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  LIVROS TÉCNICOS >>> Irrigação - Hidráulica
 
EFEITOS DA IRRIGAÇÃO SOBRE A QUALIDADE E PRODUTIVIDADE DO CAFÉ
 
EFEITOS DA IRRIGAÇÃO SOBRE A QUALIDADE E PRODUTIVIDADE DO CAFÉ     
  
Por: R$ 30,00 
 
 

   
   
   

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Descrição
A irrigação do café, algumas décadas atrás, era uma opção que visava a luta contra a o déficit hídrico em muitas regiões do País. Hoje, o uso da irrigação já ultrapassou 200.000 ha de área irrigada, correspondendo a cerca de 10% da cafeicultura brasileira, principalmente nos estados do Espírito Santo, de Minas Gerais e da Bahia. Entretanto, há grande potencial de expansão da irrigação no Brasil em áreas tradicionais de cafeicultura de sequeiro, pois esta prática pode eliminar o déficit hídrico durante o ciclo da cultura ou em fases específicas. A irrigação suplementar pode, portanto, ser fator não só de produtividade, mas de qualidade final do produto. Déficit hídrico nas fases de chumbinho e granação do café reduz a produtividade e aumenta o percentual de grãos chochos. Nas fases de maturação e abotoamento, o déficit hídrico afetará a frutificação do ano seguinte. Em regiões com déficit hídrico anual superior a 150 mm, denominadas áreas marginais, e nas regiões em que este fator não é limitante, mas que estão sujeitas a ocorrência de secas prolongadas nos períodos críticos, a irrigação é essencial para se obter elevada produtividade.

Atualmente, a irrigação do café é vista como uma tecnologia que proporciona aumento de produtividade, qualidade, sustentabilidade e até a preservação do meio ambiente. Além disso, cria condições para a manutenção do homem no campo por meio de geração de empregos. Como a irrigação geralmente aumenta a produtividade, esta tecnologia pode até demandar menor área explorada para a produção de café.

A irrigação faz parte de um conjunto de medidas integradas a serem adotadas, pois, isoladamente, não trará resultados concretos na atividade cafeeira. Entretanto, a técnica da irrigação necessita de um programa eficiente de pesquisa e desenvolvimento para dar suporte aos clamores do campo. A irrigação, no futuro, deve evolver não só a produtividade e rentabilidade, mas também o uso eficiente da água, da energia e de insumos, sempre respeitado o meio ambiente.

Sempre se pergunta qual a viabilidade econômica da cafeicultura irrigada. A resposta a essa pergunta não tem sido fácil, pois depende de vários fatores e pode variar de local para local. A tecnologia de irrigação está disponível, bem como os equipamentos modernos a preços bem competitivos. Softwares já estão disponíveis para o cafeicultor para que a irrigação seja adotada dentro de critérios tecnológicos modernos.

Espera-se que esta obra, ”Efeitos da Irrigação sobre a Qualidade e Produtividade do Café“, ofereça subsídios aos professores, profissionais das ciências agrárias, estudantes e produtores para a tomada de decisão sobre a adoção da tecnologia de irrigação do cafeeiro, para que o café do Brasil, possa atingir os padrões de qualidade e sustentabilidade ecológica e social exigidos pelos mercados importadores.

Capítulo 1
A Cadeia Agroindustrial do Café e Seus Desafios Gerenciais – 1
1. Introdução – 1
2. Competitividade e Agronegócio – 2
3. A Questão Estratégica – 5
4. Estratégia e Competitividade – 14
5. Problemas com Relação à Competitividade do Sistema Agroindustrial do Café – 17
6. Análise do Ambiente – 18
7. Análise do Ambiente Competitivo – 20
8. Sugestões de Políticas Públicas e Privadas – 22
9. Gerenciamento de Sistemas Agroindustriais – 23
10. Referências Bibliográficas – 27

