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  LIVROS TÉCNICOS >>> Entomologia
 
CONTROLE BIOLÓGICO NO BRASIL
 
CONTROLE BIOLÓGICO NO BRASIL     
  
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Descrição
A entomologia agrícola no Brasil apresentou um grande avanço, especialmente após a década de 70. Enquanto em outros países vem diminuindo o número de entomologistas convencionais, com um direcionamento flagrante para as áreas de bioquímica e biotecnologia de insetos, os jovens brasileiros se mostram cada vez mais interessados pelo estudo dos insetos. Tal fato está ligado à fundação da Sociedade Entomológica do Brasil em 1972 e ao treinamento maciço de mestres e doutores nesse período, inicialmente no exterior e depois no Brasil, com a consolidação de nossos cursos de pós-graduação. Esse treinamento, além de formar massa crítica na área, criou uma nova mentalidade de controle de pragas, direcionada para a linha do manejo integrado de pragas, na qual o controle biológico ocupa posição de destaque. A formação de grupos de pesquisadores em controle biológico nas áreas de parasitóides, predadores e patógenos gerou a produção de muitos trabalhos publicados no Brasil e no exterior. Esses trabalhos se avolumaram, mas muitos ficaram dispersos, sem que houvesse uma visão conjunta do avanço nessas áreas.
O objetivo de Controle biológico no Brasil: parasitóides e predadores é aglutinar todas essas informações para que se possa ter uma visão conjunta e condensada dos resultados alcançados ao longo destes anos. Obviamente, não há a pretensão de reunir tudo o que foi realizado no Brasil, pois inúmeros grupos têm trabalhado com o assunto, que poderão gerar novos livros sobre o tema. Entretanto, trata-se de um esforço de 51 pesquisadores de várias instituições de pesquisa e universidades brasileiras, reunindo, em 33 capítulos, muitas das informações geradas nos últimos trinta anos.
O livro consta de uma parte introdutória sobre conceitos básicos, a importância da taxonomia em controle biológico e o uso de parasitóides ou predadores. Na segunda parte, são abordados aspectos gerais de controle biológico clássico e aplicado, como quarentena, seletividade, elaboração de programas na área, técnicas gerais de estudo, criação e potencial de uso de agentes de controle biológico, controle de qualidade, técnicas de liberação, comercialização e produção in vitro de parasitóides no Brasil. Na terceira e quarta partes, analisam-se os casos de sucesso no Brasil, tanto os de controle biológico clássico como o aplicado, muitos deles comparáveis aos melhores programas de controle biológico do mundo. Na quinta parte, discutem-se as associações envolvendo o controle biológico, completando-se o livro com uma avaliação sobre o futuro dessa alternativa de controle.
Levando-se em conta a densidade e diversidade dos assuntos abordados, esperamos que este livro seja de grande utilidade para pesquisadores, professores, estudantes e técnicos interessados em controle biológico.

Parte I – Introdução

1. CONTROLE BIOLÓGICO: TERMINOLOGIA
JOSÉ ROBERTO P. PARRA, PAULO SÉRGIO M. BOTELHO, BEATRIZ S. CORRÊA-FERREIRA E JOSÉ MAURÍCIO S. BENTO

1. Introdução – 1
2. Evolução do controle biológico – 2
3. Terminologia – 8
3.1. Estratégias de liberação e sistema alvo – 10
3.2. Parasito, predador e parasitóide – 10
3.3. Categorias de parasitismo – 11
3.4. Formas de exploração do hospedeiro – 12
3.5. Tipos de reprodução e estratégias reprodutivas – 13
4. Considerações finais – 13

2. A TAXONOMIA E O CONTROLE BIOLÓGICO DE PRAGAS
ROBERTO A. ZUCCHI

2. Introdução – 17
3. Programas de controle biológico malsucedidos pela falta de estudos taxonômicos – 19
4. A identificação de inimigos naturais nos programas de controle biológico – 19
5. O papel da taxonomia em um programa de controle biológico – 21
6. A taxonomia como etapa básica para o desenvolvimento do controle biológico – 22
6.1. Braconídeos parasitóides de moscas-das-frutas – 23
6.2. Parasitóides de ovos do gênero Trichogamma – 23
7. Considerações finais – 24

