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QUÍMICA ORGÂNICA - (Klein) Vol. 2
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ENGENHARIA HORTÍCOLA
 
ENGENHARIA HORTÍCOLA     
  
Por: R$ 177,00 
 
 

   
   
   

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Descrição
Este livro sistematiza os conhecimentos relevantes sobre engenharia hortícola que, conjugados com os conhecimentos fitotécnicos pertinentes, são indispensáveis ao projetista, ao construtor e ao operador de sistemas de cultura protegida. O investidor não deve ignorar o valor destas competências nem subestimar os custos da ignorância e do amadorismo nesta área. O texto resulta da experiência técnica e docente dos autores e traz para a literatura técnica em português um tema atual necessário para o acompanhamento da sofisticação tecnológica e intensidade de investimentos requeridos na engenharia hortícola.

A engenharia hortícola recorre a diversas disciplinas de engenharia (que se ocupam de materiais, estruturas, energia, instrumentação e controlo), às ciências das plantas e o conhecimentos da fitotecnia hortícola para conceber, desenvolver, instalar e operar sistemas de cultivo que incrementem o valor das produções hortícolas. As aplicações da engenharia hortícola assumem a sua maior complexidade nos sistemas de horticultura herbácea alimentar e ornamental de maior valor acrescentado.

O livro contextualiza a cultura protegida e os abrigos hortícolas, descreve a tecnologia e a utilização de quebra-ventos, cobertura do solo, cobertura direta, abrigos baixos e abrigos altos. Explica depois os métodos de condicionamento dos diferentes elementos do clima nos abrigos - aquecimento, arrefecimento, ventilação, iluminação e fertilização carbónica - e, finalmente, os sistemas de cultivo sem solo.

Índice geral – V
Prefácio – VIII

1. INTRODUÇÃO À CULTURA PROTEGIDA – 1
1.1. Cultura protegida – 1
1.2. Abrigos – 2
1.3. Efeitos dos abrigos nas culturas – 4

2. SISTEMAS PASSIVOS DE MODIFICAÇÃO DO CLIMA – 7
2.1. Elementos climáticos e fisiologia das culturas – 7
2.2. Princípios físicos – 9
2.3. Modificação passiva do microclima – 9
2.4. Aquecimento do substrato e do ar – 10
2.4.1. Transmissão de calor por condução – 10
2.4.2. Transmissão de calor por convecção – 11
2.4.3. Transmissão de calor por radiação – 11
2.4.4. Calor latente – 12
2.5. Redução da evapotranspiração – 12
2.6. Modificação da luminosidade ao nível da canópia – 13
2.7. Modificação da humidade relativa do ar – 13
2.8. Redução da velocidade do vento sobre a canópia – 13

3. QUEBRA-VENTOS – 15
3.1. Efeitos dos quebra-ventos – 15
3.2. Problemas associados aos quebra-ventos – 17
3.2.1. O problema das sombras projetadas – 17
3.2.2. Favorecimento de doenças – 20
3.2.3. Riscos de danos por geada – 20
3.3. Características dos quebra-ventos – 20
3.3.1. Natureza da sebe – 21
3.3.2. Permeabilidade – 22
3.3.3. Estrutura – 24
3.3.4. Altura da sebe e zona de proteção – 25
3.4. Estabelecimento dos quebra-ventos – 25
3.4.1. Espaçamento – 26
3.4.2. Orientação – 26
3.4.3. Reticulado – 26
3.4.4. Comprimento da sebe – 27
3.4.5. Espessura da sebe – 27
3.4.6. Forma – 27
3.5. Materiais utilizados dos quebra-ventos – 28

4. COBERTURA DO SOLO – 31
4.1. Efeitos da cobertura do solo – 32
4.2. Materiais utilizados na cobertura do solo – 33
4.2.1. Características dos materiais plásticos utilizados – 34
4.2.2. Efeito da cor do filme plástico – 35
4.2.3. Filmes especiais – 38
4.3. Estabelecimento da cobertura do solo – 39
4.4. Decisão sobre utilização da cobertura do solo – 40

5. COBERTURA DIRETA – 41
5.1. Efeitos da cobertura direta – 42
5.2. Materiais utilizados como manta térmica – 44
5.3. Estabelecimento e manejo do abrigo – 44

6. ABRIGOS BAIXOS – 47
6.1. Tipos de abrigos baixos – 47
6.2. Efeitos dos abrigos baixos – 48
6.3. Características dos pequenos túneis – 49
6.3.1. Forma dos túneis – 49
6.3.2. Estrutura – 49
6.3.3. Cobertura – 50
6.3.4. Dimensões dos túneis – 50
6.4. Montagem dos túneis – 51
6.5. Arejamento e manejo dos túneis – 53