Capítulo 2
Modelos de Cafeicultura Sustentável – 31
1. Introdução – 31
2. Agricultura, Meio Ambiente e Cafeicultura Sustentável – 32
3. Fundamentos da Produção Sustentável de Café – 35
4. Produção Integrada – 38
5. Modelos de Cafeicultura Sustentável – 40
5.1. Produção integrada de café - PIC – 40
5.2. EurepGap e Utz Kapeh – 42
5.3. SAI, CCCC e Rain Forest Alliance – 44
5.4. Outras organizações importantes no Brasil – 47
6. Organização dos Produtores – 48
6.1. Exigências para a organização – 49
6.2. Exigências para os produtores (membros) – 50
7. Organização e Capacitação dos Produtores – 51
8. Normas da Produção Integrada de Café - PIC – 53
8.1. Ocupação da terra – 53
8.2. Proteção da biodiversidade – 54
8.3. Cultivares e mudas – 56
8.4. Manejo do solo e da cobertura vegetal – 57
8.5. Manejo da fertilidade do solo e da nutrição da planta – 58
8.6. Irrigação – 60
8.7. Proteção de plantas – 61
8.8. Manejo da parte aérea – 63
8.9. Colheita – 63
8.10. Pré-processamento pós-colheita – 64
8.11. Participação em programas de capacitação – 65
8.12. Desempenho econômico-financeiro – 66
8.13. Registro de informações – 66
8.14. Gestão ambiental da propriedade – 67
8.15. Tratamento justo dos trabalhadores – 68
9. Discussão – 69
9.1. A segurança do alimento – 70
9.2. Boas práticas agrícolas – 70
9.3. Preservação ambiental – 71
9.4. A questão social – 73
9.5. A questão econômica – 73
9.6. Perspectivas – 74
10. Referências Bibliográficas – 75

Capítulo 3
Uso de Técnicas de Agricultura de Precisão para a Cafeicultura de Montanha – 77
1. O Que é Agricultura de Precisão? – 77
2. Potencial de Aplicação de Técnicas de Agricultura de Precisão na Produção de Café – 79
3. Máquinas de Aplicação a uma Taxa Variável – 80
3.1. Uso de mapas – 80
3.2. Resposta de sensores em tempo real – 81
4. Resultados da Pesquisa em Agricultura de Precisão para a Cultura do Café – 82
4.1. Mapeamento da produtividade, maturação e qualidade – 82
4.1.1. Análise da variabilidade espacial da produtividade, maturação e qualidade do café – 83
4.2. Produção de mapas da variabilidade de teor de clorofila – 87
4.3. Utilização de imagens aéreas para mapeamento de atributos da cultura – 88
4.4. Mapeamento de atributos do solo em área de produção – 90
5. Considerações Finais – 90
6. Agradecimentos – 91
7. Referências Bibliográficas – 91

Capítulo 4
Adubação do Café Irrigado: Reflexões – 109
1. Introdução – 109
2. Expressão de Conteúdos de Elementos Químicos – 110
2.1. Unidades de representação – 110
2.2. Informações sobre elementos químicos – 115
3. Acidez do Solo e sua Correção – 115
3.1. Complexo de troca de cátions e pH dos solos – 116
3.2. Mecanismos de acidificação de solos – 119
3.3. Cálculo da necessidade de calagem – 121
4. Variabilidade Espacial da Acidificação do Solo e Manejo da Calagem em Cafezais Irrigados – 122
4.1. Lixiviação de cátions e acidificação do solo – 122
4.2. Absorção diferenciada de cátions e ânions – 126
4.3. Variabilidade espacial de nutrientes e pH em solos – 129
4.4. Neutralização da acidez do solo sem incorporação do calcário – 129
5. Adubação do Cafeeiro – 133
5.1. Critérios para a adubação do cafeeiro – 134
5.2. Adubação de plantio e formação – 136
5.3. Adubação mineral de produção – 137
6. Discussão – 141
7. Referências Bibliográficas – 144

Capítulo 5
Aspectos Críticos no Estudo da Floração do Café – 149
1. Introdução – 149
2. Aspectos Gerais – 150
3. Iniciação Floral – 152
3.1. Fotoperíodo – 153
3.2. Temperatura – 153
3.3. Água – 154
3.4. Condições internas – 154
4. Desenvolvimento do Botão Floral – 155
5. Abertura da Flor (Florada) – 157
5.1. Água – 158
5.2. Temperatura – 159
5.3. Relações hormonais – 159
6. Vingamento da Flor e Pegamento do Fruto – 160
7. Floração e Maturação do Fruto – 160
8. Conclusões – 163
9. Referências Bibliográficas – 165

