática e conceitual, compondo a estrutura deste volume. Para tal, são enfocadas a proteção de plantas e a sustentabilidade agrícola, o controle racional de pragas, plantas invasoras e doenças, a proteção de plantas e o uso de adjuvantes, a terminologia, fundamentos e as funções de um adjuvante, os tipos e a classificação de adjuvantes (surfactantes, tensoativos, óleos mineral e vegetal, sais inorgânicos), a utilização de adjuvantes para aplicação de herbicidas, inseticidas e fungicidas, as principais formulações e marcas comerciais de adjuvantes registrados no Brasil, a importância da água para a aplicação de adjuvantes e a tecnologia de aplicação de adjuvantes.

As informações técnicas sobre adjuvantes em nossa literatura são em número pequeno. Não existe um livro que reúna todo conteúdo sobre este assunto complexo dentro da proteção de plantas. Dessa forma, esperamos que as informações reunidas aqui contribuam para o entendimento, a decisão, a escolha adequada e a utilização dos adjuvantes nos programas de manejo de plantas invasoras, pragas e doenças de plantas.

CAPÍTULO 1 - A PROTEÇÃO DE PLANTAS E A SUSTENTABILIDADE AGRÍCOLA
1. Introdução – 1
2. Crescimento populacional, produção agrícola e suprimento de alimentos – 2
2.1. Tendências e cenários da agricultura mundial – 2
2.2. O impacto destrutivo das pragas, plantas invasoras e doenças de plantas nos sistemas agrícolas – 5
3. Proteção de plantas, agricultura moderna e sustentabilidade – 6
4. Conclusões – 7
Referências Bibliográficas – 9

CAPÍTULO 2 - A PROTEÇÃO DE PLANTAS E A UTILIZAÇÃO DE ADJUVANTES
1. Introdução – 11
2. Proteção de plantas e da agricultura – 12
2.1. Produção agrícola, o consumidor e a regulamentação – 12
3. O mercado de proteção plantas e de adjuvantes – 13
3.1. O mercado de adjuvantes nos países desenvolvidos e no Brasil – 13
3.2. Tendências de produtos – 14
3.3. Preços dos adjuvantes – 15
4. Utilização de adjuvantes na agricultura – 15
4.1. Papel e função dos adjuvantes – 16
4.2. Fatores agronômicos que levam ao interesse em adjuvantes – 17
4.3. Principais vantagens da utilização de adjuvantes – 18
4.4. Principais desvantagens da utilização de adjuvantes – 18
5. Perspectivas e o futuro do uso de adjuvantes – 18
Referências Bibliográficas – 21

CAPÍTULO 3 - TERMINOLOGIA, FUNDAMENTOS E FUNÇÕES DO USO DE ADJUVANTES
1. Introdução – 23
2. Histórico dos adjuvantes – 23
3. Terminologia do uso de adjuvantes – 25
3.1. ASTM (Sociedade Americana de Verificação e Materiais) – 25
3.2. Associação Europeia de Adjuvantes (EAA) – 25
3.3. Associação dos Produtores e Distribuidores de Produtos Químicos (CPDA) – 26
4. Fatores que influenciam na eficácia dos adjuvantes – 26
4.1. Formulação universal – 26
4.2. Qualidade da água – 26
4.3. Volumes de pulverização – 27
4.4. Cultura, condições climáticas e tecnologia de aplicação – 27
5. Classificação funcional dos adjuvantes – 28
5.1. Funcionalidade dos adjuvantes e seus efeitos – 29
Referências Bibliográficas – 31

CAPÍTULO 4 - TIPOS E CLASSIFICAÇÃO DE ADJUVANTES AGRÍCOLAS
1. Introdução – 33
2. Principais componentes químicos dos adjuvantes registrados no Brasil – 34
3. Classificação de adjuvantes agrícolas – 35
3.1. Classificação dos adjuvantes segundo as normas brasileiras – 35
3.2. Classificação dos adjuvantes segundo as normas da ASTM (Sociedade Americana de Verificação e Materiais) – 40
3.2.1. Adjuvantes de reforço biológico ou ativadores – 41
3.2.1.1. Agentes de ação de superfície/surfactantes – 42
3.2.2. Penetrante – 49
3.2.2.1. Óleos emulsionáveis – 49
3.2.2.1.1. Principais tipos de óleos – 50
3.2.2.1.2. Utilização de óleos emulsionáveis – 50
3.2.2.1.3. Concentrado de óleo agrícola (COC) - óleo mineral – 50
3.2.2.1.4. Propriedades físico-químicas dos óleos agrícolas – 52
3.2.2.1.5. Óleos vegetais, incluindo óleos vegetais quimicamente modificados – 55
3.2.3. Sais inorgânicos – 58
3.2.4. Misturas básicas – 59
3.2.5. Espalhadores – 60
3.2.6. Combinações de agentes de espalhamento e de adesão – 60
3.2.7. Adjuvantes de retenção e adesão – 61
3.2.8. Agente molhante – 62
3.2.8.1. Umectante – 62
3.2.9. Agente de redução da evaporação – 62
3.3. Adjuvantes utilitários – 62
3.3.1. Auxiliares de deposição – 63
3.3.2. Agentes de controle da deriva – 63
3.3.3. Agentes acidificantes e de tampão – 66
3.3.4. Agentes de compatibilidade – 67
3.3.5. Desespumantes e antiespumantes – 68
3.3.6. Agente espumante – 69
3.3.7. Corantes – 70
3.3.8. Agentes mascarantes de odores ou desodorantes – 70
3.4. Atrativos – 71
3.5. Modificadores de herbicida – 71
3.5.1. Agentes de proteção – 72
Referências Bibliográficas – 73

