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  LIVROS TÉCNICOS >>> Fitopatologia
 
MÉTODOS EM FITOPATOLOGIA
 
MÉTODOS EM FITOPATOLOGIA     
  
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Descrição
O ensino da Fitopatologia no Brasil recente-se de bons livros em língua portuguesa que tratem dos métodos empregados no estudo de doenças de plantas e que possam ser utilizados nos cursos de graduação e pós-graduação. Assim, este livro foi idealizado para preencher essa lacuna, complementando em muitos aspectos os poucos manuais existentes no País e no exterior. É inédito, pois contempla as quatro grandes áreas da Fitopatologia: Micologia, Bacteriologia, Nematologia e Virologia.
O conteúdo da obra encontra-se didaticamente apresentado e dividido em 12 capítulos, que abordam os princípios e métodos empregados nas quatro áreas citadas. Fornece ainda, aos leitores, os principais métodos para quantificação de doenças e os princípios básicos da fotografia técnica, fotomicrografia, micrometria óptica, esterilização, preparo de meios de cultura e fatores associados ao cultivo de fitopatógenos, preparo de lâminas e observações microscópicas.
Para auxiliar os professores e alunos das respectivas disciplinas da área, após cada capítulo há uma relação de exercícios práticos e, após o último capítulo, algumas perguntas e exercícios gerais sobre todo o conteúdo estudado.
Os assuntos abordados são úteis a pesquisadores, professores e acadêmicos de graduação e pós-graduação que militam nas áreas da Agronomia, Engenharia Florestal, Biologia, Fitopatologia, Botânica e Biotecnologia.

1 - ESTERILIZACÂO, PREPARO DE MEIOS DE CULTURA E FATORES ASSOCIADOS AO CULTIVO DE FITOPATÓGENOS
1. INTRODUÇÃO – 23
2. ESTERILIZAÇÃO – 23
2.1. Método físico – 24
2.1.1. Calor – 24
2.1.2. Filtragem – 28
2.1.3. Radiação ultravioleta (UV) – 29
2.1.4. Radiação gama e beta – 29
2.2. Método químico – 30
2.2.1. Gases tóxicos – 30
2.2.2. Soluções desinfestantes – 31
3. HIGIENIZAÇÃO DO LABORATÓRIO – 32
4. MEIOS DE CULTURA – 33
4.1. Classificação dos meios de cultura – 34
4.2. Composição e preparo dos principais meios de cultura – 34
4.2.1. Meios sólidos – 34
4.2.2. Meios líquidos – 42
4.2.3. Meios seletivos para o isolamento de fungos fitopatogênicos e oomicetos – 43
5. FATORES ASSOCIADOS AO CULTIVO DE FITOPATÓGENOS – 48
5.1. Temperatura – 48
5.2. Luz – 48
5.3. pH – 49
5.4. Aeração – 49
6. EXERCÍCIOS – 49
7. REFERÊNCIAS – 50

2 - ISOLAMENTO DE FUNGOS FITOPATOGÊNICOS
1. INTRODUÇÃO – 53
2. MÉTODOS BÁSICOS DE ISOLAMENTO – 54
2.1. Isolamento direto – 54
2.2. Isolamento indireto – 56
2.2.1. Isolamento de fungos dos tecidos de órgãos lenhosos ou carnosos (tronco, raízes, galhos grossos e frutos) – 56
2.2.2. Isolamento de fungos dos tecidos de órgãos não-lenhosos ou não-carnosos (folhas, ramos finos, radicelas) – 57
3. MÉTODOS ESPECIAIS DE ISOLAMENTO – 61
3.1. Isolamento de fungos de crescimento lento – 61
3.1.1. Isolamento a partir de cirros – 62
3.1.2. Isolamento a partir de ascósporos e basidiósporos ejetados – 63
3.1.3. Isolamento em meio seletivo a partir de tecidos infectados – 64
3.1.4. Sanduíche de cenoura para isolamento de Ceratocystis fimbriata – 64
3.2. Isolamento de fungos de sementes – 68
3.2.1. Fungos externos e internos às sementes – 69
3.2.2. Fungos internos às sementes – 69
3.3. Isolamento de fungos fitopatogênicos do solo – 70
3.3.1. Método de isca qualitativo para Cylindrocladium spp – 71
3.3.2. Método de isca qualitativo para Rhizoctonia spp – 72
3.3.3. Método de isca qualiquantitativo para Cylindrocladium spp e Rhizoctonia spp – 74
3.3.4. Peneiramento e plaqueamento de solo ou substrato para isolamento de Cylindrocladium spp e Cylindrocladiella spp – 77
3.3.5. Oomicetos (Phytophthora sp. e Pythium sp.) – 79
3.4. Isolamento de Ceratocystis fimbriata do solo – 86
4. EXERCÍCIOS – 87
5. REFERÊNCIAS – 90

