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MANUAL DE TOXICOLOGIA VETERINÁRIA
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  LIVROS TÉCNICOS >>> Agronomia
 
5ª APROXIMAÇÃO: RECOMENDAÇÕES PARA O USO DE CORRETIVOS E FERTILIZANTES EM MINAS GERAIS
 
5ª APROXIMAÇÃO: RECOMENDAÇÕES PARA O USO DE CORRETIVOS E FERTILIZANTES EM MINAS GERAIS     
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Descrição
Este livro constitui publicação altamente relevante e necessária para um plantio seguro, uma vez que dá a devida orientação a quem vai plantar, com relação ao uso apropriado de corretivos e fertilizantes.

Geralmente, os solos de Minas Gerais necessitam dos corretivos e fertilizantes, para que o potencial da cultura possa expressar-se em termos de produtividade.

A 5ª Aproximação revela o esforço de um grupo competente de pesquisadores que, conhecedores das condições edáficas mineiras, se dispõem a colaborar, procurando atualizar as orientações. Digna de registro, a preocupação dos pesquisadores e técnicos em oferecer esta obra, com cada capítulo sendo escrito por especialista.

Resultado de experiências e pesquisas de profissionais que colocam à disposição dos extensionistas e agricultores informações atualizadas, a publicação permitirá almejar um melhor desempenho das culturas, resultando em maior produtividade.

Certamente, será de grande utilidade, já que se reveste de qualidades próprias de manuais que são fontes de consulta práticas e objetivas.

1. INTRODUÇÃO – 1

2. PROGRAMA INTERLABORATORIAL DE CONTROLE DE QUALIDADE DE ANÁLISE DE SOLOS DE MINAS GERAIS – 3

3. AMOSTRAGEM DO SOLO – 13
3.1. Introdução – 13
3.2. Seleção da Área de Amostragem – 13
3.3. Coleta da Amostra de Solo – 15
3.4. Processamento das Amostras – 19
3.5. Frequência de Amostragem – 20

4. APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS DAS ANÁLISESDE SOLOS – 21

5. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS DAS ANÁLISES DE SOLOS – 25

6. RELAÇÕES BÁSICAS ENTRE NUTRIENTES – 33

7. EXTRATOS DE DEFINIÇÕES, CONCEITOS E LEGISLAÇÃO SOBRE FERTILIZANTES – 37
7.1. Definições – 37
7.2. Especificações, Garantias e Tolerâncias de Fertilizantes, Corretivos e outros Produtos – 38

8. CALAGEM – 43
8.1. Introdução – 43
8.2. Determinação da necessidade de calagem – 45
8.2.1. Método da neutralização do Al3+ e da elevação dos teores de Ca2+ + Mg2+ - 46
8.2.2. Método da Saturação por Bases – 52
8.3. Quantidade de Calcário a Ser Usada – 53
8.4. Escolha do Corretivo a Ser Utilizado – 54
8.5. Época e Modo de Aplicação do Calcário – 59
8.6. Supercalagem – 60

9. UTILIZAÇÃO DE FOSFATOS NATURAIS – 61
9.1. Introdução – 61
9.2. Utilização de Fosfatos Naturais de Baixa Reatividade – 62
9.3. Fosfatos Naturais – 65

10. USO DE GESSO AGRÍCOLA – 67
10.1. Introdução – 67
10.2. Gesso Agrícola como Fonte de Ca e de S para as Culturas – 69
10.3. Correção de Camadas Subsuperficiais Visando à Melhoria do Ambiente Radicular – 69
10.3.1. Recomendação com base na textura do solo – 73
10.3.2. Recomendação com base na determinação do fósforo remanescente – 74
10.3.3. Recomendação com base na determinação da NC pelo método do Al3+, e do Ca2+ + Mg2+ ou pelo método de saturação por bases – 77

11. MICRONUTRIENTES - FILOSOFIA DE APLICAÇÃOE FONTES – 79
11.1. Introdução – 79
11.2. Filosofia de Segurança – 80
11.3. Filosofia de Prescrição – 81
11.4. Filosofia de Restituição – 82
11.5. Fontes de Micronutrientes – 83

12. ADUBAÇÃO ORGÂNICA – 87
12.1. Introdução – 87
12.2. Tipos e Composição – 88
12.3. Percentagem de Conversão dos Nutrientes da Forma Orgânica para a Forma Mineral – 88
12.4. Eficiência da Adubação Orgânica – 88
12.5. Quantidades Comumente Utilizadas – 91
12.6. Adubação Verde e Manejo dos Restos Culturais – 92

