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ASSUNTOS >>> ENGENHARIA AMBIENTAL |
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Direito Ambiental
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Introdução
Parte I - Introdução ao Direito Ambiental 1. Conceito de direito ambiental 1.1 Objeto do direito ambiental 1.2 Beneficiários da proteção ambiental 1.3 Bens ambientais 1.4 Domínio dos bens ambientais 1.3.1.1 Bem de uso comum do povo 1.3.1.2 Bens públicos de uso comum 1.3.2 Classificação dos bens ambientais à luz de seu domínio 1.3.3 Publicização dos bens ambientais 1.4 Relação do direito ambiental com outras ciências 1.4.1 Ecologia 1.4.2 Economia 1.4.3 Biologia 1.4.4 Geografia 1.4.5 Química 1.4.6 Urbanismo 1.4.7 Saúde pública 1.4.8 Engenharia 1.4.9 Sociologia 1.4.10 Antropologia 1.4.11 História 1.5 Relação do direito ambiental com outros ramos do direito 1.5.1 Direito internacional 1.5.2 Direito administrativo 1.5.3 Direito econômico 1.5.4 Direito financeiro 1.5.5 Direito penal 1.5.6 Direito processual 1.5.7 Direito civil 2. O direito ambiental e seu contexto histórico 2.1 O homem e a natureza 2.2 Antecedentes do direito ambiental 2.2.1 A soberania territorial e a questão ambiental 2.2.1.1 Soberania 2.2.1.2 O Caso Smelter Trail 2.2.1.3 O caso do canal de Corfu 2.2.1.4 Caso do Lago Lanoux 2.2.1.5 As regras de Helsinki 2.2.2 Tratados internacionais anteriores a 1972 2.2.3 Legislação brasileira anterior a 1972 3. A Conferência de Estocolmo de 1972 3.1 Conteúdo da Declaração de Estocolmo 3.1.1 Direito humano 3.1.2 Desenvolvimento sustentável 3.1.3 Combate à pobreza 3.1.4 Planejamento racional 3.1.5 Efetividade das normas jurídicas 3.1.6 Ciência e tecnologia 3.1.7 Soberania territorial 3.1.8 Cooperação 3.1.9 Guerra e paz 4. A Conferência do Rio de Janeiro sobre meio ambiente e desenvolvimento 4.1 O período entre 1972 e 1992 4.2 Convenção-quadro sobre mudança do clima - protocolo de Kyoto 4.3 Convenção sobre diversidade biológica 4.4 Conteúdo da Declaração do Rio de Janeiro sobre meio ambiente e desenvolvimento 4.4.1 Desenvolvimento sustentável 4.4.2 Direito humano 4.4.3 Precaução 4.4.4 Cooperação 4.4.5 Responsabilidade 4.4.6 Legislação ambiental eficaz 4.4.7 Princípio poluidor pagador 4.4.8 Avaliação do impacto ambiental 4.4.9 Povos indígenas e outras comunidades locais 4.4.10 Guerra e paz 4.5 Agenda 21 4.6 Rio + 10 5. Princípios informadores do Direito Ambiental 5.1 Noção de princípio 5.2 O meio ambiente como um direito humano 5.3 Desenvolvimento sustentável 5.4 Princípio da prevenção 5.5 Princípio da precaução 5.6 Princípio da cooperação 5.7 Reparação integral 5.8 Informação 5.9 Participação social 5.10 Poluidor pagador 5.11 Usuário pagador 5.12 Acesso equitativo aos recursos naturais 6. Política nacional do meio ambiente 6.1 Dimensão da política ambiental 6.2 Conceitos 6.3 Princípios, objetivos e diretrizes da política 7. O meio ambiente na Constituição de 1988 7.1 O art. 225 7.2 Ação popular 7.3 Função social da propriedade 7.4 Ordem econômica, 77 7.5 Saúde 7.6 Domínio da União e dos Estados 7.7 Ministério Público 7.8 Populações indígenas 7.9 Competências 7.9.1 Competências legislativas 7.9.1.1 Competências concorrentes 7.9.2 Competências administrativas 7.9.2.1 Competências da União 7.9.2.2 Competências comuns
