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ORIGEM E EVOLUÇÃO DE PLANTAS CULTIVADAS
 
ORIGEM E EVOLUÇÃO DE PLANTAS CULTIVADAS     
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Descrição
Viaje através do tempo, e por lugares distantes, na leitura deste livro sobre a origem e a evolução de diversas espécies de plantas - cereais, leguminosas, hortaliças, frutas, oleaginosas, ornamentais, forrageiras, entre outras -, as quais são hoje amplamente conhecidas e utilizadas em diferentes partes do mundo. Cuidadosamente escrito por um grande grupo de autores de diferentes Unidades de pesquisa da Embrapa, de universidades e de outras instituições, este livro destina-se a pesquisadores, a professores, a estudantes e a demais interessados no tema.

Por sua diversidade e abrangência, esta obra conta com a colaboração de nada menos que 64 autores, entre pesquisadores da Embrapa, professores universitários, estudantes de pós-graduação e profissionais de instituições de pesquisa e do Terceiro Setor. O fôlego das organizadoras para colocar junto o que de mais representativo existe sobre o assunto, em termos de Brasil, demonstra o esmero, a dedicação e o esforço delas para presentear a literatura científica nacional com algo distinto.

Voltando ao livro, cabe dizer que o seu conteúdo é amplo e leva a uma profunda reflexão. Trata da maioria dos cereais em uso. Do nosso tão atual arroz, cujo centro de domesticação se encontra na Ásia, o qual é símbolo de civilizações milenares, como a dos chineses e a de seus vizinhos coreanos, vietnamitas, malaios, japoneses, filipinos, bem como da não menos antiga civilização indiana. O arroz, que aqui decidimos eleger como representante de todos os cereais, ganhou o mundo, adaptou-se à culinária de povos bem distantes, tais como os africanos e os americanos, assim como aos mais diferentes paladares. Por ser tão popular, basta uma redução em sua produção para que isso cause levantes sociais, furor e desespero em todo o mundo. Sobre esse nobre cereal, há que se fazer uma referência especial a respeito de sua adaptação no Brasil. Somos o País em que o arroz de sequeiro representa uma área considerável de produção, quase o equivalente à área de arroz irrigado. Esse fenômeno é um importante passo na evolução de uma cultura originalmente selecionada para cultivo em ambientes úmidos, predominantes na área de abrangência da Embrapa Clima Temperado.

Quanto às frutas, uma ampla coleção de espécies frutíferas mereceu a atenção dos autores e das organizadoras, a qual compreende desde a goiabeira-serrana que, em outras regiões do Brasil, é conhecida como feijoa, com seu inconfundível aroma e sabor, até as culturas domesticadas em épocas tão remotas quanto a dos primeiros cereais, como a uva, por exemplo: interessante por ser símbolo de uma alimentação luxuriante. Em qualquer representação de alimentos, depois do leite e de um cereal um cacho de uva é indispensável. Os textos religiosos, ou laicos, da maioria das grandes civilizações euro-índicas, invariavelmente citam a uva e tratam das delícias dessa fruta e do vinho que dela é produzido. Há, porém, algo de especial nisso tudo. Até pouco tempo atrás, a parreira simbolizava a fruticultura de climas mais amenos e de regiões temperadas. Não é que uma vez mais a profunda inquietação da espécie Homo sapiens - caracterizada pelos extremos - fez que uvas de mesa fossem colhidas e vinhos de excelente qualidade passassem a ser produzidos em áreas tropicais, ao lado da Linha do Equador?

Da África vem a história saudosa da melancia, trazida por nossos irmãos que, ao deixarem sua pátria e suas famílias, e rumarem em direção a destino incerto e ao exílio em terras jamais imaginadas - as Américas -, tentaram trazer, com muito custo, as plantas que representavam suas aldeias e sua vida, sua infância e seus sabores. Ainda entre as Cucurbitáceas é importante destacar o exemplo local das abóboras e das morangas, tão bem selecionadas por vários povos das mais diversas regiões do País.

As plantas ornamentais, como as bromélias, as petúnias e as rosas, também estão documentadas em capítulos deste livro. O exemplo mais expressivo da civilização humana é o gosto pelo belo, pela ornamentação das cidades, das ruas, das praças, dos jardins, dos alpendres e do pequeno jarro a embelezar as salas. Continuamos, ainda hoje, a redescobrir opções de usos de nossas plantas todos os dias. Do pequeno ananás às bromélias, que intrigam e apaixonam os mais exigentes decoradores e as insuspeitas donas de casa, passando pelas orquídeas, todas são enfocadas nesta obra.

Em tempos de escassez e de redefinição da matriz energética mundial, não poderiam deixar de constar aqui capítulos tratando das espécies madeireiras e oleaginosas, e, nesse aspecto, temos belas apresentações sobre as araucárias, bem como sobre uma cultura que voltou ao dia-a-dia da produção agrícola mundial: a mamona, que, de planta produtora de óleo de rícino, passou a ser explorada como uma das principais fornecedoras de óleos para uma ampla aplicação industrial, incluindo-se como matéria-prima na produção de biodiesel.

