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CULTURA DA SOJA NOS CERRADOS
 
CULTURA DA SOJA NOS CERRADOS     
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Descrição
A cultura da soja nos cerrados, inexpressiva há 20 anos, apresenta hoje rendimentos superiores aos das regiões tradicionais e contribui com mais de 40% da produção brasileira.

Para discutir os avanços e as necessidades de pesquisas futuras, a EMBRAPA, por intermédio do Centro Nacional de Pesquisa de Soja-CNPSo e do Centro de Pesquisa Agropecuária dos Cerrados-CPAC, a POTAFOS-Associação Brasileira para Pesquisa da Potassa e do Fosfato e a ANDA-Associação Nacional para Difusão de Adubos e Corretivos Agrícolas promoveram, de 16 a 20 de março de 1992, em Uberaba-MG, o Simpósio sobre a Cultura da Soja nos Cerrados. Com mais de 400 participantes, o Simpósio permitiu um amplo debate sobre os principais problemas técnicos e econômicos enfrentados pela sojicultura nos cerrados.

Agradecendo aos autores dos capítulos pelas excelentes contribuições, aos pesquisadores da EMBRAPA - Neylson Eustáquio Arantes e Plínio Itamar de Mello de Souza - pelo minucioso trabalho de editoração, às agências canadenses Western Economic Diversification Program (WDP), Atlantic Canada Opportunities Agency (ACOA) e Province of New Brunswick (NB) e à empresa de fertilizantes CANPOTEX, pelo apoio financeiro, a POTAFOS sente-se honrada em apresentar aos leitores este livro.

ASPECTOS ECONÔMICOS DO COMPLEXO SOJA: sua participação na economia brasileira e evolução na região do Brasil Central
1. AS POLÍTICAS ECONÔMICAS DE DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO DA AGRICULTURA – 1
2. SOJA: ASPECTOS ECONÔMICOS – 5
3. A SOJA NO MUNDO – 9
4. A SOJA NO BRASIL – 18
4.1. Produção – 18
4.2. Comercialização e industrialização – 24
5. A SOJA NA REGIÃO DOS CERRADOS – 29
5.1. Produção de soja nos cerrados, por Estado – 34
5.2. Fatores limitantes e oportunidades existentes na região – 36
6. RESUMO – 47
7. SUMMARY – 47
8. LITERATURA CITADA – 48
9. ANEXO – 51

MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO NA CULTURA DA SOJA
1. INTRODUÇÃO – 71
2. SOLOS DA REGIÃO DOS CERRADOS – 72
3. CARACTERÍSTICAS E PROPRIEDADES IMPORTANTES PARA A CONSERVAÇÃO DOS SOLOS – 73
3.1. Textura – 73
3.2. Estrutura – 74
3.3. Cor – 74
3.4. Porosidade – 75
3.5. Profundidade – 75
3.6. Topografia – 75
4. ASPECTOS CONSERVACIONISTAS NA REGIÃO DOS CERRADOS – 77
4.1. Conhecimento da área – 77
4.2. Planejamento integrado – 77
4.3. Desmatamento – 77
4.4. Enleiramento – 78
4.5. Locação de infra-estrutura – 79
5. MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO – 79
5.1. Correção e adubação do solo – 79
5.2. Preparo do solo – 80
5.3. Terraceamento – 88
5.4. Rotação de culturas – 91
5.5. Adubação verde – 92
5.6. Outras práticas de manejo e conservação – 94
6. MATÉRIA ORGÂNICA NOS SOLOS DOS CERRADOS – 94
6.1. Importância da matéria orgânica para a agricultura nos cerrados – 94
6.2. Fontes de matéria orgânica – 96
6.3. A matéria orgânica e a cultura da soja – 97
7. RESUMO – 98
8. SUMMARY – 100
9. LITERATURA CITADA – 101

