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VIROLOGIA VEGETAL: CONCEITOS, FUNDAMENTOS CLASSIFICAÇÃO E CONTROLE
 
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Descrição
Este livro objetiva servir de suporte ao ensino de Virologia Vegetal, tanto no âmbito de graduação, em cursos como Agronomia, Biologia, Engenharia Florestal e afins, quanto em cursos de pós-graduação em Fitopatologia e áreas relacionadas. Para tanto, tentamos cobrir desde os aspectos mais básicos desta área da virologia, assim como, ao longo do texto, relembrar alguns conceitos biológicos fundamentais, e até, em alguns dos capítulos, prover informações mais precisas e detalhadas, e/ ou discussões mais aprofundadas, mais pertinentes ao ensino de pós-graduação.

A ordem dos capítulos visa, e esperamos que consiga, concatenar os tópicos relacionados a vírus de plantas de modo lógico e coerente ao professor e ao aluno, pois achamos ser esta uma ordem comumente utilizada em sala de aula.

A lista de artigos científicos, revisões e livros-texto apresentada ao final de cada capítulo, que aqui chamamos de Literatura adicional recomendada, é direcionada ao ensino de pós-graduação. Essa lista, apesar de relativamente longa em alguns capítulos, não pretende, obviamente, ser uma lista completa de artigos publicados em cada um dos tópicos, mas apenas e tão somente servir de apoio ao professor e ao aluno de pós-graduação na procura por informações adicionais, pertinentes a cada um dos temas aqui apresentados. As listas bibliográficas foram elaboradas pelo(s) autor(es) de cada um dos capítulos, seguindo critérios pessoais e subjetivos, relacionados à relevância científica dos artigos. Em alguns capítulos a lista de artigos científicos e livros é seguida por uma lista de páginas na Internet relacionadas ao assunto em questão, novamente apenas com o intuito de servir como ferramenta de apoio adicional ao ensino e pesquisa em vírus de plantas.

O Glossário pretende fornecer, de modo sucinto e objetivo, definições de vários dos termos científicos e expressões usados ao longo do texto que, principalmente para o aluno de graduação, podem representar termos relativamente novos ou complexos, e assim pretende apoiar a leitura do texto como um todo. O índice remissivo foi elaborado com o intuito semelhante, o de auxiliar o leitor em rapidamente localizar no texto termos de interesse específico.

Todas as figuras aqui apresentadas são originais e os autores e/ou fonte das fotos estão indicados nas respectivas legendas, dos quais recebemos a devida permissão para sua utilização. Ao final listamos os acrônimos das espécies de vírus mencionadas ao longo do texto, para facilitar a leitura e evitar a repetição demasiada dos nomes completos das espécies de vírus.

Esperamos, sinceramente, que este trabalho estimule o aluno de graduação a enveredar-se nos caminhos da Fitopatologia e da Virologia, auxilie o aluno de pós-graduação em seus estudos, sirva de incentivo a outros profissionais da área e assim contribua positivamente para o desenvolvimento deste ramo das ciências no Brasil.

Capítulo 1 - Introdução – 17
Referências – 41

Capítulo 2 - Origem e evolução dos vírus – 45
2.1. Mutações versus evolução viral – 47
2.2. Filogenia viral – 51
2.3. Origem e evolução dos vírus de plantas – 52
Referências – 61

Capítulo 3 - Histórico da virologia – 67
3.1. Histórico da virologia vegetal no Brasil – 80
Referências – 97

Capítulo 4 - Importância econômica dos vírus de plantas – 105
4.1. Alguns exemplos de viroses economicamente importantes – 107
4.1.1. Tulipomania na Holanda – 108
4.1.2. Potyvirus em cana-de-açúcar no Brasil – 110
4.1.3. Closterovirus em citrus no Brasil – 110
4.1.4. Begomovirus, Tospovirus e Crinivirus em tomate no Brasil – 111
4.2. Perdas causadas por vírus de plantas – 115
4.3. Grupo de vírus mundialmente relevante – 116
4.3.1. Tobamovirus: Tobacco mosaic virus – 117
4.3.2. Tospovirus: Tomato spotted wilt virus – 117
4.3.3. Begomovirus – 118
4.3.4. Cucumovirus: Cucumber mosaic virus – 119
4.3.5. Potyvirus: Potato virus Y e Plum pox virus – 119
4.3.6. Caulimovirus: Cauliflower mosaic virus – 120
4.3.7. Bromovirus: Brome mosaic virus – 121
4.3.8. Potexvirus: Potato virus X – 121
4.3.9. Crinivirus – 121
4.4. Espécies de importância econômica no Brasil – 122
Referências – 126