3 - ARMAZENAMENTO DE MICRORGANISMOS EM CULTURA COM ÊNFASE EM FUNGOS FITOPATOGÊNICOS
1. REPICAGENS PERIÓDICAS – 92
2. ARMAZENAMENTO EM ÁGUA (Método de Castellani) – 92
3. ÓLEO MINERAL – 93
4. ARMAZENAMENTO EM GRÃOS DE CEREAIS – 94
5. ARMAZENAMENTO EM SÍLICA-GEL – 95
6. ARMAZENAMENTO EM SOLO – 96
7. ARMAZENAMENTO EM NITROGÊNIO LÍQUIDO – 97
8. ARMAZENAMENTO POR CONGELAMENTO – 98
8.1. Em glicerol – 98
8.2. Em tiras de papel-filtro para bactérias – 98
8.3. Em tiras de papel-filtro para fungos – 99
9. ARMAZENAMENTO POR LIOFILIZAÇÃO – 100
10. EXERCÍCIOS – 102
11. REFERÊNCIAS – 102

4 - PRODUÇÃO, DETERMINAÇÃO E CALIBRAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO DE INÓCULO EM SUSPENSÃO
1. INTRODUÇÃO – 103
2. PRODUÇÃO DE INÓCULO – 104
2.1. Produção de esporos – 104
2.1.1. Produção de esporos em meio de cultura – 105
2.1.2. Produção de esporos na planta hospedeira – 106
2.2. Produção de micélio – 106
3. DETERMINAÇÃO E CALIBRAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO DE INÓCULO – 107
3.1. Determinação e calibração da concentração de inóculo em suspensões de esporos – 108
3.1.1. Hemacitômetro – 108
3.1.2. Contador automático de esporos – 112
3.2. Determinação da concentração e calibração de inóculo para esporos a seco e para micélio triturado – 114
4. VIABILIDADE DO INÓCULO – 114
5. EXERCÍCIOS – 115
6. REFERÊNCIAS – 116

5 - INOCULAÇÃO DE FUNGOS FITOPATOGÊNICOS
1. INTRODUÇÃO – 117
2. OBJETIVOS DA INOCULAÇÃO ARTIFICIAL – 120
3. FATORES QUE AFETAM A INOCULAÇÃO – 121
4. MÉTODOS DE INOCULAÇÃO – 124
4.1. Esporos a seco como inóculo – 124
4.2. Suspensão de esporos ou de micélio triturado como inóculo – 125
4.2.1. Fungos não-cultiváveis em meios de cultura – 125
4.2.2. Fungos cultiváveis em meios de cultura – 126
4.3. Suspensão de inóculo injetada no caule – 127
4.4. Inoculação com cilindros ou cubos de cultivos artificiais contendo micélio do patógeno – 128
4.5. Infestação de solo e inoculação de raízes – 128
5. EXERCÍCIOS – 130
6. REFERÊNCIAS – 137