NUTRIÇÃO MINERAL DA SOJA
1. INTRODUÇÃO – 105
2. FATORES DE PRODUÇÃO – 106
3. COMPOSIÇÃO MINERAL DA SOJA – 106
3.1. Macronutrientes primários: nitrogênio, fósforo e potássio – 109
3.2. Macronutrientes secundários: cálcio, magnésio e enxofre – 114
3.3. Micronutrientes: boro, cloro, cobre, ferro, manganês, molibdênio e zinco – 118
4. ANÁLISE DAS FOLHAS – 127
5. SINTOMAS VISUAIS DE ANOMALIAS NUTRICIONAIS EM SOJA – 129
5.1. Nitrogênio – 129
5.2. Fósforo – 129
5.3. Potássio – 130
5.4. Cálcio – 130
5.5. Magnésio – 130
5.6. Enxofre – 130
5.7. Alumínio – 130
5.8. Boro – 130
5.9. Cobre – 131
5.10. Ferro – 131
5.11. Manganês – 131
5.12. Molibdênio – 131
5.13. Zinco – 131
6. RESUMO – 132
7. SUMMARY – 132
8. LITERATURA CITADA – 133

CORREÇÃO DO SOLO E ADUBAÇÃO DA CULTURA DA SOJA
1. INTRODUÇÃO – 137
2. ACIDEZ DO SOLO – 138
2.1. Correção da acidez superficial – 138
2.2. Correção da acidez subsuperficial – 142
3. FÓSFORO – 144
3.1. Adubação corretiva – 146
3.2. Adubação de manutenção – 148
3.3. Avaliação econômica – 148
4. POTÁSSIO – 149
5. MICRONUTRIENTES – 152
6. CONSIDERAÇÕES FINAIS – 154
7. RESUMO – 155
8. SUMMARY – 156
9. LITERATURA CITADA – 156

FIXAÇÃO BIOLÓGICA DO NITROGÊNIO
1. INTRODUÇÃO – 159
2. FIXAÇÃO BIOLÓGICA DO N2 – 160
3. ADUBAÇÃO NITROGENADA – 162
4. DOSES DE INOCULANTE – 162
5. INOCULAÇÃO DO ARROZ – 163
6. FORMAS DE INOCULAÇÃO – 166
7. SELEÇÃO DE ESTIRPES – 166
8. REINOCULAÇÃO DA SOJA – 168
9. OCORRÊNCIA DE SEROGRUPOS DE B. JAPONICUM EM SOLOS SOB CULTIVO DE SOJA – 173
10. PESQUISAS NECESSÁRIAS – 178
11. RESUMO – 179
12. SUMMARY – 180
13. LITERATURA CITADA – 180

MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS
1. INTRODUÇÃO – 183
2. PRINCIPAIS PLANTAS DANINHAS E SUA IMPORTÂNCIA – 184
3. MÉTODOS DE CONTROLE – 186
4. PREVENÇÃO – 186
5. MÉTODO CULTURAL – 187
5.1. Escolha da cultivar – 188
5.2. Época de semeadura – 188
5.3. Uso de fertilizantes – 188
5.4. Rotação de culturas – 189
5.5. Sucessão de culturas – 189
5.6. Espaçamento e densidade – 189
6. CONTROLE BIOLÓGICO – 190
7. CONTROLE FÍSICO – 190
8. CONTROLE QUÍMICO – 192
9. SEMEADURA DIRETA E O CONTROLE DAS PLANTAS DANINHAS – 200
10. RESUMO – 204
11. SUMMARY – 205
12. LITERATURA CITADA – 205

MELHORAMENTO GENÉTICO E CULTIVARES DE SOJA PARA OS CERRADOS DA REGIÃO SUDESTE DO BRASIL
1. INTRODUÇÃO – 209
2. MELHORAMENTO GENÉTICO EM SÃO PAULO – 210
3. MELHORAMENTO GENÉTICO EM MINAS GERAIS – 210
4. PRINCIPAIS OBJETIVOS DOS PROGRAMAS DE MELHORAMENTO GENÉTICO DESENVOLVIDOS NA REGIÃO SUDESTE DO BRASIL – 212
4.1. Produtividade de grãos – 212
4.2. Adaptação – 212
4.3. Cultivares com tolerância ao complexo de acidez, alta capacidade de extração de fósforo e penetração do sistema radicular nas camadas adensadas – 213
4.4. Resistência às doenças – 215
4.5. Resistência aos nematóides formadores de galha – 215
4.6. Resistência aos insetos-pragas – 215
4.7. Qualidade fisiológica da semente – 216
4.8. Melhor qualidade dos grãos – 217
5. CULTIVARES RECOMENDADAS PARA SÃO PAULO E MINAS GERAIS – 218
6. RESUMO – 219
7. SUMMARY – 224
8. LITERATURA CITADA – 224

