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  CIÊNCIAS AGRÁRIAS >>> Zootecnia
 
PISCICULTURA
 
    
  
Por: R$ 35,00 
 
 

   
   
   

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Descrição
O Manual, que ora apresentamos, tem origem nobre. Nasce vinculado às necessidades do setor produtivo detectadas pela cadeia de conhecimento em piscicultura, envolvendo a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), rede de extensão de São Paulo, as instituições de pesquisa, como a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta) e a Embrapa, e, por fim, a Universidade do Estado de São Paulo (Unesp).

O objetivo do Manual é decorrente dessa massa crítica formada pelos estudiosos e operadores de Pesquisa e Desenvolvimento, visando transferir conhecimentos para contribuir com o desenvolvimento sustentável de um setor que já demonstra viabilidade em termos econômicos e sociais. Mas, como sabemos por experiência histórica, para que não ocorram desequilíbrios nessa dinâmica de desenvolvimento, o aperfeiçoamento contínuo depende do fornecimento de novas metodologias de trabalho e de novos produtos que possibilitem manter um alto padrão de eficiência na produção e no meio ambiente, o qual depende muito da oferta adequada de tecnologias oriundas dessa cadeia de conhecimento.

Uma das formas de manter esse padrão é por meio da impressão e disseminação que um Manual deste porte pode fazer em função da ampla e didática contextualização dos temas abordados, iniciando com sistemas de criação, adequação à regularização normativa exigida pela legislação, passando pela qualidade da água, nutrição e sanidade animal e fechando com boas práticas de manejo e processamento. A todos uma boa e profícua leitura.

PISCICULTURA NO ESTADO DE SÃO PAULO SISTEMAS DE CRIAÇÃO
1. INTRODUÇÃO – 1

2. POTENCIAL DA PISCICULTURA EM TANQUES-REDE NOS RESERVATÓRIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO – 3

3. SISTEMAS DE PRODUÇÃO – 6
3.1. Sistema extensivo – 6
3.2. Sistema semi-intensivo – 7
3.3. Sistemas intensivo e superintensivo – 7

4. ESTRUTURA DE VIVEIROS E DE TANQUES-REDE – 9
4.1. Estrutura de viveiros – 9
4.2. Estrutura de tanques-rede – 11
4.2.1. Dimensionamento de tanques-rede – 12
4.2.2. Escolha do local para a instalação de tanques-rede – 16
4.2.3. Posicionamento dos tanques-rede – 17
4.2.4. Aspectos gerais da piscicultura em tanques-rede – 17

5. DENSIDADE DE ESTOCAGEM PARA A PISCICULTURA – 19

6. QUALIDADE DOS ALEVINOS NA ESTOCAGEM – 20

7. FASES DE CRIAÇÃO EM PISCICULTURA – 20
7.1. Fases de criação em viveiros – 20
7.1.1 Alevinagem em viveiros – 20
7.1.2. Pré-terminação ou recria em viveiros – 22
7.1.3. Terminação em viveiros – 22
7.2. Fases de criação em tanques-rede – 23
7.2.1. Criação em tanques-rede de 6m³ de volume útil – 23
7.2.2. Criação em tanques-rede de 18m³ de volume útil – 26
7.2.3. Criação em tanques-rede de 36m³ de volume útil – 28

8. RECOMENDAÇÕES – 30

9. DESPESCA – 30

LITERATURA CONSULTADA – 34

REGULARIZAÇÃO DE PROJETOS AQUÍCOLAS EM ÁGUAS CONTINENTAIS
1. INTRODUÇÃO – 35

2. DIRETRIZES LEGAIS PARA A REGULARIZAÇÃO DE AQUICULTURAS EM ÁGUAS CONTINENTAIS – 37

3. PROCEDIMENTOS PARA A REGULARIZAÇÃO DOS EMPREENDIMENTOS AQUICOLAS – 39
3.1. Regularização de aquiculturas no sistema de tanques-rede em águas públicas continentais de domínio da União – 40
3.1.1. Instituições envolvidas – 41
3.1.1.1. Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) – 41
3.1.1.2. Autoridade Marítima – 41
3.1.1.3. Agência Nacional de Águas (ANA) – 42
3.1.1.4. Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) – 42
3.1.1.5. Secretaria do Patrimônio da União do Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão (SPU/MPOG) – 43
3.1.1.6. Órgão Estadual de Meio Ambiente (Oema) – 43
3.1.2. Concessionária do reservatório – 43
3.1.3. Estimativa de custos para a regularização de projetos visando ao uso dos espaços físicos em corpos dágua de domínio da União para fins de aquicultura – 44
3.1.4. Processos cadastrados no Sistema de Informação das Autorizações de Uso das Águas de Domínio da União para fins de Aquicultura (Sinau) – 45
3.2. Regularização de aquiculturas no sistema de tanques-rede em águas públicas de domínio estadual – 46
3.3. Regularização de aquicultura em tanques-rede, viveiros escavados e barramentos em propriedades rurais – 46
3.3.1. Estimativa de custos para a regularização de projetos aquícolas no sistema de tanques-rede, viveiros escavados e barramentos em propriedades rurais – 47

