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ADMINISTRAÇÃO DE CADEIAS DE SUPRIMENTO E LOGÍSTICA: o essencial
 
ADMINISTRAÇÃO DE CADEIAS DE SUPRIMENTO E LOGÍSTICA: o essencial     
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Descrição
Os principais e mais contemporâneos conceitos e técnicas da área de Gestão de Redes de Suprimento são abordados neste livro, localizando-se no limite entre o rigor conceitual e a aplicabilidade prática.

A obra contém temas correntes com a ênfase que merecem, nem sempre presentes nos livros até hoje disponíveis, como governança na rede de suprimento; ética e aspectos culturais na gestão de cadeias globais; gestão de risco; cadeias de ciclo fechado e logística reversa; sustentabilidade; negociação; avaliação de desempenho; modelos/contratos colaborativos e alinhamento de incentivos; e abordagem lean para análise de processos.

Todos os capítulos iniciam-se com um caso de abertura que apresenta o tema a ser tratado e finalizam-se com um mini caso para permitir aos leitores exercitar a aplicação dos assuntos tratados num exercício integrativo baseado numa situação real e corrente.

Ao final de cada capítulo, também são apresentados lista completa das referências bibliográficas citadas, de sugestões para leituras adicionais, questões para discussão, aplicação e checagem de aprendizado, exercícios numéricos quando aplicáveis e uma relação comentada de websites relacionados ao tema tratado.

Livro-texto para as disciplinas Administração de Cadeias de Suprimento I, Administração de Cadeias de Suprimento II e Logística nos cursos de Administração de Empresas, Marketing e Engenharia de Produção, nos níveis de graduação, especialização, MBA e pós-graduação stricto sensu (mestrados e doutoramentos). Leitura relevante para profissionais de Redes de Suprimentos, Logística, Suprimentos, Distribuição Física, Produção e Operações e Marketing. Literatura de apoio para várias disciplinas de cursos de Administração de Empresas, Marketing e Engenharia de Produção, como Administração de Materiais e Administração de Suprimentos e Administração de Produção I e II.

Prefácio, xvii

1. Introdução à gestão de cadeias de suprimento, 1
Introdução, 1
Caso de abertura: Wal-Mart e como a gestão da cadeia global de suprimento alavanca o sucesso de uma empresa do mundo, 2
Por que o interesse crescente em gestão de cadeias de suprimento?, 4
A concorrência hoje não é mais entre empresas, mas entre cadeias de suprimento, 6
Uma poderosa arma competitiva, 6
Gestão de cadeias de suprimentos pode envolver mais que apenas a gestão de custos, 9
Visão por processos está nas fundações da gestão de cadeias de suprimento, 10
Gestão de cadeias de suprimento: uma definição operacional, 11
Impactos da gestão de cadeias de suprimento no resultado financeiro da organização, 11
Com gestão de cadeias de suprimento todos podem ganhar, 11
Alinhando atividades e competências nas cadeias de suprimento, 12
Empresas focais, 13
A globalização e a gestão de cadeias de suprimento, 13
Governança das cadeias de suprimento, 14
Alinhamento de incentivos na cadeia, 15
Conclusão, 15
Caso para estudo: Governança para sustentabilidade na cadeia de suprimento do McDonald’s, 16
Questões para discussão, 18
Referências, 19
Leituras adicionais recomendadas, 19
Sites relacionados, 20

2. Gestão estratégica da cadeia de suprimentos, 21
Introdução, 21
Caso de abertura: Como a estratégia da cadeia de suprimentos apoia o sucesso competitivo da Embraer, 22
Estratégia de cadeia de suprimento, 24
Qual a estratégia de cadeia de suprimentos mais adequada para seus produtos e seus mercados?, 24
Produtos funcionais, 25
Produtos inovadores, 25
Produtos funcionais e inovadores e a estratégia de cadeia de suprimentos, 26
Fluxos empurrados, puxados e híbridos, 28
Quando são adequados os fluxos empurrados, puxados e híbridos, 30
A decisão estratégica de comprar ou fazer, 31
Custos de transação, 31
Custos de transação e a decisão estratégica de comprar ou fazer, 32
Competências centrais, 32
Valor para o cliente, 32
Diferenciação sobre concorrência, 33
Extendabilidade, 33
Competências centrais e a decisão estratégica de comprar ou fazer, 33
Um modelo para a decisão de comprar ou fazer, 33
Estratégia de cadeias de suprimento e o desenvolvimento de produtos, 36
Tudo capitalizado, 36
Embalagem e transporte econômicos, 36
Padronização, 36
Postergamento (postponement), 38
Mass customization (customização em massa): postergamento e fronteira entre fluxos empurrados-puxados coordenados, 39
Integração de parceiros da cadeia de suprimento no projeto de novos produtos e processos, 40
Caso para estudo: Consórcio Modular da Volkswagen Resende, 40
Questões para discussão, 43
Referências, 44
Leituras adicionais recomendadas, 44
Sites relacionados, 45

