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CIÊNCIA E PRODUÇÃO DE AVES
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  LIVROS TÉCNICOS >>> Fitopatologia
 
DIAGNOSE DE FITONEMATOIDES
 
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Descrição
Os nematoides têm grande poder destrutivo em plantas. A limitação de meios para a sua identificação, principalmente em estágios precoces de infestação, constitui grande entrave para a realização de diagnose e, portanto, ao manejo.

Existem importantes informações técnicas sobre a matéria, tanto de caráter acadêmico, como resultados de pesquisas e experimentações, porém, pouco divulgadas ou, difundidas em artigos esparsos publicados em mídias de circulação restrita e que não chegam aos extensionistas, associações de produtores e usuários finais.

Cientes de que um eficaz processo de informação e conscientização pode propiciar expressivas reduções de perdas, ganhos de produtividade e aumento de receitas, os organizadores desta obra decidiram selecionar e disponibilizar completas informações sobre identificação de fitonematoides. Reuniram vinte e nove dentre os mais renomados especialistas em matérias relacionadas, que vasculharam as melhores publicações nacionais e internacionais, os melhores exemplos e as tecnologias mais recentes. Adaptaram os objetos de estudos à nossa realidade: culturas, biomas e climas e organizaram as informações em linguagem objetiva e clara.

Vem a lume esta obra “Diagnose de Fitonematoides”. Abrangente, minuciosa e suficiente, cita em cada capítulo outros autores e obras aos que queiram se aprofundar nas diferentes matérias.

É a parte que coube aos organizadores e dedicados autores, que concitam os leitores - extensionistas, agrônomos, cooperativas e associações de produtores, professores e estudantes a diligenciar para que os conhecimentos e exemplos ora recomendados cheguem aos usuários finais e sejam efetivamente praticados, propiciando aumentos de produção, produtividade, rentabilidade e bem-estar social.

1. Importância dos fitonematoides na agricultura – 1
1. Considerações preliminares – 1
2. Prejuízos causados por fitonematoides – 2
3. Interações com outros patógenos – 8
4. Considerações finais – 9
5. Referências bibliográficas – 10

2. Diagnose de fitonematoides no campo, técnicas de amostragem e geoestatística – 15
1. Considerações preliminares – 15
2. Sintomatologia – 18
2.1. Sintomas – 18
2.1.1. Nematoides parasitos de órgãos subterrâneos – 22
2.1.2. Nematoides parasitos de parte aérea – 24
2.2. Sinais – 24
2.2.1. Fatores que influenciam a distribuição e a densidade de nematoides – 26
2.2.1.1. Melhor época para coletar amostras – 26
2.2.1.2. Planejamento antes de proceder a coleta – 27
2.2.1.3. Coleta de amostras e cuidado com as amostras coletadas – 27
3. Distribuição espacial de nematoides – 31
3.1. Análise exploratória – 31
3.2. Análise da dependência espacial por meio do semivariograma – 35
3.3. Interpolação por Krigagem e mapeamento – 42
4. Considerações finais – 44
5. Referências bibliográficas – 44

