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GESTÃO AGROINDUSTRIAL Vol. 2
 
GESTÃO AGROINDUSTRIAL Vol. 2     
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Descrição
O Volume 2 apresenta, preponderantemente, ferramentas gerais para a tomada de decisão que podem ser aplicadas a todos os elos das cadeias de produção agroindustriais.

Os dois volumes desta obra refletem uma abordagem sistêmica da gestão agroindustrial que segue a tendência observada nos mais renomados cursos de agronegócios do mundo. Eles abordam assuntos relacionados aos três principais macrossegmentos das cadeias agroindustriais de produção: produção agropecuária, transformação e comercialização de produtos agroindustriais.

Esta nova edição foi completamente revista e atualizada. Ao mesmo tempo em que novos capítulos foram introduzidos, os antigos passaram, na sua maioria, por profundas e importantes atualizações. Os grandes temas do agronegócio nacional e internacional foram revistos ou introduzidos nesta edição.

Além de apresentar as principais definições e correntes metodológicas ligadas ao estudo dos Sistemas Agroindustriais, o Volume 1 conta com capítulos que abordam o funcionamento dos Mercados Agroindustriais, a Gestão dos Processos Agroindustriais de Transformação e o Gerenciamento da Produção Agropecuária. A lógica de encadeamento destes capítulos segue o esquema clássico de análise das cadeias agroindustriais, ou seja, o estudo dos aspectos ligados aos mercados consumidores do produto final, da agroindústria e, finalmente, dos aspectos relacionados com a produção agropecuária.

Livro-texto para as disciplinas de economia e gestão de cursos de graduação e pós-graduação voltados para a área de gestão dos agronegócios (administração, engenharia de produção e economia) e para cursos da área de ciências agrárias ou afins (agronomia, engenharia agrícola, medicina veterinária, zootecnia, engenharia florestal, engenharia de alimentos, engenharia ambiental e nutrição). Leitura para programas de treinamento empresarial e cursos de pós-graduação ligados ao estudo do agronegócio e para estudantes e profissionais que desejam conhecer os conceitos do agronegócio moderno e a forma pela qual esses novos conceitos e metodologias se traduzem em uma gestão de empresas mais produtiva.

Nota sobre os autores – xiii
Prefácio – xv

1. Pesquisa operacional aplicada à agroindústria – 1
Miguel Antonio Bueno da Costa e Isaías Torres
1. Histórico da pesquisa operacional – 1
2. Metodologia da pesquisa operacional – 4
2.1. Definição de pesquisa operacional – 4
2.2. Etapas da metodologia da pesquisa operacional – 4
2.2.1. Definição do problema - levantamento de dados – 5
2.2.2. Modelagem da situação - problema – 5
2.2.3. Solução computacional – 11
2.2.4. Verificação e validação do modelo – 13
2.2.5. Implementação da solução – 13
2.2.6. Manutenção do modelo – 13
3. Programação linear – 14
3.1. Solução gráfica de um problema de programação linear – 16
3.2. Pacotes computacionais – 20
4. Simulação de sistemas – 21
4.1. Diagramação do modelo – 26
4.1.1. O exemplo do pub – 27
4.2. Geração de números aleatórios – 31
4.2.1. Fórmula de recorrência – 31
4.3. Linguagens de simulação – 33
4.3.1. SIMAN – 33
4.4. Simulação animada – 42
4.4.1. ARENA – 42
5. Conclusão – 51
Exercícios – 51