3. PARASITÓIDES OU PREDADORES? VANTAGENS E DESVANTAGENS
EVÔNEO BERTI FILHO E AMÉRICO I. CIOCIOLA

3. Introdução – 29
4. Parasitóides ou predadores? – 30
5. Considerações finais – 40

Parte II - Controle Biológico Clássico e Aplicado

4. QUARENTENA DE AGENTES DE CONTROLE BIOLÓGICO
LUÍZ ALEXANDRE N. DE SÁ, ELIZABETH A. B. DE NARDO E FERNANDO J. TAMBASCO

4. Introdução – 43
5. Histórico – 45
6. Harmonização mundial – 46
7. Situação dos laboratórios de quarentena do Cone Sul – 50
7.1. Laboratórios de quarentena na região do Cone Sul – 50
7.2. Harmonização regional nos países do Cone Sul – 55
8. O sistema quarentenário no Brasil – 56
8.1. Histórico – 56
8.2. Estrutura física – 57
8.3. Estrutura organizacional – 59
8.4. Regulamentações para importações e exportações de organismos benéficos – 60
8.5. Procedimentos para importações e exportações de organismos – 61
8.6. Processamento dos organismos em quarentena – 63
8.7. Informatização e documentação dos dados – 65
9. Considerações finais – 65

5. METODOLOGIA PARA AVALIAR O IMPACTO DE PESTICIDAS SOBRE INIMIGOS NATURAIS
PAULO E. DEGRANOE, PAULO R. REIS, GERALDO A. CARVALHO E LUIZ C. BELARMINO

5. Introdução – 71
6. Conceitos e métodos empregados em estudos de seletividade – 73
7. Seletividade e manejo integrado de pragas – 78
8. Métodos padronizados para testes de seletividade – concepção do grupo de trabalho de ”Pesticidas e Organismos Benéficos“ da IOBC – 82
9. Considerações finais – 86

6. SELETIVIDADE DE INSETICIDAS A PREDADORES E PARASITÓIDES
LUÍS AMILTON FOERSTER

6. Introdução – 95
7. Tipos de seletividade – 96
7.1. Seletividade fisiológica – inseticidas seletivos – 96
7.2. Seletividade ecológica – uso seletivo de inseticidas – 97
8. Impacto de inseticidas sobre inimigos naturais – 98
8.1. Efeitos indiretos de inseticidas – 99
8.2. Impacto de inseticidas na densidade de presas/hospedeiros – 100
8.3. Efeitos subletais – 101
9. Fatores que afetam a seletividade – 102
9.1. Atributos dos inseticidas – 102
9.2. Atributos dos inimigos naturais – 103
10. Integração dos métodos químico e biológico ao uso de variedades resistentes de plantas – 106

7. O USO DE MARCADORES NO CONTROLE BIOLÓGICO
ODAIR APARECIDO FERNANDES

7. Introdução – 115
8. Técnicas de marcação – 116
8.1. Tintas e corantes – 116
8.2. Etiquetas e mutilação – 117
8.3. Radio-isótopos e isótopos estáveis – 118
8.4. Elementos raros na natureza – 119
8.5. Marcadores genéticos e biomoleculares – 120
9. Considerações finais – 121

8. CONTROLE BIOLÓGICO: UMA VISÃO INTER E MULTIDISCIPLINAR
JOSÉ ROBERTO P. PARRA, PAULO SÉRGIO M. BOTELHO, BEATRIZ S. CORRÊA-FERREIRA E JOSÉ MAURÍCIO S. BENTO

8. Introdução – 125
9. Etapas de um programa de controle biológico aplicado (CBA) – 126
9.1. Coleta, identificação e manutenção de linhagens de Trichogramma – 127
9.2. Seleção de um hospedeiro alternativo para criação massal do parasitóide – 127
9.3. Aspectos biológicos e comportamentais de Trichogramma spp. – 128
9.4. Dinâmica de ovos da praga visada – 128
9.5. Liberação de parasitóides: número de parasitóides liberados e pontos de liberação; época e forma de liberação – 128
9.6. Seletividade de agroquímicos – 128
9.7. Avaliação da eficiência – 128
9.8. Modelo de simulação parasitóide-praga – 129
10. Seqüência de eventos de um programa de Controle Biológico Aplicado – 129
11. Exemplos com Trichogramma spp. no Brasil – 132
12. Considerações finais – 137

