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PRODUÇÃO VEGETAL: processos, técnicas e formas de cultivo
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ENXERTIAS: manual técnico para amadores e profissionais
 
ENXERTIAS: manual técnico para amadores e profissionais     
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Descrição
Os amadores da jardinagem e da fruticultura que frequentam cursos de enxertias e pretendem dedicar-se a essas actividades na forma de ocupação dos tempos livres são pessoas de estatuto social e profissional elevado já libertas das suas ocupações principais ou ainda em pleno desempenho e pessoas ligadas por qualquer vínculo ao meio rural, com realce para o interesse de muitas senhoras, de técnicos ligados ao sector agrário e de jovens, todos revelando fortes intenções de participação na aprendizagem, quando frequentam os cursos organizados para o efeito.

No âmbito da multiplicação de plantas o manual técnico de enxertias para amadores e profissionais poderá ser um precioso auxiliar para quem frequenta os cursos e para aqueles que se dedicam aos trabalhos de propagação vegetativa por enxertia; está orientado segundo dois aspectos: uma componente teórica de fácil assimilação sobre a organografia da raiz e do caule e a fisiologia, a definição e objectivos das enxertias, a identificação dos tecidos vegetais intervenientes, as épocas e as condições a atender na sua realização; uma componente prática exemplificativa com realce para a utilização dos instrumentos de corte, a preparação dos canivetes novos, o estudo e execução dos principais processos de enxertia, as enxertias de aplicação especializada, a utilização dos elementos de protecção das mesmas e dos enxertos em desenvolvimento, e os processos mais adequados para enxertar algumas espécies vegetais em função do seu desenvolvimento vegetativo.

INTRODUÇÃO – 11

1ª PARTE

I - MORFOLOGIA EXTERNA E ANATOMIA VEGETAL. PLANTAS QUE SE PODEM ENXERTAR – 15
1. Morfologia Externa da Raiz e do Caule – 15
1.1. A raiz – 15
1.2. O caule – 17
1.2.1. Ramificação e prolongamento do caule – 20
1.2.2. Tipos de ramificação – 22
2. Anatomia do Caule – 24
2.1. Estrutura primária do caule – 25
2.2. Estrutura secundária do caule – 26
2.3. Relação da estrutura secundária do caule com as enxertias – 28

II - FISIOLOGIA VEGETAL – 31
1. Noções de interesse para as enxertias – 32
2. A seiva bruta ou ascendente – 33
3. A seiva elaborada ou descendente – 33
4. As reservas nutritivas das plantas – 30

2ª PARTE - ENXERTIAS

I - DEFINIÇÃO DE ENXERTIA – 33

II - FINALIDADES DA ENXERTIA – 34

III - CONDIÇÕES A ATENDER NAS ENXERTIAS – 35
1. Coincidência dos câmbios e encosto dos tecidos condutores – 36
2. Afinidade botânica entre o cavalo e o enxerto – 37
3. Reciprocidade de vigor do cavalo e do enxerto – 38
4. Boa constituição, pelo menos, de um gomo no enxerto – 40
5. Simultaneidade vegetativa do cavalo e do enxerto – 41
6. Escolha e conservação dos enxertos – 41
7. Épocas indicadas para as enxertias – 43
8. Idade dos porta-enxertos – 44
9. Utensílios para enxertar; auxiliares de proteção – 44
9.1. Principais utensílios indispensáveis à prática das enxertias – 44
9.2. Materiais auxiliares de proteção – 44
10. Localização da enxertia; polaridade – 47
11. Cuidados a dispensar às enxertias – 47
12. Boa execução da enxertia – 48
12.1. Contacto perfeito dos câmbios – 48
12.2. Superfícies não em contacto preservadas da ação do tempo – 49
12.3. Preparação e manutenção dos utensílios de enxertia – 49
12.4. Pessoal qualificado e treinado – 50
13. Condições meteorológicas favoráveis – 50

