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MÁQUINAS AGRÍCOLAS
 
MÁQUINAS AGRÍCOLAS     
  
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Descrição
A falta de um livro texto que trate das máquinas agrícolas em geral, tem sido sentida desde há muito tempo por professores e pesquisadores das áreas de Engenharia Agrícola, Agronomia e Engenharia Florestal. Até o presente momento esta necessidade tem sido suprida através de livros textos estrangeiros e revistas técnicas, os quais além de raros, são de difícil acesso aos estudantes dos cursos de graduação e aos possíveis interessados em máquinas agrícolas.

Este livro foi idealizado como uma tentativa para diminuir este problema e oferecer de uma forma condensada, as informações consideradas essenciais para os cursos de graduação já citados.

Cada capítulo apresenta em seu final um conjunto de exercícios, dos quais a metade inicial se destina principalmente a esses cursos. A metade final apresenta exercícios de nível mais elevado, os quais poderão ser utilizados em cursos de pós-graduação ao nível de mestrado.

Desta forma este texto poderá ser também utilizado em alguns cursos de pós-graduação naquelas áreas.

A seqüência de capítulos procura seguir a ordem em que as operações agrícolas são normalmente realizadas no campo. O Capítulo I procura formar um embasamento mínimo em dinâmica de solos agrícolas, para um melhor entendimento das relações solo-máquina que permitam obter um melhor desempenho das máquinas destinadas ao preparo do solo. O Capítulo II apresenta de maneira bem resumida, a maneira de se calcular os custos e otimizar os sistemas mecanizados, de forma a maximizar os retornos obtidos. Os demais capítulos tratam das máquinas agrícolas normalmente utilizadas no preparo inicial e periódico do solo: semeadura, cultivo mecânico, aplicação de defensivos agrícolas e colheita.

Como o tema é muito amplo não se tem a pretensão de ter esgotado o assunto e, desta forma, sugestões para possíveis modificações em alguns tópicos serão benvindas.

CAPÍTULO 1 - DINÂMICA DO SOLO – 1

1. Características Mecânicas de Importância para as Relações Solo-Máquina – 1
1.1. Introdução – 1
1.2. Propriedades Dinâmicas do Solo – 1
1.2.1. Tensões no Solo e sua Distribuição – 1
1.2.2. Deformações no Solo e sua Distribuição – 4
1.2.3. Relações Tensão-Deformação – 5
1.2.4. Resistência do Solo – 5
1.2.5. Escoamento no Solo – 5
Cisalhamento – 6
Compressão – 7
Tração – 7
Fluxo Plástico – 8
1.2.6. Movimento do Solo como Corpo Rígido – 8
Atrito – 8
Adesão – 9
Abrasão – 10
Parâmetros compostos – 10
1.3. Determinação das Propriedades Dinâmicas – 10
Cisalhamento – 10
Tração – 13
Compressão – 14
Fluxo Plástico – 14
Atrito – 15
Adesão – 15
Parâmetros compostos – 16
Penetração – 16
Capacidade de Suporte – 18
Resistência Induzida – 19

2. Potencial do Solo para o Desenvolvimento do Esforço Tratório – 19
2.1. Introdução – 19
2.2. Hipóteses e Conceitos na Análise Dinâmica do Solo como Meio de Tração – 21
2.3. Reação Teórica do Solo sobre o Dispositivo de Tração – 22
2.4. Resistência Teórica ao Rolamento – 22
2.5. Efeitos dos Parâmetros do Solo sobre a Tração – 23

3. Efeitos da Compactação pelo Tráfego e seu Controle – 24
3.1. Efeitos da Compactação do Solo – 24
Teor e Transmissão de Água no Solo – 24
Teor e Transmissão de Ar no Solo – 25
Teor e Transmissão de Calor no Solo – 25
Estado de Nutrientes no Solo – 25
Resistência do Solo – 26
3.2. Controle da Compactação do Solo – 26
Bibliografia Citada – 27
Exercícios – 28