9. CRIAÇÃO MASSAL DE INIMIGOS NATURAIS
JOSÉ ROBERTO P. PARRA

9. Introdução – 143
10. Formas de obtenção de insetos fitófagos – 144
11. Formas de obtenção de inimigos naturais – 147
12. Tipos de criação de insetos – 150
13. Problemas da criação de inimigos naturais – 153
14. Técnicas gerais de criação de inimigos naturais – 157
15. Previsão de produção – 160
16. Considerações finais – 161

10. CRIAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE Diachasmimorpha longicaudata PARA CONTROLE BIOLÓGICO DE MOSCAS-DAS-FRUTAS (TEPHRITIDAE)
ROMULO DA SILVA CARVALHO E ANTONIO SOUZA DO NASCIMENTO

10. Introdução – 165
11. Histórico do controle biológico de moscas-das-frutas – 166
12. Modo de ação do parasitóide – 167
13. Criação do parasitóide exótico de Diachasmimorpha longicaudata – 168
13.1 Considerações gerais – 168
13.2. Criação do hospedeiro Ceratitis capitata em dieta artificial – 169
13.3. Procedimentos para o preparo da dieta de adultos de C. capitata – 170
13.4. Manejo da colônia de C. capitata – 170
13.5. Criação do parasitóide exótico Diachasmimorpha longicaudata – 171
13.6. Procedimentos de preparo da dieta artificial de adultos de D. longicaudata – 171
14. Coleta do parasitóide e liberação em campo – 171
15. Situação do controle biológico de moscas-das-frutas no Brasil – histórico da introdução do parasitóide D. longicaudata no país – 172
16. Considerações finais – 177

11. PRODUÇÃO DE MOSCAS-DAS-FRUTAS E SEUS INIMIGOS NATURAIS: ASSOCIAÇÃO DE MOSCAS ESTÉREIS E CONTROLE BIOLÓGICO
JULIO MARCOS M. WALDER

11. Introdução – 181
12. O Cena/USP no controle biológico de moscas-das-frutas – 183
13. Produção massal de Ceratitis capitata – 184
13.1 Adultos – 184
13.2. Ovos – 185
13.3. Larvas – 185
13.4. Pupas – 186
13.5. Controle de qualidade e dados biológicos da produção massal – 186
14. Produção massal do parasitóide Diachasmimorpha longicaudata – 187
14.1 Gaiolas para adultos – 187
14.2. Larvas hospedeiras – 188
14.3. Unidades de parasitismo – 188
14.4. Produção e porcentagem de emergência de parasitóides – 188

12. POTENCIAL DE INSETOS PREDADORES NO CONTROLE BIOLÓGICO APLICADO
CÉSAR F. CARVALHO E BRÍGIDA SOUZA

12. Introdução – 191
13. Ação de insetos predadores no controle de alguns insetos-praga – 194
13.1 Algodoeiro – 194
13.2. Cafeeiro – 195
13.3. Cana-de-açúcar – 196
13.4. Cevada – 196
13.5. Frutíferas – 196
13.6. Fumo – 197
13.7. Girassol – 197
13.8. Hortaliças – 197
13.9. Milho – 199
13.10. Soja – 199
13.11. Sorgo – 200
13.12. Trigo – 200
13.13. Pecuária – 201
14. Considerações finais – 202

13. O USO DE CRISOPÍDEOS NO CONTROLE BIOLÓGICO DE PRAGAS
SÉRGIO DE FREITAS

13. Sistemática dos crisopídeos – 209
14. Biologia e ecologia – 210
14.1. Ciclo biológico – 210
14.2. Hábitos alimentares – 211
14.3. Potencial de alimentação – 212
14.4. Ocorrência em agroecossistemas – 213
15. Utilização dos crisopídeos como agentes de controle biológico – 213
15.1. Manipulação ambiental – 214
15.2. Controle biológico aplicado – 215
15.3. Criação massal dos crisopídeos – 217
16. Considerações finais – 219