Parte II - Regime Jurídico e Proteção dos Recursos Ambientais 8. Biodiversidade 8.1 Conceito de biodiversidade 8.1.1 A biodiversidade e o meio físico 8.1.2 Biosfera e ecossistemas 8.2 Biodiversidade no plano internacional antes de 1992 8.2.1 Convenção relativa às zonas úmidas de importância internacional, particularmente como habitat das aves aquáticas 8.2.2 Declaração de Estocolmo 8.2.3 Convenção sobre comércio internacional das espécies da flora e da fauna selvagens em perigo de extinção (CITES) 8.2.4 Conferência das Nações Unidas sobre direito do mar 8.3 A Convenção sobre diversidade biológica e a política nacional de biodiversidade 8.4 Biotecnologia 8.5 Biossegurança 8.6 Biodiversidade, biotecnologia e biossegurança na Constituição Federal 8.7 Objetivos da CDB e da política nacional da biodiversidade 8.7.1 Conservação da diversidade biológica 8.7.2 Uso sustentável 8.8 Temas relevantes 8.8.1 Conhecimento tradicional 8.8.2 Repartição de benefícios justa e equitativa 8.8.3 Valor intrínseco da diversidade biológica 8.8.4 Soberania 8.8.5 Precaução 8.8.6 Poluidor pagador 8.8.7 Prevenção 8.8.8 Recursos financeiros 8.8.9 Educação 8.9 Aparato institucional 8.9.1 Obrigações do Ministério do Meio Ambiente (MMA) na implementação da Política Nacional da Biodiversidade 8.9.2 Instância colegiada 8.9.3 Pronabio 8.10 Mecanismos de efetividade da norma 8.11 Transferência de tecnologia e patentes 8.12 Crimes relativos à engenharia genética 9. Fauna 9.1 Fauna na Constituição Federal 9.2 Espécies em extinção 9.3 Conceito de fauna 9.3.1 Fauna silvestre 9.3.1.1 Permissão para caça ou apanha 9.3.1.2 Manutenção em cativeiro 9.4 Pesca 9.4.1 Cetáceos 9.5 Jardins Zoológicos 9.6 Infrações administrativas contra a fauna 9.7 Crimes contra a fauna 10. Flora e florestas 10.1 Conceitos 10.1.1 Flora 10.1.2 Floresta 10.1.3 Mata 10.2 Importância das florestas 10.2.1 Importância da cobertura vegetal 10.2.1.1 Cerrado 10.2.1.2 Mangue 10.2.1.3 Caatinga 10.3 Flora e florestas na Constituição Federal 10.4 Código florestal 10.4.1 Regime jurídico geral das florestas 10.4.2 Exploração de florestas 10.4.3 Restrições especiais 10.4.3.1 Áreas de inclinação 10.4.3.2 Árvores imunes de corte 10.4.3.3 Extração de lenha 10.4.3.4 Comércio de plantas 10.4.3.5 Exploração na Bacia Amazônica 10.4.3.6 Atividade industrial 10.5 Fiscalização 10.6 Crimes contra as florestas 10.7 Infrações administrativas contra a flora 10.8 Uso e exploração das florestas públicas 10.8.1 Modelos de gestão 10.8.1.1 Modelo 1 - Criação de florestas nacionais 10.8.1.2 Modelo 2 - Reserva extrativista e reserva de desenvolvimento sustentável 10.8.1.3 Modelo 3 - Concessão florestal 10.8.2 Concessão florestal 10.8.2.1 Requisitos e condicionantes da concessão florestal 10.8.2.2 Delimitação do objeto da concessão 10.8.2.3 Licenciamento ambiental 10.8.2.4 Processo de licitação 10.8.2.5 Contrato de concessão 10.8.3 Instrumentos econômicos 10.8.4 Efetividade da lei 11. Águas 11.1 Importância e riscos 11.2 Águas e recursos hídricos 11.3 Águas na Constituição Federal 11.3.1 Domínio 11.3.2 Competências legislativas 11.3.3 Competências administrativas 11.4 Código de Águas 11.5 Política Nacional de Recursos Hídricos 11.5.1 Fundamentos da política 11.5.1.1 Domínio público das águas 11.5.1.2 Bem de valor econômico 11.5.1.3 Prioridades no uso da água 11.5.1.4 Bacia hidrográfica: gestão descentralizada e participativa 11.6 Instrumentos de gestão de recursos hídricos 11.6.1 Planos de recursos hídricos 11.6.2 Qualidade da água: enquadramento dos corpos hídricos 11.6.2.1 Usos da água 11.6.3 Outorga do direito de uso de recursos hídricos 11.6.3.1 Usos insignificantes ou de pouca expressão 11.6.3.2 Outorgas preventivas 11.6.3.3 Natureza jurídica das outorgas 11.6.3.4 Suspensão da outorga 11.7 Cobrança pelo uso de recursos hídricos 11.7.1 Objetivos da cobrança 11.7.2 Natureza jurídica do produto da cobrança 11.7.3 Aplicação dos recursos da cobrança 11.7.3.1 Condições para a implantação da cobrança pelo uso de recursos hídricos 11.8 Águas subterrâneas 11.8.1 Domínio das águas subterrâneas 11.8.2 