CAPÍTULO 2 - GERENCIAMENTO DE OPERAÇÕES AGRÍCOLAS MECANIZADAS – 30
2.1. Introdução – 30
2.2. Terminologia para a Análise de Sistemas Mecanizados Agrícolas – 31
2.3. Desempenho – 33
Determinação dos Tempos Perdidos e Eficiências de Campo – 33
Método 1. Contínuo com manobras na cabeceira – 34
Método 2. Fechando o Talhão, Canto Arredondado – 35
Método 3. Fechando o Talhão, com Manobras na Diagonal – 36
Método 4. Fora para Dentro – 36
Método 5. Abrindo o Talhão, com Giro de 270º – 38
2.4. Determinação da Capacidade de Campo Efetiva – 39
2.5. Custo do Uso – 41
Método da Linha Reta – 41
Método do Saldo Decrescente – 43
Método do Fundo de Depreciação – 43
Juros – 43
Alojamentos – 44
Seguro – 44
Custos Operacionais – 44
Manutenção – 48
Salários – 50
Exemplo de Cálculo – 50
2.6. Confiabilidade – 53
2.7. Custos Indiretos – 54
2.8. Análise de Sistemas – 54
Bibliografia Citada – 59
Exercícios – 60

CAPÍTULO 3 - PREPARO INICIAL DO SOLO – 62
3.1. Introdução – 62
3.2. Fatores a serem considerados – 62
3.3. Derrubada de Mata Virgem ou Capoeirão – 63
Lâminas Fixas ou Anguláveis – 65
3.4. Estimativa de Desempenho na Derrubada de Mata Virgem ou Capoeirão – 66
3.5. Destoca – 69
3.6. Derrubada de Cerradão, Cerrado ou Campo – 69
Derrubada com Correntão – 69
Operação do Correntão – 72
Derrubada com Lâmina ROME K/G – 73
3.7. Derrubada de Árvores Isoladas – 74
Rolo Farca – 74
3.8. Enleiramento – 75
Lâmina ROME K/G – 75
Ancinhos Enleiradores – 77
Bibliografia Citada – 77
Exercícios – 78

CAPÍTULO 4 - PREPARO PERIÓDICO DO SOLO – 80
4.1. Introdução – 80
4.2. Arados de Aivecas – 80
4.2.1. Classificação dos Arados de Aivecas – 82
4.2.2. Constituição – 82
4.2.3. Projeto de Aivecas – 84
4.2.4. Arados de Aivecas de Tração Animal – 89
4.2.5. Arados de Aivecas para Tratores – 91
4.2.6. Arados Reversíveis de Aivecas – 92
4.2.7. Forças que Atuam nos Arados de Aiveca – 92
4.2.8. Regulagens – 95
4.2.9. Mecanismos de Segurança – 100
4.3. Arados de discos – 100
4.3.1. Constituição – 102
Arados de Discos Montados – 102
Arados de Disco de Arrasto – 104
Arados de Discos Reversíveis – 104
4.3.2. Forças que Atuam nos Discos – 104
4.3.3. Parâmetros para Projetos – 107
4.3.4. Regulagens – 111
Arados Montados – 111
Regulagem para Abertura do Primeiro Sulco – 112
Arado de Discos de Arrasto – 112
Longitudinal e Transversal – 112
Profundidade – 112
Ângulo Horizontal do Arado – 112
Alinhamento do Centro de Resistência do Arado – 113
4.4. Grades – 113
4.4.1. Grades de Discos – 114
4.4.2. Grades de Dentes – 117
4.4.3. Grades de Molas – 117
4.4.4. Forças que Atuam – 119
Grades de Discos – 119
Grades de Dentes – 123
Grades de Molas – 123
4.5. Parâmetros para Projetos – 124
4.5.1. Grades de Discos – 124
4.5.2. Grades de Dentes – 125
4.5.3. Grades de Molas – 126
4.6. Regulagens – 126
4.6.1. Grades de Discos – 126
Simples Ação – 126
Dupla Ação – 127
Grades “Off-set” – 127
4.6.2. Grades de Dentes – 131
4.6.3. Grades de Molas – 132
4.7. Subsoladores – 132
4.7.1. Constituição – 132
4.7.2. Forças que Atuam – 133
4.7.3. Características de Operação e Regulagens – 136
4.8. Sulcadores – 137
4.8.1. Constituição – 137
4.8.2. Características de Operação e Regulagens – 139
4.9. Enxadas rotativas – 140
4.9.1. Constituição – 140
4.9.2. Cinemática das Facas – 141
4.9.3. Forças que Atuam nas Facas – 142
4.9.4. Características de Operação e Regulagens – 142
Bibliografia Citada – 144
Exercícios – 144