14. CONTROLE BIOLÓGICO DE ÁCAROS FITÓFAGOS COM ÁCAROS PREDADORES
GILBERTO J. DE MORAES

14. Introdução – 225
15. Principais inimigos naturais de ácaros – 226
15.1. Phytoseiidae – 227
15.2. Stigmaeidae – 227
15.3. Cheyletidae – 228
15.4. Outras famílias – 228
16. Vantagens e desvantagens de cada grupo de predadores – 228
17. Potencialidade de ser controlado biologicamente – 229
18. Tecnologia disponível para a utilização de predadores – 230
19. Exemplos de projetos bem-sucedidos ou em andamento – 231
20. Considerações finais – perspectivas – 232

15. CRIAÇÃO IN VITRO DE PARASITÓIDES E PREDADORES
FERNANDO LUÍS CÔNSOLI E JOSÉ ROBERTO P. PARRA

15. Introdução – 239
16. Desenvolvimento de uma criação in vitro – 241
17. Dieta artificial – 244
17.1. Composição geral – 244
17.2. Definições – 245
17.3. Dietas para parasitóides – 246
17.4. Dietas para predadores – 249
18. Fatores que podem afetar o desenvolvimento in vitro – 250
18.1. Biológicos/fisiológicos – 250
18.2. Físicos – 251
18.3. Fisico-químicos – 253
19. Substratos para criação e hospedeiro ou presa artificial – 254
19.1. Hospedeiros artificiais para parasitóides – 255
19.2. Hospedeiros artificiais para predadores – 257
20. Qualidade dos insetos produzidos in vitro – 259
20.1. Parasitóides – 259
20.2. Predadores – 260
21. Perspectivas quanto às aplicações de técnicas in vitro – 261
21.1. Redução dos custos e mecanização do sistema de produção – 261
21.2. Outras aplicações para as técnicas de criação in vitro – 262

16. CRIAÇÃO IN VITRO DE Bracon hebetor
SANDRA REGINA MAGRO E JOSÉ ROBERTO P. PARRA

16. Introdução – 277
17. Criação de parasitóides in vitro – 278
18. Bracon hebetor: hospedeiros e biologia – 280
19. Criação in vitro de B. hebetor no Brasil – 281
19.1. Desenvolvimento da dieta artificial – 282
19.2. Dietas artificiais para a criação de B. hebetor – 283
19.3. Capacidade de paralisação e parasitismo por B. hebetor criado nas diferentes dietas e no hospedeiro natural A. kuehniella – 287
19.4. Qualidade dos insetos produzidos in vivo e in vitro – 288
20. Considerações finais – 289

17. CONTROLE DE QUALIDADE EM CRIAÇÕES MASSAIS DE PARASITÓIDES E PREDADORES
LUSINÉRIO PREZOTTI E JOSÉ ROBERTO P. PARRA

17. Introdução – 295
18. Criação massal versus controle de qualidade – 296
19. Componentes de qualidade – 297
20. Modificações sofridas por populações de laboratório – 299
21. Aspectos genéticos envolvendo inimigos naturais em criações massais – 301
22. Programas de controle de qualidade: um exemplo com Trichogramma – 303
23. Considerações finais – 308

18. TÉCNICAS PARA AVALIAR A EFICIÊNCIA DE INIMIGOS NATURAIS
NEWTON MACEDO E PAULO SÉRGIO M. BOTELHO

18. Introdução – 313
19. Introdução e incremento – 315
20. Gaiolas e outras barreiras – 315
21. Remoção dos inimigos naturais – 317
21.1. Exclusão por inseticidas – 317
21.2. Remoção manual – 317
22. Aumento da presa – 317
23. Observação direta – 317
24. Evidência de alimentação do inimigo natural – 318
24.1. Método serológico (precipitação, Elisa, PHI) – 318
24.2. Técnica eletroforética – 319
25. Marcação da presa (radioisótopos, elementos raros, corantes e tintas) – 319
26. Seqüência experimental para demonstrar a ação de inimigos naturais – 320
27. Considerações finais – 321