7. ABRIGOS ALTOS – 55
7.1. Estufas – 56
7.2. Tipologia e critérios de classificação – 57
7.3. Características dos principais modelos de estufas – 59
7.3.1. Estufa do tipo túnel – 60
7.3.2. Estufas do tipo parral – 61
7.3.3. Estufas do tipo capela – 61
7.3.4. Estufas de paredes retas – 62
7.3.5. Estufas do tipo Venlo – 62
7.4. Estrutura das estufas e outros abrigos altos – 63
7.4.1. Materiais – 63
7.4.2. Número de módulos – 64
7.4.3. Montagem e ancoragem – 65
7.4.4. Ações a suportar pela estrutura – 66
7.4.5. Normas – 68
7.5. Cobertura de estufas – 68
7.5.1. Materiais de cobertura – 68
7.6. Pavimento – 68
7.7. Implantação das estufas – 70
7.7.1. Fatores que influem nas condições climáticas nas estufas – 70
7.7.2. Fatores que condicionam a utilização da estufa – 74
7.7.3. Fatores externos – 76
7.8. A recolha de dados e a tomada de decisão – 78

8. MATERIAIS EMPREGUES NA COBERTURA DE ABRIGOS HORTÍCOLAS – 79
8.1. Introdução – 79
8.2. Classificação dos plásticos – 80
8.2.1. Aditivos nos plásticos de utilização hortícola – 81
8.3. Características dos principais plásticos utilizados em horticultura – 82
8.3.1. Polietileno de baixa densidade – 84
8.3.2. Acetato de etil-vinilo – 85
8.3.3. Policloreto de vinilo – 86
8.3.4. Polimetacrilato de metilo – 86
8.3.5. Policarbonato – 87
8.3.6. Poliéster – 87
8.3.7. Poliamidas – 87
8.4. Filmes especiais utilizados e tendências de desenvolvimento – 88
8.5. Vidro hortícola – 88
8.6. Outros materiais usados em horticultura – 89
8.6.1. Materiais para componentes dos sistemas de rega – 89
8.6.2. Materiais para vasos, placas de sementeira e sacos de cultivo – 94

9. AQUECIMENTO DE ESTUFAS DE PRODUÇÃO – 95
9.1. Objetivos do aquecimento – 95
9.2. Balanço de radiação e balanço térmico numa estufa – 96
9.2.1. Balanço da radiação – 96
9.2.2. Balanço térmico – 97
9.3. Perdas de calor – 98
9.3.1. Perda de calor por convecção e condução através da cobertura – 98
9.3.2. Perdas de calor por radiação – 102
9.3.3. Perda de calor devido à infiltração de ar – 103
9.3.4. Outras perdas de calor – 104
9.3.5. Cálculo da potência de aquecimento – 104
9.4. Sistemas de aquecimento em estufas hortícolas – 105
9.4.1. Aquecimento por água quente – 106
9.4.2. Aquecimento por ar quente – 107
9.4.3. Escolha de um sistema de aquecimento – 108
9.5. Fontes de energia – 109
9.5.1. Características dos principais combustíveis – 110
9.5.2. Eletricidade e fontes alternativas de energia – 112
9.5.3. Estimativa do consumo de combustível e dos custos – 115
9.6. Conservação do calor na estufa – 116
9.7. Prevenção da condensação – 116

10. ARREFECIMENTO DE ESTUFAS DE PRODUÇÃO – 119
10.1. Introdução – 119
10.2. Ventilação – 120
10.2.1. Expressão da ventilação e recomendações gerais – 120
10.2.2. Tipos de ventilação – 121
10.2.3. Bases da ventilação natural – 121
10.2.4. Bases da ventilação forçada – 124
10.3. Sombreamento – 125
10.4. Arrefecimento evaporativo do ar – 127
10.4.1. Sistemas de aspersão e de nebulização – 127
10.4.2. Painel evaporativo – 129

11. ILUMINAÇÃO – 131
11.1. Manipulação da luz em horticultura – 131
11.2. Alterações da luz natural – 133
11.3. Utilização de lâmpadas – 133
11.4. Tipos de lâmpadas utilizados em horticultura – 134
11.4.1. Lâmpadas incandescentes – 134
11.4.2. Lâmpadas fluorescentes – 135
11.4.3. Lâmpadas de descarga de alta intensidade – 136
11.4.4. Lâmpadas de díodos emissores de luz – 137
11.5. Critérios para a escolha das lâmpadas – 137
11.6. Manipulação da luz nas condições mediterrânicas – 137
11.7. Cálculo luminotécnico para estufas hortícolas – 138
11.8. Determinação do número de lâmpadas – 138
11.8.1. Fluxo luminoso – 139
11.8.2. Fator de manutenção – 139
11.8.3. Fator de utilização da luminária – 140
11.8.4. Índice do local – 140
11.9. Características da luminária – 141
11.10. Uniformidade na distribuição da luz – 141
11.11. Exemplo de aplicação – 142