Capítulo 5 - Estrutura da partícula viral – 131
5.1. Estrutura e função – 131
5.2. Classificação – 132
5.3. Genomas virais – 133
5.4. Arquitetura viral – 134
5.5. Diversidade em arquitetura viral – 138
5.6. Triangulação – 139
5.7. Simetrias T=3 e Pseudo T=3 – 141
5.8. As dobras da proteína capsidial – 143
5.9. Simetrial helicoidal – 144
Referências – 145

Capítulo 6 - Visualização tridimensional de vírus – 149
6.1. Unidades biológicas – 154
6.2. Softwares para análise da estrutura viral – 155
6.2.1. Chimera – 155
6.2.2. Profundidade radial e programas auxiliares – 157
6.3. Mapas topográficos bidimensionais (2D): “mapas de estradas” – 160
Referências – 161

Capítulo 7 - Taxonomia, nomenclatura e classificação de vírus de plantas – 165
7.1. DNA de fita dupla – 174
7.1.1. Família Caulimoviridae – 174
7.1.1.1. Gênero Tungrovirus – 176
7.1.1.2. Gênero Caulimovirus – 176
7.1.1.3. Gênero Cavemovirus – 176
7.1.1.4. Gênero Petuvirus – 177
7.1.1.5. Gênero Soymovirus – 177
7.1.1.6. Gênero Badnavirus – 177
7.2. DNA de fita simples – 178
7.2.1. Família Geminiviridae – 178
7.2.1.1. Gênero Mastrevirus – 178
7.2.1.2. Gênero Topocuvirus – 179
7.2.1.3. Gênero Curtovirus – 179
7.2.1.4. Gênero Begomovirus – 180
7.2.2. Família Nanoviridae – 182
7.2.2.1. Gênero Nanovirus – 182
7.2.2.2. Gênero Babuvirus – 182
7.3. RNA de fita dupla – 182
7.3.1. Família Reoviridae – 182
7.3.1.1. Gênero Phytoreovirus – 183
7.3.1.2. Gênero Fijivirus – 184
7.3.1.3. Gênero Oryzavirus – 184
7.3.2. Família Partitiviridae – 184
7.4. RNA de fita simples e senso negativo – 185
7.4.1. Família Rhabdoviridae – 185
7.4.1.1. Gênero Cytorhabdovirus – 186
7.4.1.2. Gênero Nucleorhabdovirus – 186
7.4.2. Família Ophioviridae – 186
7.4.2.1. Gênero Ophiovirus – 186
7.5. RNA de fita simples e ambisenso – 187
7.5.1. Família Bunyaviridae – 187
7.5.1.1. Gênero Tospovirus – 187
7.5.2. Gênero Tenuivirus – 190
7.6. RNA de fita simples, senso positivo – 190
7.6.1. Genoma monopartido – 190
7.6.1.1. Isométricos – 190
7.6.1.1.1. Família Luteoviridae – 190
7.6.1.1.1.a Gênero Luteovirus – 191
7.6.1.1.1.b Gênero Polerovirus – 192
7.6.1.1.1.c Gênero Enamovirus – 192
7.6.1.1.2. Família Tymoviridae – 192
7.6.1.1.3. Família Tombusviridae – 194
7.6.1.1.4. Gênero Sobemovirus – 194
7.6.1.2. Alongados e rígidos e alongados e flexuosos – 195
7.6.1.2.1. Gênero Tobamovirus – 195
7.6.1.2.2. Família Alphaflexiviridae – 197
7.6.1.2.2.a Gênero Potexvirus – 197
7.6.1.2.2.b Gênero Allexivirus – 198
7.6.1.2.3. Família Betaflexiviridae – 198
7.6.1.2.3.a Gênero Carlavirus – 198
7.6.1.2.3.b Gênero Capillovirus – 199
7.6.1.2.3.c Gênero Citrivirus – 199
7.6.1.2.3.d Gênero Foveavirus – 199
7.6.1.2.3.e Gênero Trichovirus – 199
7.6.1.2.3.f Gênero Vitivirus – 200
7.6.1.2.4. Família Potyviridae – 200
7.6.1.2.4.a Gênero Potyvirus – 201
7.6.1.2.4.b Gênero Ipomovirus – 202
7.6.1.2.4.c Gênero Macluravirus – 202
7.6.1.2.4.d Gênero Rymovirus – 202
7.6.1.2.4.e Gênero Tritimovirus – 203
7.6.1.2.4.f Gênero Bymovirus – 203
7.6.1.2.5. Família Closteroviridae – 203
7.6.1.2.5.a Gênero Closterovirus – 204
7.6.1.2.5.b Gênero Crinivirus – 204
7.6.1.2.5.c Gênero Ampelovirus – 204
7.6.2. Genoma bipartido – 205
7.6.2.1. Isométricos – 205
7.6.2.1.1. Família Secoviridae (Subfamília Comovirinae) – 205
7.6.2.1.1.a Gênero Comovirus – 205
7.6.2.1.1.b Gênero Nepovirus – 206
7.6.2.2. Alongados e rígidos – 206
7.6.2.2.1. Gênero Tobravirus – 206
7.6.3. Genoma multipartido – 207
7.6.3.1. Isométricos – 207
7.6.3.1.1. Família Bromoviridae – 207
7.6.3.1.1.a Gênero Ilarvirus – 207
7.6.3.1.1.b Gênero Cucumovirus – 208
7.6.3.1.1.c Gênero Bromovirus – 208
7.6.3.1.1.d Gênero Alfamovirus – 209
7.6.3.2. Alongados e rígidos – 209
7.6.3.2.1. Gênero Hordeivirus – 209
Referências – 215

