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CERRADO: caracterização e recuperação de matas de galeria
 
CERRADO: caracterização e recuperação de matas de galeria     
  
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Descrição
As dimensões continentais do Brasil e sua diversidade de biomas contribuem para a enorme variedade da flora e da fauna brasileiras. Na última década, porém, o país tem assistido à intervenção em extensas áreas desses biomas, o que tem levado à perda significativa dessa biodiversidade. Essa realidade levou o Ministério do Meio Ambiente - MMA a apoiar iniciativas que resultem na geração de informações científicas sobre os vários habitats naturais e modificados existentes, e que possibilitem o desenvolvimento de uma abordagem equilibrada da conservação e da utilização sustentável da biodiversidade, considerando o meio de vida dos habitantes locais.

Nesse sentido, em junho de 1996, foi firmado entre o Brasil e o Banco Mundial (BIRD), gestor financeiro do Fundo para o Meio Ambiente Mundial (GEF), acordo de doação para implementação do Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira (PROBIO), coordenado pelo MMA e administrado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). No âmbito dessa iniciativa, foram priorizadas, de início, atividades com o objetivo de identificar ações e áreas prioritárias para conservação da biodiversidade brasileira e subprojetos demonstrativos inovadores com o objetivo de desenvolver e implementar técnicas apropriadas de manejo, conservação e uso sustentável da diversidade biológica.

Um desses subprojetos, o de Conservação e Recuperação da Biodiversidade em Matas de Galeria do Bioma Cerrado, foi desenvolvido pela Embrapa Cerrados, Universidade de Brasília e Universidade Federal de Uberlândia e propõe métodos de conservação e recuperação de Matas de Galeria, compatíveis com as atividades produtivas da população local, no Distrito Federal e em regiões adjacentes nos Estados de Goiás e Minas Gerais.

Os resultados dos trabalhos, realizados no âmbito do subprojeto, são apresentados nessa publicação. São estudos que permitem entender os processos naturais envolvidos nesse ambiente e, a partir daí, propor modelos para a recuperação ou reflorestamento mais céleres de áreas degradadas nesses ambientes ribeirinhos, abrindo caminho para a recomposição da biodiversidade local. Esses estudos são um importante subsídio para a conservação e o uso sustentável dessa fitofisionomia do bioma Cerrado, que tem importância estratégica para o país e que vem cedendo lugar a culturas mecanizadas e pastagens cultivadas.

A conservação desses ambientes mantém importantes corredores ecológicos, facilitadores do deslocamento da fauna e da flora nessa imensa região, e dela para os biomas vizinhos; a Mata Atlântica, a Floresta Amazônica, a Caatinga e o Pantanal Matogrossense. Dessa forma, pretende-se que as Matas de Galeria continuem depositárias de cerca de 1/3 da biodiversidade vegetal do Cerrado, possibilitando a manutenção de serviços ambientais essenciais à própria ocupação humana sustentável do bioma, que ocupa quase 30% do território nacional.

Capítulo 1 - As Matas de Galeria no contexto do bioma Cerrado – 29
José Felipe Ribeiro e Bruno Machado Teles Walter
Introdução – 29
Nomenclatura das matas ribeirinhas – 30
As formações do bioma Cerrado – 32
As florestas do bioma Cerrado – 33
Mata Ciliar – 36
Mata de Galeria – 38
As Matas de Galeria: vegetação extracerrado? – 41
Considerações Finais – 42
Referências bibliográficas – 45

Capítulo 2 - Influência de fatores edáficos na distribuição de espécies arbóreas em Matas de Galeria na região do Cerrado: uma revisão – 51
João Roberto Correia, Mundayatan Haridasan, Adriana Reatto, Éder de Souza Martins e Bruno Machado Teles Walter
Introdução – 51
O ambiente de Matas de Galeria no Cerrado – 51
Padrões de distribuição espacial das espécies de Matas de Galeria – 54
Disponibilidade de nutrientes nos solos sob de Mata de Galeria – 64
Variações entre solos distróficos e mesotróficos – 67
Fatores não edáficos – 69
Considerações finais – 70
Referências bibliográficas – 71