Capítulo 6
Influência da Irrigação na Intensidade das Doenças e na Produtividade do Cafeeiro – 173
1. Introdução – 173
2. Irrigação e Desenvolvimento do Cafeeiro – 175
3. Irrigação e as Principais Doenças do Cafeeiro – 178
3.1. Irrigação e a ferrugem do cafeeiro – 179
3.2. Irrigação e mancha-de-olho-pardo do cafeeiro – 184
4. Irrigação e Produtividade do Cafeeiro – 189
5. Manejo da Ferrugem e da Mancha-de-olho-pardo em Cafeeiros Irrigados – 194
6. Conclusão – 202
7. Referências Bibliográficas – 202

Capítulo 7
Impacto da Irrigação sobre Pragas do Café e Seus Inimigos Naturais – 211
1. Introdução – 211
2. Fatores que Influenciam o Ataque de Pragas ao Cafeeiro – 212
2.1. Elementos climáticos – 213
2.1.1. Temperatura do ar – 213
2.1.2. Umidade relativa do ar – 213
2.1.3. Chuvas – 214
2.1.4. Vento – 216
2.1.5. Luminosidade – 216
2.1.6. Umidade do solo – 218
2.2. Fatores da planta, inimigos naturais e focos de infestação – 219
3. Impacto da Irrigação sobre as Pragas do Cafeeiro – 220
3.1. Impacto da irrigação por aspersão – 220
3.2. Impacto da irrigação localizada – 224
4. Impacto dos Cultivos Irrigados sob Pivô Central sobre Populações de Inimigos Naturais – 224
5. Impacto do Controle Químico Via Sistema de Irrigação sobre as Pragas do Cafeeiro – 225
5.1. Características dos produtos usados no controle químico das pragas do cafeeiro via sistema de irrigação – 227
5.2. Eficácia do controle químico das pragas do cafeeiro via sistema de irrigação – 232
5.3. Impacto do controle químico das pragas do cafeeiro via sistema de irrigação sobre os inimigos naturais – 232
6. Referências Bibliográficas – 233

Capítulo 8
Agricultura Familiar - Secagem e Armazenamento de Café e Cereais – 239
1. Introdução – 239
2. Pré-Processamento do Produto – 240
2.1. Preparo do café por via seca – 241
2.1.1. Lavadores – 241
2.2. Preparo do café por via úmida – 243
2.3. Sistemas de secagem – 244
2.3.1. Secagem em terreiros – 244
2.3.2. Secagem em silos ou tulhas – 246
2.3.3. Secagem em secadores mecânicos – 250
2.3.4. Secagem com energia solar – 251
2.3.4.1. O coletor de energia solar – 252
2.3.4.2. Outros secadores com energia solar – 254
2.3.5. Secador por convecção natural – 254
2.4. Secador Flex – 255
3. Construção do Silo para Secagem e Armazenagem – 256
3.1. Materiais necessários – 256
3.2. Escolha e preparação do local – 257
3.3. Armação de tela – 258
3.4. Lona de revestimento interno – 259
4. Montagem do Silo-Secador – 260
4.1. Carga do silo – 261
4.2. Revestimento externo do silo – 262
5. Fumigação e Vedação do Silo – 263
6. Referências Bibliográficas – 264

Capítulo 9
A Importância da Integração Tecnológica para o Desenvolvimento da Cafeicultura Irrigada – 283
A Cafeicultura Irrigada e o Manejo Sustentável das Bacias Hidrográficas – 287
Conclusões – 290
Referências Bibliográficas – 290

Capítulo 10
Caracterização Técnica e Perspectivas para a Cafeicultura Irrigada Brasileira – 293
1. Introdução – 293
2. Cafeicultura Irrigada – 294
3. Sistemas de Irrigação Utilizados na Cafeicultura Irrigada – 296
4. Análise Técnica dos Sistemas de Irrigação – 300
5. Avaliação dos Impactos Ambientais da Irrigação – 302
6. Perspectivas para a Agricultura Irrigada – 306
7. Considerações Finais – 309
8. Referências Bibliográficas – 310

Capítulo 11
A Cafeicultura no Oeste da Bahia – 319
1. Introdução – 319
2. Ambiente Físico – 320
3. Infra-estrutura – 322
4. Características e Números do Setor – 325
5. Histórico e Evolução – 325
6. Custos de Produção – 327
7. Recursos e Incentivos – 329
8. Vantagens, Desvantagens e Desafios – 333
9. Referências Bibliográficas – 334