Aquífero Guarani 11.8.2.1 Projeto Aquífero Guarani 11.9 Crime ambiental e infrações administrativas 12. Solo 12.1 Conceito de solo 12.2 Domínio e regime jurídico do solo 12.3 Importância e riscos 12.4 Agricultura 12.4.1 Proteção do solo agrícola 12.4.2 Política agrícola 12.5 Fertilizantes e agrotóxicos 12.5.1 Conceito de agrotóxicos 12.5.2 Regime jurídico dos agrotóxicos 12.5.3 Responsabilidade pelas embalagens 12.5.4 Sanções administrativas 12.5.5 Crimes 227 12.6 Resíduos sólidos 12.6.1 Classificação dos resíduos sólidos 12.6.2 Movimentação transfronteiriça de resíduos perigosos 12.6.3 Responsabilidade do gerador de resíduos 12.6.4 Resíduos sólidos industriais e passivos ambientais 12.6.4.1 Geradores sem passivo preexistente 12.6.4.2 Geradores em operação ou desativados, com passivos ambientais 12.6.4.3 Sítios órfãos contaminados 12.6.5 Resíduos sólidos urbanos 12.6.6 Resíduos de serviços de saúde 12.7 Saneamento e agricultura 12.7.1 Lodo de esgoto 12.7.2 Unidade de gerenciamento de lodo (UGL) 12.7.3 Licenciamento dos processos 12.7.4 Limites de aplicabilidade do lodo 13 Atmosfera 13.1 Conceito de atmosfera 13.2 Regime jurídico da atmosfera 13.2.1 Importância e riscos 13.3 Camada de ozônio 13.4 Queima de resíduos 13.5 Efeito estufa e aquecimento global 13.5.1 Mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL) 13.6 Qualidade do ar 13.7 Poluição por veículos automotores 13.8 Infrações administrativas 13.9 Crimes contra a atmosfera 14. Patrimônio cultural 14.1 Conceito de patrimônio cultural 14.2 Direito internacional 14.2.1 A noção de patrimônio comum 14.2.2 Patrimônio da humanidade 14.3 O patrimônio cultural na Constituição de 1988 14.3.1 Competências 14.4 Tombamento 14.4.1 Natureza jurídica do tombamento 14.4.2 Procedimento 14.4.3 Efeitos jurídicos do tombamento 14.4.3.1 Registro 14.4.3.2 Proteção e transformação do bem tombado 14.4.3.3 Movimentação do bem tombado 14.4.3.4 Visibilidade 14.4.3.5 Vigilância 14.5 Indenização por tombamento 14.6 Sanções administrativas 14.7 Crimes contra o patrimônio cultural
Parte III - Instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente 15. Administração Pública e meio ambiente 15.1 Funções da administração pública 15.1.1 Funções protetoras ou de polícia administrativa 15.1.2 Funções de prestação 15.2 Poder de polícia ambiental 15.3 Processo administrativo 16 Padrões de qualidade ambiental 16.1 Conceito de padrão 16.2 Função dos padrões ambientais 17. Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) 17.1 Avaliação de impacto ambiental 18. Estudos ambientais 18.1 Estudo prévio de impacto ambiental 18.1.1 Audiências públicas 18.2 Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD) 18.3 Relatório Ambiental Preliminar (RAP) 18.4 Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) 18.5 Relatório de Controle Ambiental (RCA) 18.6 Estudo de Viabilidade Ambiental (EVA) 18.7 Relatório de Avaliação Ambiental (RAA) 18.8 Projeto de Controle Ambiental (PCA) 19. Licenciamento ambiental 19.1 Noção e fundamentos do licenciamento ambiental 19.2 Procedimento administrativo 19.3 Vinculação e discricionariedade na licença ambiental 19.4 Competência para emitir a licença ambiental 20. Instrumentos econômicos da política ambiental 21. Instrumentos técnicos da política ambiental 21.1 Sistema nacional de informações sobre o meio ambiente 21.1.1 Cadastro técnico federal de atividades e instrumento de defesa ambiental 309 21.1.2 Relatório de Qualidade do Meio Ambiente (RQMA) 21.1.3 Garantia da prestação de informações relativas ao meio ambiente 22. Zoneamento 22.1 Aspectos constitucionais 22.2 Conceito de zoneamento 22.3 Do zoneamento urbano ao ambiental 22.4 Natureza jurídica do zoneamento 22.4.1 Zoneamento e direito adquirido 22.5 Zoneamento em unidades de conservação 22.6 Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) 22.6.1 Obrigatoriedade e vinculação 22.6.2 Princípios 22.6.3 Elaboração e implantação 22.6.4 Competências 22.6.5 Alteração do ZEE 22.6.6 Questões institucionais