6 - DETECÇÃO, ISOLAMENTO E INOCULAÇÃO DE BACTÉRIAS FITOPATOGÊNICAS
1. INTRODUÇÃO – 139
2. DETECÇÃO DE BACTÉRIAS FITOPATOGÊNICAS – 140
2.1. Detecção de fitobactérias em caules – 140
2.2. Detecção de fitobactérias em folhas – 143
3. MEIOS DE CULTURA PARA ISOLAMENTO DE FITOBACTÉRIAS – 143
4. MÉTODOS DE ISOLAMENTO – 146
4.1. Isolamento direto a partir de tecidos internos – 147
4.2. Isolamento indireto – 148
5. SEMEADURA DA SUSPENSÃO DE CÉLULAS EM MEIO DE CULTURA SÓLIDO – 149
5.1. Semeadura pelo método de estrias ou riscas – 149
5.2. Semeadura pelo método de diluição em placas – 151
5.3. Semeadura pelo uso de alça de Drigalsky – 151
6. INOCULAÇÃO DE FITOBACTÉRIAS – 152
6.1. Preparo do inóculo de fitobactérias – 152
6.2. Quantificação e calibração da concentração de inóculo – 153
6.3. Acondicionamento das plantas antes e depois da inoculação – 153
6.4. Métodos de inoculação – 154
6.4.1. Atomização – 154
6.4.2. Injeção – 155
6.4.3. Imersão de raízes – 155
6.4.4. Outros métodos de inoculação – 156
6.5. Reação de hipersensibilidade (HR) para comprovação de patogenicidade – 158
7. EXERCÍCIOS – 160
8. REFERÊNCIAS – 160

7 - QUANTIFICAÇÃO DE DOENÇAS EM PLANTA
1. INTRODUÇÃO – 161
2. DEFINIÇÕES – 161
3. MÉTODOS DE QUANTIFICAÇÃO DA INTENSIDADE DE DOENÇAS DE PLANTAS – 164
3.1. Quantificação direta – 164
3.1.1. Medição das dimensões, da área, do volume e, ou, do número de lesões – 164
3.1.2. Quantificação direta da severidade propriamente dita – 165
3.2. Escalas descritivas – 166
3.2.1. Nominais – 166
3.2.2. Graus de "infecção" – 166
3.3. Escalas de notas – 167
3.3.1. Aritméticas – 167
3.3.2. Lagarítmicas – 168
3.4. Escalas diagramáticas (Chaves de Campo) – 169
3.5. Outros métodos – 172
4. EXERCÍCIOS – 172
5. REFERÊNCIAS – 172

8 - PRINCÍPIOS BÁSICOS DA FOTOGRAFIA TÉCNICA, FOTOMICROGRAFIA E MICROMETRIA ÓPTICA
1. INTRODUÇÃO – 175
2. CÂMERAS FOTOGRÁFICAS – 176
2.1. Modelos de câmeras fotográficas – 178
2.1.1. Médio formato – 178
2.1.2. Grande formato – 178
2.1.3. Monoreflex – 178
2.1.4. Compacta – 178
2.1.5. Polaroid – 179
2.1.6. Digital – 179
3. OBJETIVAS – 179
3.1. Objetiva normal – 179
3.2. Teleobjetiva – 180
3.3. Grande angular – 180
3.4. Macroobjetiva – 180
3.5. Objetiva zoom – 181
4. FILMES FOTOGRÁFICOS – 181
4.1. Equilíbrio de cores – 181
4.2. Formato – 181
4.3. Sensibilidade – 182
4.4. Cuidados – 182
5. O ATO DE FOTOGRAFAR – 183
5.1. Abertura do diafragma – 183
5.2. Velocidade de obturação – 184
5.3. Relação abertura do diafragma e velocidade de obturação – 185
5.4. Fotômetro – 186
5.5. Telêmetro – 188
6. FLASH – 188
7. FILTROS – 189
7.1. Filtros genéricos – 190
7.2. Filtros de correção de cor – 191
7.3. Filtros de efeitos especiais – 191
7.4. Filtro pancromático – 192
8. COMPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA – 192
9. INFORMAÇÕES ÚTEIS – 193
9.1. Eliminação de sombras – 193
9.2. Horário de fotografar – 194
9.3. Cuidados com a câmera – 194
10. FOTOMICROGRAFIA – 195
10.1. Composição dos microscópios – 195
10.2. Obtenção de fotomicrografias – 196
11. MICROMETRIA – 197
12. EDIÇÃO DE IMAGENS – 201
13. EXERCÍCIOS – 203
14. REFERÊNCIAS – 203

