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Descrição
Quando na década de 1980 iniciei o “Projeto Frutas”, não sabia que ali nascia um projeto de vida. Ao publicar o primeiro livro, Frutas Brasil Frutas (1991), eu não imaginava que fosse haver uma continuidade. Houve mais do que isso - este é o quarto livro e insere-se num contexto profissional em que atuo como ponte entre produtores, pesquisadores, importadores, exportadores, botânicos e agrônomos. De todo o Brasil e do exterior, recebo cartas, telefonemas e correios eletrônicos, de pessoas interessadas nas nossas frutas. E tenho o meu trabalho solicitado por numerosas editoras de revistas, jornais, livros didáticos e científicos, e por uma gama variada de instituições de ensino e pesquisa, nacionais e internacionais.

Do inicio da jornada até hoje, percorri quase a metade dos 5.507 municípios brasileiros (dado do IBGE). Passei pelas 27 capitais brasileiras. E, nos itinerários do Brasil, teci valiosa teia de colaboradores - do caboclo ao ribeirinho, do produtor ao pesquisador. Eles me entregam saberes, me ensinam veredas, me abrem porteiras. E com eles divido os méritos da obra.

Sinto-me um privilegiado. Porque só privilegiado pode se sentir aquele a quem é dada a oportunidade de percorrer e desvendar a geografia brasileira. Em busca de origens e destinos, registrando em imagens a vida descoberta, cruzei águas amazônicas, caatingas, sertões, florestas, cerrados e lavrados. Percorri os ondulados do litoral nordestino, os horizontes iluminados dos sertões, os pampas, as matas de araucárias...

Na busca nômade, descobri frutas, flores e cores da nossa terra. Vi os milagres da irrigação, transformando em férteis paisagens a aridez das terras de sequeiro. Aspirei cheiros da exuberante flora dos campos rupestres. E, no desvendar da natureza, partilhei a intimidade de recantos inesquecíveis, matando a sede em riachos de águas ainda límpidas, pelas quais é preciso lutar.

No muito percorrido, de cada lugar fica na memória uma lembrança, um aprendizado.

As pessoas com quem convivi, como esquecê-las?

Como esquecer Dona Marciana, protagonista no Raso da Catarina, âmago da Bahia? Com 82 anos, morava sozinha, em minúscula casinha, distante, muito distante da civilização. Perguntei como ela vivia ali, isolada de tudo e de todos. Pegou-me pelo braço, foi em direção à horta, começou a me mostrar os pés de maxixe, quiabo, mandioca, jerimum, caju, mandacaru, as árvores... E disse: “Não moro sozinha, meu filho, moro com todos eles, converso com eles, canto pra eles”.

Em Curuçá, pelas bandas do rio São Francisco, também na Bahia, conheci Dona Maria Domingas, sentada à sombra de um juazeiro imenso. Perguntei-lhe se sabia a idade dele... Minha mãe tomava a fresca nesta sombra que o senhor está vendo aqui, comigo na barriga. Tenho 86 anos.

No Pará, fiz várias viagens com o experiente sr. Wilson Ferreira Duarte, mestre comandante, conhecedor de todas as curvas dos rios da região, das árvores, para que servem, se dão frutas comestíveis ou não... Ia me mostrando tudo... O mururé, planta flutuante que representa “o sinal de trânsito nas águas amazônicas”, onde tem mururé tem perigo, requer cuidado. E ensinava a conhecer a maré de quirana, ou repiquete de maré, um revertério que se dá em alguns rios da região amazônica, geralmente em lua nova ou cheia, se está enchendo passa a secar, se está secando passa a encher, durando no máximo 40 minutos, voltando depois ao estado inicial.

No Estado do Amapá, nos castanhais da Reserva Extrativista do Rio Iratapuru, distante oito horas de carro da capital Macapá, mais dois dias de barco, encontrei o Benedito Baía do Nascimento, de 60 anos, castanheiro desde os 6. Com ele, acompanhei o dia-a-dia da dura lida dos castanheiros. Juntam castanhas das seis às dez horas da manhã. Depois o sol esquenta, as castanhas começam a cair, fica perigoso transitar embaixo das imensas castanheiras espalhadas pela floresta. Começam então a quebrar os ouriços juntados num monte, tendo como “companheiros”, para a árdua tarefa, o cambito - gancho feito na ponta de um pau com mais ou menos 50 cm, para apanhar as castanhas no chão, sem se curvar; o combo - machado de cabo curto para abrir os ouriços; o terçado - facão para limpar os caminhos; o paxiúba - um pau com espinhos duros, que serve para ralar as amêndoas das castanhas; o jamaxi - cesto que fica pendurado às costas, para juntar as castanhas; a farinha de mandioca, para comer com leite das castanhas e com leite das árvores amapá e sorva. E o inseparável cachorro, para espantar as onças e avisar onde tem cobra e outros perigos.