3. Gestão dos relacionamentos na cadeia de suprimentos, 46
Introdução, 46
Caso de abertura: Relacionamento com clientes na Amazon.com, um dos maiores varejistas pela Internet do mundo, 47
Confiança nos relacionamentos entre parceiros e o dilema do prisioneiro, 48
Negociação, 50
Pressupostos para uma negociação de sucesso, 51
Negociações internacionais, 51
Gestão do relacionamento com clientes (CRM), 52
Segmentação dos clientes quanto à sua importância para o futuro da cadeia de suprimento, 53
Segmentação de produtos, 55
Gerenciando a satisfação do cliente, 55
Nível de satisfação do cliente, 57
Gestão do nível de serviço logístico ao cliente, 57
Cálculo do nível ótimo de serviço logístico ao cliente – o problema do jornaleiro, 57
Contratos e acordos de nível de serviço, 59
Gestão do relacionamento com fornecedores (SRM), 59
Segmentação de fornecedores, 60
Segmentação de fornecedores e controle no relacionamento, 60
Níveis de controle e tipos de relacionamento com fornecedores, 61
Mercado puro, 62
Integração vertical, 62
Contratos de médio e de longo prazo, 62
Joint venture, 62
Parcerias estratégicas, 62
Parceria para desenvolvimento, 63
Caso para estudo: Relacionamento com fornecedores na Toyota e na General Motors, 63
Questões para discussão, 65
Exercícios, 65
Referências, 66
Leituras adicionais recomendadas, 67
Sites relacionados, 67

4. Gestão global de suprimentos (global sourcing), 69
Introdução, 69
Caso de abertura: IBM Brasil e a transformação da “Big Blue”, 69
Tipos de suprimento, 70
Produção doméstica (insourcing), 71
Produção por subsidiária no exterior (offshoring), 71
Terceirização doméstica (outsourcing), 71
Terceirização global (global sourcing), 72
Dificuldades e desafios do global sourcing, 72
Estrutura organizacional para suprimentos, 72
O processo de suprimento, 73
Coopetição, 76
Terceirização de serviços e serviços compartilhados (shared services), 76
Ética e responsabilidade social na prática de gestão global de suprimentos, 77
Conformidade ou Universalidade?, 78
Como fiscalizar?, 78
Sustentabilidade na gestão global de suprimentos, 79
Implicações éticas e de imagem, 79
Implicações econômicas diretas, 80
Caso para estudo: Procter and Gamble (P&G) serviços de suporte, 80
Questões para discussão, 82
Referências, 82
Leituras adicionais recomendadas, 83
Sites relacionados, 83

5. Gestão de risco na cadeia de suprimentos, 85
Introdução, 85
Caso de abertura: Nokia e Ericsson – diferentes respostas a uma interrupção na cadeia de suprimentos de telefones celulares, 86
Risco, 88
Risco em cadeias de suprimento, 88
Impacto financeiro de interrupções nas cadeias globais de suprimento, 89
Tipos de risco, 89
Categorias de riscos e seus fatores em cadeias de suprimento, 90
O processo de gestão de risco em cadeias globais de suprimento, 91
Passo 1 – Identificação de processos e recursos sujeitos a risco, 91
Passo 2 – Identificação dos riscos principais, 91
Passo 3 – Avaliação da probabilidade de ocorrência associada aos principais riscos, 92
Passo 4 – Identificação das consequências da ocorrência associada aos riscos, 93
Passo 5 – Avaliação de vulnerabilidade, 94
Passo 6 – Definição de ações priorizadas para redução de riscos, 95
Percepção de riscos em cadeias de suprimento no Brasil, 97
Caso para estudo: Cisco e a gestão de risco na cadeia de suprimento, 97
Questões para discussão, 100
Referências, 101
Leituras adicionais recomendadas, 101
Sites relacionados, 102