LITERATURA CONSULTADA – 48

A QUALIDADE DA ÁGUA PARA FINS DE PISCICULTURA
1. INTRODUÇÃO – 51

2. QUANTIDADE DE ÁGUA PARA A PISCICULTURA – 52

3. QUALIDADE DA ÁGUA PARA PISCICULTURA – 53
3.1. Principais parâmetros avaliados na piscicultura – 54
3.1.1. Temperatura da água – 54
3.1.2. Oxigênio Dissolvido (OD) – 57
3.1.3. Transparência da água – 60
3.1.4. Turbidez – 62
3.1.5. Potencial Hidrogeniônico (pH) – 62
3.1.6. Alcalinidade total – 65
3.1.7. Nitrogênio amoniacal – 65
3.1.8. Fósforo total – 66
3.1.9. Clorofila total – 67
3.1.10. Coliformes termotolerantes – 67

4. PADRÕES DOS PARÂMETROS LIMNOLÓGICOS PARA ESPÉCIES DE PEIXES TROPICAIS E OS ESTABELECIDOS NA RESOLUÇÃO CONAMA nº 357/2005 – 68

5. CAPACIDADE DE SUPORTE DOS RESERVATÓRIOS – 69

6. QUALIDADE DA ÁGUA E QUALIDADE DO PESCADO – 70

7. PRODUTIVIDADE AQUICOLA E IMPACTO AMBIENTAL – 70
7.1. Eutrofização – 71

LITERATURA CONSULTADA – 73

PREVENÇÃO E CONTROLE DE ENFERMIDADES
1. BOAS PRÁTICAS DE MANEJO E TRATAMENTO – 77

2. CARACTERISTICAS DOS PRINCIPAIS SISTEMAS DE CRIAÇÃO DE PEIXES – 78
2.1. Pesque-pague – 78
2.2. Piscicultura em tanques-rede – 83
2.2.1. Recria – 84
2.2.2. Fase intermediária – 85
2.2.2.1. Manejo de classificação e repicagem – 86
2.2.3. Fase final – 87

3. LARVICULTURAS – 88

4. RECOMENDAÇÕES GERAIS – 89
4.1. Cloreto de sódio – 90
4.2. Particularidade das espécies – 91

5. MEXILHÃO DOURADO – 91

6. MÉTODOS DE COLETA DE PEIXES – 93
6.1. Material – 93
6.2. Procedimentos – 93

LITERATURA CONSULTADA – 95

ENFERMIDADES DE PEIXES
1. INTRODUÇÃO – 99
2. PARASITOSES – 100
2.1. Protozoa (Filo cílíophora, Ichthyophthirius multifiliis, Fouquet, 1876) – 100
2.2. Trichodina SP. – 102
2.3. Filo Dinophita (Piscinoodinium pillulare Schãperclaus, 1954 - Lom, 1981) – 104
2.4. Ciliados Sessilina (Epistylís spp.) – 106
2.4.1. Metazoa – 106
2.4.1.1. Filo Plathelmintos – 106
2.4.1.2. Filo Myxozoa – 109
2.4.1.3. Filo Artropoda – 112
2.4.1.4. Filo Nematoda – 114
2.5. Doenças causadas por larvas de moluscos – 117

3. BACTERIOSES – 118
3.1. Streptococcus agalactiae – 119
3.2. Aeromonas móveis – 120
3.3. Flavobacterium columnare – 121
3.4. Mycobacterium sp. – 122

LITERATURA CONSULTADA – 123

NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO DE PEIXES
1. INTRODUÇÃO – 131

2. ALIMENTOS UTILIZADOS NO PROCESSAMENTO DE RAÇÕES – 133

3. EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS – 136
3.1. Exigências em proteína e aminoácidos – 137
3.2. Energia, carboidratos, lipídios e ácidos graxos – 139
3.3. Minerais e vitaminas – 139