3. Gênero Meloidogyne: diagnose através de eletroforese de isoenzimas e marcadores SCAR – 47
1. Considerações preliminares – 47
2. Diagnóstico de Meloidogyne spp. – 48
2.1. Identificação com base em métodos bioquímicos – 48
2.2. Identificação de espécies com base nos marcadores SCAR – 51
3. Características e diagnose das espécies de Meloidogyne detectadas no Brasil – 54
3.1. Meloidogyne exigua Göldi (1887) (espécie tipo do gênero) – 54
3.2. Meloidogyne arenaria Neal (1889), Chitwood (1949) – 54
3.3. Meloidogyne brasiliensis Charchar e Eisenback (2002) – 55
3.4. Meloidogyne coffeicola Lordello e Zamith (1960) – 55
3.5. Meloidogyne enterolobii Yang e Eisenback (1983) [= M. mayaguensis Rammah e Hirschman (1988)] – 55
3.6. Meloidogyne ethiopica Whitehead (1968) – 56
3.7. Meloidogyne graminicola Golden e Birchfield (1965) – 56
3.8. Meloidogyne hapla Chitwood (1949) – 57
3.9. Meloidogyne hispanica Hirschmann (1986) – 57
3.10. Meloidogyne incognita Kofoid e White (1919), Chitwood (1949) – 58
3.11. Meloidogyne inornata Lordello (1956) – 58
3.12. Meloidogyne javanica Treub (1885), Chitwood (1949) – 59
3.13. Meloidogyne konaensis Eisenback, Bernard e Schmitt (1995) – 60
3.14. Meloidogyne luci Carneiro, Correa, Almeida, Gomes, Mohammaddeimi e Karssen (2014) – 60
3.15. Meloidogyne morocciensis Rammah e Hirschmann (1990) – 61
3.16. Meloidogyne paranaensis Carneiro, Carneiro, Abrantes, Santos e Almeida (1996) – 61
3.17. Meloidogyne petuniae Charchar, Eisenback e Hirschmann (1999) – 62
3.18. Meloidogyne phaseoli Charchar, Eisenback, Charchar e Boiteux (2008) – 62
3.19. Meloidogyne polycephannulata Charchar, Eisenback, Vieira, Fonseca-Boiteux e Boiteux (2009) – 63
3.20. Meloidogyne pisi Charchar, Eisenback, Charchar e Boiteux (2008) – 63
4. Considerações finais – 63
5. Referências bibliográficas – 64

4. Gênero Pratylenchus – 71
1. Considerações preliminares – 71
2. Posição taxonômica e nomenclatura – 71
3. Caracteres morfológicos e morfométricos utilizados para a identificação de espécies de Pratylenchus – 72
4. Identificação de importantes espécies de Pratylenchus que ocorrem no Brasil – 77
4.1. Pratylenchus brachyurus – 77
4.2. Pratylenchus coffeae – 77
4.3. Pratylenchus jaehni – 80
4.4. Pratylenchus zeae – 82
4.5. Pratylenchus penetrans – 84
4.6. Pratylenchus vulnus – 86
5. Chave para identificação das mais importantes espécies de Pratylenchus que ocorrem no Brasil – 90
6. Diagnóstico molecular em Pratylenchus spp. – 90
7. Considerações finais – 93
8. Referências bibliográficas – 93

5. Gênero Aphelenchoides – 99
1. Considerações preliminares – 99
2. Posição taxonômica de Aphelenchoides spp. – 99
3. Características gerais e caracteres diagnósticos para a identificação de espécies do gênero Aphelenchoides – 100
4. Caracteres taxonômicos diagnósticos em Aphelenchoides spp. – 100
4.1. Término caudal – 100
4.2. Comprimento do saco pós-vulvar (PVS) – 102
4.3. Incisuras no campo lateral – 102
4.4. Posição do poro excretor em relação ao anel nervoso – 102
4.5. Comprimento do corpo (L) – 102
4.6. Valor “a” – 102
4.7. Forma da cauda e valor “c” – 104
4.8. Forma da região labial e comprimento do estilete – 104
5. Espécies de Aphelenchoides parasitas de plantas – 104
5.1. Aphelenchoides besseyi Christie (1942) – 104
5.1.1. Importância econômica – 104
5.1.2. Biologia, sintomatologia e manejo – 106
5.2. Aphelenchoides fragariae (RITZEMA BOS, 1891) Christie (1942) e A. ritzemabosi (SCHWARTZ, 1911) Steiner e Buhner (1932) – 107
5.2.1. Importância econômica – 107
5.2.2. Biologia, sintomatologia e manejo – 107
5.3. Aphelenchoides subtenuis (COBB, 1926) Steiner e Buhrer (1942) – 108
5.3.1. Importância econômica – 108
5.3.2. Biologia, sintomatologia e manejo – 108
5.4. Aphelenchoides arachidis Bos (1977) – 109
5.4.1. Importância econômica – 109
5.4.2. Biologia, sintomatologia e manejo – 109
6. Identificação das espécies de Aphelenchoides – 110
7. Métodos moleculares aplicados à diagnose de Aphelenchoides – 111
8. Considerações finais – 113
9. Agradecimento – 114
10. Referências bibliográficas – 114