6. Avaliação de desempenho e alinhamento de incentivos na cadeia de suprimentos, 103
Introdução, 103
Caso de abertura: Funcionários do Office Depot levados pelas medidas de desempenho a mentir aos seus clientes, 104
O que é medição de desempenho?, 105
Por que medir desempenho, 106
Medidas de desempenho como parte do ciclo gerencial, 106
Medidas de desempenho como indutoras de comportamento, 107
Quais as características de uma boa medida de desempenho, 107
O que medir em cadeias globais de suprimento, 108
Custo, 108
Custo Total de Propriedade – CTP (total cost of ownership), 108
Produtividade, 109
Serviço e Satisfação, 109
Flexibilidade e Inovação, 110
Qualidade, 111
Relacionamento, 111
Alinhamento de incentivos em cadeias globais de suprimento, 112
Tipos de contrato de relacionamento, 112
Contrato tradicional, 113
Integração vertical, 114
Contrato de receita compartilhada, 115
Contrato de recompra (buy back), 117
Caso para estudo: Química Indústria e Comércio, 118
Questões para discussão, 121
Exercícios, 121
Referências, 122
Leituras adicionais recomendadas, 122
Sites relacionados, 123

7. Mapeamento e análise de processos na cadeia de suprimentos, 124
Introdução, 124
Caso de abertura: A Boeing usa análise e melhoria de processos na cadeia global de suprimentos para ganhar competitividade, 124
Principais processos na cadeia de suprimentos, 126
O modelo SCOR (Supply Chain Operations Reference), 127
Análise e melhoramento de processos, 130
Passo 1 – Identificação de processos prioritários, 130
Passo 2 – Definição do escopo da análise de processos, 130
Passo 3 – Mapeamento do processo: conhecendo o estado atual dos processos, 130
Value Stream Mapping (VSM ou mapeamento do fluxo de valor), 131
Símbolos do VSM para fluxos de materiais, 132
Símbolos do VSM para fluxos de informação, 133
Value stream mapping de processos que cruzam fronteiras entre empresas, 134
Passo 4 – Análise do estado atual do processo, 135
Eliminando desperdícios – a abordagem lean, 135
Fluxos puxados e empurrados, 136
Princípios lean de melhoria de processos que cruzam as fronteiras das empresas, 136
Passo 5 – Definição do estado futuro do processo, 137
Passo 6 – Implantação do novo processo, 138
Caso para estudo: Rótulos e Etiquetas Flórida, 138
Questões para discussão, 142
Referências, 142
Leituras adicionais recomendadas, 143
Sites relacionados, 143

8. Gestão de demanda na cadeia de suprimento, 144
Introdução, 144
Caso de abertura – Gestão de demanda na Toyota, uma das maiores fabricantes de carros do mundo, 145
O que é e por que fazer gestão de demanda, 146
Ações sobre a demanda para redução de variabilidade, 146
Causas da variabilidade da demanda, 147
Variações da demanda do consumidor final, 147
Efeito chicote (bullwhip effect), 148
Previsão de demanda, 151
Horizontes nas previsões, 151
Processo de previsão, 152
Informações para previsão, 152
Processo de previsão de vendas, 153
Previsão de vendas de curto prazo, 154
Previsão de vendas de médio prazo, 155
Previsão de vendas de longo prazo, 155
Métodos usados em previsões, 156
Quais métodos de previsão usar?, 156
Métodos qualitativos, 157
Método Delphi, 157
Júri de executivos, 158
Estimativa da força de vendas, 158
Pesquisa de mercado, 158
Analogia histórica, 158
Métodos quantitativos, 158
Decomposição de séries temporais, 159
Erros (ou incerteza) de previsão, 159
Acompanhamento da “amplitude” dos erros, 160
Caso para estudo: Genexis em expansão, 161
Questões para discussão, 164
Referências, 165
Leituras adicionais recomendadas, 165
Sites relacionados, 166

9. Gestão e coordenação de estoques na cadeia de suprimentos, 167
Introdução, 167
Caso de abertura: O sistema AutoGIRO revoluciona a gestão de estoques de peças sobressalentes na General Motors do Brasil (GMB), 168
Estoques – conceitos básicos, 171
Causas do surgimento dos estoques, 172
Falta de coordenação, 172
Incerteza, 172
Disponibilidade no canal de distribuição (pipeline inventory), 172
Tipos de estoque, 173
Estoque de matérias-primas e componentes, 173
Estoque em processo, 173
Estoque de produtos acabados, 173
Estoque de materiais para manutenção, reparo, consumo e movimentação, 173
Demanda independente, 173
Demanda dependente, 174
Aumentando a coordenação na gestão de estoque de itens de demanda dependente na cadeia de suprimentos, 174
Coordenando obtenção e consumo em sistemas empurrados: o MRP, 175
Sistemas empurrados usados para aumentar a coordenação de estoques na cadeia de suprimento, 179
Coordenando obtenção e consumo em sistemas puxados: JIT/kanban, 181
Sistemas puxados usados para aumentar coordenação de estoques na cadeia global de suprimento, 185
VMI (vendor managed inventory) – estoque gerenciado pelo distribuidor – e VOI (vendor owned inventory) – consignação, 186
Caso para estudo: Transparência que falta na cadeia de suprimentos de circuitos integrados, 187
Questões para discussão, 190
Exercícios, 191
Referências, 191
Leituras adicionais recomendadas, 192
Sites relacionados, 192