19. LIBERAÇÃO DE INIMIGOS NATURAIS
ALEXANDRE DE SENE PINTO E JOSÉ ROBERTO P. PARRA

19. Introdução – 325
20. Fatores que afetam a liberação – 326
20.1. Arquitetura e idade da planta – 327
20.2. Condições climáticas – 328
20.3. Quantidade e fase de desenvolvimento – 329
20.4. Número de pontos de liberação – 331
20.5. Técnicas de liberação – 331
20.6. Freqüência e intervalo entre liberações – 332
21. Um caso de estudo: liberações de Trichogramma – 333
22. Outro caso de estudo: liberações de crisopídeos – 337
23. Considerações finais – 337

20. COMERCIALIZAÇÃO DE INIMIGOS NATURAIS NO BRASIL: UMA ÁREA EMERGENTE
JOSÉ ROBERTO P. PARRA

20. Introdução – 343
21. Situação no mundo – 344
22. Situação no Brasil – 347
23. Considerações finais – 347

21. CRIAÇÃO DE ÁCAROS FITÓFAGOS E PREDADORES: UM CASO DE PRODUÇÃO DE Neoseiulus californicus POR PRODUTORES DE MAÇÃ
LINO B. MONTEIRO

21. Introdução – 351
22. Criação em laboratório para estudos básicos – 352
22.1. Criação de ácaros fitófagos – 352
22.2. Criação de ácaros predadores – 353
23. Criação massal para uso em controle biológico inundativo – 353
24. Sistema de criação de ácaros predadores por produtores de maçã – 355
24.1. Estrutura da estufa e condições ambientais – 355
25. Populações matrizes de ácaros rajados e salas de cultivo do feijoeiro – 358
26. Populações matrizes de predadores e salas de produção – 359
26.1. Matrizes de predadores – 359
26.2. Salas de produção – 360
26.3. Cuidados sanitários – 361
27. Etapas de produção do feijoeiro – 361
28. Problemas e dificuldades na condução da criação – 362
29. Considerações finais – 362

22. O CONTROLE BIOLÓGICO COMO ATIVIDADE EMPRESARIAL
SANTIN GRAVENA

22. Introdução – 367
23. Modalidade clássica de controle biológico – 368
24. Modalidade de controle biológico aplicado – 369
24.1. Produção de espécies nativas – 369
24.2. Produção de espécies exóticas – 370
25. Microempresas produtoras de inimigos naturais – 370
25.1. Exemplos de empresas de controle biológico de serviços amplos – 371
25.2. Viabilização de uma microempresa de controle biológico – 371
26. Controle biológico no manejo de pragas – 373
27. Perspectivas de empresas de controle biológico em função da agricultura sustentável – 374
28. Necessidade de selos de garantia de qualidade ecológica – 375
29. Considerações finais – 375

Parte III - Casos de sucesso de Controle Biológico Clássico no Brasil

23. Ageniaspis citricola: CRIAÇÃO E ESTABELECIMENTO NO BRASIL
MARCONE C. M. CHAGAS, JOSÉ ROBERTO P. PARRA, PATRÍCIA MILANO, ADRIANA M. NASCIMENTO, ANA LIA G. C. PARRA E PEDRO T. YAMAMOTO

23. Introdução – 377
24. Origem do parasitóide – 379
25. Aspectos bioecológicos – 379
26. Estabelecimento de A. citricola no mundo – 381
27. Criação de A. citricola – 385
27.1. Manutenção do hospedeiro P. citrella – 386
27.2. Criação do parasitóide – 388
28. Potencial de produção de A. citricola em laboratório – 390
29. Liberação de A. citricola em campo – 390
30. O sucesso do programa – 391

24. CONTROLE BIOLÓGICO DA COCHONILHA DA MANDIOCA NO NORDESTE DO BRASIL
JOSÉ MAURÍCIO S. BENTO, GILBERTO J. DE MORAES, ARISTÓTELES P. DE MATOS, JANDIRA F. WARUMBY E ANTHONY C. BELLOTTI