13. RECOMENDAÇÕES DE CALAGEM E ADUBAÇÃO NO SISTEMA PLANTIO DIRETO – 93
13.1. Introdução – 93
13.2. Amostragem do Solo – 93
13.2.1. Antes de entrar no tema de plantio direto – 94
13.2.2. reas sob plantio direto com adubação a lanço – 94
13.2.3. reas sob plantio direto com adubação em linha – 94
13.3. Calagem – 95
13.4. Nitrogênio – 96
13.5. Fósforo – 97
13.6. Potássio – 97
13.7. Gesso Agrícola – 98

14. RECOMENDAÇÕES DE ADUBAÇÃO PARA CULTIVOS EM AMBIENTE PROTEGIDO – 99
14.1. Introdução – 99
14.2. Aspectos Importantes Relacionados com a Adubação em Ambiente Protegido - 10
14.2.1. Adubação - 10
14.2.2. Salinização - 10
14.2.3. Fertirrigação - 10
14.2. Recomendações de Adubação - 10
14.3.1. Cultura do Pimentão -10
14.3.2. Cultura do Tomate - 10
14.3.3. Cultura do Pepino - 10
14.3.4. Cultura da Alface - 10
14.3. Manejo das Coberturas – 11

15. FERTIRRIGAÇÃO - 11
15.1. Introdução - 11
15.2. Fertirrigação nos Diferentes Métodos de Irrigação - 11
15.2.1. Superfície - 11
15.2.2. Localizada - 11
15.2.3. Aspersão - 11
15.3. Vantagens e Desvantagens da Fertirrigação - 11
15.3.1. Vantagens - 11
15.3.2. Desvantagens - 11
15.4. Interação Solo-Água-Nutriente-Planta - 11
15.5. Fertilizantes adequados à fertirrigação - 12
15.5.1. Solubilidade em água e pureza - 12
15.5.2. Compatibilidade - 12
15.5.3. pH da água de irrigação - 12
15.5.4. Corrosão - 12
15.5.5. Acidificação do solo - 12
15.5.6. Salinidade - 12
15.5.7. Volatilização e danos às plantas - 12
15.5.8. Mobilidade de nutrientes no solo -12

16. HIDROPONIA - 131
16.1. Introdução - 131
16.2. Preparo da Solução Nutritiva- 133
16.3. Manutenção e Renovação das Soluções – 140

17. DIAGNOSE FOLIAR - 143
17.1. Introdução - 143
17.2. Amostragem, Preparo das Amostras e Análise do Tecido Vegetal - 145
17.2.1. Coleta das amostras - 145
17.2.2. Preparo e remessa da amostra ao laboratório - 151
17.2.3. Análise química do tecido – 152
17.3. Padrões de Referencia ou Normas – 152
17.4. Interpretação dos Resultados da Análise Foliar - 153
17.4.1. Nível crítico e faixa de suficiência - 153
17.4.2. Fertigramas - 154
17.4.3. Desvio percentual do ótimo-DOP - 160
17.4.4. Índices balanceados de Kenworthy - 162
17.4.5. Sistema integrado de diagnose e recomendação - DRIS - 163
17.5. Outras Técnicas de Diagnóstico - 167
17.5.1. Determinação de frações ativas - 167
17.5.2. Métodos bioquímicos e enzimáticos – 167