Capítulo 8 - Replicação, organização e expressão gênica – 219
8.1. Vírus de RNA de senso positivo – 219
8.1.1. Estrutura terciária do RNA – 236
8.2. Vírus de RNA de senso negativo – 237
8.3. Vírus de DNA – 245
8.4. Características gerais de polimerases virais – 248
8.5. Montagem da partícula – 250
Referências – 251

Capítulo 9 - Movimento de vírus na planta – 255
9.1. Movimento célula a célula – 258
9.2. Proteínas de movimento – 260
9.3. Estratégia usada por Tobacco mosaic virus – 263
9.4. Formação de túbulos entre células adjacentes – 266
9.5. Mecanismo de bloco triplo de genes – 267
9.6. Estratégia usada por espécies do gênero Potyvirus – 270
9.7. Estratégia usada por espécies do gênero Begomovirus – 272
9.8. Estratégia usada por espécies do gênero Tospovirus – 274
9.9. Estratégia usada por espécies do gênero Closterovirus – 275
9.10. Movimento a longa distância – 275
9.11. Distribuição de vírus na planta – 276
Referências – 278

Capítulo 10 - Interação vírus-célula hospedeira – 291
10.1. Receptores (R) e elicitores (avr) – 292
10.2. Características gerais do sistema de defesa de plantas – 295
10.3. Outros fatores de resistência ou interação com proteínas virais – 301
10.4. Supressores do silenciamento – 306
10.5. Peptídeos antimicrobianos – 310
10.6. Paralelo entre os sistemas imune de animais e de plantas – 312
Referências – 317

Capítulo 11 - Transmissão de vírus – 331
11.1. Modos de transmissão de vírus de plantas – 337
11.2. Tipos de relações vírus-inseto vetor – 346
11.3. Principais grupos de vetores – 349
11.4. Aspectos moleculares da interação vírus-vetor – 370
11.5. Implicações da interação vírus-vetor no controle de viroses – 380
Referências – 396