Capítulo 3 - Fatores ambientais que controlam as paisagens das Matas de Galeria no bioma Cerrado: exemplos e hipóteses – 79
Éder de Souza Martins, Adriana Reatto e João Roberto Correia
Introdução – 79
Conceitos de paisagem e fatores ambientais – 80
Bacias hidrográficas e as florestas beiradeiras – 83
Fatores ambientais e drenagens na região do Cerrado – 84
Escala do ecossistema – 84
Controle lito-estrutural - a província Tocantins e as Bacias Intracratônicas – 84
Controle geomorfológico - as superfícies de aplainamento e porções dissecadas – 89
Tipos de aqüíferos que contribuem para a manutenção das Matas de Galeria – 92
Escala regional - estudo de caso do Distrito Federal – 93
Controle lito-estrutural - domos e bacias – 94
Controle geomorfológico - padrões de drenagens – 97
Escala local – 101
Bacia do Rio Jardim, Distrito Federal – 101
Bacia do rio Montividiu-Felicidade, Goiás – 105
Conclusão – 107
Referências bibliográficas – 109

Capítulo 4 - Solos de ocorrência em duas áreas sob Matas de Galeria no Distrito Federal: aspectos pedológicos, uma abordagem química e físico-hídrica – 115
Adriana Reatto, Silvio Tulio Spera, João Roberto Correia, Éder de Souza Martins e Alessandra Milhomen
Introdução – 115
Matas de Galeria – 117
Solos e a distribuição da vegetação – 118
Solos de ocorrência em Matas de Galeria no Distrito Federal – 119
Solos de ocorrência em Matas de Galeria no Distrito Federal, escala 1:100.000 – 120
Solos de ocorrência em Matas de Galeria no Distrito Federal, escala 1:50.000 – 121
Solos de ocorrência em Matas de Galeria no Distrito Federal, escala 1:25.000 – 124
Algumas considerações sobre os solos de ocorrência em Matas de Galeria no Distrito Federal – 128
Conclusões – 129
Referências bibliográficas – 130
ANEXO 1 – 134
ANEXO 2 – 140

Capítulo 5 - Análise da flora arbórea de Matas de Galeria no Distrito Federal: 21 levantamentos – 143
Manoel Cláudio da Silva Júnior, Jeanine Maria Felfili, Bruno Machado Teles Walter, Paulo Ernane Nogueira, Alba Valéria Rezende, Rodolfo de Oliveira Morais e Maria Goreth Gonçalves Nóbrega
Introdução – 143
Descrição das áreas de estudo – 148
Clima – 148
As comunidades vegetais e os solos – 149
A) Parque Nacional de Brasília (PNB) (nove matas) – 149
B) Área de Proteção Ambiental do Gama - Cabeça-de-veado (APA) – 151
Fazenda Água Limpa (FAL) – 151
Jardim Botânico de Brasília (JBB) – 153
Reserva Ecológica do IBGE (IBGE) – 153
C) Fazenda Sucupira (FAZ) – 154
D) Rio Jardim (RJ) – 156
E) APA do Cafuringa (CF) – 156
F) APA do São Bartolomeu (NH) – 157
As análises – 157
Famílias – 158
Espécies – 173
A classificação das matas – 174
Espécies prioritárias para programas de recuperação de áreas degradadas em Matas de Galeria no DF – 183
Conclusões – 184
Referências bibliográficas – 185

Capítulo 6 - Flora fanerogâmica das Matas de Galeria e Ciliares do Brasil Central – 195
Jeanine Maria Felfili, Roberta Cunha de Mendonça, Bruno Machado Teles Walter, Manoel Claudio da Silva Júnior, Maria Goreth Gonçalves Nóbrega, Christopher William Fagg, Anderson Cássio Sevilha e Marco Aurélio Silva
Introdução – 195
Histórico e estruturação – 197
Flora fanerogâmica – 198
Contribuição para a biodiversidade regional – 203
Referências bibliográficas – 203
ANEXO 1 – 209

Capítulo 7 - Dinâmica de populações de espécies arbóreas em Mata de Galeria e Mata Mesófila na margem do Ribeirão Panga, MG – 267
Ivan Schiavini, Júlio Carlos França Resende e Fabiana de Gois Aquino
Introdução – 267
Área de estudo – 270
Comportamento das espécies – 275
Espécies da Área 1 – 276
Espécies da Área 2 – 281
Espécies da Área 3 – 285
Estrutura e dinâmica de populações e a recuperação de áreas degradadas – 290
Espécies exclusivas de Mata de Galeria – 292
Espécies freqüentes (porém não exclusivas) de áreas de Mata de Galeria – 293
Espécies com ocorrência eventual em áreas de Mata de Galeria – 294
Considerações Finais – 295
Referências bibliográficas – 296