Parte IV - Espaços Territoriais Especialmente Protegidos 23. Conceito e fundamento legal 24. Áreas de preservação permanente (APP) 24.1 Conceito de APP 24.2 Regime jurídico das APP 24.2.1 Margens de corpos hídricos em área urbana 24.2.2 Supressão de vegetação em APP 24.2.3 Aspectos tributários 24.2.4 Áreas indígenas 24.3 Contravenções e crimes contra as APP 24.3.1 Contravenções 24.3.2 Crimes 24.4 Infrações administrativas contra APP 25. Reserva legal 25.1 Conceito de reserva legal 25.2 Regime jurídico da reserva legal 25.3 Recomposição da reserva legal 25.4 Compensação da reserva legal 25.4.1 Servidão florestal 25.4.2 Cota de reserva florestal 25.5 Reserva legal e reforma agrária 25.6 Aspectos tributários 25.7 Indenização de cobertura vegetal de APP e RL 25.8 Infrações administrativas específicas contra a flora em reserva legal 25.9 Reflexões sobre APP e reserva legal 26. Sistema nacional de unidades de conservação (SNUC) 26.1 Conceito 26.2 Criação das unidades de conservação 26.3 Limitações administrativas provisórias 26.4 Alteração e extinção das unidades de conservação 26.5 Gestão das unidades de conservação 26.5.1 Termo de parceria 26.5.2 Conselhos 26.5.3 Plano de manejo 26.6 Corredores ecológicos, zonas de amortecimento e mosaicos 26.6.1 Zona de amortecimento e zona de transição 26.6.2 Zoneamento 26.7 Mosaico de unidades de conservação 26.8 Desapropriação 26.9 Compensação ambiental 26.10 Populações tradicionais 26.11 Exploração de bens ambientais 26.12 Categorias de Unidades de Conservação 26.12.1 Unidades de proteção integral 26.12.1.1 Estação ecológica 26.12.1.2 Reservas biológicas 26.12.1.3 Parque nacional 26.12.1.4 Monumento natural 26.12.1.5 Refúgio de vida silvestre 26.12.2 Unidades de uso sustentável 26.12.2.1 Área de Proteção Ambiental (APA) 26.12.2.2 Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE) 26.12.2.3 Floresta nacional 26.12.2.4 Reserva extrativista 26.12.2.5 Reserva de fauna 26.12.2.6 Reserva de desenvolvimento sustentável 26.12.2.7 Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) 26.13 SNUC e crimes ambientais 26.14 Infrações administrativas cometidas exclusivamente em unidades de conservação 27. Reservas da biosfera 27.1 Conceito 27.2 Regime jurídico 27.3 Gestão 27.4 Reservas da biosfera no Brasil 28. Sítios Ramsar. Zonas úmidas 28.1 Zonas úmidas 28.2 Definição dos Sítios Ramsar 28.3 Gestão dos Sítios Ramsar 28.4 Proteção dos Sítios Ramsar no Brasil 28.4.1 Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense 28.4.2 Parque Nacional da Lagoa do Peixe 28.4.3 Parque Nacional do Araguaia 28.4.4 Parque Estadual Marinho do Parcel de Manuel Luís 28.4.5 Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Mamirauá (RDSM) 28.4.6 Área de Proteção Ambiental da Baixada Maranhense 28.4.7 Área de Proteção Ambiental das Reentrâncias Maranhenses 28.4.8 Reserva Particular do Patrimônio do SESC Pantanal 29. Espaços territoriais do patrimônio nacional 29.1 Conceito de patrimônio nacional 29.2 Mata Atlântica 29.2.1 Caracterização do objeto da lei 29.2.2 Âmbito de aplicação da lei 29.2.3 Objetivos e princípios 29.2.4 Populações tradicionais, pequeno produtor rural e posseiros 29.2.5 Regime jurídico de corte, supressão e exploração 29.2.6 Utilidade pública e interesse social 29.2.7 A regra do art. 14 29.2.8 Áreas urbanas 29.2.9 Compensação ambiental 29.2.10 Coleta de subprodutos florestais 