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  LIVROS TÉCNICOS >>> Fitopatologia
 
DOENÇAS DOS CEREAIS DE INVERNO
 
DOENÇAS DOS CEREAIS DE INVERNO     
  
Por: R$ 40,00 
 
 

   
   
   

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Descrição
Nesta segunda edição "Doenças dos cereais de inverno: diagnose, epidemiologia e controle", o livro foi revisado e atualizado, acrescentando novas informações, com atenção especial à quantificação de danos e ao manejo integrado das doenças. O livro mantém o princípio de servir como referência prática aos produtores, estudantes, agrônomos e pesquisadores envolvidos com o cultivo de cereais de inverno. Esta edição está dividida em introdução, principais doenças, figuras coloridas, fitopatometria, importância e quantificação de danos e medidas gerais de controle. A introdução faz referência aos fatores determinantes de epidemias de doenças em cereais, descrevendo principalmente como são classificados os patógenos segundo seus requerimentos nutricionais e suas implicações na sobrevivência e nas estratégias de controle. As principais doenças estão divididas em doenças bióticas e doenças abióticas. Nas bióticas são relacionadas doenças do sistema radicular, foliares, colmo e espiga ou panícula, procurando-se caracterizar etiologia, ocorrência e importância econômica, ciclo das relações patógeno-hospedeiro, epidemiologia e resumidamente as medidas gerais de controle de cada doença. As figuras coloridas constam de um encarte com 108 fotos medindo 5x5 cm que ilustram principalmente detalhes de sintomas e estruturas de patógenos, citadas no texto do livro. A patometria aborda critérios para quantificar doença no campo, associado com informações sobre os estádios de desenvolvimento da cultura e técnicas de monitoramento de doenças. Em relação quantificação de danos, atenção especial é dada para funções de dano estabelecidas para as principais doenças e que servem de base para serem utilizadas no cálculo do limiar de dano econômico visando ao controle químico pela aplicação de fungicidas nos órgãos aéreos. Para finalizar, no controle das doenças, ênfase foi dada ao manejo integrado, destacando-se a importância da sanidade das sementes e da adoção de práticas culturais como rotação de culturas, que visam reduzir e/ou eliminarem os patógenos nas suas fontes de inóculo. Nesta última parte uma atenção especial também foi destinada ao controle químico pela aplicação de fungicidas nos órgãos aéreos.

1. Introdução – 17

2. Doenças em Cereais de Inverno – 19
2.1. Classificação dos fungos patogênicos segundo seus requerimentos nutricionais e suas implicações na sobrevivência e nas estratégias de controle – 22
2.1.1. Biotróficos – 22
2.1.2. Necrotróficos – 23

3. Princípios de Epidemiologia – 27

4. Doenças Bióticas – 33
4.1. Doenças do sistema radicular – 34
4.1.1. Mal-do-pé ou podridão negra das raízes – 34
4.1.2. Podridão comum de raízes – 35
4.2. Doenças foliares – 36
4.2.1. Oídio ou cinza – 36
4.2.2. Ferrugem da folha – 38
4.2.3. Ferrugem linear – 40
4.2.4. Mancha amarela ou mancha bronzeada – 40
4.2.5. Helmintosporiose ou mancha marrom – 42
4.2.6. Helmintosporiose da aveia – 45
4.2.7. Septoriose ou mancha da gluma – 46
4.2.8. Mancha salpicada da folha do trigo – 47
4.2.9. Mancha-em-rede ou mancha reticulada da cevada – 48
4.2.10. Escaldadura da cevada – 50
4.2.11. Mancha linear da cevada – 52
4.2.12. Mancha aquosa ou mancha de fusarium – 53
4.2.13. Estria bacteriana do trigo – 54
4.2.14. Halo bacteriano da aveia – 54
4.2.15. Virose do mosaico comum do trigo – 55
4.2.16. Virose do nanismo amarelo da cevada (VNAC) – 56
4.3. Doenças do colmo – 58
4.3.1. Ferrugem do colmo – 58
4.3.2. Antracnose – 59
4.4. Doenças da espiga e panícula – 60
4.4.1. Carvão – 60
4.4.2. Giberela – 61
4.4.3. Brusone – 65
4.4.4. Ergot – 67