Capítulo 12 - Epidemiologia de vírus de planta – 413
12.1. Epidemiologia viral – 413
12.2. Epidemiologia de campo e molecular – 418
12.3. Epidemias de vírus de plantas – 420
12.4. Dispersão viral – 424
12.5. Surgimento de novos vírus – 426
12.6. Begomovirus e moscas-brancas – 427
12.7. Tospovirus e tripes – 429
12.8. Monitoramento de vetores – 432
Referências – 434

Capítulo 13 - Sintomas causados por vírus de plantas – 439
Referências – 472

Capítulo 14 - Diagnose dos vírus de plantas – 475
14.1. Testes biológicos – 476
14.2. Microscopia eletrônica – 480
14.3. Testes sorológicos – 483
14.4. Testes moleculares – 488
14.4.1. PCR e RT-PCR – 488
14.4.2. Real-time PCR – 493
14.4.3. PCR multiplex – 496
14.4.4. Immunocapture PCR – 498
14.4.5. PCR cooperacional – 498
14.4.6. Nested PCR – 498
14.4.7. Nested multiplex RT-PCR – 499
14.4.8. Hibridização de ácidos nucleicos – 500
14.4.9. Microchips – 502
Referências – 506

Capítulo 15 - Métodos bioquímicos e moleculares utilizados no estudo de vírus de plantas – 511
15.1. Métodos de purificação de vírus – 513
15.2. Cristalografia de raios-x – 529
15.3. Southern blotting – 535
15.4. Northern blotting – 541
15.5. Western blotting – 546
15.6. Clonagem – 552
15.7. Sequenciamento – 562
15.8. Bibliotecas gênicas – 565
15.9. Mutagênese – 571
15.10. Microchips de DNA – 571
Referências – 574

Capítulo 16 - Controle de viroses de plantas – 593
16.1. Etapas da relação patógeno-hospedeira – 597
16.1.1. Sobrevivência/erradicação – 597
16.1.2. Disseminação/exclusão – 597
16.1.3. Infecção/proteção – 598
16.1.4. Colonização/imunização – 598
16.1.5. Reprodução/terapia – 599
16.2. Princípios de controle – 599
16.2.1. Exclusão – 599
16.2.1.1. Medidas quarentenárias – 599
16.2.1.2. Uso de sementes e mudas sadias – 601
16.2.1.3. Material propagativo sadio – 602
16.2.1.4. Controle de insetos vetores – 602
16.2.2. Erradicação – 606
16.2.2.1. Exemplo de erradicação: Papaya ringspot virus (PRSV) – 608
16.2.3. Proteção – 610
16.2.4. Terapia – 611
16.2.5. Imunização – 612
16.2.5.1. Imunização genética - convencional – 614
16.2.5.2. Imunização genética - transgênicos – 624
16.2.5.3. Famílias de genes e mecanismos de ação – 636
16.2.5.4. Imunização biológica – 639
16.2.5.5. Imunização química – 641
16.2.6. Evasão – 641
16.2.7. Regulação – 641
Referências – 642

Capítulo 17 - Similaridades e diferenças entre vírus de plantas, de animais e humanos – 651
17.1. Retroviridae – 657
17.2. Picornaviridae – 665
17.3. Togaviridae – 669
17.4. Papillomaviridae e Polyomaviridae – 672
17.5. Rhabdoviridae e Orthomyxoviridae – 674
Referências – 680

Capítulo 18 - Outros agentes fitopatogênicos similares a vírus – 689
18.1. Viróides – 689
18.2. Vírus satélites – 694
18.3. RNAs satélites – 695
18.4. RNAs defectivos – 697
Referências – 699

Glossário – 707
Lista de Acrônimos – 733
Índice remissivo – 747
Sobre os autores – 759

Autores: Ricardo B. de Medeiros, Renato de O. Resende, Rita de Cássia P. Carvalho, Érico de C. Dianese, Cláudio Lúcio Costa e Jean-Yves Sgro
Ano: 2015
Número de Páginas: 765
Tamanho: 17,5 x 24 cm
Editora: UnB
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-2301-161-1
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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