29.2.11 Pesquisa científica e práticas preservacionistas 29.2.12 Áreas urbanas e regiões metropolitanas 29.2.13 Localização de novos empreendimentos 29.2.14 Incentivos econômicos 29.2.15 Fundo de Restauração do Bioma Mata Atlântica 29.2.16 Aspectos tributários 29.2.17 Infrações 29.2.18 Aspectos criminais 29.2.19 Regras de corte e supressão da vegetação 29.2.19.1 Vegetação primária 29.2.19.2 Vegetação secundária em estágio avançado de regeneração 29.2.19.3 Vegetação secundária em estágio médio de regeneração 29.2.19.4 Vegetação secundária em estágio inicial de regeneração 30. Zona costeira 30.1 Caracterização da zona costeira 30.2 Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro (PNGC) 30.2.1 Atribuições da administração 30.2.2 Planos municipais e estaduais de gerenciamento costeiro 30.2.3 Compatibilização das normas em vigor 30.3 Licenciamento de atividades na zona costeira 30.4 Responsabilidade por dano ambiental causado na zona costeira 30.5 Praias 30.5.1 Impedimento do acesso às praias 30.6 Gerenciamento costeiro 30.6.1 Princípios 30.6.2 Instrumentos da gestão da zona costeira 30.7 Orla marítima
Parte V - Meio Ambiente Urbano, 467 31. Urbanismo e meio ambiente 31.1 Direito ambiental e direito urbanístico 31.2 A cidade no Brasil 31.3 As cidades e sua proteção no plano internacional 32. Aspectos constitucionais que envolvem o município 32.1 Autonomia municipal 32.2 Saúde 32.3 Competências 33. Política urbana 33.1 Estatuto da Cidade 33.2 Objetivos da política urbana 33.2.1 Garantia de direitos 33.2.2 A gestão democrática 33.2.2.1 Participação social na construção da política urbana 33.2.2.2 Instrumentos da gestão democrática da cidade 33.2.3 Desafios a transpor 33.2.4 Cooperação entre Poder Público e iniciativa privada 33.3 Ordenação e controle do uso do solo 34. Instrumentos da política urbana à luz da proteção ambiental 34.1 Planejamento 34.2 Plano diretor 34.3 Estudo prévio de impacto de vizinhança (EIV) 34.4 Regularização fundiária 34.5 Uso e ocupação do solo 34.5.1 Loteamento e desmembramento 34.5.2 A Lei nº 6.766/79 e as áreas de preservação permanente - APP 35. Poluição sonora 35.1 Caracterização da poluição sonora 35.2 Regulamentação 36. Paisagem urbana e poluição visual 37. Saneamento 37.1 Saneamento, recursos hídricos e meio ambiente 37.2 Breve histórico 37.3 Natureza jurídica do saneamento 37.4 O saneamento na Constituição Federal xx Direito Ambiental o Granziera 37.5 Titularidade dos serviços 37.6 Campo de abrangência da Lei nº 11.445/07 37.7 Princípios da lei de saneamento 37.8 Exercício da titularidade dos serviços 37.9 Prestação regionalizada 37.10 Plano municipal de saneamento básico 37.11 Planos de bacia hidrográfica e o saneamento 38 Municípios localizados na Mata Atlântica 39. Infrações penais e administrativas 39.1 Ordenamento urbano 39.2 Poluição sonora 39.3 Administração pública 39.4 Registros públicos
Parte VI - Sistemas de Gestão Ambiental e de Recursos Hídricos 40. Sistemas de gestão ambiental 40.1 Reflexões 41. Sistema nacional do meio ambiente (SISNAMA) 41.1 Características do SISNAMA 41.2 Estrutura 41.2.1 Conselho de Governo 41.2.2 Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) 41.2.2.1 Competências do CONAMA 41.2.2.2 Composição do CONAMA 41.2.3 Ministério do Meio Ambiente (MMA) 41.2.3.1 Composição do Ministério do Meio Ambiente 41.2.4 Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) 41.2.5 Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade 41.2.6 Órgãos e entidades estaduais 41.2.7 Órgãos e entidades municipais 42. Sistema nacional de gerenciamento de recursos hídricos 42.1 Características do sistema 42.2 Competências do sistema 42.3 Estrutura do sistema 42.3.1 Órgãos colegiados 42.3.1.1 Conselho Nacional de Recursos Hídricos 42.3.1.2 Comitês de bacia hidrográfica 42.3.2 Administração Pública 42.3.2.1 Agência Nacional de Águas (ANA) 42.3.2.2 Agências de água 42.3.2.3 Entidades delegatárias 43. Sistemas de gestão e efetividade das políticas 43.1 Medidas administrativas de efetividade 44. Crimes e infrações administrativas contra a administração ambiental 44.1 Crimes 44.2 Infrações administrativas contra a administração ambiental
