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REQUISITOS DE QUALIDADE NA BOVINOCULTURA LEITEIRA
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  LIVROS TÉCNICOS >>> Fitopatologia
 
MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS E PRAGAS - HORTALIÇAS
 
MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS E PRAGAS - HORTALIÇAS     
  
Por: R$ 50,00 
 
 

   
   
   

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Descrição
Os incentivos ao aumento de produtividade e qualidade das hortaliças, de competitividade e de lucro exercem pressão sobre a exploração do ambiente natural e o uso de tecnologias que, se usadas de forma incorreta, elevarão a degradação dos ecossistemas e a diminuição da qualidade do ambiente. Portanto, torna-se importante associar a essas tendências uma tomada de consciência para uma definição do padrão de qualidade, incluindo respeito aos LMR de defensivos e período de carência, uso somente de produtos registrados, emprego do Manejo Integrado de Pragas (MIP), emprego de material propagativo livre de doenças e produção dentro das normas e padrões de conservação do solo. Por fim, torna-se necessário incluir os componentes ambientais e de qualidade de vida para o produtor e para a sociedade. O sistema que procura atender a esses requisitos denomina-se ”Produção Integrada“, que surgiu na Europa, nos anos 70, como uma resposta à necessidade de reduzir o uso de defensivos e maior atenção e respeito ao meio ambiente. A Produção Integrada visa elevar os padrões de qualidade e competitividade das culturas ao patamar de excelência, por meio de processos definidos e sustentáveis de MIP, para que as hortaliças produzidas atendam aos consumidores exigentes, ofertando um produto seguro, produzido de acordo com parâmetros e sistemas de produção sustentável. A Produção Integrada constitui, portanto, a opção técnica, ambiental e socialmente vantajosa para sanar os principais problemas que afetam as hortaliças. Torna-se importante, portanto, a utilização de ações integradas, envolvendo todos os agentes da cadeia produtiva, visando dar sustentabilidade às culturas nas diferentes regiões. Na Produção Integrada, o produtor deverá seguir um conjunto de normas pré-estabelecidas, abrangendo a toda cadeia produtiva, desde a escolha do local de plantio até a comercialização. Além disso, na Produção Integrada, o produtor deverá seguir as normas de conservação do solo e do tratamento das águas residuárias, bem como os aspectos sociais e ecológicos da produção, com rastreamento de todo o sistema de produção.

Este livro reúne profissionais das áreas de Fitopatologia e Entomologia de diversas universidades e instituições de pesquisa, visando disponibilizar aos engenheiros agrônomos e produtores de hortaliças informações acerca dos recentes avanços no estudo de práticas de manejo integrado, a fim de contribuir para a sustentabilidade do cultivo das hortaliças.

CAPÍTULO 1
CLIMA COMO FATOR DETERMINANTE NO MANEJO DE DOENÇAS DE HORTALIÇAS – 1
Introdução – 1
Fatores que Afetam o Desenvolvimento de Doenças – 3
Fatores do hospedeiro – 3
Fatores do patógeno – 3
Fatores do ambiente – 3
Atividades do homem – 4
Fatores Ambientais e o Desenvolvimento de Doenças – 4
Efeito dos fatores do ambiente sobre o hospedeiro – 5
Influência do adensamento de plantas sobre o desenvolvimento de doenças – 6
Influência dos fatores meteorológicos sobre os patógenos – 7
Principais Diferenças entre as Regiões Tropicais e Temperadas quanto ao Desenvolvimento de Doenças – 16
Fatores Ambientais e Manejo de Doenças – 19
Manejo integrado de doenças – 20
Irrigação e manejo de doenças de plantas – 23
Atmosfera controlada ou modificada – 33
Eliminação de determinados comprimentos de onda – 34
Solarização do solo – 35
Sistemas de Previsão de Doenças – 35
Monitoramento de variáveis microclimáticas na previsão de doenças – 36
Exemplos de sistemas de previsão desenvolvidos para doenças de hortaliças – 38
O conceito de graus-dia na previsão de doenças – 48
Manejo de Doenças de Hortaliças em Cultivo Protegido – 49
Efeito do ambiente da estufa sobre o hospedeiro e o patógeno – 49
Manejo do ambiente da estufa visando criar condições desfavoráveis aos patógenos – 52
Efeito das Mudanças Climáticas Globais nas Doenças – 54
Referências Bibliográficas – 61