Capítulo 8 - Fenologia e biologia reprodutiva de plantas de Matas de Galeria – 303
Paulo Eugênio Alves Macedo de Oliveira e Fernanda Ribeiro de Paula
Introdução – 303
Base do estudo – 304
Dados fenológicos e reprodutivos – 315
Considerações finais – 328
Referências bibliográficas – 328

Capítulo 9 - Síndromes de dispersão de sementes em Matas de Galeria do Distrito Federal – 335
Fernanda Pinheiro e José Felipe Ribeiro
Introdução – 335
Material e métodos – 336
Análise dos dados – 341
Considerações finais – 351
Referências bibliográficas – 352
ANEXO 1 – 361

Capítulo 10 - Germinação de sementes e emergência de plântulas de espécies arbóreas e arbustivas que ocorrem em Matas de Galeria – 379
José Carlos Sousa-Silva, José Felipe Ribeiro, Carlos Eduardo Lazarini da Fonseca e Neiva Beatriz Antunes
Introdução – 379
Germinação – 380
Condições de germinação – 380
Armazenamento – 383
Estudos recentes – 385
Emergência de plântulas – 407
Considerações Finais – 413
Referências bibliográficas – 414

Capítulo 11 - Ecologia da inundação em Matas de Galeria – 425
Joice Nunes Ferreira e José Felipe Ribeiro
Introdução – 425
Efeitos da inundação nas plantas – 426
Inundação na germinação de sementes – 427
Inundação nas plântulas – 430
Estratégias de sobrevivência à inundação – 435
Lenticelas hipertrofiadas – 435
Aerênquima – 439
Regeneração radicial – 441
Adaptações metabólicas – 442
Considerações finais – 443
Referências bibliográficas – 444

Capítulo 12 - Propagação vegetativa: enraizamento em estacas de espécies nativas de Mata de Galeria – 455
Mary Naves da Silva Rios, José Felipe Ribeiro e Maria Elvira Rezende
Introdução – 455
Fatores que afetam o enraizamento – 456
Planta matriz – 456
Tipo de estaca – 457
Época de coleta dos ramos – 460
Uso de substâncias promotoras de enraizamento, nutrientes ou outras substâncias químicas – 461
Substrato – 464
Ambiente de enraizamento – 465
Espécies testadas – 467
Espécies com potencial de enraizamento – 469
Bauhinia rufa (Bong.) Steud. / Leguminosea - Cesalpinoideae – 469
Clusia cf. cruiva Cambess. / Clusiaceae (Guttiferae) – 470
Copaifera langsdorffii Desf. / Leguminosea - Cesalpinoideae – 470
Inga laurina (S.W.) Willd. Leguminosae - Mimosoideae – 471
Maclura tinctoria (L.) D, Don ex Steud. / Moraceae – 473
Maprounea guianensis (Aublet) M. Arg. / Euphorbiaceae – 474
Myrsine guianensis (Aubl.) Kuntz / Myrsinaceae – 474
Piper arboreum Aubl / Piperaceae – 475
Salacia elliptica (Mart.) Peyr. / Hippocrateaceae – 476
Espécies testadas que não foram capazes de enraizar – 478
Calophyllum brasiliense Camb. Clusiaceae (Guttiferae) – 478
Simarouba versicolor St. Hill. Simaroubaceae – 478
Tibouchina stenocarpa (DC.) Cogn. Melastomataceae – 479
Discussão – 479
Considerações Gerais – 483
Referências bibliográficas – 484