IV - SOBREENXERTIAS – 50

V - REENXERTIAS – 51

3ª PARTE - PRINCIPAIS PROCESSOS DE ENXERTIA, ENXERTIAS DE APLICAÇÃO ESPECIALIZADA

I - PROCESSOS DE ENXERTIA ESTUDADOS – 53
1. Enxertias de encosto e ou aproximação – 54
1.1. Enxertia de encosto, lateral, simples; estacas em “Y” e em “X” – 54
1.2. Enxertia de encosto, lateral, com lingueta – 58
1.3. Enxertia de encosto, lateral, com entalhe de incrustação triangular – 58
1.4. Enxertia de encosto lateral e terminal, para substituição da copa – 59
1.5. Enxertia de aproximação, lateral, para substituição das raízes – 59
2. Enxertias de ramo destacado ou de garfo – 60
2.1. Enxertia de fenda – 60
2.2. Enxertia de coroa ou na coroa – 67
2.3. Enxertia de incrustação triangular – 69
2.4. Enxertia de fenda inglesa com e sem lingueta – 70
2.5. Enxertias laterais de fenda e de encosto – 71
2.6. Enxertia de garfo, terminal, à face; simples, dupla, etc. – 73
2.7. Enxertia de tronco; enxertia sobre ramo lateral – 74
3. Enxertias de gomo destacado – 75
3.1. Enxertia de escudo e de borbulha – 77
3.2. Enxertia de canudo, flauta ou anel – 78
3.3. Enxertia de placa sem lenho ou placa de líber – 81
3.4. Enxertia de placa com lenho; “chip-buding” ou escudo-placa – 82
4. Enxertias de garfo herbáceo e de lançadeira – 84
4.1. Enxertia de garfo herbáceo – 84
4.2. Enxertia de lançadeira – 86
5. Enxertias de revestimento e de transformação de variedades – 87
5.1. Enxertias de revestimento – 87
5.1.1. Enxertia de ramos frutíferos – 87
5.1.2. Enxertia para guarnecimento de ramos – 87
5.1.3. Enxertia para renovação da copa de uma árvore – 90
5.1.4. Enxertia de fendas no tronco ou enxertia de ponte – 91
5.1.5. Enxertia para substituição de raízes ou de revigoração – 92
5.1.6. Enxertia para substituição de ramos danificados; enxertia de tronco – 93
5.2. Enxertias de transformação de variedades – 94
5.2.1. Enxertia de transformação de variedades nas espécies frutícolas – 94
5.2.2. Enxertia de transformação de variedades na oliveira – 94
5.2.3. Enxertia de transformação de variedades na videira – 98
6. Sobreenxertias e reenxertias – 101
6.1. Sobreenxertias – 102
6.1.1. Sobreenxertia de ramo destacado ou de garfo – 102
6.1.2. Sobreenxertia de gomo destacado – 102
6.2. Reenxertias – 105
6.2.1. Reenxertia de ramo destacado ou de garfo – 105
6.2.2. Reenxertia de gomo destacado – 105
6.3. Respiradouros – 105

II - ENXERTIAS DE APLICAÇÃO ESPECIALIZADA – 106
1. Enxertias de mesa ou de bancada; enxertos prontos – 107
1.1. Produção de videiras – 107
1.2. Procedimentos na produção de enxertos prontos – 109
1.3. Plantas envasadas para substituição das falhas no local definitivo – 110
1.4. Produção de outras plantas – 110
2. Minienxertias – 111
2.1. Definição de minienxertias – 111
2.1.1. Minienxertias de ramo destacado – 111
2.1.2. Minienxertias de gomo destacado – 116
2.2. Cuidados a seguir à realização das minienxertias – 117
3. Enxertias prontas de duplo efeito com aquecimento basal localizado – 117
3.1. Definição de enxertias prontas de duplo efeito – 117
3.2. Aplicação das enxertias prontas de duplo efeito nalgumas espécies vegetais – 120
3.3. O aquecimento basal localizado; outros fatores – 121
3.3.1. Sistemas de aquecimento por condução e por convecção – 121
3.3.2. Aquecimento das bancadas e tabuleiros; contentores para enraizamento – 122
3.3.3. Equipamentos para o aquecimento basal localizado – 122
3.3.4. Acessórios para rega e nebulização – 123
3.4. Produção de plantas por amadores; enxertias prontas de duplo efeito – 123
4. Quimeras das enxertias – 124

4ª PARTE - A ENXERTIA APLICADA NALGUMAS ESPÉCIES

I - ENXERTIAS DE PRUNÓIDEAS – 131
Pessegueiro – 131
Damasqueiro – 132
Ameixieira – 132
Amendoeira – 132

II - ENXERTIA DO PINHEIRO MANSO – 133
1. Descrição do processo de enxertia herbácea – 133
2. Proteção da enxertia – 136
3. Proteção complementar da enxertia – 136
4. Desramação – 136
5. Colheita de garfos – 137
6. Enxertia não herbácea do pinheiro manso – 137

III - ENXERTIA DE ROSEIRAS – 138
1. Porta-enxertos – 138
2. Processos de enxertia – 138
3. Proteção das enxertias – 140

IV - ENXERTIA DE PLANTAS HERBÁCEAS - HORTÍCOLAS – 142
1. Processo de enxertia de plantas herbáceas – 142
A - Solanáceas – 144
B - Cucurbitáceas – 144
C - Crucíferas – 144
2. Proteção das enxertias herbáceas – 144

V - ENXERTIA DE CATOS – 146
1. Origem dos catos – 146
2. Execução das enxertias – 148
2.1. Enxertos e porta-enxertos – 148
2.2. Descrição dos processos de enxertia – 151
2.2.1. Enxertia de encosto horizontal, de faces planas, de topo ou enxertia a direito – 151
2.2.2. Enxertias de cunha moldada e de fendas lateral e diametral – 151
2.2.3. Enxertia de cunha moldada invertida ou enxertia a cavalo – 153
2.2.4. Cuidados posteriores às enxertias de catos – 155

GLOSSÁRIO – 157
BIBLIOGRAFIA – 165

Autor: Augusto Silva
Ano: 2016
Número de Páginas: 173
Tamanho: 17 x 24 cm
Editora: Publindústria
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-989-723-200-8
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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