24. Introdução – 395
25. As cochonilhas da mandioca – 396
25.1. Ciclo de vida, danos e sintomas – 396
25.2. Origem e distribuição geográfica – 398
25.3. Inimigos naturais nativos no Nordeste do Brasil – 398
26. O controle biológico da cochonilha – 399
26.1. Introdução dos parasitóides – 399
26.2. Produção dos parasitóides – 399
26.3. Liberação dos parasitóides – 401
26.4. Estabelecimento e dispersão dos parasitóides – 402
26.5. Eficiência dos parasitóides introduzidos – 404
26.6. Relação entre os parasitóides introduzidos e os inimigos naturais nativos – 405
27. Considerações finais – 405

Parte IV - Casos de Sucesso de Controle Biológico Aplicado no Brasil

25. Cotesia flavipes PARA O CONTROLE DE Diatraea saccharalis
PAULO SÉRGIO M. BOTELHO E NEWTON MACEDO

25. Introdução – 409
26. Hospedeiro – 411
26.1. Descrição e bioecologia de D. saccharalis – 411
26.2. Época de ocorrência – 412
26.3. Tipos de danos – 413
26.4. Ação de inimigos naturais – 413
26.5. Avaliação da população e estimativa de dano – 414
27. Parasitóide – 416
27.1. Descrição e bioecologia de C. flavipes – 416
27.2. Produção massal de C. flavipes – 417
28. Monitoramento da população da praga para controle – 420
29. Avaliação do parasitismo por C. flavipes – 421
30. O controle biológico de D. saccharalis por C. flavipes no estado de São Paulo – 421

26. CONTROLE BIOLÓGICO DOS PULGÕES DO TRIGO
JOSÉ ROBERTO SALVADORI E LUIZ ANTONIO B. DE SALLES

26. Introdução – 427
27. Pulgões do trigo – 428
28. Inimigos naturais dos pulgões – 429
29. O problema – 430
30. A solução proposta – 432
30.1. Alvos, agentes e meta do projeto – 434
30.2. Introdução de inimigos naturais – 435
30.3. Produção dos parasitóides – 436
30.4. Liberação dos parasitóides – 438
31. Situação pós-introdução dos parasitóides – 439
31.1. Estabelecimento dos parasitóides introduzidos – 439
31.2. Parasitismo – 440
31.3. População de pulgões – 441
31.4. Uso de aficidas químicos – 442
32. Considerações finais – 443

27. Trissolcus basalis PARA O CONTROLE DE PERCEVEJOS DA SOJA
BEATRIZ S. CORRÊA-FERREIRA

27. Introdução – 449
28. Interação parasitóide-praga-planta – 450
29. Bioecologia do Trissolcus basalis – 451
29.1. Distribuição – 451
29.2. Incidência natural na cultura da soja – 452
29.3. Biologia – 455
30. Produção de ovos – 457
30.1. Criação do hospedeiro – 457
30.2. Colônias de percevejos em laboratório – 458
31. Armazenamento dos ovos – 461
32. Multiplicação dos parasitóides – 463
32.1. Parasitismo dos ovos – 463
32.2. Preparação das cartelas – 464
32.3. Controle de qualidade – 465
33. Liberação em campo – 465
33.1. Fatores que afetam a eficiência – 465
33.2. Método de liberação – 465
33.3. Época e local de liberação – 466
33.4. Número de liberações e quantidade por hectare – 466
33.5. Cuidados na liberação – 466
34. Eficiência em campo – 466
35. Controle biológico em programas de manejo integrado de pragas da soja – 467
35.1. Estratégias empregadas na implantação do MIP-Soja em microbacias hidrográficas – 467
35.2. Resultados obtidos junto ao agricultor – 468
36. Considerações finais – 471

28. Trichogramma pretiosum PARA O CONTROLE DE PRAGAS NO TOMATEIRO INDUSTRIAL
FRANCISCA N. P. HAJI, LUSINÉRIO PREZOTTI, JOCICLER DA S. CARNEIRO E JOSÉ ADALBERTO DE ALENCAR

28. Introdução – 477
29. Histórico e descrição da traça-do-tomateiro – 478
30. Controle biológico com o uso de Trichogramma: situação no mundo e no Brasil – 480
31. Programa de manejo integrado da traça-do-tomateiro na região do Submédio do São Francisco – 481
31.1. Controle cultural – 482
31.2. Controle biológico com uso de T. pretiosum – 482
31.3. Controle microbiológico – 484
31.4. Monitoramento com uso de feromônio – 484
31.5. Controle químico – 485
31.6. Controle legislativo – 485
31.7. Outras medidas – 486
32. Resultados – 486
33. Criação massal de T. pretiosum – 489
34. Transporte de Trichogramma spp. – 491
35. Considerações finais – 491