10. Gestão da logística em cadeias de suprimento, 193
Introdução, 193
Caso de abertura: A Avon Cosméticos reestrutura sua cadeia de suprimentos na Europa, 194
Centralização versus descentralização na estrutura logística, 197
Fatores intervenientes na decisão de centralização e descentralização de unidades fabris, 197
Economias de escala, 197
Transporte de insumos e produtos, 197
Riscos, 197
Pontos de armazenagem/distribuição (armazéns), 198
Funções dos armazéns, 198
Manuseio de produtos, 198
Armazenamento de produtos, 198
Serviços de valor agregado, 198
Fatores intervenientes na decisão de centralização e descentralização de armazéns, 198
Economias de escala, 198
Riscos, 199
Transporte, 199
Estoques, 199
Sistemas logísticos escalonados e considerações sobre número de armazéns, 199
A decisão de centralização ou descentralização, 200
Localização de unidades da estrutura logística, 200
Análise de localização, 201
Fatores que afetam a localização de unidades, 201
Proximidade de fontes de suprimento (material), 201
Proximidade de fontes de mão de obra, 201
Proximidade dos clientes, 201
Considerações referentes ao ambiente físico e de negócios, 201
Métodos para localização de unidades de operações, 201
Método de ponderação de fatores, 202
Método do centro de gravidade, 203
Gestão de transporte na cadeia de suprimentos, 206
Modos de transporte, 206
Vantagens comparativas das alternativas de modos de transporte, 207
Um breve panorama da logística de transportes no Brasil, 208
Transporte rodoviário no Brasil, 208
Transporte ferroviário no Brasil, 208
Transporte aquaviário no Brasil, 208
Configurações logísticas de transporte na cadeia de suprimento, 209
Entrega direta, 209
Entrega com varejista, 210
Entrega com distribuidor e varejista, 211
Entrega com distribuidor e varejista usando milk run, 212
Entrega com cross-docking e varejista, 213
3PL (3rd party logistics service providers) ou provedores de serviços logísticos, 215
Caso para estudo: A Visteon terceiriza a gestão da sua estrutura logística, 216
Questões para discussão, 218
Exercícios, 219
Referências, 220
Leituras adicionais recomendadas, 221
Sites relacionados, 221

11. Logística reversa e sustentabilidade na cadeia de suprimentos, 223
Introdução, 223
Caso de abertura: Empresas conciliam restrições de consumo de recursos naturais com a oportunidade de ser mais eficientes, 224
Sustentabilidade, 225
Fatores que fazem as empresas buscarem sustentabilidade e 3BL, 226
Pegada ambiental (environmental footprint), 228
Cadeias de suprimento de ciclo fechado (closed-loop), 229
Tipos de ciclo fechado em cadeias de suprimento, 229
Ciclos fechados na fase de produção, 229
Ciclos fechados na fase de distribuição, 230
Ciclos fechados na fase de uso, 230
Ciclos fechados na fase final de vida econômica, 230
Aspectos gerenciais das cadeias de suprimento de ciclo fechado, 232
Motivação empresarial, 233
Aspectos técnicos do fechamento dos ciclos, 233
Aspectos operacionais do fechamento dos ciclos, 234
Perda e recuperação de valor em devoluções comerciais, 234
Causas evitáveis de devoluções comerciais, 235
Aspectos de planejamento e controle em cadeias de ciclo fechado, 235
Caso para estudo: Remanufatura na Xerox, 236
Questões para discussão, 239
Referências, 240
Leituras adicionais recomendadas, 241
Sites relacionados, 241

Autor: Henrique Luiz Corrêa
Ano: 2014
Número de Páginas: 264
Tamanho: 17 x 24 cm
Editora: Atlas
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-2248-581-9
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