4. PROCESSAMENTO DE RAÇÕES PARA PEIXES – 142

5. COEFICIENTE DE DIGESTIBILIDADE DE NUTRIENTES E ENERGIA – 145

6. RAÇÕES E ARRAÇOAMENTO PARA TILÁPIA EM TANQUES-REDE – 149

7. BOAS PRÁTICAS NO ARMAZENAMENTO E RECEBIMENTO DE RAÇÕES – 154

LITERATURA CONSULTADA – 157

BOAS PRÁTICAS DE MANEJO (BPM) APLICADAS À QUALIDADE DA ÁGUA DA AQUICULTURA EM VIVEIROS E TANQUES-REDE INSTALADOS EM RESERVATÓRIOS
1. CONCEITO E DEFINIÇÕES – 161

2. MANEJO CRIATÓRIO E AS BPM – 162

3. BPM EM VIVEIROS ESCAVADOS – 168
3.1. Manejo do sedimento do fundo dos viveiros – 168
3.1.1. Calagem – 168
3.1.2. Secagem – 170
3.1.3. Aração – 170
3.1.4. Remoção do sedimento do fundo dos viveiros – 170
3.1.5. Fertilização – 171
3.1.6. Revolvimento do fundo – 171
3.1.7. Desinfecção – 172

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS – 172

LITERATURA CONSULTADA – 173

INSTRUMENTOS PARA ANÁLISE DA COMPETITIVIDADE NA PISCICULTURA
1. INTRODUÇÃO – 175

2. CUSTO DE PRODUÇÃO – 184
2.1. Custo total de produção – 185
2.1.1. Custos variáveis – 185
2.1.2. Custos fixos – 186
2.2. Custo operacional de produção – 187
2.3. Determinação do custo de produção – 188
2.3.1. Insumos – 188
2.3.2. Mão de obra – 190
2.3.3. Manutenção de instalações – 191
2.3.4. Despesas operacionais – 191
2.3.5. Impostos e taxas – 191
2.3.6. Despesas gerais – 192
2.3.7. Juros sobre o capital circulante – 192
2.3.8. Seguros – 192
2.3.9. Remuneração do capital – 193
2.3.10. Remuneração do empresário – 193
2.3.11. Depreciação – 193

3. INDICADORES DE RENTABILIDADE – 195
3.1. Receita Bruta (RB) – 195
3.2. Receita Líquida (RL) ou resíduo ou lucro operacional – 195
3.3. Lucro (L) – 196
3.4. Margem de Contribuição (MC) – 196
3.5. Margem Bruta (MBCT) – 196
3.6. Margem Bruta (MBCOT) – 196
3.7. índice de Lucratividade (IL) – 197
3.8. Custos médios – 197
3.9. Ponto de nivelamento – 198

4. AVALIAÇÃO ECONÔMICA DA PISCICULTURA - ESTUDOS DE CASOS – 198

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS – 201

LITERATURA CONSULTADA – 203

PROCESSAMENTO E APROVEITAMENTO INTEGRAL DE TILÁPIAS
1. INTRODUÇÃO – 205

2. CONDIÇÕES MÍNIMAS DE HIGIENE – 206

3. ABATE DE PEIXES PARA PROCESSAMENTO – 206
3.1. Choque térmico – 207
3.2. Sangria – 208
3.3. Choque térmico e sangria – 209

4. ETAPAS PARA O PROCESSAMENTO DE PEIXES – 209
4.1. Cortes – 209
4.2. Filetagem – 211

5. CARACTERIZAÇÃO QUANTITATIVA E QUALITATIVA DOS RESÍDUOS – 212

6. OBTENÇÃO DE CARNES MECÂNICA E/OU MANUALMENTE SEPARADAS – 214
6.1. Corte em "V" e aparas dorsal e ventral (CMNS) – 214
6.2. Carne mecanicamente separada (CMS) – 217
6.3. Processamento das CMNS e CMS – 218

7. TECNOLOGIA PARA A PRODUÇÃO DE FARINHA E ÓLEO DE TILÁPIA – 221
7.1. Caracterização da qualidade da farinha e do óleo de tilápia – 234

8. PRODUÇÃO DE COMPOSTO ORGÂNICO – 236

9. PRODUÇÃO DE SILAGENS DE PEIXES – 240

LITERATURA CONSULTADA - 244

Coordenador: Luiz Marques da Silva Ayrozza
Ano: 2011
Número de Páginas: 245
Tamanho: 15 X 23 cm
Editora: Cati
Acabamento: Brochura
Prazo de entrega
Prazo de entrega: Sedex de 03 a 05 dias úteis e PAC de 05 a 15 dias úteis
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