29. UMA DÉCADA DE ESTUDOS COM PERCEVEJOS PREDADORES: CONQUISTAS E DESAFIOS
JOSÉ C. ZANUNCIO, RAUL NARCISO C. GUEDES, HARLEY N. OLIVEIRA E TERESINHA V. ZANUNCIO

29. Introdução – 495
30. Uso de percevejos predadores em campo – 496
31. Limitações ao uso de percevejos predadores – 498
31.1. Criação massal – 498
31.2. Avaliação da eficiência – 501
31.3. Parasitismo em campo – 501
31.4. Ação de inseticidas – 503
32. Considerações finais – 505

Parte V - Outras Aplicações e Perspectivas

30. O CONTROLE BIOLÓGICO E A RESISTÊNCIA DE PLANTAS
JOSÉ DJAIR VENDRAMIM

30. Introdução – 511
31. Relação entre plantas resistentes e inimigos naturais – 514
31.1. Efeito direto da planta sobre os inimigos naturais – 514
31.2. Efeito da planta sobre a praga afetando indiretamente os inimigos naturais – 518
32. Considerações finais – 521

31. USO DOS SEMIOQUÍMICOS NO CONTROLE BIOLÓGICO DE PRAGAS
EVALDO F. VILELA E ANGELO PALLINI

31. Introdução – 529
32. Terminologia – 530
33. Interações tritróficas – 531
34. Feromônios – 532
35. Sinomônios – 533
36. Cairomônios – 534
37. Aprendizagem – 537
38. Considerações finais – 538

32. CONTROLE BIOLÓGICO EM MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS
IVAN CRUZ

32. Introdução – 543
33. Controle biológico – 546
34. Considerações sobre o manejo – 550
34.1. Nível de dano econômico, limiar de dano e controle biológico – 551
34.2. Conservação e melhoria – 552
34.3. Uso racional de agroquímicos – 553
34.4. Inimigos naturais resistentes ou tolerantes – 553
34.5. Práticas culturais – 554
34.6. Suplementos alimentares artificiais – 556
34.7. Redução de insetos indesejáveis – 557
34.8. Uso de substâncias químicas modificadoras de comportamento – 557
34.9. Modificação genética de inimigos naturais – 559
34.10. Importação e colonização – 559
34.11. Introduções simples e introduções múltiplas de espécies – 561
34.12. Criação massal e liberações periódicas – 562
34.13. Número, momento, freqüência e pontos de liberação – 564
35. Fatores que afetam a liberação de inimigos naturais – 567
36. Avaliação – 567
37. Controle biológico em manejo integrado de pragas no Brasil – 569
38. Considerações finais – 570

33. O FUTURO DO CONTROLE BIOLÓGICO
JOSÉ ROBERTO P. PARRA, PAULO SÉRGIO M. BOTELHO, BEATRIZ S. CORRÊA-FERREIRA E JOSÉ MAURÍCIO S. BENTO

33. Introdução – 581
34. O potencial do Brasil e seus principais problemas – 582
35. O futuro do controle biológico – 584
35.1. Biotecnologia – 584
35.2. Relações tritróficas – 584
35.3. Utilização de produtos seletivos – 584
35.4. Comercialização de inimigos naturais – 584
35.5. Controle de qualidade, técnicas de liberação e de armazenamento – 584
35.6. Produção de linhagens mais vigorosas – 585
35.7. Aplicação de sistema de manejo de criação para previsão de produção – 585
36. Considerações finais – 585

ÍNDICE GERAL – 589

ÍNDICE DE NOMES CIENTÍFICOS – 601

Editores: José Roberto P. Parra, Paulo Sérgio M. Botelho, Beatriz S. Corrêa-Ferreira e José Maurício S. Bento
Ano: 2002
Número de Páginas: 609
Tamanho: 21,5 x 28,5
Editora: Manole
Acabamento: Capa Dura
ISBN: 85-204-1554-7
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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