9 - PREPARAÇÕES E OBSERVAÇÕES MICROSCÓPICAS DE ESPÉCIMES FÚNGICOS
1. INTRODUÇÃO – 205
2. CONTROLE DA ILUMINAÇÃO – 206
3. PREPARAÇÕES MICROSCÓPICAS – 207
3.1. Preparo de lâminas microscópicas temporárias – 208
3.1.1. Lâminas preparadas com fita adesiva – 208
3.1.2. Lâminas de raspagem – 209
3.1.3. Lâminas de cortes histológicos – 210
3.1.4. Microcultura – 213
3.2. Corantes e técnicas de coloração de núcleos – 214
3.3. Coloração com Safranina O – 216
3.4. Coloração pelo método Giemsa – 216
4. EXERCÍCIOS – 219
5. REFERÊNCIAS – 219

10 - MICROSCOPIA E SUAS APLICAÇÕES NO ESTUDO DAS INTERAÇÕES FUNGO-PLANTA
1. INTRODUÇÃO – 221
2. TÉCNICAS MICROSCÓPICAS – 223
2.1. Microscopia óptica – 223
2.2. Microscopia de fluorescência – 225
2.2.1. Técnicas imunocitoquímicas – 225
2.2.2. Corantes fluorescentes – 226
2.2.3. Proteínas fluorescentes verde, azul e vermelha – 226
2.3. Microscopia de varredura a laser confocal (MVLC) – 227
2.4. Microscopia eletrônica de transmissão - Imunolocalização – 228
2.5. Microscopia eletrônica – 229
2.6. Microscopia eletrônica de varredura (MEV) – 229
2.7. Microscopia eletrônica associada à microanálise por raios X – 229
3. MÉTODOS – 230
3.1. Clareamento e coloração de estruturas fúngicas em folhas – 230
3.1.1. Técnica de clareamento e coloração de fragmentos vegetais – 231
3.1.2. Técnica de coloração de cortes por ácido periódico-Schiff – 232
3.1.3. Reagente de Bell – 233
3.1.4. Tionina e Orange G – 234
3.1.5. Azul-de-Toluidina – 234
3.1.6. Clareamento e coloração de estruturas fúngicas em raízes – 235
3.1.7. Clareamento e coloração de estruturas fúngicas em tecidos lenhosos – 237
3.1.8. Coloração de estruturas fúngicas em material embebido em resina – 238
3.2. Histoquímica de compostos fenólicos em tecido vegetal – 239
3.2.1. Compostos fenólicos gerais – 239
3.2.2. Taninos - Vanilina clorídrica – 242
3.2.3. Ligninas – 242
3.3. Histoquímica de calos e em tecido vegetal – 243
3.3.1. Azul-de-Anilina "em luz azul" – 243
3.3.2. Calcofluor White "em luz ultravioleta" – 244
3.4. Estudo da interação fungo-planta pela introdução de gene repórter – 244
3.4.1. Proteína verde fluorescente para estudos do crescimento e monitoramento de hifas fúngicas – 245
3.4.2. Proteína verde fluorescente para análise da expressão de genes envolvidos na interação fungo-planta e localização de proteínas de interesse – 246
4. EXERCÍCIOS – 248
5. REFERÊNCIAS – 248