18. SUGESTÕES DE ADUBAÇÃO PARA AS DIFERENTES CULTURAS EM MINAS GERAIS – 169
18.1. Sugestões de Adubação para Hortaliças - 171
18.1.1. Introdução - 171
18.1.2. Abóbora Italiana - 175
18.1.3. Abóbora Menina - 176
18.1.4. Alface - 177
18.1.5. Alho - 178
18.1.6. Batata - 179
18.1.7. Batata-Doce - 180
18.1.8. Beringela - 181
18.1.9. Beterraba - 182
18.1.10. Brócolos - 183
18.1.11. Cebola - 184
18.1.12. Cenoura - 185
18.1.13. Chuchu - 186
18.1.14. Couve-Flor - 187
18.1.15. Feijão-Vagem (trepador) - 188
18.1.16. Inhame - 189
18.1.17. Jiló - 190
18.1.18. Mandioquinha-Salsa - 191
18.1.19. Melancia - 192
18.1.20. Melão - 193
18.1.21. Milho Verde - 195
18.1.22. Moranga Híbrida - 197
18.1.23. Morango - 198
18.1.24. Pepino - 200
18.1.25. Pimentão - 201
18.1.26. Quiabo - 202
18.1.27. Repolho - 203
18.1.28. Tomate - 205
18. Sugestões de Adubação para Plantas Frutíferas - 209
18.2.1. Introdução – 209
18.2.2. Abacateiro - 212
18.2.3 Abacaxizeiro – 216
18.2.4. Banana Prata Anã – 217
18.2.5. Citros – 219
18.2.6. Figueira - 226
18.2.7. Goiabeira – 229
18.2.8. Macieira, Marmeleiro e Pereira - 232
18.2.9. Mamoeiro - 237
18.2.10. Mangueira - 239
18.2.11. Maracujazeiro - 242
18.2.12. Nespereira - 244
18.2.13. Nogueira Pecã - 247
18.2.14. Macadâmia - 250
18.2.15. Pessegueiro, Ameixeira e Nectarina - 253
18.2.16. Videira - 257
18.3 Sugestões de Adubação para Floricultura e Jardins – 262
18.3.1. Introdução - 262
18.3.2. Recomendação de Calagem e Adubação de Substratos para Mudas, Covas e Canteiros – 263
18.3.3. Cravo - 264
18.3.4. Crisântemo para Corte de Inflorescências - 266
18.3.5. Gladíolo - 268
18.3.6. Roseiras - 269
18.3.7. Gramados - 271
18.3.8. Plantas Ornamentais Arbóreas e Arbustivas – 273
18.4 Sugestões de Adubação para Grandes Culturas Anuais ou Perenes - 277
18.4.1. Introdução - 277
18.4.2. Algodão - 278
18.4.3. Amendoim - 280
18.4.4. Arroz - 281
18.4.5. Cana-de-Açúcar - 285
18.4.6. Cafeeiro - 289
18.4.7. Eucalipto - 303
18.4.8. Feijão - 306
18.4.9. Fumo - 308
18.4.10. Girassol - 310
18.4.11. Mamona – 311
18.4.12. Mandioca – 312
18.4.13 Milho - 314
18.4.14. Seringueira - 317
18.4.15. Soja - 323
18.4.16. Sorgo – 325
18.4.17. Trigo - 328
18.5. Pastagens - 332
18.5.1. Introdução - 332
18.5.2. Calagem - 334
18.5.3. Gessagem - 334
18.5.4. Adubação de Estabelecimento - 335
18.5.5. Calagem e Adubação de Manutenção - 338
18.5.6. O uso de Fosfato Natural de Baixa Reatividade - 340
18.5.7. Capineira, Milho e Cana-de-Açúcar para Silagem - 341

APÊNDICE - 342
Formulário IA. Informações complementares para avaliação da fertilidade do solo (Modelo) – 343
Quadro IA. Garantias mínimas e especificações de fertilizantes nitrogenados - extrato da legislação vigente – 344
Quadro 2A. Garantias mínimas e especificações de fertilizantes fosfatados - extrato da legislação vigente – 346
Quadro 3A. Garantias mínimas e especificações de fertilizantes potássicos - extrato da legislação vigente - 348
Quadro 4A. Garantias mínimas e especificações de fertilizantes com macronutrientes secundários (cálcio, magnésio, enxofre) - extrato da legislação vigente – 348
Quadro 5A. Garantias mínimas e especificações de fertilizantes contendo micronutrientes (boro, cobre, ferro, manganês, molibdênio e zinco) e cobalto - extrato da legislação vigente - 349
Quadro 6A. Especificações dos fertilizantes organominerais e “compostos” - extrato da legislação vigente - 352
Quadro 7A. Especificações dos fertilizantes orgânicos simples extrato da legislação vigente - 352
Quadro 8A. Composição média de alguns adubos orgânicos - 353
Quadro 9A. Quantidade de adubo por aplicar no sulco, em função do espaçamento - 354
Figura 1 A.. Compatibilidade entre vários fertilizantes minerais simples, adubos orgânicos e corretivos – 355

FATORES DE CONVERSÃO – 356
Quadro 10A. Fatores multiplicativos (fm) entre as unidades e formas dos macronutrientes - 358
Quadro 11 A. Fatores multiplicativos (fm) de transformação dos resultados analíticos do solo, quando expressos em g/hg ou dag/kg, mg/dm3, kg/ha e t/há - 359
Figura 2A. Classes texturais dos solos - 359

Editores: Antonio Carlos Ribeiro, Paulo Tácito G. Guimarães e Victor Hugo Alvarez V.
Ano: 1999
Número de Páginas: 360
Tamanho: 15 X 22,5 cm
Editora: Sbcs
Acabamento: Brochura
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Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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