CAPÍTULO 5 - SEMEADURA CONVENCIONAL – 146
5.1. Introdução – 146
5.1.1. Histórico – 146
5.1.2. Nomenclatura – 147
5.1.3. Classificação das Semeadoras – 147
Quanto à Forma de Distribuição – 147
Quanto à Forma de Acionamento – 148
Quanto ao Tamanho das Sementes – 150
Quanto ao Mecanismo Dosador de Semente – 150
Quanto ao Material Dosado – 151
5.2. Fatores que Afetam a Semeadura – 151
5.2.1. Sementes – 151
Quantidade de Sementes – 151
Uniformidade no Tamanho e Forma das Sementes – 152
Uniformidade de Distribuição das Sementes – 154
Tratamento das Sementes com Defensivos Agrícolas ou Inoculantes – 154
Profundidade das Sementes e Adubos – 154
Uniformidade de Cobertura das Sementes – 154
5.2.2. Solo – 155
Preparo do Solo para Semeadura – 155
Tipo de Solo – 157
Teor de Umidade no Solo – 157
Temperatura do Solo – 157
Compactação do Solo sobre as Sementes – 158
Formação de Crostas no Solo – 158
5.2.3. Máquina – 159
Tipo de Mecanismo de Cobertura – 159
Tipo de Mecanismo Dosador de Sementes – 159
Tipo de Sulcador – 159
5.2.4. Clima – 160
Época de Semeadura em Relação à Estação – 160
5.2.5. Habilidade do Operador – 161
5.3. Constituição – 161
5.3.1. Semeadoras-Adubadoras para Sementes Graúdas – 161
Chassi – 161
Dosadores de Sementes – 164
Discos Perfurados – 164
Correias Perfuradas – 164
Dedos Preensores – 166
Pneumáticos – 166
Canecas – 168
Dosadores de Adubos – 169
Helicoidal – 169
Rotores Dentados – 169
Discos Horizontais Rotativos – 170
Rotor Vertical Impulsor – 170
Correias ou Correntes – 171
Cilindros Canelados – 171
Sulcadores – 171
Sulcadores de Enxada – 171
Sulcadores de Facão – 172
Sulcadores de Discos – 173
Controle de Profundidade e Compactação – 173
Sistemas de Acionamento – 175
Cobridores de Sementes – 177
Sistemas Marcadores de Linhas – 179
Depósitos de Sementes – 180
Depósito de Adubos – 181
Rodado – 181
5.3.2. Semeadoras-Adubadoras para Sementes Miúdas – 183
Chassi – 183
Dosadores de Sementes – 183
Orifícios Reguladores – 185
Discos Alveolados – 185
Centrífugos – 186
Dosadores de Adubos – 187
Sulcadores – 188
Controle de Profundidade dos Sulcadores – 189
Sistemas Marcadores de Linhas – 190
Sistemas de Acionamento – 190
Cobridores de Sementes – 191
Depósito de Sementes e Adubos – 191
Rodado – 191
Compactadores das Sementes – 192
5.4. Montagem – 193
5.4.1. Para Sementes Graúdas – 193
Montagem das Unidades Semeadoras-Adubadoras – 193
Discos Dosadores de Sementes – 194
Defletores – 195
Sulcadores para Adubos e Sementes – 196
5.4.2. Para Sementes Miúdas – 196
Unidades Semeadoras-Adubadoras – 196
Sulcadores para Sementes e Adubos – 196
5.5. Regulagens das Semeadoras-Adubadoras – 199
5.5.1. Para Sementes Graúdas – 199
Acoplamento – 199
Nivelamento – 199
Espaçamento entre Linhas – 199
Quantidade de Adubo – 199
Quantidade de Sementes – 201
Distância entre Sementes e Adubo – 203
Profundidade das Sementes – 203
Profundidade do Adubo – 203
Rodas de Sustentação – 204
Marcadores de Linhas – 204
Sulcadores Frontais – 204
Rodas Compactadoras – 204
Velocidade de Operação – 204
5.5.2. Para Sementes Miúdas – 205
Quantidade de Sementes – 205
Profundidade das Sementes e do Adubo – 206
Bibliografia Citada – 207
Exercícios – 208