Capítulo 13 - A avifauna do Distrito Federal: uso de ambientes abertos e florestais e ameaças – 495
Marcelo Araújo Bagno e Jader Marinho-Filho
Introdução – 495
O inventário da avifauna – 496
Aves endêmicas do Cerrado – 498
Avifauna de ambientes florestais e abertos – 498
Espécies independentes de ambientes florestais – 500
Espécies associadas a ambientes aquáticos – 500
Espécies restritas a ambientes campestres – 501
Espécies semidependentes de ambientes florestais – 501
Espécies campestres que utilizam ambientes florestais – 501
Espécies florestais que utilizam ambientes campestres – 501
Espécies dependentes de ambientes florestais – 502
Espécies estritamente florestais – 502
As Florestas de Galeria e a distribuição das aves do Cerrado – 503
Riqueza e similaridade de espécies de aves nos ambientes abertos e florestais do Distrito Federal – 504
Ameaças à avifauna do Distrito Federal – 507
As aves como indicadoras da qualidade do ambiente – 509
Espécies potencialmente dispersoras de sementes ou polinizadoras nos ambientes florestais e abertos do Distrito Federal – 509
Conclusões – 510
Agradecimentos – 512
Referências bibliográficas – 513
ANEXO 1 – 516

Capítulo 14 - Mamíferos das Matas de Galeria e das Matas Ciliares do Distrito Federal – 531
Jader Marinho-Filho e Marília Marques Guimarães
Introdução – 531
Métodos – 533
Resultados – 536
Discussão – 546
Agradecimentos – 553
Referências bibliográficas – 553

Capítulo 15 - A Herpetofauna associada às Matas de Galeria no Distrito Federal – 561
Reuber Albuquerque Brandão e Alexandre Fernandes Bamberg de Araújo
Introdução – 561
O uso de habitats e o potencial colonizador dos anfíbios do Distrito Federal – 563
Comunidades de anfíbios em cinco Matas de Galeria do Distrito Federal: riqueza de espécies, similaridade, grau de dependência e hábitos – 567
Matas de Galeria amostradas – 568
Matas de Galeria do córrego Barão e ribeirão Caveiras (Poço Azul) – 568
Mata de Galeria do córrego Sonhém – 568
Mata de Galeria do córrego Vereda Grande - Águas Emendadas – 569
Mata de Galeria do córrego Taquara – 569
Mata de Galeria do córrego Mesquita – 570
Uso de Matas de Galeria pelos lagartos do Distrito Federal – 579
Uso de Matas de Galeria por serpentes no Distrito Federal – 591
Tartarugas e jacarés do Distrito Federal e a sua relação com as Matas de Galeria – 594
Considerações Gerais – 597
Agradecimentos – 600
Referências bibliográficas – 600

Capítulo 16 - Importância das Matas de Galeria para a conservação de lepidópteros do Cerrado – 607
Amabílio J. Aires de Camargo
Introdução – 607
Invertebrados e o bioma – 608
Lepidópteros e o bioma – 610
Lepidópteros e as fitofisionomias – 614
Lepidópteros e as Matas de Galeria – 616
Importância – 616
Estudos necessários – 618
Dados quantitativos sobre os lepidópteros das Matas de Galeria (estudos de caso) – 618
Espécie com algum indicativo de associação com Matas de Galeria – 621
Considerações finais – 629
Referências bibliográficas – 630

Capítulo 17 - Micobiota das Matas de Galeria – 637
José Carmine Dianese, Zuleide Martins Chaves e Mariza Sanchez
Introdução – 637
Diversidade fúngica nas Matas de Galeria – 638
Referências bibliográficas – 659

Capítulo 18 - Dinâmica da biomassa e atividade microbiana em uma área sob Mata de Galeria na região do Distrito Federal – 665
Iêda de Carvalho Mendes e Lúcio A. Vivaldi
Introdução – 665
Biomassa e atividade microbiana do solo – 666
Propriedades microbiológicas e bioquímicas de solos sob Mata de Galeria e Cerradão – 671
Biomassa microbiana – 673
Atividade microbiana – 675
Considerações finais – 682
Agradecimentos – 684
Referências bibliográficas – 684

Capítulo 19 - Análise socioeconômica da interação entre a sociedade e a Mata de Galeria: implicações para a formulação de políticas públicas – 691
Neusa Alice dos Santos, Jucilene Hoffmann, Antonio Roosevelt, Flavio Teodoro Chaves e Carlos Eduardo Lazarini da Fonseca
Introdução – 691
I - Caracterização da área de estudo e hábitos dos produtores com impacto na mata – 694
Origem – 696
Dados pessoais – 696
Condições econômicas – 697
Participação em agremiações – 700
Acesso à informação – 700
Hábitos de higiene – 700
Percepção da importância da Mata – 701
Desmatamento – 703
Práticas conservacionistas – 705
Uso do recurso água – 706
II - Análise econômica da conservação e restauração das Matas de Galeria – 710
Custos sociais e externalidades – 711
Custo de recuperação/conservação das Matas de Galeria – 712
III - Percepção do valor da Mata de Galeria valoração contingente – 722
IV - Considerações gerais e implicações para a formulação de políticas públicas – 727
Referências bibliográficas – 731