6. Gêneros Xiphinema e Xiphidorus – 119
1. Considerações preliminares – 119
2. Classificação e taxonomia de Longidoridae – 120
2.1. Posição taxonômica – 120
2.2. Taxonomia de Longidoridae – 120
2.3. Taxonomia de Xiphinema e Xiphidorus – 122
2.3.1. Xiphinema – 124
2.3.2. Xiphidorus – 125
3. Importância econômica dos longidorídeos – 125
3.1. Trasmissão de viroses – 125
3.2. Danos diretos – 126
4. A família Longidoridae na América Latina – 127
5. Ocorrência e distribuição de espécies de Xiphidorus e Xiphinema no Brasil – 128
5.1. Espécies do grupo Xiphinema americanum – 128
5.1.1. Xiphinema brevicolle Lordello e Costa (1961) – 128
5.1.2. Xiphinema californicum Lamberti e Bleve-Zacheo (1979) – 128
5.1.3. Xiphinema diffusum Lamberti e Bleve-Zacheo (1979) – 128
5.1.4. Xiphinema oxycaudatum Lamberti e Bleve-Zacheo (1979) – 129
5.1.5. Xiphinema peruvianum Lamberti e Bleve-Zacheo (1979) – 129
5.1.6. Xiphinema luci Lamberti e Bleve-Zacheo (1979) – 129
5.2. Outras espécies (não pertencentes ao grupo X. americanum) – 129
5.2.1. Xiphinema basiri Siddiqi (1959) – 129
5.2.2. Xiphinema brasiliense Lordello (1951) – 129
5.2.3. Xiphinema clavicaudatum Huang, Uesugi e Raski (1987) – 129
5.2.4. Xiphinema costaricense Lamberti e Tarjan (1974) – 130
5.2.5. Xiphinema dimidiatum Loof e Sharma (1979) – 130
5.2.6. Xiphinema elongatum Schuurmans, Stekhoven e Teunissen (1938) – 130
5.2.7. Xiphinema ensiculiferum (COBB, 1893) Thorne (1937) – 130
5.2.8. Xiphinema fluminense Huang, Uesugi e Raski (1987) – 130
5.2.9. Xiphinema georgianum Lamberti e Bleve-Zacheo (1979) – 130
5.2.10. Xiphinema guillaumeti Germani (1989) – 130
5.2.11. Xiphinema krugi Lordello (1955) – 130
5.2.12. Xiphinema longicaudatum Luc (1961) – 131
5.2.13. Xiphinema ifacolum Luc (1961) – 131
5.2.14. Xiphinema paritaliae Loof e Sharma (1979) – 132
5.2.15. Xiphinema index Thorne e Allen (1950) – 132
5.2.16. Xiphinema machoni Hunt (1980) – 132
5.2.17. Xiphinema pachtaicum (Tulaganov, 1938) Kirjanova (1951) – 132
5.2.18. Xiphinema parasetariae Luc (1958) – 132
5.2.19. Xiphinema paulistanum Carvalho (1965) – 132
5.2.20. Complexo Xiphinema setariae/vulgare – 132
5.2.21. Xiphinema surinamense Loof e Maas (1972) – 133
5.2.22. Xiphinema torvum Siddiqi (2000) – 133
5.2.23. Xiphinema vicarium Siddiqi (2000) – 133
5.2.24. Xiphinema variegatum Siddiqi (2000) – 133
5.3. Espécies de Xiphidorus – 133
5.3.1. Xiphidorus amazonensis Uesugi, Huang e Cares (1985) – 133
5.3.2. Xiphidorus balcarceanus Chaves e Coomans (1984) – 133
5.3.4. Xiphidorus minor Rashid, Coomans e Sharma (1986) – 134
5.3.5. Xiphidorus parthenus Monteiro, Lordello e Nakasono (1981) – 134
5.3.6. Xiphidorus yepesara Monteiro (1976) – 134
6. Chave para identificação de espécies de Xiphinema assinaladas no Brasil – 134
7. Chave dicotômica para identificação das espécies de Xiphidorus – 136
8. Considerações finais – 143
9. Agradecimentos – 144
10. Referências Bibliográficas – 144