CAPÍTULO 2
CULTIVO HIDROPÔNICO DE HORTALIÇAS - PROBLEMAS FITOSSANITÁRIOS E PERSPECTIVAS – 77
Introdução – 77
Cultivo Hidropônico – 78
Vantagens – 79
Desvantagens – 82
Problemas fitossanitários – 84
Referências Bibliográficas – 89

CAPÍTULO 3
DOENÇAS EM CULTIVO PROTEGIDO: SITUAÇÃO ATUAL E PERSPECTIVAS – 91
Principais Fatores Relacionados com Doenças e seu Manejo – 93
Diagnose das doenças – 93
Material de plantio – 94
Enxertia – 97
Manejo de água e fertilizantes – 98
Controle de pragas – 100
Roguing – 100
Uso de telado e eliminação de plantas invasoras hospedeiras – 101
Medidas profiláticas no manejo das plantas – 102
Melhoria da aeração dentro da estufa – 103
Extratos aquosos de matéria orgânica e de biofertilizantes – 103
Controle químico – 105
Referências Bibliográficas – 109

CAPÍTULO 4
EPIDEMIOLOGIA E CONTROLE DAS BACTERIOSES DAS HORTALIÇAS – 115
Introdução – 115
Murcha-Bacteriana da Batata, do Tomate e do Pimentão – 116
Epidemiologia – 117
Controle – 117
Podridão-Mole, Canela-Preta da Batata e Talo-Oco – 119
Epidemiologia – 121
Controle – 122
Cancro-Bacteriano – 124
Epidemiologia – 126
Controle – 126
Sarna-Comum da Batata – 127
Epidemiologia – 129
Controle – 130
Mancha-Bacteriana do Tomate e do Pimentão – 132
Epidemiologia – 134
Controle – 135
Podridão-Negra das Brássicas – 136
Epidemiologia – 137
Controle – 138
Manchas Bacterianas em Outras Hortaliças – 139
Pinta-Bacteriana em Tomate – 139
Epidemiologia – 140
Controle – 141
Resumo das Medidas de Controle das Bacterioses das Hortaliças – 142
Referências Bibliográficas – 145

CAPÍTULO 5
MANEJO INTEGRADO DE VIROSES EM HORTALIÇAS – 163
Introdução – 163
O Patógeno – 164
O Hospedeiro – 169
O Ambiente – 169
Aspectos Gerais da Disseminação de Viroses em Campo – 171
Distribuição Espacial – 173
Avaliação de Danos e Perdas – 174
Controle – 175
Uso de material de propagação de alta qualidade fitossanitária – 176
Uso de variedades resistentes – 177
Evitar plantios seqüenciais em áreas contíguas – 178
Eliminação de restos culturais – 179
Controle químico de insetos-vetores – 179
Produção de mudas em áreas protegidas – 180
Preparo de solo adequado – 181
Controle adequado de plantas daninhas – 181
Rouging – 181
Lavagem adequada de mãos e implementos com água e sabão – 182
Considerações Finais – 183
Referências Bibliográficas – 184

CAPÍTULO 6
PRINCIPAIS FUNGOS DE SOLO EM HORTALIÇAS: EPIDEMIOLOGIA E MANEJO – 189
Introdução – 189
Fusarium oxysporum – 190
Verticillium dahliae – 195
Phytophthora spp. – 200
Rhizoctonia solani – 203
Sclerotinia sclerotiorum – 207
Sclerotium rolfsii – 211
Resumo – 215
Referências Bibliográficas – 215