E as especiarias? Estariam fora dessa nossa viagem pela vida vegetal no planeta? Claro que não. É aí que as pimentas vêm à tona e insistem em nos lembrar quão imprescindíveis foram os temperos em todas as civilizações, para complemento e enriquecimento dos sabores. Não é à toa que um dos mais importantes capítulos da história humana se deu quando os europeus tiveram de descobrir outras rotas para abastecer seu mercado de temperos. Foi aí que o largo e belo Atlântico foi desbravado, e as caravelas, que pareciam "casquinhas de nozes", chegaram às praias americanas. Primeiramente, às paradisíacas ilhas caribenhas; e, em seguida, a portos das Américas do Norte e do Sul.

A expansão das plantas cultivadas esconde um grande paradoxo. Por um lado, as regiões que atualmente são as maiores exportadoras de commodities agrícolas há 500 anos nem sequer conheciam os produtos que hoje exportam. Por outro lado, muitas espécies "descobertas" com os "novos" territórios, como o milho, a batata e o tomate, para citar apenas três exemplos, ocuparam novas áreas outrora destinadas a cultivos "tradicionais". Ocorre, no entanto, que esse movimento de contingentes humanos, de novos cultivos, de animais e de microrganismos, resultou no que Alfred Crosby (no livro Imperialismo ecológico) denomina "conquista ecológica", dado o caráter invasivo daquilo que os novos habitantes trouxeram consigo, aí incluídas as doenças, que acabaram com populações nativas; e as novas espécies, que desalojaram as originais provocando, com isso, uma verdadeira erosão genética. Com certeza, a manutenção da agrobiodiversidade é tema premente em qualquer lugar ou instituição que trabalhe com processos de melhoria de plantas cultivadas.

Este livro consistirá, portanto, numa das referências, no que tange aos recursos genéticos vegetais, à origem e à evolução das plantas cultivadas. Esperamos que em breve seja traduzido para outros idiomas, de forma que a contribuição deste seleto time, que tão bem representa a ciência brasileira, possa ser partilhada com irmãos de outros países da América e de outros continentes.

Sendo assim, a Embrapa Clima Temperado tem a satisfação de disponibilizar este trabalho, que certamente não só servirá como fonte de consulta e de inspiração para acadêmicos, para profissionais e para a sociedade em geral, como será também obra de referência no tema.

O início - Entendendo a história da vida na Terra em tempo geológico – 21

Domesticação das plantas - A síndrome que deu certo – 37

Abóboras e morangas - Das Américas para o mundo – 59

Alfafa - A rainha das forrageiras: dos hititas à era da genômica – 89

Amendoim - Domesticação pelos indígenas – 121

Araucária - Evolução, ontogênese e diversidade genética – 149

Arroz - Alimentando a humanidade há milênios – 185

Aveia - De vilã a heroína, a domesticação de uma planta invasora – 209

Batata - O pão nosso das Américas – 219

Bromélias - A beleza exótica do Novo Mundo – 235

Cebola - Das lágrimas ao sabor – 253

Centeio - Aspectos evolutivos e potencialidades – 267

Cevada - História e evolução – 287

Citros - Espécies ou híbridos? – 313

Cravos e cravinas - Aromas, cores e sabores muito além do jardim – 337

Feijão - Sua história e seu futuro – 357

Fumo - Espécie repleta de história – 377

Gérbera - Um capítulo à parte – 403

Goiabeira-serrana - Domesticação – 415

Leucena - Do México para o mundo, a globalização das árvores de mil e uma utilidades – 437

Lupinus - A fascinante (e ainda controversa) história evolutiva dos tremoços e seus parentes – 465

Mamão - Delícia centro-americana – 497

Mamona - O redescobrimento – 507

Maracujá - A religiosidade como agente dispersor – 531

Melancia - História africana de dar água na boca – 553

Milho - Uma cultura sob domínio humano – 575

Morangos - História que une dois continentes – 599

Orquídeas - Algo mais que belas flores – 619

Palmito - Domesticação em paisagem natural – 651

Pessegueiro - Tradição e poesia – 677

Petúnias-de-jardim - Conhecendo as espécies silvestres para entender a planta cultivada – 707

Pimentas do gênero Capsicum - Cor, fogo e sabor – 727

Rosas - História que antecede a humanidade – 747

Soja - Uma história de sucesso – 779

Tomate - Presente dos astecas para a gastronomia mundial – 803

Trigo - A cultura que deu suporte à civilização – 819

Triticale - Um híbrido intergenérico para uma agricultura moderna – 853

Uva - Da Antigüidade à mesa de nossos dias – 891

Editores Técnicos: Rosa Lía Barbieri e Elisabeth Regina Tempel Stumpf
Ano: 2008
Número de Páginas: 909
Tamanho: 19 x 27 cm
Editora: Embrapa
Acabamento: Capa dura
ISBN: 978-85-7383-221-1
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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