7. Gênero Heterodera – 149
1. Considerações preliminares – 149
2. Posição taxonômica de Heterodera – 152
3. Características gerais e caracteres diagnósticos para a identificação de espécies de Heterodera – 152
4. Caracteres taxonômicos diagnósticos em Heterodera glycines – 153
4.1. Morfologia do juvenil – 153
4.2. Morfologia do macho – 154
4.3. Morfologia da fêmea – 154
5. Importância econômica – 155
6. Biologia, sintomatologia e manejo – 155
7. Raças e HG types – 158
8. Caracterização bioquímica e molecular de H. glycines – 158
9. Considerações finais – 159
10. Referências bibliográficas – 160

8. Gênero Rotylenchulus – 163
1. Considerações preliminares – 163
2. Posição taxonômica de Rotylenchulus – 164
3. Características gerais para a identificação de espécies de Rotylenchulus (JATALA, 1991) – 164
4. Caracteres taxonômicos diagnósticos em R. reniformis (DASGUPTA et al., 1968) – 165
5. Caracteres taxonômicos diagnósticos em R. parvus (DASGUPTA et al., 1968) – 166
6. Espécies de Rotylenchulus – 167
7. Espécies de importância econômica – 168
7.1. Rotylenchulus reniformis – 168
7.1.1. Importância econômica – 168
7.1.2. Biologia e sintomatologia – 170
7.2. Rotylenchulus parvus – 172
7.2.1. Importância econômica – 172
7.2.2. Biologia e sintomatologia – 172
8. Medidas de controle – 173
9. Chave para identificação de espécies de Rotylenchulus Jatala (1991) revisada a partir de Dagsputa et al. (1968) – 174
10. Identificação molecular de Rotylenchulus – 175
11. Considerações finais – 176
12. Referências bibliográficas – 177

9. Gênero Radopholus – 181
1. Considerações preliminares – 181
2. Posição taxonômica de Radopholus – 182
3. Características gerais para a identificação de espécies de Radopholus – 182
4. Espécies de Radopholus – 182
5. Espécies de importância econômica – 183
5.1. Radopholus similis – 183
5.1.1. Importância econômica – 183
5.1.2. Caracteres taxonômicos diagnósticos – 184
5.1.3. Biologia e sintomatologia – 184
5.2. Radopholus citri – 187
5.2.1. Importância econômica – 187
5.2.2. Caracteres taxonômicos diagnósticos – 187
5.2.3. Biologia e sintomatologia – 188
5.3. Radopholus nativus – 189
5.3.1. Importância econômica – 189
5.3.2. Caracteres taxonômicos diagnósticos – 189
5.3.3. Biologia e sintomatologia – 189
5.4. Radopholus musicola – 189
5.4.1. Importância econômica – 189
5.4.2. Caracteres taxonômicos diagnósticos – 190
5.4.3. Biologia e sintomatologia – 191
5.5. Radopholus duriophilus – 191
5.5.1. Importância econômica – 191
5.5.2. Caracteres taxonômicos diagnósticos – 191
5.5.3. Biologia e sintomatologia – 192
5.6. Radopholus arabocoffeae – 192
5.6.1. Importância econômica – 192
5.6.2. Caracteres taxonômicos diagnósticos – 193
5.6.3. Biologia e sintomatologia – 194
6. Medidas de controle – 194
7. Chave de identificação de Radopholus – 197
8. Identificação molecular de Radopholus – 198
9. Considerações finais – 199
10. Referências bibliográficas – 200