MELHORAMENTO GENÉTICO DA SOJA NA REGIÃO CENTRO-OESTE
1. INTRODUÇÃO – 229
2. PROGRAMAS DE MELHORAMENTO PARA ADAPTAR A SOJA À REGIÃO CENTRO-OESTE – 232
3. ADAPTAÇÃO DA SOJA: CARACTERÍSTICAS DA ESPÉCIE – 232
3.1. Hibridações – 232
3.2. Cruzamentos naturais – 235
3.3. Mutações – 237
4. PERÍODO JUVENIL – 237
5. ADAPTAÇÃO DA SOJA AO CULTIVO NA ENTRESSAFRA – 238
6. CULTIVARES PARA A REGIÃO CENTRO-OESTE – 239
7. RECURSOS PARA A PESQUISA – 239
8. RESUMO – 250
9. SUMMARY – 250
10. LITERATURA CITADA – 251

DESENVOLVIMENTO DE CULTIVARES DE SOJA NA REGIÃO NORTE E NORDESTE DO BRASIL
1. INTRODUÇÃO – 255
2. A SOJA NO BRASIL – 256
3. FOTOPERIODISMO E PERÍODO JUVENIL LONGO - IDENTIFICAÇÃO DE GENÓTIPOS POUCO SENSÍVEIS A MUDANÇAS FOTOPERIÓDICAS – 257
4. ESTRATÉGIAS PARA O USO DO PERÍODO JUVENIL LONGO EM PROGRAMAS DE MELHORAMENTO – 259
5. RESUMO – 262
6. SUMMARY – 263
7. LITERATURA CITADA – 263

MANEJO DA CULTURA DA SOJA SOB CERRADO: época, densidade e profundidade de semeadura
1. INTRODUÇÃO – 267
2. CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DOS CERRADOS – 268
3. FATORES QUE INTERFEREM NO DESEMPENHO DA CULTURA DA SOJA – 269
3.1. Comprimento do dia (fotoperíodo) – 270
3.2. Temperatura – 272
3.3. Precipitação pluviométrica – 273
4. ÉPOCA DE SEMEADURA – 274
4.1. Efeito sobre o ciclo biológico – 274
4.2. Efeito sobre a altura da planta – 279
4.3. Efeito sobre a produção de grãos – 281
4.4. Época de semeadura na estação seca – 284
5. POPULAÇÃO DE PLANTAS – 286
6. PROFUNDIDADE DE SEMEADURA – 291
7. RESUMO – 294
8. SUMMARY – 294
9. LITERATURA CITADA – 295

PRAGAS DA SOJA E SEU CONTROLE
1. INTRODUÇÃO – 299
2. PRAGAS DA SOJA – 301
2.1. Insetos desfolhadores – 301
2.2. Insetos sugadores – 301
2.3. Outras pragas – 306
3. NÍVEIS DE DANOS ECONÔMICOS – 307
3.1. Insetos desfolhadores – 307
3.2. Insetos sugadores – 309
4. AMOSTRAGEM DE INSETOS – 311
5. NÍVEIS DE AÇÃO – 311
6. CONTROLE BIOLÓGICO E CONTROLE QUÍMICO – 311
6.1. Controle das lagartas da soja – 312
6.2. Controle de percevejos – 317
6.3. Controle de pragas esporádicas ou de ocorrência em áreas restritas – 320
7. SELETIVIDADE COMO CRITÉRIO PARA RECOMENDAÇÃO DE UM INSETICIDA – 322
8. RESISTÊNCIA DA SOJA PARA CONTROLE DE PRAGAS – 322
9. ROTINA DO PROGRAMA DE MANEJO DE PRAGAS – 323
10. RESULTADOS ALCANÇADOS – 324
11. RESUMO – 324
12. SUMMARY – 326
13. LITERATURA CITADA – 326