Parte VII - Responsabilidade em Matéria Ambiental e Meios Processuais de Defesa do Meio Ambiente 45. Caracterização de dano ambiental 45.1 Independência das responsabilidades 45.1.1 Responsabilidade civil e criminal 46. Responsabilidade civil por dano ambiental 46.1 A responsabilidade civil no direito brasileiro 46.1.1 Responsabilidade civil por ato ilícito 46.1.1.1 Subjetiva 46.1.1.2 Objetiva, 586 46.2 Responsabilidade civil por dano ambiental: risco 46.2.1 Reparação do dano 46.2.2 Prevenção do dano 46.3 Responsabilidade solidária 46.4 Excludentes de responsabilidade 47. Responsabilidade administrativa por dano ambiental 47.1 Infrações e sanções administrativas 47.2 Infrações administrativas e penais 47.3 Autoridades competentes. Obrigações 47.4 Processo administrativo de apuração de infrações ambientais 47.4.1 Auto de infração 47.4.2 Defesa 47.4.3 Instrução e julgamento 47.4.4 Do recurso 47.5 Medidas administrativas preventivas 47.5.1 Apreensão 47.5.1.1 Animais da fauna silvestre 47.5.1.2 Animais domésticos e os exóticos 47.5.1.3 Produtos perecíveis ou madeiras 47.5.1.4 Produtos e subprodutos da fauna não perecíveis 47.5.1.5 Instrumentos utilizados na prática da infração 47.5.2 Embargo de obra ou atividade 47.5.3 Suspensão de venda ou fabricação de produto 47.5.4 Suspensão parcial ou total de atividades 47.5.5 Demolição de obra 47.6 Sanções 47.6.1 Advertência 47.6.2 Multa 47.6.2.1 Valores e cálculo das multas 47.6.2.2 Multa diária 47.6.2.3 Conversão da multa em serviços 47.6.2.4 Critérios de aplicação da multa 47.6.2.5 Agravamento da multa 47.6.2.6 Destinação dos valores arrecadados 47.6.3 Demais sanções administrativas 47.6.4 Prazos prescricionais 48. Responsabilidade penal por dano ao meio ambiente 48.1 Breve histórico 48.2 A Lei de crimes ambientais 48.2.1 Conteúdo e alcance da norma 48.2.2 Norma penal em branco 48.2.3 Culpabilidade 48.2.4 Circunstâncias agravantes das penas 48.2.5 Circunstâncias atenuantes 48.2.6 Excludentes da antijuridicidade 48.3 A pessoa física como autora do delito 48.3.1 Sanções penais aplicáveis às pessoas físicas 48.4 A pessoa jurídica como autora do delito 48.4.1 Pessoas jurídicas de direito público 48.4.2 Sanções penais aplicáveis às pessoas jurídicas 48.4.2.1 Multa 48.4.2.2 Penas restritivas de direito 48.4.2.3 Prestação de serviços à comunidade 48.5 Ação penal 48.6 Crimes previstos na legislação extravagante 48.6.1 Energia nuclear 49. Meios processuais de defesa do meio ambiente 49.1 O papel do Poder Judiciário 49.2 Ação popular 49.2.1 Legitimidade ativa 49.2.2 Leis de regência do procedimento 49.2.3 Competência 49.2.4 Pressupostos para o ajuizamento da ação 49.2.5 Custas 49.3 Ação Civil Pública 49.3.1 Finalidade de proteção ao meio ambiente 49.3.2 Legitimidade ativa 49.3.3 Custas 49.3.4 Inquérito Civil 49.3.5 Destinação dos recursos provenientes de condenação 49.3.6 Compromisso de Ajustamento de Conduta 49.4 Habeas data ambiental 49.5 Mandado de segurança 49.6 Efetividade dos meios processuais de defesa do ambiente
Autora: Maria Luiza Machado Granziera Ano: 2009 Tamanho: 17 X 24 cm Páginas: 676 Editora: Atlas Acabamento: Brochura ISBN: 9788522453351 |
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