10. Gênero Tylenchulus – 205
1. Considerações preliminares – 205
2. Posição taxonômica de Tylenchulus Cobb (1913) – 205
3. Características Gerais do Gênero Tylenchulus – 205
4. Características gerais para a identificação de espécies de Tylenchulus – 206
5. Caracteres taxonômicos diagnósticos em Tylenchulus semipenetrans – 206
6. Importância agrícola de Tylenchulus semipenetrans – 209
7. Medidas de Controle – 210
8. Chave de identificação de Tylenchulus – 212
9. Identificação molecular de Tylenchulus – 212
10. Considerações finais – 213
11. Referências bibliográficas – 214

11. Serviços laboratoriais de diagnose de doenças causadas por fitonematoides – 217
1. Considerações preliminares – 217
2. Estrutura e serviços oferecidos pelos laboratórios de Nematologia – 218
2.1. Estrutura do laboratório – 218
2.2. Serviços laboratoriais – 219
2.3. Amostragem – 219
2.4. Área a ser amostrada – 220
2.4.1. Tamanho da área – 220
2.4.2. Condições do solo – 220
2.4.3. Características e histórico da área – 220
2.4.4. Momento da amostragem – 220
2.4.5. Equipamentos ou acessórios – 220
2.4.6. Caminhamento – 221
2.4.7. Local da amostragem – 221
2.4.8. Retirada da amostra – 221
2.4.9. Composição da amostra – 222
2.4.10. Armazenamento – 222
2.4.11. Encaminhamento – 222
3. Métodos de extração de nematoides – 222
3.1. Métodos de extração de nematoides do solo – 223
3.1.1. Funil de Baermann (BAERMANN, 1917) – 223
3.1.2. Flotação Centrífuga em Solução de Sacarose (JENKINS, 1964) – 225
3.2. Métodos de extração de nematoides de raízes – 227
3.2.1. Funil de Baermann (BAERMANN, 1917) – 227
3.2.2. O método de COOLEN e DHERDE (1972) – 228
3.2.3. Dissecação direta do tecido da planta – 228
3.3. Métodos de extração de nematoides da parte aérea de plantas – 228
3.4. Métodos de extração de cistos de Heterodera glycines – 230
3.4.1. Extração de cistos a partir de solo seco (SHEPHERD, 1970) – 230
3.4.2. Extração de cistos a partir de solo úmido: método da sacarose densa (DUNN, 1969) – 230
4. Quantificação e separação por grupos ou gênero – 231
4.1. Preparo de lâminas – 231
4.1.1. Lâminas temporárias (COBB, 1918) – 232
4.1.2. Lâminas permanentes – 232
4.1.2.1. Método rápido em glicerina (BAKER, 1953) – 233
4.1.2.2. Montagem Permanente de SEINHORST (1959) – 233
4.2. Montagem das lâminas – 234
5. Considerações finais – 235
6. Referências bibliográficas – 235

12. Chave ilustrada de identificação dos principais gêneros de fitonematoides no Brasil baseada em caracteres das fêmeas – 237
1. Considerações preliminares – 237
2. Sobre as chaves de identificação – 242
3. Chave ilustrada de identificação dos principais gêneros de fitonematoides no Brasil baseada em caracteres das fêmeas – 243
4. Considerações finais, créditos das figuras e agradecimentos – 253
5. Referências bibliográficas – 253