11 - MÉTODOS EM NEMATOLOGIA VEGETAL
1. INTRODUÇÃO – 253
2. AMOSTRAGEM – 254
3. EXTRAÇÃO DE NEMATÓIDES – 255
3.1. Extração de nematóides vermiformes do solo – 256
3.2. Extração de cistos de Heterodera glycines a partir de solo seco – 261
3.3. Extração de cistos de Heterodera glycines a partir de solo úmido: método da sacarose densa – 262
3.4. Extração de nematóides das raízes – 262
3.5. Extração de nematóides de partes aéreas de plantas – 264
4. PREPARO DE LÂMINAS – 264
4.1. Preparo de lâminas temporárias – 264
4.2. Preparo de lâminas permanentes – 265
5. COLORAÇÃO DE NEMATÓIDES – 268
5.1. Método de coloração de nematóides no interior do sistema radicular de plantas com fucsina ácida – 268
5.2. Método de coloração de massas de ovos de Meloidogyne spp. com fucsina ácida – 270
5.3. Método de coloração de massas de ovos de Meloidogyne spp. com floxina B – 271
5.4. Método de coloração de massas de ovos e ovos de Meloidogyne spp. com corantes da indústria alimentícia – 271
6. INOCULAÇÃO DE NEMATÓIDES – 272
6.1. Obtenção de ovos e de juvenis de segundo estádio de Meloidogyne spp. para infestação de solo – 272
6.2. Obtenção de ovos e de juvenis de segundo estádio de Heterodera glycines para infestação de solo – 273
6.3. Calibração de suspensões de ovos de Meloidogyne spp. e de Heterodera glycines para inoculação – 273
7. IDENTIFICAÇÃO DE ESPÉCIES E RAÇAS DE Meloidogyne spp – 274
7.1. Identificação de espécies por padrão perineal da fêmea – 274
7.2. Identificação de espécies de Meloidogyne spp. pela eletroforese de isoenzimas – 275
7.3. Identificação de espécies e raças de Meloidogyne spp. por hospedeiros diferenciadores – 285
7.4. Determinação do índice de galhas – 286
8. IDENTIFICAÇÃO DE RAÇAS DE Heterodera glycines – 287
9. REFERÊNCIAS – 289

12 - MÉTODOS EM VIROLOGIA VEGETAL
1. INTRODUÇÃO – 293
2. MÉTODOS DE DIAGNOSE DE VIROSES VEGETAIS – 294
2.1. Determinação da gama de hospedeiros de um vírus – 295
2.2. Teste de imunoadsorção com enzima ligada ao anticorpo (ELISA) – 298
2.3. Reação em cadeira da polimerase (PCR) – 301
3. MÉTODOS UTILIZADOS PARA ESTUDO DAS PROPRIEDADES E DOS COMPONENTES DA PARTÍCULA VIRAL – 305
3.1. Purificação de vírus de plantas – 305
3.1.1. Purificação de um tobamovírus (TMV) – 309
3.1.2. Purificação de um comovírus (BRMV) – 311
3.2. Eletroforese da proteína capsidial de um vírus – 313
3.3. Purificação e eletroforese do RNA de um vírus – 317
4. MÉTODOS PARA A CARACTERIZAÇÃO MOLECULAR DE VÍRUS DE PLANTAS – 320
4.1. Amplificação de fragmentos do genoma viral via RT-PCR – 320
4.2. Clonagem de fragmento do genoma viral amplificado por RT-PCR – 324
4.2.1. Ligação ao plasmídeo vetor – 324
4.2.2. Transformação de Escherichia coli – 325
4.2.3. Extração de DNA plasmidial por lise alcalina – 328
4.2.4. Análise dos plasmídeos recombinantes – 329
4.3. Sequenciamento de DNA – 331
4.4. Análise de sequências – 333
5. REFERÊNCIAS – 335

13 - PERGUNTAS E EXERCÍCIOS GERAIS – 337

ÍNDICE – 359

Editores: Acelino Couto Alfenas e Reginaldo Gonçalves Mafia
Ano: 2007
Número de Páginas: 382
Tamanho: 17,5 X 25 cm
Editora: UFV
Acabamento: Capa Dura
ISBN: 978-85-7269-302-8
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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