2. Métodos estatísticos para a agroindústria – 55
Manoel Fernando Martins
1. Introdução – 55
2. Estatística descritiva – 56
2.1. Tipos de variáveis – 57
2.2. Folha de verificação – 57
2.3. Distribuição de frequências – 58
2.3.1. Distribuição de frequências para variável qualitativa – 59
2.3.2. Distribuição de frequências para variável quantitativa discreta – 60
2.3.3. Distribuição de frequências para variável quantitativa contínua – 61
2.4. Características numéricas de uma distribuição de frequência – 64
2.4.1. Medidas de posição – 65
2.4.2. Medidas de dispersão – 66
3. Cálculo de probabilidades – 68
3.1. Conceitos de probabilidade – 68
3.2. Variáveis aleatórias – 69
3.3. Distribuição de probabilidade – 69
3.3.1. Parâmetros de uma distribuição de probabilidade – 69
3.3.2. Principais distribuições – 70
4. Amostragem e distribuições amostrais – 74
4.1. Amostragem aleatória – 74
4.2. Distribuições amostrais – 76
4.2.1. Distribuição amostral da média – 76
4.2.2. Distribuição amostral da proporção (p’) – 77
5. Estatística indutiva – 78
5.1. Estimação de parâmetros – 78
5.1.1. Estimação por ponto – 79
5.1.2. Estimação por intervalo – 80
5.1.3. Tamanho das amostras – 85
5.2. Testes de hipóteses – 86
5.2.1. Teste de hipótese para a média – 86
5.2.2. Teste de hipótese para proporção – 92
5.2.3. Comparação de duas médias – 92
5.2.4. Comparação de duas variâncias – 95
5.2.5. Comparação de duas proporções – 96
6. Análise de variância – 97
6.1. Hipótese para a comparação de duas ou mais médias – 97
6.2. Fundamentos para a análise de variância – 97
6.2.1. Determinação do número de graus de liberdade – 99
6.3. Tabela de análise de variância – 100
7. Projetos de experimentos – 101
7.1. Conceitos preliminares – 101
7.1.1. Princípio da aleatorização – 102
7.2. Blocos aleatorizados – 102
7.2.1. Construção do modelo – 103
7.2.2. Estimação dos parâmetros do modelo – 104
7.2.3. Análise da variância – 105
7.3. Quadrado latino – 107
7.3.1. Estimação dos parâmetros – 109
7.3.2. Análise de variância – 109
8. Correlação – 112
8.1. Correlação linear – 112
8.1.1. Coeficiente de correlação linear – 113
9. Análise de regressão – 114
9.1. Regressão linear simples – 114
9.1.1. Método dos mínimos quadrados – 115
9.1.2. Análise de regressão – 116
9.1.3. Análise do coeficiente de determinação – 117
9.1.4. Análise de variância aplicada à regressão – 120
9.2. Regressão linear múltipla – 121
9.3. Regressão não linear – 121
Exercícios – 122
Bibliografia – 126

3. Sistemas de informações gerenciais: conceitos e aplicações ao agronegócio – 131
Néocles Alves Pereira
1. Definição e características de um SIG – 131
2. Business Intelligence ou Inteligência de Negócios – 134
3. Customer Relationship Management (CRM) – 136
3.1. Data Mining (DM) ou garimpagem de dados – 137
4. Considerações finais sobre SIGs – 143
5. Sistemas especialistas – 145
5.1. Introdução – 145
5.2. Base conceitual sobre sistemas especialistas – 146
5.3. Aquisição de conhecimento – 147
5.3.1. Métodos para aquisição de conhecimento – 148
5.4. Base de conhecimento para manutenção em uma indústria de processo – 148
5.4.1. Introdução – 148
5.4.2. Fases do método de aquisição de conhecimento utilizado – 149
5.5. Outras aplicações na agroindústria – 156
5.6. Considerações finais – 157
6. Modelagem de processos de negócio – 157
6.1. Introdução – 157
6.2. Conceitos básicos sobre modelagem de processos – 158
6.3. Aplicações de modelagem de processos de negócios – 159
6.4. Modelos de referência – 160
6.5. Integração horizontal e integração vertical – 161
6.6. Ferramentas para modelagem de processos de negócio – 162
6.7. Workflow ou fluxo de trabalho – 162
7. Sistemas ERP – 164
7.1. Introdução – 164
7.2. Evolução dos sistemas de informações nas corporações – 165
7.3. A relação da empresa com o sistema ERP – 167
7.4. Tendências atuais – 167
7.5. O uso de ERP nos agronegócios – 168
8. Sistemas de informação para executivos – 169
8.1. Introdução – 169
8.2. Características dos SIE – 170
8.3. Data warehouse – 171
8.4. Elementos de um modelo conceitual para um SIE – 172
8.5. Estabelecimento de um modelo conceitual de um SIE – 174
8.6. Classificações entre os elementos básicos de um SIE – 176
8.7. Elaboração de um SIE – 178
8.8. Relação de Balanced Scorecard com FCS – 180
8.9. Considerações finais – 180
9. Internet e agroindústria – 181
9.1. Comércio eletrônico e agronegócio – 181
9.1.1. Definições e características de CE – 181
9.1.2. Tipologia, vantagens, dificuldades e uso de CE no Brasil – 184
9.1.3. Uso do comércio eletrônico na agroindústria – 191
9.2. Repositório de software e links para agroindústria – 199
9.2.1. Repositório de software na Internet para Agroindústria – 199
9.2.2. Links na Internet em Agroindústria – 201
Exercícios – 203