5. Doenças Abióticas ou de Causa não Parasitária – 69
5.1. Esterilidade de espiguetas de aveia – 70
5.2. Injúria causada por fungicida – 70
5.3. Injúria causada por herbicida em trigo – 71
5.4. Injúria causada por insetos – 71
5.5. Mancha fisiológica em cevada – 71
5.6. Melanose, melanismo ou necrose parda do trigo – 72
5.7. Necrose da ponta da folha em trigo – 72

6. Figuras Coloridas – 73
7. Fitopatometria – 95
7.1. Terminologia usada na quantificação de doenças – 97
7.2. Métodos de avaliação – 100
7.2.1. Resumo comparativo entre as variáveis incidência e severidade – 101
7.2.2. Como contornar o inconveniente da severidade? – 101
7.3. Estádios de crescimento de cereais de inverno – 104
7.4. Vistoria de lavouras – 108
7.4.1. Fatores que afetam o início e o desenvolvimento de doenças – 108
7.4.2. Freqüência de vistorias – 108
7.4.3. Amostragem sistemática – 109

8. Importância das Doenças em Cereais de Inverno – 111

9. Quantificação de Danos Causados por Doenças Radiculares – 113
9.1. Podridão comum de raízes – 114
9.2. Mal-do-pé do trigo – 114

10. Quantificação de Danos Causados por Doenças da Espiga – 115
10.1. Giberela em trigo – 116
10.2. Brusone em trigo – 119

11. Quantificação de Danos Causados por Doenças Foliares – 121
11.1. Ferrugem da folha do trigo em cultivares suscetíveis – 123
11.2. Ferrugem da folha do trigo em cultivar com resistência de planta adulta (RPA) – 124
11.3. Oídio em trigo – 125
11.4. Manchas foliares em trigo – 125
11.5. Oídio em cevada – 126
11.6. Mancha marrom da cevada – 127
11.7. Mancha-em-rede da cevada – 127
11.8. Manchas foliares no triticale – 127
11.9. Ferrugem da folha da aveia – 128

12. Aplicação Prática das Equações da Função de Dano – 129
12.1. Limiar de dano econômico - LDE – 130
12.2. Limiar de ação - LA – 131
12.3. Cálculo do LDE – 131
12.4. Limiar de dano econômico envolvendo o patossistema múltiplo – 132
12.4.1. Patossistema múltiplo envolvendo a ferrugem da folha e o oídio em trigo – 133
12.4.2. Patossistema múltiplo em cevada cultivar BR-2 (oídio e mancha marrom) – 134
13. Estratégias de Controle – 135
13.1. Rotação de culturas – 136
13.2. Eliminação de plantas voluntárias – 140
13.3. Eliminação de hospedeiros secundários – 141
13.4. Eliminação de hospedeiros intermediários ou alternativos – 142
13.5. Uso de sementes sadias – 142
13.6. Tratamento de sementes – 145
13.7. Cultivares resistentes – 148
13.8. Aplicação de fungicidas em órgãos aéreos – 149