CAPÍTULO 7
MANEJO INTEGRADO DAS DOENÇAS DAS HORTALIÇAS – 225
Introdução – 225
Danos Causados por Patógenos que Atacam as Hortaliças – 226
Danos com efeito imediato – 227
Danos com efeito lento, porém progressivo – 227
Danos diretos às partes comercializáveis da planta – 228
Danos pós-colheita, em partes comercializáveis – 228
Condições Favoráveis ao Desenvolvimento das Doenças – 228
Medidas que Reduzem Inóculo Inicial de Patógenos no Campo – 229
Compostos orgânicos – 230
Erradicação da planta hospedeira – 236
Pousio associado à irrigação – 237
Rotação de cultura – 237
Medidas sanitárias – 243
Inundação do solo – 244
Emprego de cartões de cor amarela – 244
Solarização (uso de polietileno transparente) – 244
O uso de plantas armadilhas e antagônicas – 245
Métodos físicos que erradicam ou reduzem o inóculo – 247
Medidas que Reduzem a Taxa das Doenças no Campo – 248
Resistência induzida pela nutrição mineral – 249
Proteção com produtos químicos – 252
Pré-imunização – 268
Escape - Evasão - Fuga das Condições Favoráveis à Doença – 268
Considerações Finais – 269
Referências Bibliográficas – 270

CAPÍTULO 8
DOENÇAS DE HORTALIÇAS QUE SE CONSTITUEM EM DESAFIO PARA O CONTROLE – 319
Introdução – 319
Doenças Causadas por Fungos da Parte Aérea – 321
Doenças Causadas por Patógenos Habitantes do Solo – 325
Doenças Causadas por Bactérias da Parte Aérea – 332
Doenças que Afetam os Frutos – 333
Doenças Causadas por Vírus – 334
Considerações Finais – 336
Referências Bibliográficas – 337

CAPÍTULO 9
DESENVOLVIMENTO DE UM MODELO DE PRODUÇÃO INTEGRADA DE TOMATE INDÚSTRIA – PITI – 349
A Necessidade de um Sistema de Produção Integrada de Tomate Indústria - PITI - no Brasil – 349
Metas do Sistema de Produção Integrada de Tomate Indústria - PITI – 351
Principais Desafios do Sistema de Produção Integrada de Tomate Indústria - PITI – 351
Impactos Esperados com a Adoção do Sistema de Produção Integrada de Tomate Indústria - PITI – 353
O Projeto de Produção Integrada de Tomate Indústria - PITI – 353
Um Diagnóstico da Produção de Tomate para a Indústria em Goiás – 356
Considerações Finais – 360
Referências Bibliográficas – 361

CAPÍTULO 10
PERSPECTIVAS DA PRODUÇÃO INTEGRADA NA SUSTENTABILIDADE DA BATATICULTURA – 363
Introdução – 363
O Problema – 366
Ações Desenvolvidas – 370
Outras ações realizadas em campos de Produção Integrada em 2005/2006 – 373
Referências Bibliográficas – 378

CAPÍTULO 11
IDENTIFICAÇÃO DAS PRINCIPAIS PRAGAS DE HORTALIÇAS NO BRASIL – 381
1. Introdução – 381
2. Chave das Pragas de Hortaliças no Brasil – 382
2.1. Alface e almeirão – 382
2.2. Batata-doce – 384
2.3. Batata – 387
2.4. Berinjela e jiló – 392
2.5. Brássicas (agrião, brócolis, couve-chinesa, couve-de-bruxelas, couve-flor, couve-manteiga, couve-rábano, couve-tronchuda, mostarda, nabo, rabanete, repolho e rúcula) – 394
2.6. Cenoura, cenourinha, salsinha e salsão – 398
2.7. Curcubitáceas (abóbora, abobrinha, chuchu, melancia, maxixe, melão e pepino) – 399
2.8. Feijão-vagem – 402
2.9. Liliáceas (alho, cebola e cebolinha) – 405
2.10. Morango – 408
2.11. Pimentão e pimenta – 410
2.12. Quiabeiro – 414
2.13. Tomateiro – 416
3. Referências Bibliográficas – 421

CAPÍTULO 12
SISTEMAS DE TOMADA DE DECISÃO DE CONTROLE DOS PRINCIPAIS GRUPOS DE ÁCAROS E INSETOS-PRAGA EM HORTALIÇAS NO BRASIL – 423
Introdução – 423
Componentes de Sistemas de Tomada de Decisão de Controle – 425
Variável a ser amostrada – 425
Época e freqüência de amostragem – 427
Área a ser amostrada – 430
Tipo de caminhamento – 431
Unidade amostral – 432
Técnica amostral – 434
Número de amostras – 434
Índices de tomada de decisão – 435
Sistemas de Tomada de Decisão de Controle em Hortaliças – 438
Amostragem – 439
Perspectivas e Considerações Finais – 452
Referências Bibliográficas – 453