4. Análise de investimentos – 205
Edemilson Nogueira
1. Análise de investimentos – 205
2. Conceitos básicos em engenharia econômica – 206
2.1. Juros – 206
2.2. Taxa de juros – 206
2.3. Valor do dinheiro no tempo – 207
2.4. Regimes de capitalização – 207
2.4.1. Juros simples – 207
2.4.2. Juros compostos – 208
2.5. Equivalência entre taxas – 210
2.6. Fluxo de caixa – 211
2.7. Inflação – 212
2.8. Taxa de juros total – 213
2.9. Taxa nominal e taxa efetiva – 213
3. Equivalência de capitais – 214
3.1. Equivalência envolvendo um pagamento simples – 215
3.1.1. Valor futuro de um pagamento simples – 215
3.1.2. Valor presente de um pagamento simples – 216
3.2. Equivalência envolvendo série uniforme de pagamentos – 217
3.2.1. Valor futuro de uma série de pagamentos – 218
3.2.2. Valor presente de uma série de pagamentos – 219
3.2.3. Série gradiente uniforme – 220
4. Métodos de análise e seleção de oportunidades de investimento – 223
4.1. Conceito de taxa mínima de atratividade – 224
4.2. O método do valor presente líquido – 224
4.3. Método do valor anual equivalente – 227
4.4. Método da taxa interna de retorno – 229
4.5. Método do payback – 238
5. Casos especiais em engenharia econômica – 241
5.1. Alternativas com vidas diferentes – 241
5.2. Alternativas de investimento cujos fluxos de caixa apresentam mais que uma inversão de sinal – 244
6. Depreciação – 247
6.1. Método de depreciação linear – 248
6.2. Método de depreciação exponencial – 248
6.3. Método da soma dos dígitos – 249
7. Substituição de equipamentos – 251
7.1. Avaliação de substituição envolvendo sunk costs – 252
7.2. Análise de substituição baseada na vida econômica – 254
8. Comparação entre alternativas de investimento após o IR – 255
8.1. Análise de projetos após o imposto de renda – 255
8.2. Projetos que apresentam lucro tributável negativo – 258
9. Leasing – 259
9.1. Conceito – 260
9.2. Vantagens e desvantagens do leasing – 260
9.3. Comparação entre compra e leasing – 261
Exercícios – 262
Bibliografia – 266

5. Tópicos de economia aplicados ao sistema agroindustrial – 267
Luiz Fernando Paulillo e Paulo Furquim de Azevedo
1. Introdução – 267
2. Demanda alimentar e teoria do comportamento do consumidor – 268
2.1. Dinâmica do mercado alimentar: abordagem inicial – 268
2.2. Mecanismo de mercado – 269
2.3. Preferências do consumidor agroalimentar – 274
2.3.1. Elasticidade da oferta e da demanda – 274
2.4. Indiferença e substituição de produtos – 277
2.5. Projeção de demanda – 281
3. Oferta de produtos agroindustriais: elementos da teoria da firma – 284
3.1. Conceito de firma – 284
3.2. Função de produção – 284
3.2.1. Lei dos rendimentos decrescentes – 286
3.2.2. Isoquantas – 287
3.2.3. Mensuração de funções de produção – 289
3.2.4. Combinação ótima de insumos – 289
3.3. Função custo – 292
3.3.1. Economias de escala – 293
3.3.2. Economias de escopo – 298
3.4. Firma como uma organização – 299
Exercícios – 300
Bibliografia – 301