DOENÇAS DA SOJA E SEU CONTROLE
1. INTRODUÇÃO – 333
2. DOENÇAS DA SOJA IDENTIFICADAS NO BRASIL – 335
3. MEDIDAS DE CONTROLE – 335
3.1. Mancha "olho-de-rã" (Cercospora sojina) – 337
3.2. Mancha parda ou septoriose (Septoria glycines) e crestamento foliar (Cercospora kikuchii) – 365
3.3. Cancro da haste (Diaporthe phaseolorum f. sp. meridionalis, Phomopsis phaseoli f. sp. meridionalis) – 368
3.4. Antracnose (Colletotrichum dematium var. truncata) – 371
3.5. Seca da haste e da vagem ou Phomopsis da semente (Phomopsis sojae e outras espécies) – 372
3.6. Ferrugem (Phakopsora pachyrhizi) – 374
3.7. Mancha alvo e podridão da raiz (Corynespora cassiicola) – 375
3.8. Podridão de Sclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum) – 376
3.9. Podridão parda da haste (Phialophora gregata) – 377
3.10. Nematóides de galhas (Meloidogyne incognita, M. javanica e M. arenaria) – 378
3.11. Nematóide de cisto (Heterodera glycines) – 378
4. NOVAS DOENÇAS – 379
4.1. Podridão radicular vermelha – 379
4.2. Podridão negra da raiz e da base da haste – 380
4.3. Necrose da base do pecíolo – 381
5. PRINCIPAIS DOENÇAS DA SOJA NOS CERRADOS, RELACIONADAS COM O SISTEMA DE PRODUÇÃO SOB IRRIGAÇÃO, E SEU CONTROLE – 382
6. TRATAMENTO DE SEMENTE – 384
6.1. Quando tratar a semente – 385
6.2. Como tratar a semente – 385
7. AVALIAÇÃO GERAL E PERSPECTIVAS FUTURAS – 385
8. RESUMO – 387
9. SUMMARY – 388
10. LITERATURA CITADA – 390

O NEMATÓIDE DE CISTO DA SOJA (Heterodera glycines Ichinohe, 1952)
1. INTRODUÇÃO – 399
2. HISTÓRICO – 400
3. BIOLOGIA E CICLO DE VIDA – 401
4. SINTOMATOLOGIA – 404
5. DISPERSÃO E CONTROLE – 404
6. PLANTAS HOSPEDEIRAS – 406
7. AMOSTRAGEM PARA ANÁLISES NEMATOLÓGICAS – 406
8. RESUMO – 412
9. SUMMARY – 413
10. LITERATURA CITADA – 413

COLHEITA DA SOJA NA REGIÃO DOS CERRADOS
1. INTRODUÇÃO – 417
2. CONSTITUIÇÃO E OPERAÇÃO DE UMA COMBINADA – 418
2.1. Mecanismos de corte e alimentação – 418
2.2. Mecanismos de trilha – 420
2.3. Mecanismos de separação – 421
2.4. Mecanismos de limpeza – 422
2.5. Mecanismos de elevação, armazenagem e descarga – 422
3. PERDAS NA COLHEITA – 423
3.1. Onde ocorrem as perdas – 426
3.2. Porque ocorrem as perdas – 426
3.3. Como evitar as perdas – 428
3.4. Como medir as perdas – 430
4. RESUMO – 432
5. SUMMARY – 433
6. LITERATURA CITADA – 434