14. Conclusões – 155

15. Bibliografia Consultada – 159

LISTA DE TABELAS
Tabela 1 - Duração do período de molhamento contínuo e temperatura média necessária à infecção dos principais patógenos dos cereais de inverno – 31
Tabela 2 - Duração do molhamento foliar (h) em função da temperatura para a ocorrência de infecções leves, moderadas e severas de Puccinia triticina – 40
Tabela 3 - Interações entre período de molhamento e temperatura na severidade de Pyrenophora tritici-repentis em trigo – 42
Tabela 4 - Duração do molhamento foliar (h) em função da temperatura para a ocorrência de infecções leves, moderadas e severas de Bipolaris sorokiniana em trigo – 44
Tabela 5 - Efeito da temperatura e da duração do molhamento foliar na intensidade da mancha reticulada da cevada, causada por Drechslera teres – 50
Tabela 6 - Efeito de temperaturas e período de molhamento na severidade de Rhynchosporium secalis em cevada – 51
Tabela 7 - Interações entre temperatura e duração do período de molhamento das espigas (hm) para causar diferentes valores diários de probabilidade de infecção (VDPI) de Gibberellazeae, em espigas de trigo – 65
Tabela 8 - Relação entre temperatura e duração do molhamento na intensidade da brusone em espigas de trigo – 67
Tabela 9 - Legenda para os estádios de crescimento da escala de Feekes (1940), modificada por Large (1954) – 104
Tabela 10 - Escala decimal de crescimento dos cereais de inverno, segundo Zadoks et al. (1974) – 105
Tabela 11 - Estádios de crescimento pela escala de Feekes & Large (1954) e seu valor correspondente na escala de Zadoks et al. (1974) – 107
Tabela 12 - Danos causados por doenças em cereais de inverno – 112
Tabela 13 - Incidência, severidade e danos causados pela podridão comum de raízes em lavouras de trigo do Rio Grande do Sul, de 1979 a 1981 – 114
Tabela 14 - Procedimento para determinar danos no rendimento de grãos causado por Gibberella zeae em trigo – 117
Tabela 15- Danos causados pela giberela em centeio, cevada e trigo, antes e após o incremento da área cultivada em plantio direto – 117
Tabela 16 - Peso de grãos por espiga (PGE), peso de mil grãos (PMG) e incidência de Fusarium graminearum (IFg) em grãos de trigo em função do número de espiguetas gibereladas por espiga. Passo Fundo, RS, safra 2001 – 118
Tabela 17 - Peso de grãos por espiga (PGE), peso de mil grãos (PMG) e incidência de Fusarium graminearum (IFg) em grãos de trigo em função do número de espiguetas gibereladas por espiga. Passo Fundo, RS, safra 2002 – 118
Tabela 18 - Regressões entre as variáveis peso de grãos por espiga (PGE), peso de mil grãos (PMG) e incidência de Fusarium graminearum (Ifg) – 119
Tabela 19 - Danos causados pela brusone, em trigo, no Mato Grosso do Sul – 119
Tabela 20 - Equações da função de dano da ferrugem da folha na cultivar Embrapa 16 – 123
Tabela 21 - Equações da função de dano da ferrugem da folha na cultivar OR 1 – 124
Tabela 22 - Equações da função de dano da ferrugem da folha na cultivar BR 35 – 125
Tabela 23 - Equações da função de dano do oídio do trigo na cultivar BR 23 – 125
Tabela 24 Equações da função de dano de manchas foliares em trigo cultivares Embrapa 40, Fundecep 30 e Fundacep 32 – 126
Tabela 25 - Equações da função de dano do oídio da cevada na cultivar BR 2 – 126
Tabela 26 - Equação da função de dano da mancha marrom em cevada cultivar BR 2 – 127
Tabela 27 - Equações da função de dano da mancha-em-rede em cevada cultivar Antarctica 5 – 127
Tabela 28- Equação da função de dano de manchas foliares no triticale cultivar BR 2 – 128
Tabela 29 - Equações da função de dano da ferrugem da folha da aveia cultivar UPF 13 – 128
Tabela 30 - Equações da função de dano do patossistema múltiplo em trigo cultivar BR 23 - 133
Tabela 31 - Equação da função de dano do patossistema múltiplo em trigo na cultivar OR -1 – 133
Tabela 32 - Equação da função de dano do patossistema múltiplo em trigo na cultivar BRS Louro – 134
Tabela 33 - Equação da função de dano do patossistema múltiplo em trigo na cultivar Onix – 134
Tabela 34 - Equações da função de dano do patossistema múltiplo em cevada cultivar BR 2 – 134
Tabela 35 - Efeito de métodos de manejo do solo na quantidade de resíduos culturais de trigo remanescentes na superfície e sua relação com a densidade de inóculo – 139
Tabela 36 - Efeito do manejo do solo e da rotação de culturas na incidência de Drechslera tritici-repentis em sementes de trigo BR 23 após a colheita – 144
Tabela 37 - Efeito do manejo do solo e da rotação de culturas na incidência de Bipolaris sorokiniana em sementes de trigo BR 23 após a colheita – 144
Tabela 38 - Transmissão de fitopatógenos de sementes para plântulas de trigo, cevada e aveia - 147

Autores: Erlei Melo Reis e Ricardo Trezzi Casa
Ano: 2007
Número de Páginas: 174
Tamanho: 16 X 22 cm
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-98548-08-1
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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