6. A política agrícola no Brasil: evolução e principais instrumentos – 302
Antônio Márcio Buainain e Hildo Meirelles de Souza Filho
1. Introdução – 302
2. A política agrícola e seus principais instrumentos – 303
2.1. Especificidades da agricultura e intervenção do Estado – 304
2.2. Regulação estatal e seus instrumentos – 305
2.2.1. Políticas macroeconômicas – 307
2.2.2. Políticas agrícolas – 311
2.3. Principais instrumentos da política agrícola brasileira – 314
3. A era de ouro da intervenção estatal na agricultura brasileira – 319
3.1. Principais componentes/instrumentos da intervenção – 322
3.1.1. Política de crédito rural – 323
3.1.2. Programa de garantia de preços mínimos – 328
3.2. Outros componentes/instrumentos de intervenção – 329
3.2.1. Pesquisa agropecuária: a criação da Embrapa – 329
3.2.2. Programas de desenvolvimento regional e rural – 330
3.2.3. Programas específicos por produto – 331
4. A crise da política agrícola na década de 80 – 332
4.1. A política de crédito rural durante a década de 80 – 332
4.1.1. A mobilização de recursos – 332
4.1.2. A gestão dos recursos – 334
4.2. A política de preços mínimos durante a década de 80 – 336
4.2.1. A reorientação da política de garantia de preços mínimos – 336
4.2.2. A gestão da política de garantia de preços mínimos – 339
5. Evolução e contradições da política agrícola nos anos 90 – 342
5.1. A exaustão e reorientação do crédito rural – 343
5.2. Crédito rural e pequeno produtor – 346
5.3. A falência do Proagro – 347
5.4. A perda de credibilidade dos preços mínimos – 349
5.5. Os novos instrumentos da política agrícola brasileira – 351
5.5.1. Cédula do Produto Rural (CPR) – 351
5.5.2. Contrato de Opção de Venda (COV) – 353
5.5.3. Prêmio para Escoamento de Produto (PEP) – 354
5.5.4. Novos títulos financeiros para o agronegócio – 354
5.5.5. Linha Especial de Comercialização (LEC) – 355
5.5.6. Zoneamento agroclimático, pedoclimático e o seguro agrícola – 355
5.5.7. Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) – 357
5.5.8. Política Nacional de Defesa Agropecuária – 358
5.5.9. Construção de infraestrutura – 359
6. Considerações finais – 360
Exercícios – 362

7. Comércio internacional agroindustrial: instituições e mecanismos de negociação – 363
Luiz Fernando Paulillo
1. Introdução – 364
2. O comércio internacional e o neoliberalismo: um mundo distante do livre comércio do liberalismo clássico – 365
3. Cooperação internacional para dirimir conflitos – 369
3.1. Tratados e acordos comerciais – 370
3.2. Cláusulas de direitos e obrigações – 370
3.3. Desenvolvimento das negociações: do GATT (Acordo Geral de Tarifas e Comércio) para a OMC (Organização Mundial do Comércio) – 371
4. Principais instituições e práticas comerciais internacionais para a agricultura e a agroindústria – 374
4.1. Solução de controvérsias – 374
4.1.1. Painel – 375
4.1.2. Órgão de apelação – 375
4.1.3. Órgão de solução de controvérsias – 375
4.2. Instrumentos de política comercial – 376
4.2.1. Tarifas – 376
4.2.2. Quotas tarifárias – 377
4.2.3. Mecanismos de defesa comercial – 379
4.2.4. Cláusula de Habilitação – 380
4.2.5. Subsídios à exportação – 380
4.2.6. Sistema Geral de Preferências (SGP) – 382
4.2.7. Barreiras não tarifárias – 383
4.3. Acordos de integração comercial – 390
4.3.1. Tipos de acordos – 390
4.3.2. Integração comercial: definição e etapas – 391
5. Principais blocos econômicos – 392
5.1. União Europeia – 393
5.1.1. O processo de integração europeia: um breve histórico – 393
5.1.2. Etapas de integração econômica – 396
5.1.3. União Europeia e agricultura: a Política Agrícola Comum (PAC) é a instituição fundamental – 398
5.1.4. Os rumos da integração europeia e os reflexos sobre os principais produtos agroindustriais brasileiros de exportação – 404
5.2. Mercado Comum do Sul (Mercosul) – 407
5.3. Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta) – 411
5.4. Acordo de Livre Comércio das Américas (Alca) – 414
Exercícios – 418
Bibliografia – 418

Coordenador: Mário Otávio Batalha
Ano: 2009
Número de Páginas: 440
Tamanho: 17 x 24 cm
Editora: Atlas
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-224-5449-5
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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