CAPÍTULO 13
ESTRATÉGIAS E TÁTICAS DE MANEJO DOS PRINCIPAIS GRUPOS DE ÁCAROS E INSETOS-PRAGA EM HORTALIÇAS NO BRASIL – 463
Introdução – 463
Estratégias de Manejo dos Principais Grupos de Pragas em Hortaliças – 465
Tornar o ambiente agrícola menos simplificado – 466
Preservação e incremento de inimigos naturais – 466
Diminuição da susceptibilidade da cultura às pragas – 466
Diminuição da infestação inicial por pragas e das doenças transmitidas por elas – 467
Redução da densidade populacional das pragas – 467
Táticas de Manejo dos Principais Grupos de Pragas em Hortaliças – 469
Táticas de uso planejado – 471
Táticas dependentes da densidade – 488
Perspectivas e Considerações Finais – 498
Referências Bibliográficas – 499

CAPÍTULO 14
CONTROLE BIOLÓGICO DAS PRINCIPAIS PRAGAS DE HORTALIÇAS NO BRASIL – 505
Introdução – 505
Competidores – 506
Predadores – 506
Aracnídeos – 507
Ácaros predadores – 507
Insetos – 509
Parasitóides – 516
Diptera (moscas parasitóides) – 519
Hymenoptera (vespas parasitóides) – 520
Parasitas – 522
Entomopatógenos – 522
Fungos entomopatogênicos – 522
Bactérias entomopatogênicas – 524
Vírus entomopatogênicos – 528
Formas de Uso do Controle Biológico – 530
Controle biológico natural – 530
Controle biológico clássico – 534
Controle biológico artificial ou aplicado – 534
Referências Bibliográficas – 536

CAPÍTULO 15
USO DA SELETIVIDADE DE INSETICIDAS E ACARICIDAS NO MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS DE HORTALIÇAS – 539
Introdução – 539
Seletividade – 542
Tipos de seletividade – 543
Manejo Integrado de Pragas de Hortaliças e Seletividade – 554
Estudos de Seletividade de Produtos Fitossanitários Aplicados em Hortaliças para Inimigos Naturais – 555
Seletividade de produtos a parasitóides em hortaliças – 556
Seletividade de produtos para predadores em hortaliças – 560
Considerações Finais – 567
Referências Bibliográficas – 568

CAPÍTULO 16
USO DE INSETICIDAS BOTÂNICOS NO CONTROLE DE PRAGAS – 577
Introdução – 577
Agricultura biodinâmica (ABD) – 578
Agricultura biológica – 579
Agricultura natural – 579
Agricultura orgânica – 580
Recomendados – 580
Restritos – 580
Proibidos – 581
Vantagens – 583
Desvantagens – 583
Formas de Emprego dos Inseticidas Botânicos no Controle de Pragas – 584
Inseticidas Botânicos para os quais Existem Produtos Comerciais – 584
Óleo de nim – 585
Piretrina ou piretro – 592
Rotenona – 592
Sabadilha – 593
Rianóides – 594
Nicotina – 594
Óleo de citrus – 595
Dialil-disulfito – 595
Quassianóides – 596
Piperinas e capsaicina – 596
Referências Bibliográficas – 598

CAPÍTULO 17
CONTROLE ALTERNATIVO DE ÁCAROS EM HORTALIÇAS – 607
Introdução – 607
Principais Produtos Alternativos com Potencial Acaricida – 610
Considerações Finais – 617
Agradecimentos – 617
Referências Bibliográficas – 618

Editores: Laércio Zambolim, Carlos Alberto Lopes, Marcelo Coutinho Picanço e Hélcio Costa
Ano: 2007
Número de Páginas: 625
Tamanho: 15,5 X 22 cm
Editora: UFV
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-60027-17-0
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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