CAPÍTULO 5 - UTILIZAÇÃO DE ADJUVANTES PARA APLICAÇÃO DE HERBICIDAS
1. Introdução – 75
2. Fatores biológicos críticos que afetam adjuvantes de herbicidas – 76
2.1. Tolerância de culturas – 76
2.2. Degradação biológica – 76
2.3. Toxidade para organismos aquáticos não alvo – 77
3. Mercado de herbicidas – 77
4. Padrões atuais de uso de herbicidas e de adjuvantes – 78
4.1. Fatores que afetam o desempenho do herbicida – 78
4.1.1. Tanque de pulverização – 79
4.1.1.1. Limpeza do tanque de pulverização – 79
4.1.1.2. Tamponamento e adição de acidificantes – 79
4.1.1.3. Compatibilidade – 80
4.1.1.4. Agentes condicionadores de água – 80
4.1.1.5. Antiespumante – 81
4.1.2. Deposição – 81
4.1.3. Atomização – 81
4.1.3.1. Deriva de pulverização – 81
4.1.3.2. Bicos e adjuvantes – 82
4.1.3.3. Fatores físicos da velocidade – 83
4.1.4. Retenção e penetração – 86
4.1.4.1. Reflexão – 87
4.1.4.2. Adesão – 88
4.1.4.3. Fatores biológicos e físicos que afetam a retenção e a penetração – 89
4.1.4.4. Composição da cutícula – 89
4.1.4.5. Translocação – 94
5. Adjuvantes e herbicidas pré-emergência – 94
5.1. Principais grupos de herbicidas – 95
5.1.1. Glifosato – 95
5.1.1.1. As formulações de glifosato e adjuvantes – 95
5.1.2. Herbicidas fenoxi – 100
5.1.3. Inibidores da ACCase – 101
5.1.4. Inibidores da ALS/AHAS – 101
5.1.5. Outros grupos – 104
6. Ativadores nitrogenados para uso com herbicidas – 104
6.1. Principais tipos de efeitos – 105
6.2. Principais compostos nitrogenados – 105
6.2.1. Alteração do pH de caldas – 106
6.2.1.1. Soluções nitrogenadas e pH – 106
Referências Bibliográficas – 107

CAPÍTULO 6 - UTILIZAÇÃO DE ADJUVANTES PARA APLICAÇÃO DE FUNGICIDAS
1. Introdução – 111
2. Classificação moderna dos fungicidas – 112
2.1. Fungicidas protetores de contato – 113
2.2. Fungicidas protetores erradicantes – 114
2.3. Fungicidas sistêmicos – 115
2.4. Fungicidas penetrantes – 115
2.5. Fungicidas mesostêmicos – 115
3. Modo de ação de fungicidas e influência do uso de adjuvantes – 116
3.1. Fungicidas protetores – 116
3.1.1. Deposição dos fungicidas sobre as folhas – 116
3.1.2. Retenção foliar – 118
3.1.3. Redistribuição dos fungicidas – 120
3.1.4. Cobertura – 121
3.2. Fungicidas sistêmicos – 123
3.2.1. Penetração – 124
3.2.2. Translocação – 128
3.2.3. Seletividade e fitotoxidade – 130
4. Utilização de adjuvantes com fungicidas para a ferrugem-da-soja – 132
5. Quantidade de resíduos – 138
6. Conclusões – 138
Referências Bibliográficas – 141

CAPÍTULO 7 - UTILIZAÇÃO DE ADJUVANTES PARA APLICAÇÃO DE INSETICIDAS
1. Introdução – 145
2. Uso de adjuvantes e inseticidas – 145
2.1. Efeito do adjuvante sobre a atividade biológica – 148
2.2. Adjuvantes utilitários e inseticidas – 151
2.2.1. Doses reduzidas – 152
2.2.2. Tolerância da cultura, insetos não alvo e outros possíveis efeitos – 152
2.2.3. Atrativos – 155
3. Reguladores de crescimento de plantas – 156
3.1. Mercado de reguladores de crescimento de plantas (RCPs) – 156
3.2. Adjuvantes e RCPs – 157
4. Biopesticidas – 158
4.1. Mercado de biopesticidas – 158
4.2. Adjuvantes e biopesticidas – 159
4.2.1. Micoinsecticidas – 159
4.2.2. Micoherbicidas – 160
4.2.3. Micofungicidas – 160
Referências Bibliográficas – 163