13. Técnicas clássicas da diagnose de fitonematoides – 255
1. Considerações preliminares – 255
2. Desvantagens da microscopia de luz – 255
3. Vantagens da microscopia de luz – 262
4. Aplicação da microscopia de luz em clínicas nematológicas agrícolas – 263
4.1. Análise nematológica e manejo dos nematoides da cana-de-açúcar – 263
4.2. Identificação dos nematoides das lesões (Pratylenchus zeae e P. brachyurus) – 268
4.3. Identificada a espécie de Pratylenchus, o que fazer com essa informação? – 270
4.4. Identificação da espécie de nematoide das galhas – 271
4.5. Identificada a espécie de Meloidogyne, o que fazer com essa informação? – 273
4.6. Registro dos fitonematoides de importância secundária – 273
4.7. Análise nematológica e manejo dos nematoides da soja – 273
5. Considerações finais – 276
6. Referências bibliográficas – 276

14. Diagnose molecular de nematoides parasitos de plantas / Molecular diagnostics of plant-parasitic nematodes – 277
1. Promotores globais do manejo de nematoides / Global drivers of nematode management – 277
2. A importância da identificação correta de espécies de nematoides / The importance of identifying the correct nematode species – 278
3. Um diagnóstico molecular ideal seria... / An ideal molecular diagnostic would be – 279
4. Preparação da amostra / Sample preparation – 282
5. Validação / Validation – 285
6. Escolha do alvo molecular / Choice of molecular target – 286
6.1. Alvos em múltiplas cópias: DNA mitocondrial e DNA ribossômico / Multi-copy targets, mtDNA and rDNA – 288
6.2. Genes mitocondriais / Mitochondrial genes – 288
6.3. DNA Ribossômico / Ribosomal DNA – 292
7. Exemplos de Plataformas de Diagnóstico Molecular / Examples of Molecular Diagnostic platforms – 295
7.1. PCR específica / Specific PCR – 295
7.2. Separação pelo comprimento da região ITS / Length separation – 296
7.3. PCR-RFLP / PCR-RFLP – 296
7.4. T-RFLP / T-RFLP – 298
7.5. PCR em tempo real (qPCR) / Real-time PCR (qPCR) – 300
8. Exemplos de diagnósticos disponíveis para os nematoides mais importantes economicamente no Brasil / Examples of current diagnostics for the most economic importance nematodes in Brazil – 302
8.1. Pratylenchus – 304
8.2. Aphelenchoides – 305
8.3. Xiphinema – 307
8.4. Tylenchulus semipenetrans – 307
8.5. Radopholus similis – 308
8.6. Heterodera glycines – 309
9. Considerações finais / Final considerations – 309
10. Agradecimentos – 312
11. Referências bibliográficas / Bibliographic references – 312

15. Microscopia eletrônica de varredura na diagnose de fitonematoides – 321
1. Considerações preliminares – 321
2. Alguns conceitos – 321
3. Poder de resolução – 324
4. Súmula histórica da microscopia eletrônica – 325
5. Preparação de espécimes para a microscopia eletrônica de varredura – 326
5.1. Limpeza do espécime – 327
5.2. Fixação – 327
5.3. Desidratação – 329
5.4. Secagem do espécime – 330
5.5. Montagem da amostra – 331
5.6. Metalização – 332
6. Algumas técnicas de preparação de nematoides – 332
6.1. Padrões perineais – 332
6.2. Espécimes vermiformes – 334
6.3. Preparação de cistos de fitonematoides – 335
6.4. Preparação de estiletes removidos dos nematoides – 336
7. Considerações finais – 341
8. Referências bibliográficas – 341

16. Futuro da taxonomia de fitonematoides / Future of phytonematode taxonomy – 343
1. Considerações preliminares / Preliminary considerations – 343
2. Coleções de nematoides e morfologia / Nematode collections and morphology – 343
3. Código de barras molecular / Molecular barcodes – 345
4. Referências bibliográficas / Bibliographic references – 348
Nota do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos / US Department of Agriculture Note – 350

Autores e Colaboradores – 351
Atlas - Fitonematoides – 353

Organizadores: Claudio Marcelo Gonçalves de Oliveira, Maria Amelia dos Santos e Leonardo Humberto Silva e Castro
Ano: 2016
Número de Páginas: 368
Tamanho: 20,5 x 26,5 cm
Editora: Millennium
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-7625-339-6
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Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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