Capítulo 12
Irrigação do Cafeeiro na Região do Cerrado de Minas Gerais – 337
1. Breve Histórico – 337
2. Descrição da Região – 339
3. Diagnóstico da Cafeicultura na Região do Cerrado de Minas Gerais – 341
3.1. Metodologia – 343
3.2. Resultados – 344
3.2.1. Escolaridade – 344
3.2.2. Uso atual da terra – 345
3.2.2.1. Averbação da reserva florestal legal – 345
3.2.2.2. Idade do parque cafeeiro – 345
3.2.2.3. Conservação do solo – 345
3.2.2.4. Conhecimento dos recursos naturais da propriedade – 346
3.2.3. Infra-estrutura das propriedades cafeeiras – 346
3.2.3.1. Residências – 346
3.2.3.2. Terreiros – 346
3.2.3.3. Máquinas e equipamentos – 347
3.2.3.4. Rede elétrica – 348
3.2.3.5. Infra-estrutura de armazenamento e máquinas – 348
3.2.4. Variedades plantadas – 349
3.2.5. Sistema de plantio – 349
3.2.6. Densidade populacional das lavouras por hectare – 350
3.2.7. Classificação do produtor com relação ao número de cafeeiros – 350
3.2.8. Produtividade – 351
3.2.9. Podas – 351
3.2.10. Uso da irrigação – 352
3.2.10.1. Fonte da água de irrigação – 352
3.2.10.2. Análise da água para irrigação – 353
3.2.10.3. Métodos de irrigação utilizados – 353
3.2.10.4. Avaliação da eficiência e do manejo da irrigação – 354
3.2.10.5. Quimigação das lavouras – 354
3.2.11. Adubação das lavouras – 355
3.2.12. Uso de defensivos agrícolas – 355
3.2.13. Emprego do receituário agronômico – 355
3.2.14. Mão-de-obra fixa e volante – 356
3.2.15. Assistência técnica – 356
3.2.16. Financiamento da produção – 357
3.2.17. Comercialização do produto – 357
3.2.18. Participação em eventos de divulgação de pesquisa – 357
3.2.19. Registro dos gastos da propriedade – 358
4. Sistemas de Irrigação mais Utilizados no Cerrado de Minas Gerais – 358
4.1. Sistema de irrigação por aspersão – 359
4.2. Aspersão mecanizada – 359
4.2.2. Autopropelido convencional – 360
4.2.3. Carretel enrolador – 361
4.3. Tubos perfurados a laser ou ”tripa“ – 361
4.4. Gotejamento – 361
4.5. Escolha do sistema – 362
5. Referências Bibliográficas – 363

Capítulo 13
Irrigação do Cafeeiro em Áreas Tradicionais de Produção – 373
1. Introdução – 373
2. Produtividade na Cafeicultura Irrigada de Áreas Tradicionais – 374
3. Métodos de Irrigação para a Cafeicultura Tradicional – 379
4. Irrigação na Cafeicultura Familiar – 380
5. Referências Bibliográficas – 381

Capítulo 14
Manejo do Solo Visando Maior Disponibilidade de Água para a Cultura do Café – 385
1. Introdução – 385
2. Exigências Climáticas do Cafeeiro – 386
3. Considerações sobre Conservação de Solo – 387
4. Erosão Hídrica e Erosão Eólica – 392
4.1. Erosão hídrica – 392
4.2. Erosão eólica – 395
5. Medidas Conservacionistas – 397
6. Conseqüências de um Manejo Inadequado – 409
7. Conclusão – 410
8. Referências Bibliográficas – 410

Capítulo 15
Resultados de Pesquisas com Viça Café® - 417
1. Introdução – 417
2. Características Químicas do Produto e Recomendações Técnicas – 417
3. Operacionalidade do Fertilizante Foliar Viça Café® - 419
4. Programa Nutricional e Protetor Viça Café® - 420
5. Tratamento Pós-Colheita com Viça Café® - 431
6. Estudo de Caso – 433
7. Referências Bibliográficas – 435

Capítulo 16
Destinação Final de Embalagens Vazias de Agrotóxicos – 445
1. Introdução – 445
2. Tríplice Lavagem – 445
3. Lavagem sob Pressão – 446
4. Embalagens Não-Laváveis – 447
5. Armazenamento na Propriedade – 448
6. Devolução e Transporte – 448
7. Unidade de Recebimento - Posto ou Central – 448
8. O inpEV – 449
9. Referências Bibliográficas – 451

Editor: Laércio Zambolim
Ano: 2004
Número de Páginas: 451
Tamanho: 16 X 21,5 cm
Acabamento: Brochura
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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