Capítulo 20 - Produção de mudas de espécies arbóreas de Matas de Galeria: substrato e inoculação com fungos micorrízicos – 735
Lucília Maria Parron e Juliana Frieber Caus
Introdução – 735
Substratos – 736
Características – 737
Físicas – 737
Químicas e biológicas – 739
Composição – 740
Componentes minerais – 742
Componentes orgânicos – 745
Compostagem – 747
Nutrição – 749
Micorrizas – 751
Dependência micorrízica – 753
Colonização – 753
Crescimento das plantas – 755
Alteração de raízes – 756
Assimilação de nutrientes – 757
Recipientes – 757
Controle fitossanitário – 759
Rustificação – 759
Resultados obtidos – 760
Considerações finais – 768
Agradecimentos – 769
Referências bibliográficas – 769

Capítulo 21 - Desenvolvimento inicial de espécies de Mata de Galeria – 779
Jeanine Maria Felfili, Augusto Cesar Franco, Christopher William Fagg e José Carlos Sousa-Silva
Introdução – 779
Determinantes, padrões e processos naturais nas Matas de Galeria – 779
Estrutura e composição florística de Matas de Galeria – 786
Ecofisiologia de plantas nativas – 788
Os efeitos do deficit hídrico e tolerância à inundação – 791
Efeitos de baixas temperaturas – 796
Efeitos de nutrientes – 796
Desenvolvimento inicial sob diferentes condições de sombreamento – 798
Agradecimentos – 803
Referências bibliográficas – 803

Capítulo 22 - Recuperação da vegetação de Matas de Galeria: estudos de caso no Distrito Federal e Entorno – 815
Carlos Eduardo Lazarini da Fonseca, José Felipe Ribeiro, Camilo Cavalcante de Souza, Rosana Pinheiro Rezende e Vanessa Karla Balbino
Introdução – 815
Bases teóricas – 817
O que é recuperação ambiental? – 817
Recuperação versus restauração – 818
Importância das Matas de Galeria – 819
Princípios norteadores da recuperação – 820
Plantios heterogêneos – 820
Sucessão ecológica – 822
Estrutura genética de populações – 824
Enfoque sistêmico – 825
Proteção jurídica – 826
A experiência no Distrito Federal e Entorno – 827
Produção de mudas – 828
Métodos utilizados para produção de mudas – 829
Resultados e observações sobre produção de mudas – 831
Plantios de recuperação – 840
Material e métodos utilizados para os plantios – 841
Alguns resultados e observações sobre a recuperação – 852
Considerações finais – 866
Referências bibliográficas – 867

Capítulo 23 - Educação ambiental na conservação e recuperação de Matas de Galeria – 873
Rosana Pinheiro Rezende, Carlos Eduardo Lazarini da Fonseca, Camilo Cavalcante de Souza e Vanessa Karla Balbino
Introdução – 873
As ações de Educação Ambiental no Brasil - referencial metodológico – 876
Programa Educação Ambiental e Ecologia Humana - Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB) – 876
IPÊ - Instituto de Pesquisas Ecológicas – 877
Instituto Brasil de Educação Ambiental – 878
NIEGA - Núcleo Internacional de Educação e Gestão Ambiental – 879
Bases teóricas sobre métodos de Educação Ambiental – 880
O Método de trabalho utilizado pela Embrapa Cerrados – 882
O trabalho com os produtores - Extensão Rural – 885
O trabalho com os professores – 887
O trabalho com os alunos – 888
O perfil dos professores - Análise dos questionários aplicados – 889
Resultados – 890
Conclusão – 893
Referências bibliográficas – 895
ANEXO 1 – 898

Editores: José Felipe Ribeiro, Carlos Eduardo Lazarini da Fonseca e José Carlos Sousa-Silva
Ano: 2001 (reimpressão 2009)
Número de Páginas: 899
Tamanho: 16 x 22 cm
Editora: Embrapa
Acabamento: Brochura
ISBN: 85-7075-015-3
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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