CAPÍTULO 6 - CULTIVO MECÂNICO – 210
6.1. Constituição – 210
6.2. Forças que Atuam – 212
6.3. Parâmetros para Projetos – 214
6.4. Estabilidade dos Cultivadores – 216
6.5. Regulagens – 217
Bibliografia Citada – 219
Exercícios – 219

CAPÍTULO 7 - APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS – 220
7.1. Fatores que afetam a utilização – 220
Clima – 220
Solo – 221
Hospedeiro – 221
Patógeno – 222
Princípio Ativo – 223
Veículo – 223
Operador – 223
Máquina – 223
7.2. Princípios de Distribuição de Defensivos – 224
7.2.1. Subdivisão de Líquidos em Gotas – 224
Pressão Hidráulica – 224
Atomização Gasosa – 226
Atomização Centrífuga – 228
Nebulização – 229
Eletrodinâmico – 229
Mistos – 230
7.2.2. Aplicação Utilizando Veículos Sólidos – 231
Pós – 231
Microgrânulos – 231
7.3. Parâmetros para Avaliação – 231
Tamanho de Gotas – 231
Espectro de Gotas – 233
Faixa de Deposição – 233
7.4. Máquinas – 236
7.4.1. Aplicadoras de Formicidas – 237
7.4.2. Aplicadores de Fumigantes – 238
7.4.3. Pulverizadores – 238
Pulverizadores de Padiola – 239
Pulverizadores Motorizados – 240
Pulverizadores Tratorizados – 240
Bomba – 241
Câmara-de-Ar – 244
Válvula Reguladora de Pressão – 245
Tubulação – 246
Barra de Pulverização – 246
Bicos – 247
Pulverizadores Aéreos – 251
7.4.4. Atomizadores – 256
Manuais – 256
Atomizadores Costais Motorizados – 257
Atomizadores Tratorizados – 258
Atomizadores Aéreos – 259
7.4.5. Nebulizadores – 260
7.4.6. Polvilhadoras – 261
7.4.7. Aplicadoras de Microgrânulos – 264
7.5. Regulagens e Cálculo de Dosagens – 265
7.5.1. Pulverizadores Costais – 265
7.5.2. Pulverizadores Tratorizados – 266
Bibliografia Citada – 267
Exercícios – 267

CAPÍTULO 8 - COLHEITA – 269
8.1. Colheita de Cereais – 269
8.1.1. Constituição – 269
Mecanismos de Alimentação – 273
Mecanismos de Trilha – 273
Mecanismos de Separação – 274
Mecanismos de Limpeza – 275
8.1.2. Regulagens – 277
8.1.3. Perdas na Colheita – 279
Fatores que Afetam as Perdas na Colheita – 279
Avaliação das Perdas de Grãos na Colheita – 282
Identificação e Solução dos Problemas Referentes à Colhedora para Redução de Perdas – 283
8.2. Colheita de Forragem e Feno – 283
8.2.1. Segadoras – 283
8.2.2. Segadoras Rotativas Horizontais – 292
8.2.3. Segadoras Rotativas de Facas Verticais – 293
8.2.4. Condicionadoras de Feno – 294
8.2.5. Ancinhos – 295
Ancinho com Molinete – 295
Ancinho de Entrega Lateral – 296
Ancinho de Rotor Dentado – 296
8.2.6. Enfardadoras – 297
Enfardadora para Fardos Retangulares – 297
Enfardadora para Fardos Redondos – 299
8.2.7. Colhedoras de Forragens – 300
Bibliografia Citada – 304
Exercícios – 305

Autor: Luiz Antonio Balastreire
Ano: 2005
Número de Páginas: 310
Tamanho: 21,5 x 27,5 cm
Acabamento: Brochura
ISBN: 85-900627-1-6
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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