Neste novo livro, as frutas de exportação estão em destaque especial - a uva, a manga, o melão, por exemplo, que a competência humana, com as modernas técnicas de irrigação, transformou em fontes de riqueza, no semi-árido. Entre as novidades que marcam o novo cenário nordestino, está o domínio tecnológico que consegue alterar a época de frutificação de várias espécies, adequando-as aos fluxos do mercado. E dessa novidade dá-se também conta neste livro.

No Brasil, temos frutas para todos os gostos, com produção que cobre os doze meses do ano. São as frutas do Cerrado, da região amazônica, da Mata Atlântica... Juntas, fazem do Brasil o maior produtor de frutas nativas do planeta. Mais as aclimatadas, que por aqui se deram muito bem e também fazem história no imaginário do brasileiro, como se fossem nativas - caso das mangas, da jaca, da laranja...

Mas muito precisamos fazer no plano da preservação. Há que desenvolver políticas e atitudes para conservar o que resta da devastada flora brasileira. Precisamos lutar contra os desmatamentos e as queimadas na região amazônica, a devastação dos Cerrados, as grandes derrubadas no que restou da Mata Atlântica.

Abacate – 14
Abacaxi – 18
Abiu – 22
Açaí – 24
Acerola – 28
Achachairu – 30
Ameixa-da-caatinga – 32
Amora – 34
Amora-preta – 36
Araçá – 38
Araticum-do-cerrado ou Marolo – 42
Aroeira-vermelha – 44
Bacupari – 46
Bacuri – 48
Bacuripari – 50
Banana – 52
Baru – 58
Buriti ou Miriti – 60
Cacau – 64
Café – 68
Caimito – 72
Cajá ou Taperebá – 74
Cajá-manga – 76
Caju – 78
Calabura – 84
Camapu – 85
Cambucá – 86
Cambuci – 88
Camu-camu – 90
Caqui – 92
Caraguatá – 96
Carambola – 98
Castanha-do-brasil ou Castanha-do-pará – 102
Castanha portuguesa – 106
Cherimólia – 108
Cítricos para doce – 110
Laranja-da-terra – 111
Kinkan – 112
Cidra – 113
Cirigüela – 114
Coco-da-baía – 116
Cruá ou Melão-de-caboclo – 122
Cubiu – 123
Cupuaçu – 124
Cutite – 128
Dão – 129
Dendê – 130
Feijoa – 134
Figo – 136
Figo-da-índia – 138
Framboesa – 140
Fruta-do-conde ou Pinha – 142
Fruta-pão – 144
Goiaba – 146
Graviola – 150
Guaraná – 152
Guariroba – 156
Ingá-cipó – 158
Jabuticaba – 160
Jabuticaba-branca – 164
Jaca – 166
Jambo-vermelho – 168
Jatobá – 170
Jenipapo – 172
Juá – 174
Juá-de-queimada – 177
Juçara – 178
Kiwi – 182
Laranja – 184
Lichia – 190
Lima-da-pérsia – 192
Limão-taiti – 194
Limão-cravo – 196
Limão-siciliano – 197
Macadâmia – 198
Maçã – 200
Mamão – 204
Mandacaru – 210
Manga – 212
Mangaba – 218
Mangostão – 220
Maracujá – 222
Marmelo – 226
Melancia – 228
Melão – 230
Morango – 234
Murici – 236
Mutamba – 238
Naranjilla – 239
Nêspera-brasileira – 240
Pequi – 242
Pêra européia – 246
Pêssego – 248
Pinhão – 250
Pitanga – 254
Pitangatuba – 258
Pitomba – 260
Pomelo ou Grapefruit – 264
Pupunha – 266
Romã – 270
Sapoti – 272
Sapucaia – 274
Sorva – 276
Tamarillo – 278
Tamarindo – 279
Tangerina – 280
Tucumã – 284
Umbu – 286
Uva – 288
Uvaia – 294
Uxi – 296
Veludo – 297
Anonáceas – 298
Mirtáceas – 302
Palmáceas – 308
Passifloráceas – 314

Bibliografia – 320
Agradecimentos – 322
Expediente – 323
Ficha catalográfica – 324

Autores: Silvestre Silva e Helena Tassara
Ano: 2005
Número de Páginas: 324
Tamanho: 23 x 29,5 cm
Editora: Empresa das Artes
Acabamento: Capa dura
ISBN: 978-85-89138-24-0
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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