12. FERTILIZAÇÃO CARBÓNICA – 143
12.1. Introdução – 143
12.2. Efeitos da fertilização carbónica – 144
12.3. Fundamento fisiológico dos efeitos do dióxido de carbono – 146
12.4. Variação da concentração de CO2 numa estufa – 146
12.5. Métodos de fornecimento de dióxido de carbono – 147
12.5.1. Aplicação de CO2 puro – 147
12.5.2. Aplicação de CO2 produzido por combustão – 148
12.6. Distribuição do CO2 no interior da estufa – 149
12.7. Aplicação do CO2 – 150
12.7.1. Época de aplicação – 150
12.7.2. Concentração ótima de CO2 – 150
12.7.3. Quantidade de CO2 a fornecer – 150
12.7.4. Cálculo da quantidade de CO2 a aplicar – 151
12.8. Prática da fertilização carbónica – 151
12.9. Fitotoxicidade dos poluentes atmosféricos – 152

13. ENGENHARIA DOS SISTEMAS DE CULTIVO SEM SOLO – 153
13.1. Introdução – 153
13.2. Particularidades do cultivo sem solo – 156
13.3. Trajetória tecnológica dos sistemas de cultivo hortícola – 156

14. CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS SISTEMAS DE CSS – 159
14.1. Substratos e outros suportes de cultura – 159
14.2. A água – 160
14.3. A solução nutritiva – 161
14.4. Equipamento básico – 161
14.5. Fatores de escolha de um sistema de CSS – 162

15. DESCRIÇÃO SUMÁRIA DOS PRINCIPAIS SISTEMAS COMERCIAIS – 165
15.1. Cultivo em substrato – 166
15.1.1. Lã de rocha – 167
15.1.2. Perlite – 167
15.1.3. Fibra de coco – 167
15.2. Cultivo em água – 167
15.2.1. Em tanque ou camada profunda – 167
15.2.2. Em filme nutritivo – 168
15.3. Cultivo aeropónico – 168

16. COMPOSIÇÃO E PREPARAÇÃO DE SOLUÇÕES NUTRITIVAS – 171
16.1. Introdução – 171
16.2. Composição das soluções nutritivas – 172
16.2.1. Equilíbrio de nutrientes – 172
16.2.2. Massa de sal – 172
16.2.3. Concentração mássica – 172
16.2.4. Concentração molar – 172
16.2.5. Normalidade – 173
16.2.6. Fórmulas de soluções nutritivas – 173
16.3. Princípios do desenvolvimento e preparação das soluções nutritivas – 179
16.4. Correção do pH – 180
16.5. Cálculo da solução nutritiva – 180

17. CONDUÇÃO DAS CULTURAS SEM SOLO – 181
17.1. Água e controlo da rega – 181
17.2. Preparação e controlo da solução nutritiva – 185
17.3. Arejamento na rizosfera – 186
17.4. Controlo da temperatura radicular – 186
17.5. Monitorização da solução nutritiva e da drenagem – 187

18. RECUPERAÇÃO E UTILIZAÇÃO DA SOLUÇÃO DRENADA – 189
18.1. Estratégias de recuperação da solução nutritiva – 191
18.2. Condições necessárias para efetuar a reciclagem – 191
18.3. Estratégias de reciclagem – 192
18.4. Controlo sanitário da solução reciclada – 194
18.4.1. Desinfeção por ação do calor – 195
18.4.2. Desinfeção por ação da radiação ultravioleta – 195
18.4.3. Desinfeção por filtração em membranas – 196
18.4.4. Desinfeção química – 196
18.4.5. Desinfeção com ozono – 197
18.4.6. Desinfeção por filtração lenta – 197

19. ORIENTAÇÃO BIBLIOGRÁFICA E OUTROS RECURSOS – 199
19.1. Roteiro bibliográfico sobre engenharia hortícola – 199
19.2. Referências bibliográficas e outra bibliografia consultada – 206
19.3. Recursos Web – 210

Apêndice 1 - Símbolos utilizados nas equações – 211
Apêndice 2 - Determinação do azimute das sombras projetadas – 215
Apêndice 3 - Caracterização do local para a instalação de estufas – 217
Apêndice 4 - Exemplo de cálculo de solução nutritiva – 225

Autores: Domingos Almeida e Mário Reis
Ano: 2017
Número de Páginas: 252
Tamanho: 17 x 24 cm
Editora: Publindústria
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-989-723-260-2
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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