SECAGEM E ARMAZENAMENTO DAS SEMENTES DE SOJA
1. INTRODUÇÃO – 437
2. RAZÕES PARA O ARMAZENAMENTO – 438
3. FATORES QUE DETERMINAM O POTENCIAL DE ARMAZENAMENTO DA SEMENTE – 438
3.1. Herança genética – 438
3.2. Estresse ocasionado por seca e alta temperatura – 439
3.3. Deficiência de potássio – 439
3.4. Danos por percevejos – 439
3.5. Condições durante pré-colheita e colheita – 440
3.6. Secagem – 440
3.7. Beneficiamento – 444
4. ARMAZENAMENTO: EFEITOS DA TEMPERATURA E DA UMIDADE – 445
4.1. Deterioração da semente no armazém – 446
4.2. Efeito da embalagem na preservação da qualidade – 448
4.3. Fungos de armazenamento – 449
4.4. Tipos de armazenamento – 449
5. DETERIORAÇÃO DA SEMENTE APÓS O ARMAZENAMENTO – 453
5.1. Deterioração durante o transporte – 454
5.2. Deterioração durante a semeadura – 455
5.3. Deterioração da semente no solo, após a semeadura – 455
6. CONTROLE DE QUALIDADE – 455
7. RESUMO – 457
8. SUMMARY – 457
9. LITERATURA CITADA – 458

PRODUÇÃO DE SEMENTES NOS CERRADOS
1. INTRODUÇÃO – 465
2. MATERIAL DE ORIGEM – 468
2.1. Importância da renovação de classe – 468
2.2. Semente genética e semente básica – 469
2.3. Qualidade da semente, desempenho e atributos genéticos – 470
3. INSTALAÇÃO E CONDUÇÃO DE CAMPO DE SEMENTES – 477
3.1. Áreas de produção especializada – 477
3.2. Época de semeadura para a produção de sementes de soja nos cerrados – 486
3.3. Produção de sementes fora da época normal de cultivo – 493
4. INSPEÇÃO DA PRODUÇÃO – 496
5. COLHEITA – 497
6. SECAGEM – 501
7. BENEFICIAMENTO – 501
7.1. Pré-limpeza – 501
7.2. Limpeza – 502
7.3. Classificação – 502
7.4. Considerações gerais sobre o beneficiamento – 503
8. PROBLEMAS DA PRODUÇÃO DE SEMENTES – 503
8.1. Origem da semente – 504
8.2. Características genotípicas inerentes à qualidade física, fisiológica e sanitária – 504
8.3. Região de produção – 504
8.4. Manejo do solo e da cultura – 505
8.5. Insetos e doenças – 505
8.6. Colheita – 506
8.7. Beneficiamento – 506
8.8. Armazenamento – 507
9. CONTROLE DE QUALIDADE – 507
9.1. Escolha da região para a produção de sementes – 507
9.2. Escolha do cooperado – 507
9.3. Seleção de cultivares e material de origem – 507
9.4. Inspeção dos campos – 508
9.5. Qualidades físicas, fisiológicas e sanitárias da semente – 508
9.6. Pós-controle – 509
10. CUSTOS RELATIVOS DE PRODUÇÃO DE SEMENTES, CONSIDERANDO-SE AS REGIÕES DE BRASÍLIA-DF E RONDONÓPOLIS-MT – 510
11. RESUMO – 511
12. SUMMARY – 512
13. LITERATURA CITADA – 513

PROJETO MORRINHOS: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA DE MANEJO DE RESÍDUOS NO CERRADO
1. INTRODUÇÃO – 523
2. CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO – 524
3. DESENVOLVIMENTO DO PROJETO – 525
3.1. Primeiro ano (instalação da cultura) – 525
3.2. Segundo ano – 526
3.3. Terceiro ano em diante (para as duas alternativas) – 527
4. ASPECTOS DE MECANIZAÇÃO E MANEJO DO SOLO – 527
5. ANÁLISE FINANCEIRA – 528
6. IMPACTO POTENCIAL DOS SISTEMAS DE PLANTIO DIRETO E CULTIVO MÍNIMO NA REGIÃO DOS CERRADOS – 528
7. CONSIDERAÇÕES FINAIS – 530
8. RESUMO – 534
9. SUMMARY – 534
10. LITERATURA CITADA – 535

Editores: Neylson Eustáquio Arantes e Plínio Itamar de Mello de Souza
Ano: 1993 (reimpressão 1999)
Número de Páginas: 535
Tamanho: 16 x 23 cm
Editora: Potafos
Acabamento: Brochura
CDD: 633.34
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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