CAPÍTULO 8 - PRINCIPAIS FORMULAÇÕES DE ADJUVANTES REGISTRADAS NO BRASIL
1. Introdução – 165
2. Desenvolvimento de formulações de adjuvantes e viabilidade comercial – 166
2.1. Adjuvantes e cossubstâncias – 166
2.2. Formulação universal de adjuvantes – 167
2.3. Desenvolvimento de novas tecnologias de formulação – 168
3. Regulamentação de adjuvantes – 171
3.1. Legislação brasileira sobre adjuvantes – 172
3.2. Qualidade e rotulagem do produto – 173
3.2.1. Adjuvantes: desvios do uso e marginalização do mercado – 174
4. Empresas fabricantes de adjuvantes – 174
4.1. Fabricantes Multinacionais – 174
4.2. Empresas de distribuição/formulação – 174
4.3. Empresas de defensivos agrícolas – 175
4.4. Organização da indústria – 175
5. Principais marcas comerciais de adjuvantes registradas no Brasil – 175
Referências Bibliográficas – 179

CAPÍTULO 9 - A IMPORTÂNCIA DA ÁGUA PARA A APLICAÇÃO DE ADJUVANTES
1. Introdução – 181
2. Propriedades físico-químicas básicas dos adjuvantes – 181
2.1. O pH (concentração de íons de hidrogênio) – 182
2.2. BHL (Balanço Hidrofílico - Lipofílico) – 183
2.3. Concentração micelar crítica (CMC) – 185
2.4. Estrutura química – 186
2.5. Carga iônica – 186
2.6. Tensão superficial e molhabilidade – 186
2.7. Ângulo de contato – 188
2.8. Forma física do depósito – 189
2.9. Solubilidade – 189
3. Características desejáveis da água para a aplicação de defensivos agrícolas – 189
3.1. Pureza – 189
3.2. Temperatura – 190
3.3. A água e as soluções – 190
3.4. A água e as suspensões – 190
3.5. Dureza da água – 191
4. Influência da água dura na qualidade da calda de pulverização – 191
4.1. Influência nas formulações – 191
4.2. Influência nos ingredientes ativos – 192
4.3. Volume de água – 192
4.4. Padrões de formulações – 192
5. Correção da dureza da água – 192
5.1. Quelatizantes – 192
6. A importância do pH da água e das caldas de pulverização na eficácia dos defensivos agrícolas – 193
6.1. Influência na estabilidade do ingrediente ativo – 194
6.2. Influência no nível de dissociação do ingrediente ativo – 194
6.3. Influência na estabilidade das caldas – 195
6.4. Correção do pH das caldas – 195
Referências Bibliográficas – 197

CAPÍTULO 10 - TECNOLOGIA E QUALIDADE DE APLICAÇÃO DE ADJUVANTES
1. Introdução – 199
2. Importância e desenvolvimento da tecnologia de aplicação – 200
3. Qualidade de aplicação de defensivos agrícolas e adição de adjuvantes – 202
3.1. A pulverização - o fator limitante para eficácia dos defensivos agrícolas – 202
3.2. O processo de aplicação de um defensivo agrícola – 204
3.2.1. Fatores relacionados com a aplicação e uso de adjuvantes – 207
3.2.2. Condições ambientais, pulverização e aplicação – 208
4. Qualidade e tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas – 209
4.1. Momento de aplicação – 209
4.2. Cobertura do alvo biológico – 210
4.2.1. A Importância da densidade e diâmetro de gotas – 211
4.2.1.1. Diâmetro das gotas (Qualidade da cobertura) – 213
4.2.1.2. Volume de calda, densidade das gotas e cobertura dos alvos – 214
4.2.1.3. Seleção de pontas para a pulverização – 223
4.2.1.4. Amostragem e observação de gotas – 226
4.4. Uniformidade de distribuição – 228
4.5. Uso da dosagem correta – 228
4.6. Segurança das aplicações – 228
5. Influência das condições do ambiente no momento das aplicações – 229
5.1. Temperatura e umidade relativa do ar – 229
5.2. Influência do vento – 230
Referências Bibliográficas – 233

PALAVRA FINAL – 235

Autor: Luís Antônio Siqueira de Azevedo
Ano: 2011
Número de Páginas: 264
Tamanho: 18 x 24 cm
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-902086-6-2
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Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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